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1. O parto pré-termo (entre 22ª e 37ª semana) é responsável por aproximadamente 75% da mortalidade neonatal e 50% das lesões neurológicas em crianças.
2. O fator de risco mais claramente definido é de antecedente de parto prematuro em uma gestação prévia.
3. A grande preponderância de mortalidade e morbidade grave ocorre no parto pré-termo antes de 34 semanas, e alguns clínicos consideram 34 semanas o limite para a prematuridade significativa.
4. O “peso muito baixo ao nascer” (crianças pesando 1500 g ou menos) e o “peso extremamente baixo ao nascer” (aquelas que pesam 1000 g ou menos) são também expressões muito utilizadas para descrever as crianças prematuras.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
É a principal causa de:
A hipótese diagnóstica clínica é:
Nesse caso, a conduta CORRETA é:
• Hemoglobina: 11,1g/dl • Glicemia de jejum: 95 mg/dl • GS: B RH DU negativo • VDRL: 1/8 • Sorologia para toxoplasmose IgM positivo IgG positivo.
Em relação ao caso descrito, analise as assertivas a seguir.
I- Trata -se de anemia leve, e deve-se prescrever: Ferro elementar na dose 120 a 200mg ao dia.
II- Pode ser toxoplasmose aguda, deve-se prescrever Espiramicina 3 gramas ao dia e solicitar PCR de liquido aminiótico.
III- Possível sífilis ou cicatriz sorológica, é necessário solicitar um teste treponêmico, antes de iniciar o tratamento.
IV- Trata-se de Diabetes mellitus gestacional, deve-se orientar dieta e atividade física, monitorar perfil glicêmico diário por 15 dias, só então avaliar a necessidade de insulinoterapia.
V- Solicitar Grupo sanguíneo do pai da criança e coombs direto mensal da paciente até o final da gestação.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- As gestações dizigóticas são sempre DC/DA, com cada feto possuindo sua própria placenta e cavidade amniótica. Em contraste, a corionicidade das gestações monozigotia é determinada pelo tempo em que ocorre a divisão do óvulo fertilizado.
II- A corionicidade é melhor diagnosticada no ultrassom do 1º trimestre (entre 11 e 14 semanas), sendo que a presença do sinal do T é indicativo de gestação dicoriônica.
III- A medida do comprimento do colo uterino, no ultrassom de 2º Trimestre, para diagnóstico de colo curto e chance aumentada de parto pré-termo, é dispensada na gestação múltipla.
IV- Na gravidez monocoriônica, o controle com US-Doppler deve ser quinzenal, entre 16 e 26 semanas, para diagnóstico precoce da STFF e sequência de anemia-policitemia (TAPS).
V- A avaliação do crescimento fetal devido a risco aumentado de restrição de crescimento intrauterino (RCIU) deve ser mais frequente nas gravidezes gemelares.
Está CORRETO o que se afirma apenas em
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