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Todos os tribunais, inclusive o STF, deverão possuir canal digital de divulgação ou comunicação instantânea ou equivalente voltado aos magistrados e servidores vinculados ao respectivo órgão.
As divulgações internas deverão ser agrupadas em boletins periódicos semanais, a fim de que haja uma visão do todo para os destinatários.
O Conselho da Justiça Federal e o Conselho Superior da Justiça do Trabalho poderão utilizar os canais instituídos pela referida resolução para respectivas comunicações institucionais, mediante anuência do administrador do canal interno adotado pelas unidades de comunicação social que atuem nesse papel junto aos tribunais.
Entre as atribuições desse comitê está o acompanhamento da aplicação das diretrizes da comunicação social instituídas pelo CNJ, porém não cabe ao comitê sugerir ao CNJ medidas corretivas, porque isto está fora de sua competência.
O trabalho dos membros do mencionado comitê ocorre sem prejuízo de suas tarefas ordinárias e dá direito à remuneração complementar.
Cabe ao mencionado comitê analisar as ações de propaganda dos tribunais, observados os parâmetros definidos pela Secretaria de Comunicação Social do CNJ.
A composição do referido comitê inclui responsáveis pela comunicação social dos tribunais e conselhos superiores, bem como o secretário de comunicação do STF.
As reuniões ordinárias desse comitê são realizadas mensalmente, e as extraordinárias, apenas quando demandadas.
Durante todas as etapas de produção jornalística, o conteúdo pode ser reavaliado para se adequar à linha editorial da emissora.
A linguagem visual da televisão permite maior apelo sensorial que a linguagem radiofônica, por isso o rádio é considerado menos emocional.
A montagem do espelho do programa é feita na fase de produção, uma vez que depende da definição dos temas a serem abordados.
A checagem de informações ocorre apenas na etapa de pós-produção, depois de o material ser editado.
A gravação de off e a decupagem das entrevistas são atividades da etapa de pós-produção.
A etapa de pré-produção é de responsabilidade dos repórteres, portanto dela não participam produtores ou editores.
O rádio é o meio de comunicação com maior acesso entre populações de baixa renda ou em regiões remotas.
O fotojornalismo, ao documentar visualmente a realidade, aproxima-se da função histórica e antropológica da fotografia, ainda que seu compromisso primeiro seja com a atualidade dos fatos.
Por seu alto potencial emocional, o uso de imagens no fotojornalismo deve ser restrito em coberturas de conflitos ou tragédias, sob o risco de manipulação sensacionalista do público.
A entrevista em texto corrido é caracterizada pelo uso do discurso direto, não cabendo o emprego do discurso indireto.
A edição do conteúdo de uma entrevista é necessária para a garantia da clareza do texto e a manutenção da função noticiosa.
Segundo a teoria do newsmaking, o jornalista possui autonomia na construção da notícia, sendo a decisão editorial resultante da sua experiência, preferência pessoal e interesse ideológico, ainda que existam algumas limitações técnicas e organizacionais no ambiente da redação.