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Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Palmeira - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Arquiteto Urbanista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização (P.T.A.V.M) | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização de Obras | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Biblioteconomista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Cirurgião Dentista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Contador | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Bacharelado | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Licenciatura | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fiscal Tributário I | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fisioterapeuta | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fonoaudiólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Clínico Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Terapeuta Ocupacional 30H | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Museólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Nutricionista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Pedagogo |
Q3576193 Português
Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos.

    Responsável pelo trabalho de restauro, Maria Helena Chartuni relembra o trabalho que fez para ‘salvar’ a imagem de Nossa Senhora Aparecida e diz ter sentido ajuda da Santa. Hoje protegida em um nicho de ouro blindado a quatro metros do chão no Santuário Nacional de Aparecida (SP), onde fica em exposição, a imagem original de Nossa Senhora precisou ser restaurada há 45 anos, após ser quebrada em mais de 200 pedaços.
    O atentado aconteceu no dia 16 de maio de 1978 durante uma missa na Basílica Velha em Aparecida. A imagem, que ficava em um cofre no altar, foi retirada por um jovem de 19 anos, que a derrubou no chão. A imagem, que ficou muito danificada - situação que causou comoção por parte dos devotos na época - foi encaminhada ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) para passar pelo processo de restauro.
    A missão de restaurar a imagem foi delegada à artista plástica e chefe do Departamento de Restauração do museu, Maria Helena Chartuni. Ela, que até então não era devota, teve a vida transformada pelo trabalho, que classifica como o mais marcante e especial da sua vida. “Assim que me escolheram eu perguntei: ‘Está muito quebrada?’. Responderam que seria tranquilo restaurar, mas quando eu vi foi um choque. A cabeça estava muito danificada. Aí, sim, tive a noção real do estrago. Era muito pesada e por isso quebrou muito, em mais de 200 pedaços”,lembra Chartuni.
    Apesar de ter sido escolhida para a restauração, a artista conta que não era devota de Nossa Senhora Aparecida e não tinha relação com a Santa. Para ela, era como se fosse mais um trabalho em uma obra normal. “Caiu no meu colo e foi um choque pela responsabilidade que estavam atribuindo a isso e pela dificuldade enorme do trabalho, mas para mim a imagem em si era indiferente. Eu não tinha ligação”, conta.
    Mesmo não sendo devota da Padroeira, Maria Helena Chartuni decidiu rezar e ‘conversar’ com a Santa para pedir ajuda, tendo em vista à comoção enorme dos devotos pela situação em que a imagem havia ficado com o atentado em Aparecida. “Eu então rezei um ‘Pai Nosso’ e uma ‘Ave Maria’. Fui aí que fui apresentada à Nossa Senhora. Ela já me conhecia muito bem. Falei para ela: ‘Agora somos nós. Preciso da sua ajuda. Você me ajuda e eu te ajudo’.”
    A partir disso, foi mais de um mês de dedicação intensa e exclusiva ao trabalho ao qual havia sido escolhido para fazer. Apesar da entrega ao serviço e da experiência que já tinha na área, Chartuni afirma que não teria sido capaz se não fosse uma ajuda especial. “Durante o processo aconteceram várias coisas curiosas. Às vezes eu sentia falta de algumas peças que eram essenciais na restauração, procurava de todas as formas e não encontrava, e no dia seguinte elas apareciam em cima da mesa, em locais muito visíveis, onde era muito difícil eu não ter visto antes.” “Eu tive certeza da ajuda dela (Nossa Senhora) quando terminei. Fui contar os dias que levei para fazer a restauração e vi que foram 33 dias. 33 anos é a idade de Cristo”, completa.
    De acordo com Chartuni, a restauração da imagem foi uma transformação completa vida na vida dela. Ela conta que, antes de receber essa missão, vivia um momento ruim. “A vida é feita de altos e baixos e eu estava em um ‘baixo’. Mas isso me mudou muito. Foi um choque espiritual muito forte. Ao mesmo tempo que eu restaurei a imagem, Nossa Senhora me restaurou, sem que eu soubesse. Já restaurei muitas coisas, mas essa me transformou muito. Guardo as emoções e as lembranças desse trabalho até hoje”, diz a artista plástica.
    Após os 33 dias de trabalho, Chartuni entregou a imagem restaurada de Nossa Senhora Aparecida à direção do Masp. A partir disso, foi elaborada uma operação para encaminhar a imagem de volta ao Santuário Nacional, no interior de São Paulo. Isso aconteceu no dia 19 agosto de 1978. O trajeto começou no vão do Masp e seguiu até Aparecida, em um caminhão do Corpo de Bombeiros em um cortejo acompanhado por milhares de fiéis. Uma multidão de devotos se aglomerava nos locais em que a operação passava.
    O episódio também é inesquecível para Maria Helena, que só aí teve real noção da importância do trabalho que havia acabado de fazer. “A fé das pessoas me chocou. Elas se ajoelhavam. Filas quilométricas na entrada do santuário. Eu estive lá e as pessoas me agradeciam, emocionadas. Beijavam a minha mão”, se recorda, também emocionada. “Foi a coisa mais linda que eu vi na minha vida. Foi impactante. Uma multidão acompanhando. Aprendi demais com a fé dos romeiros. É uma coisa muito verdadeira, genuína. Me transformou como pessoa e hoje sou muito devota também.” 
    O impacto foi tanto, que Chartuni comemora o fato de só ter descoberto a dimensão da importância da restauração da imagem, quando já a havia restaurado. Ela acredita que, se já tivesse essa noção, sentiria uma pressão muito maior durante o processo. “Ainda bem que eu não tinha a real noção do que aquilo significava. Acho que é a mesma coisa com um médico, por exemplo: a responsabilidade parece muito maior quando precisa fazer uma cirurgia de uma personalidade, do que quando se trata de um paciente normal”, pontua.

Fonte: Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos | Festa da Padroeira | G1 (globo.com)
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Palmeira - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Arquiteto Urbanista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização (P.T.A.V.M) | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização de Obras | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Biblioteconomista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Cirurgião Dentista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Contador | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Bacharelado | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Licenciatura | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fiscal Tributário I | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fisioterapeuta | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fonoaudiólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Clínico Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Terapeuta Ocupacional 30H | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Museólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Nutricionista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Pedagogo |
Q3576192 Português
Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos.

    Responsável pelo trabalho de restauro, Maria Helena Chartuni relembra o trabalho que fez para ‘salvar’ a imagem de Nossa Senhora Aparecida e diz ter sentido ajuda da Santa. Hoje protegida em um nicho de ouro blindado a quatro metros do chão no Santuário Nacional de Aparecida (SP), onde fica em exposição, a imagem original de Nossa Senhora precisou ser restaurada há 45 anos, após ser quebrada em mais de 200 pedaços.
    O atentado aconteceu no dia 16 de maio de 1978 durante uma missa na Basílica Velha em Aparecida. A imagem, que ficava em um cofre no altar, foi retirada por um jovem de 19 anos, que a derrubou no chão. A imagem, que ficou muito danificada - situação que causou comoção por parte dos devotos na época - foi encaminhada ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) para passar pelo processo de restauro.
    A missão de restaurar a imagem foi delegada à artista plástica e chefe do Departamento de Restauração do museu, Maria Helena Chartuni. Ela, que até então não era devota, teve a vida transformada pelo trabalho, que classifica como o mais marcante e especial da sua vida. “Assim que me escolheram eu perguntei: ‘Está muito quebrada?’. Responderam que seria tranquilo restaurar, mas quando eu vi foi um choque. A cabeça estava muito danificada. Aí, sim, tive a noção real do estrago. Era muito pesada e por isso quebrou muito, em mais de 200 pedaços”,lembra Chartuni.
    Apesar de ter sido escolhida para a restauração, a artista conta que não era devota de Nossa Senhora Aparecida e não tinha relação com a Santa. Para ela, era como se fosse mais um trabalho em uma obra normal. “Caiu no meu colo e foi um choque pela responsabilidade que estavam atribuindo a isso e pela dificuldade enorme do trabalho, mas para mim a imagem em si era indiferente. Eu não tinha ligação”, conta.
    Mesmo não sendo devota da Padroeira, Maria Helena Chartuni decidiu rezar e ‘conversar’ com a Santa para pedir ajuda, tendo em vista à comoção enorme dos devotos pela situação em que a imagem havia ficado com o atentado em Aparecida. “Eu então rezei um ‘Pai Nosso’ e uma ‘Ave Maria’. Fui aí que fui apresentada à Nossa Senhora. Ela já me conhecia muito bem. Falei para ela: ‘Agora somos nós. Preciso da sua ajuda. Você me ajuda e eu te ajudo’.”
    A partir disso, foi mais de um mês de dedicação intensa e exclusiva ao trabalho ao qual havia sido escolhido para fazer. Apesar da entrega ao serviço e da experiência que já tinha na área, Chartuni afirma que não teria sido capaz se não fosse uma ajuda especial. “Durante o processo aconteceram várias coisas curiosas. Às vezes eu sentia falta de algumas peças que eram essenciais na restauração, procurava de todas as formas e não encontrava, e no dia seguinte elas apareciam em cima da mesa, em locais muito visíveis, onde era muito difícil eu não ter visto antes.” “Eu tive certeza da ajuda dela (Nossa Senhora) quando terminei. Fui contar os dias que levei para fazer a restauração e vi que foram 33 dias. 33 anos é a idade de Cristo”, completa.
    De acordo com Chartuni, a restauração da imagem foi uma transformação completa vida na vida dela. Ela conta que, antes de receber essa missão, vivia um momento ruim. “A vida é feita de altos e baixos e eu estava em um ‘baixo’. Mas isso me mudou muito. Foi um choque espiritual muito forte. Ao mesmo tempo que eu restaurei a imagem, Nossa Senhora me restaurou, sem que eu soubesse. Já restaurei muitas coisas, mas essa me transformou muito. Guardo as emoções e as lembranças desse trabalho até hoje”, diz a artista plástica.
    Após os 33 dias de trabalho, Chartuni entregou a imagem restaurada de Nossa Senhora Aparecida à direção do Masp. A partir disso, foi elaborada uma operação para encaminhar a imagem de volta ao Santuário Nacional, no interior de São Paulo. Isso aconteceu no dia 19 agosto de 1978. O trajeto começou no vão do Masp e seguiu até Aparecida, em um caminhão do Corpo de Bombeiros em um cortejo acompanhado por milhares de fiéis. Uma multidão de devotos se aglomerava nos locais em que a operação passava.
    O episódio também é inesquecível para Maria Helena, que só aí teve real noção da importância do trabalho que havia acabado de fazer. “A fé das pessoas me chocou. Elas se ajoelhavam. Filas quilométricas na entrada do santuário. Eu estive lá e as pessoas me agradeciam, emocionadas. Beijavam a minha mão”, se recorda, também emocionada. “Foi a coisa mais linda que eu vi na minha vida. Foi impactante. Uma multidão acompanhando. Aprendi demais com a fé dos romeiros. É uma coisa muito verdadeira, genuína. Me transformou como pessoa e hoje sou muito devota também.” 
    O impacto foi tanto, que Chartuni comemora o fato de só ter descoberto a dimensão da importância da restauração da imagem, quando já a havia restaurado. Ela acredita que, se já tivesse essa noção, sentiria uma pressão muito maior durante o processo. “Ainda bem que eu não tinha a real noção do que aquilo significava. Acho que é a mesma coisa com um médico, por exemplo: a responsabilidade parece muito maior quando precisa fazer uma cirurgia de uma personalidade, do que quando se trata de um paciente normal”, pontua.

Fonte: Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos | Festa da Padroeira | G1 (globo.com)
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO possua dígrafo: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Palmeira - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Arquiteto Urbanista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização (P.T.A.V.M) | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização de Obras | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Biblioteconomista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Cirurgião Dentista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Contador | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Bacharelado | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Licenciatura | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fiscal Tributário I | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fisioterapeuta | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fonoaudiólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Clínico Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Terapeuta Ocupacional 30H | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Museólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Nutricionista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Pedagogo |
Q3576191 Português
Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos.

    Responsável pelo trabalho de restauro, Maria Helena Chartuni relembra o trabalho que fez para ‘salvar’ a imagem de Nossa Senhora Aparecida e diz ter sentido ajuda da Santa. Hoje protegida em um nicho de ouro blindado a quatro metros do chão no Santuário Nacional de Aparecida (SP), onde fica em exposição, a imagem original de Nossa Senhora precisou ser restaurada há 45 anos, após ser quebrada em mais de 200 pedaços.
    O atentado aconteceu no dia 16 de maio de 1978 durante uma missa na Basílica Velha em Aparecida. A imagem, que ficava em um cofre no altar, foi retirada por um jovem de 19 anos, que a derrubou no chão. A imagem, que ficou muito danificada - situação que causou comoção por parte dos devotos na época - foi encaminhada ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) para passar pelo processo de restauro.
    A missão de restaurar a imagem foi delegada à artista plástica e chefe do Departamento de Restauração do museu, Maria Helena Chartuni. Ela, que até então não era devota, teve a vida transformada pelo trabalho, que classifica como o mais marcante e especial da sua vida. “Assim que me escolheram eu perguntei: ‘Está muito quebrada?’. Responderam que seria tranquilo restaurar, mas quando eu vi foi um choque. A cabeça estava muito danificada. Aí, sim, tive a noção real do estrago. Era muito pesada e por isso quebrou muito, em mais de 200 pedaços”,lembra Chartuni.
    Apesar de ter sido escolhida para a restauração, a artista conta que não era devota de Nossa Senhora Aparecida e não tinha relação com a Santa. Para ela, era como se fosse mais um trabalho em uma obra normal. “Caiu no meu colo e foi um choque pela responsabilidade que estavam atribuindo a isso e pela dificuldade enorme do trabalho, mas para mim a imagem em si era indiferente. Eu não tinha ligação”, conta.
    Mesmo não sendo devota da Padroeira, Maria Helena Chartuni decidiu rezar e ‘conversar’ com a Santa para pedir ajuda, tendo em vista à comoção enorme dos devotos pela situação em que a imagem havia ficado com o atentado em Aparecida. “Eu então rezei um ‘Pai Nosso’ e uma ‘Ave Maria’. Fui aí que fui apresentada à Nossa Senhora. Ela já me conhecia muito bem. Falei para ela: ‘Agora somos nós. Preciso da sua ajuda. Você me ajuda e eu te ajudo’.”
    A partir disso, foi mais de um mês de dedicação intensa e exclusiva ao trabalho ao qual havia sido escolhido para fazer. Apesar da entrega ao serviço e da experiência que já tinha na área, Chartuni afirma que não teria sido capaz se não fosse uma ajuda especial. “Durante o processo aconteceram várias coisas curiosas. Às vezes eu sentia falta de algumas peças que eram essenciais na restauração, procurava de todas as formas e não encontrava, e no dia seguinte elas apareciam em cima da mesa, em locais muito visíveis, onde era muito difícil eu não ter visto antes.” “Eu tive certeza da ajuda dela (Nossa Senhora) quando terminei. Fui contar os dias que levei para fazer a restauração e vi que foram 33 dias. 33 anos é a idade de Cristo”, completa.
    De acordo com Chartuni, a restauração da imagem foi uma transformação completa vida na vida dela. Ela conta que, antes de receber essa missão, vivia um momento ruim. “A vida é feita de altos e baixos e eu estava em um ‘baixo’. Mas isso me mudou muito. Foi um choque espiritual muito forte. Ao mesmo tempo que eu restaurei a imagem, Nossa Senhora me restaurou, sem que eu soubesse. Já restaurei muitas coisas, mas essa me transformou muito. Guardo as emoções e as lembranças desse trabalho até hoje”, diz a artista plástica.
    Após os 33 dias de trabalho, Chartuni entregou a imagem restaurada de Nossa Senhora Aparecida à direção do Masp. A partir disso, foi elaborada uma operação para encaminhar a imagem de volta ao Santuário Nacional, no interior de São Paulo. Isso aconteceu no dia 19 agosto de 1978. O trajeto começou no vão do Masp e seguiu até Aparecida, em um caminhão do Corpo de Bombeiros em um cortejo acompanhado por milhares de fiéis. Uma multidão de devotos se aglomerava nos locais em que a operação passava.
    O episódio também é inesquecível para Maria Helena, que só aí teve real noção da importância do trabalho que havia acabado de fazer. “A fé das pessoas me chocou. Elas se ajoelhavam. Filas quilométricas na entrada do santuário. Eu estive lá e as pessoas me agradeciam, emocionadas. Beijavam a minha mão”, se recorda, também emocionada. “Foi a coisa mais linda que eu vi na minha vida. Foi impactante. Uma multidão acompanhando. Aprendi demais com a fé dos romeiros. É uma coisa muito verdadeira, genuína. Me transformou como pessoa e hoje sou muito devota também.” 
    O impacto foi tanto, que Chartuni comemora o fato de só ter descoberto a dimensão da importância da restauração da imagem, quando já a havia restaurado. Ela acredita que, se já tivesse essa noção, sentiria uma pressão muito maior durante o processo. “Ainda bem que eu não tinha a real noção do que aquilo significava. Acho que é a mesma coisa com um médico, por exemplo: a responsabilidade parece muito maior quando precisa fazer uma cirurgia de uma personalidade, do que quando se trata de um paciente normal”, pontua.

Fonte: Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos | Festa da Padroeira | G1 (globo.com)
Assinale a alternativa cuja palavra em destaque foi empregada no sentido conotativo: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Palmeira - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Arquiteto Urbanista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização (P.T.A.V.M) | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização de Obras | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Biblioteconomista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Cirurgião Dentista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Contador | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Bacharelado | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Licenciatura | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fiscal Tributário I | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fisioterapeuta | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fonoaudiólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Clínico Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Terapeuta Ocupacional 30H | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Museólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Nutricionista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Pedagogo |
Q3576190 Português
Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos.

    Responsável pelo trabalho de restauro, Maria Helena Chartuni relembra o trabalho que fez para ‘salvar’ a imagem de Nossa Senhora Aparecida e diz ter sentido ajuda da Santa. Hoje protegida em um nicho de ouro blindado a quatro metros do chão no Santuário Nacional de Aparecida (SP), onde fica em exposição, a imagem original de Nossa Senhora precisou ser restaurada há 45 anos, após ser quebrada em mais de 200 pedaços.
    O atentado aconteceu no dia 16 de maio de 1978 durante uma missa na Basílica Velha em Aparecida. A imagem, que ficava em um cofre no altar, foi retirada por um jovem de 19 anos, que a derrubou no chão. A imagem, que ficou muito danificada - situação que causou comoção por parte dos devotos na época - foi encaminhada ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) para passar pelo processo de restauro.
    A missão de restaurar a imagem foi delegada à artista plástica e chefe do Departamento de Restauração do museu, Maria Helena Chartuni. Ela, que até então não era devota, teve a vida transformada pelo trabalho, que classifica como o mais marcante e especial da sua vida. “Assim que me escolheram eu perguntei: ‘Está muito quebrada?’. Responderam que seria tranquilo restaurar, mas quando eu vi foi um choque. A cabeça estava muito danificada. Aí, sim, tive a noção real do estrago. Era muito pesada e por isso quebrou muito, em mais de 200 pedaços”,lembra Chartuni.
    Apesar de ter sido escolhida para a restauração, a artista conta que não era devota de Nossa Senhora Aparecida e não tinha relação com a Santa. Para ela, era como se fosse mais um trabalho em uma obra normal. “Caiu no meu colo e foi um choque pela responsabilidade que estavam atribuindo a isso e pela dificuldade enorme do trabalho, mas para mim a imagem em si era indiferente. Eu não tinha ligação”, conta.
    Mesmo não sendo devota da Padroeira, Maria Helena Chartuni decidiu rezar e ‘conversar’ com a Santa para pedir ajuda, tendo em vista à comoção enorme dos devotos pela situação em que a imagem havia ficado com o atentado em Aparecida. “Eu então rezei um ‘Pai Nosso’ e uma ‘Ave Maria’. Fui aí que fui apresentada à Nossa Senhora. Ela já me conhecia muito bem. Falei para ela: ‘Agora somos nós. Preciso da sua ajuda. Você me ajuda e eu te ajudo’.”
    A partir disso, foi mais de um mês de dedicação intensa e exclusiva ao trabalho ao qual havia sido escolhido para fazer. Apesar da entrega ao serviço e da experiência que já tinha na área, Chartuni afirma que não teria sido capaz se não fosse uma ajuda especial. “Durante o processo aconteceram várias coisas curiosas. Às vezes eu sentia falta de algumas peças que eram essenciais na restauração, procurava de todas as formas e não encontrava, e no dia seguinte elas apareciam em cima da mesa, em locais muito visíveis, onde era muito difícil eu não ter visto antes.” “Eu tive certeza da ajuda dela (Nossa Senhora) quando terminei. Fui contar os dias que levei para fazer a restauração e vi que foram 33 dias. 33 anos é a idade de Cristo”, completa.
    De acordo com Chartuni, a restauração da imagem foi uma transformação completa vida na vida dela. Ela conta que, antes de receber essa missão, vivia um momento ruim. “A vida é feita de altos e baixos e eu estava em um ‘baixo’. Mas isso me mudou muito. Foi um choque espiritual muito forte. Ao mesmo tempo que eu restaurei a imagem, Nossa Senhora me restaurou, sem que eu soubesse. Já restaurei muitas coisas, mas essa me transformou muito. Guardo as emoções e as lembranças desse trabalho até hoje”, diz a artista plástica.
    Após os 33 dias de trabalho, Chartuni entregou a imagem restaurada de Nossa Senhora Aparecida à direção do Masp. A partir disso, foi elaborada uma operação para encaminhar a imagem de volta ao Santuário Nacional, no interior de São Paulo. Isso aconteceu no dia 19 agosto de 1978. O trajeto começou no vão do Masp e seguiu até Aparecida, em um caminhão do Corpo de Bombeiros em um cortejo acompanhado por milhares de fiéis. Uma multidão de devotos se aglomerava nos locais em que a operação passava.
    O episódio também é inesquecível para Maria Helena, que só aí teve real noção da importância do trabalho que havia acabado de fazer. “A fé das pessoas me chocou. Elas se ajoelhavam. Filas quilométricas na entrada do santuário. Eu estive lá e as pessoas me agradeciam, emocionadas. Beijavam a minha mão”, se recorda, também emocionada. “Foi a coisa mais linda que eu vi na minha vida. Foi impactante. Uma multidão acompanhando. Aprendi demais com a fé dos romeiros. É uma coisa muito verdadeira, genuína. Me transformou como pessoa e hoje sou muito devota também.” 
    O impacto foi tanto, que Chartuni comemora o fato de só ter descoberto a dimensão da importância da restauração da imagem, quando já a havia restaurado. Ela acredita que, se já tivesse essa noção, sentiria uma pressão muito maior durante o processo. “Ainda bem que eu não tinha a real noção do que aquilo significava. Acho que é a mesma coisa com um médico, por exemplo: a responsabilidade parece muito maior quando precisa fazer uma cirurgia de uma personalidade, do que quando se trata de um paciente normal”, pontua.

Fonte: Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos | Festa da Padroeira | G1 (globo.com)
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3575292 Fisioterapia
O acidente vascular encefálico (AVE) ou acidente vascular cerebral (AVC) é definido como uma disfunção irreversível de uma área do encéfalo pela falta de suprimento sanguíneo que persiste por um período de pelo menos 24 horas, conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS). O AVE pode ser classificado segundo sua etiologia, como isquêmico ou hemorrágico. É importante salientar que 70% dos AVE correspondem aos AVE isquêmicos e que, entre os 30% que correspondem aos AVE hemorrágicos, a maior parte consiste em casos de hemorragia parenquimatosa. A manifestação clínica do AVE isquêmico depende da área encefálica que sofre a injúria. Uma forma muito interessante de compreender isso é conhecer as principais artérias cerebrais e quais áreas corticais são irrigadas por elas. A oclusão dessas artérias leva a síndromes isquêmicas conforme o território de irrigação arterial do encéfalo. Ao se avaliar um paciente que apresenta paresia ou plegia do membro inferior, hipoestesia do membro inferior, alterações de atenção e de comportamento, mutismo e sinal de Babinsk, pode-se afirmar que a oclusão ocorreu na artéria  
Alternativas
Q3575290 Fisioterapia
A escoliose é uma enfermidade de etiologia variada, quase sempre benigna e antiestética, por provocar desvios e deformidades da coluna vertebral que podem comprometer a qualidade de vida de um indivíduo. O tratamento da escoliose pode ser clínico, conservador, medicamentoso, com uso de órteses e cirúrgico. Pode-se afirmar que a fisioterapia, com suas diversas técnicas e recursos, desempenha um papel fundamental na reabilitação dos pacientes que apresentam essa alteração da coluna vertebral. Algumas das diversas possibilidades terapêuticas disponíveis e indicadas para o tratamento fisioterápico dessa enfermidade estão descritas nas afirmativas a seguir. Avalie-as e marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3575289 Fisioterapia
O fisioterapeuta utiliza alguns testes especiais para avaliar e diagnosticar lesões ou mesmo definir o diagnóstico da incapacidade física ou funcional de um indivíduo. Existem testes para os diversos seguimentos corporais e alguns deles, com as suas indicações, estão descritos nas afirmativas a seguir. Analise-as e marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3575288 Fisioterapia
O grau de mobilidade da coluna cervical é dado pela ação de diversos músculos na realização dos movimentos de flexão, extensão, rotação e inclinação da cabeça e pescoço. Essa região da coluna vertebral está intimamente ligada às funções dos membros superiores. Os movimentos da coluna cervical e dos membros superiores são realizados adequadamente quando há integridade da inervação neurológica que comanda a contração muscular. Alguns nervos dessa região formam um importante plexo responsável pelas funções motoras e sensitivas do membro superior, o plexo braquial. Sobre a distribuição sensitiva e função motora desse plexo, pode-se afirmar que:  
Alternativas
Q3575287 Fisioterapia
A asma brônquica é caracterizada por ataques agudos de dispneia, induzidos por diversos fatores ou por exercícios físicos, acompanhados de sinais clínicos de broncobstrução, parciais ou totalmente reversíveis no intervalo entre dois ataques ou crises. O sintoma mais relevante e que mais caracteriza a asma brônquica é o broncoespasmo. A fisioterapia é essencial para a reabilitação funcional respiratória do paciente asmático e pode utilizar técnicas e exercícios variados. Sobre essas técnicas, exercícios e suas indicações, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3575286 Fisioterapia
Aas técnicas de alongamento muscular mostram-se indicadas para preparar e completar a tomada de consciência corporal e reeducação postural. O programa de alongamentos não deve ser analítico e parcial, mas deve ocupar-se globalmente da interação entre as cadeias cinéticas. Os alongamentos musculares executados antes do trabalho muscular favorecem uma melhoria de todos os elementos do aparelho locomotor, uma adequada concentração mental e ótimas condições neuromusculares. Executados depois do trabalho muscular, permitem restituir a extensibilidade à estrutura musculofascial fortemente solicitada em encurtamento e proporciona uma pressão de retorno da rede venosa que favorece o fluxo vascular. Porém, para obter esses resultados, os profissionais fisioterapeutas precisam de se atentar a alguns requisitos, anteriormente à aplicação das técnicas adequadas. Diante dessa situação, analise as afirmativas a seguir e marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3575284 Fisioterapia
Os fisioterapeutas podem verificar a função pulmonar dos seus pacientes por meio de um equipamento conhecido como espirômetro. Desse modo, é possível realizar vários testes que avaliam os volumes pulmonares e as capacidades respiratórias. Portanto, torna-se necessária a compreensão da fisiologia do sistema respiratório. Sobre esses volumes e capacidades, pode-se afirmar: 
Alternativas
Q3575283 Fisioterapia
Os músculos esqueléticos estabilizam a posição do corpo, regulam o volume (tamanho) dos órgãos, geram calor e produzem movimentos. As propriedades das células musculares consistem em: excitabilidade elétrica, contratilidade, extensibilidade e elasticidade. Como qualquer outra célula do corpo humano, as fibras musculares apresentam estruturas e componentes celulares: membrana sarcoplasmática, sarcoplasma, e retículo sarcoplasmático. A partir dessas características apresentadas sobre a fisiologia celular do músculo estriado esquelético, pode-se afirmar: 
Alternativas
Q3571912 Fisioterapia
Assinale a alternativa incorreta a respeito da comparação da aplicação de calor e de frio como recursos terapêuticos.
Alternativas
Q3571911 Fisioterapia
As classificações das fraturas geralmente derivam de três principais características possíveis (localização anatômica da fratura, exposição ou não ao ambiente e tipo ou morfologia do traço da fratura) e são diversas as possibilidades de classificação. Assim sendo, leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que apresenta o tipo de fratura descrita. “Decorrente de uma grande força de tração gerada por um tendão ou ligamento em uma determinada porção óssea.”
Alternativas
Q3571910 Fisioterapia
A fisioterapia respiratória é um processo dinâmico que consiste na aplicação terapêutica de intervenções, baseadas na fisiologia das vias aéreas. A abordagem fisioterapêutica nas faixas etárias neonatal e pediátrica difere de forma substancial daquela praticada no adulto. Portanto, saber a fisiopatologia e o quadro clínico das principais doenças pulmonares, agudas e crônicas, na infância se faz necessário. Diante deste pressuposto, assinale a alternativa incorreta a respeito de uma das doenças pulmonares crônicas mais corriqueiras na infância, a Asma.
Alternativas
Q3571909 Fisioterapia
A eletroterapia, quando utilizada corretamente e no momento adequado, é uma forma segura e eficaz de terapia, além disso a estimulação elétrica pode ser um complemento a outras modalidades terapêuticas e exercícios de reabilitação. Os efeitos principais de eletroterapia são resultado da despolarização de nervos sensoriais, motores ou nociceptivos, outros efeitos são causados pelas trocas eletroquímicas no tecido muscular e qualquer contração muscular resultante. O tipo de corrente, os parâmetros da corrente (intensidade, duração de fase e frequência de pulso) e o tamanho e arranjo dos eletrodos podem produzir eventos fisiológicos determinados e atingir tecidos específicos. Diante desta afirmativa, são usos terapêuticos de correntes elétricas, exceto: 
Alternativas
Q3571908 Fisioterapia
O corpo humano possui inúmeros nervos, cada qual com sua função. Diante dessa afirmativa, assinale a alternativa que apresenta o nome do nervo que inerva os músculos coracobraquial e bíceps braquial; inerva os músculos extensores de braço e antebraço; e, inerva o músculo subclávio, respectivamente. 
Alternativas
Q3571906 Fisioterapia
Existem algumas síndromes que são caracterizadas por deformidades musculoesqueléticas que ocorrem durante o desenvolvimento intrauterino e a atuação do fisioterapeuta deverá ter início precoce. E, em outras, as deformidades se instalam ao longo do desenvolvimento e do crescimento como resposta secundária a falhas decorrentes de diversos fatores, nesses casos, a atuação do fisioterapeuta deverá ter condutas preventivas, monitorando a criança durante os diferentes estágios do desenvolvimento. Diante deste pressuposto, analise as assertivas a respeito do que o fisioterapeuta investiga quando ele está atuando de forma preventiva nas deformidades musculoesqueléticas e de monitoramento das crianças durante os diferentes estágios do desenvolvimento e assinale a alternativa correta.

I. Amplitude de movimento articular, ativo e passivo, mensurado pela goniometria, sendo que grande parte das doenças genéticas apresenta ocorrência de redução do arco de movimento ou hipermobilidade articular, havendo necessidade de atenção nas duas condições.
II. Comprimento muscular por meio de testes específicos como: Silverskiöld para avaliar iliopsoas, abdutores e adutores de quadril, ângulo poplíteo para isquiotibiais; Ely-Duncan para diferenciar tensão muscular entre gastrocnêmio e sóleo; e, Thomas para o reto femoral. 
III. Perimetria do membro, tomando-se um ponto de referência óssea e medindo abaixo dele para conferir a perimetria e eventual assimetria entre os membros, deve-se considerar o mesmo ponto de referência óssea com distância expressa em centímetros para ambos os membros avaliados.
IV. Medida de comprimento de membros inferiores, tradicionalmente medidos da espinha ilíaca anterossuperior (EIAS) até o maléolo lateral (medida aparente), e, nos casos de discrepância congênita, a medida pode ser realizada da espinha ilíaca póstero superior (EIPS) até a base do calcanhar. 
V. Força muscular, quando possível de ser aplicada, tendo como referência a graduação do teste muscular manual, com valores para a força muscular entre zero (ausência de contração) e cinco (força normal preservada).  
Alternativas
Q3571905 Fisioterapia
A ventilação não invasiva (VNI) provê assistência ventilatória com uso de pressão positiva, por meio de máscaras entre o paciente e o equipamento, isto é, utiliza-se uma interface externa. Apesar do seu uso ampliado na insuficiência respiratória aguda (IRpA), a VNI não é apropriada para todos os pacientes. A avaliação e a seleção criteriosa de pacientes é obrigatória e deve respeitar as indicações e contraindicações da terapia para o alcance dos melhores resultados clínicos. Seu uso reduz as complicações relacionadas à intubação e à ventilação mecânica invasiva (VMI). Deste modo, são vantagens do uso da ventilação não invasiva (VNI), exceto:
Alternativas
Q3571902 Fisioterapia
O desmame ventilatório é o processo de retirada da ventilação mecânica invasiva (VMI), seja de modo súbito ou gradual. O desmame deve ser pensado diariamente por meio de checklists, discussões clínicas e/ou protocolos, desde o momento da intubação orotraqueal, com o objetivo de retorno à ventilação espontânea tão logo seja possível. Diante dessa afirmativa, assinale a alternativa incorreta com relação ao processo, sucesso e falha no desmame da ventilação mecânica invasiva (VMI).
Alternativas
Respostas
14101: D
14102: C
14103: B
14104: A
14105: E
14106: D
14107: B
14108: A
14109: E
14110: C
14111: C
14112: D
14113: D
14114: A
14115: B
14116: D
14117: A
14118: A
14119: D
14120: D