Questões de Concurso
Para instituto unifil
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A salmonelose é uma doença causada pela bactéria Salmonella spp., pertencente à família _________. Essas bactérias são ________ adaptadas para a contaminação e a colonização do ________ tanto dos humanos quanto dos animais, sendo responsáveis por quadros de ________.
( ) O agente etiológico desta doença é uma bactéria gram-negativa, denominada Listeria monocytogenes. Esta bactéria é encontrada no mundo todo nos solos, plantas, silagens, outros alimentos, água, instalações (paredes e pisos) e fezes.
( ) A espécie mais afetada pela listeriose são os ovinos, seguindo-se de caprinos e bovinos que são infectados a partir da ingestão de alimentos contaminados. Quando há o fornecimento de silagem inadequadamente processada aos ruminantes, há um maior risco de manifestação desta bactéria, pois esta se desenvolve quando há fermentação parcial.
( ) Existem outras fontes de infecção além da via oral, como a mucosa nasal, ocular e genital, não existindo nenhuma outra fonte a mais.
( ) O tratamento é feito através da administração de antibióticos de amplo espectro, como por exemplo, as tetraciclinas e penicilinas. É importante a hidratação do animal através do fornecimento de água e soro; manter os animais em tratamento isolados e em lugares frescos, evitando estressá-los.
1. Azaleia. 2. Espada-de-São-Jorge. 3. Mamona. 4. Comigo-ninguém-pode.
( ) Cientificamente denominada Sansevieria trifasciata, é uma planta bastante popular por sua resistência e facilidade de cultivo. Contém em sua estrutura as substâncias saponinas, princípios potencialmente tóxicos para caninos e felinos. Uma das consequências relacionadas ao contato com as saponinas é o desencadeamento de dermatites, além dos sinais clínicos clássicos de intoxicação por ingestão.
( ) Nome científico é Ricinus communis, é mais uma planta tóxica para animais de companhia (cães e gatos). Apresenta um componente altamente nocivo denominado ricina em todas as partes de sua estrutura (inclusive nas sementes), responsável por ocasionar a inibição da síntese proteica. A ingestão de uma pequena quantidade de sua semente (somente 30 gramas) já pode ser letal.
( ) Rhododendron spp é considerada uma planta tóxica para cães e gatos. As toxinas encontradas nas folhas, flores e até mesmo na água que acumula no prato do vaso chamam-se grayantoxinas. Intoxicações mais severas causadas pela ingestão dessa toxina podem levar ao aparecimento de dispneia (dificuldade respiratória) e ao acometimento do sistema cardiovascular (insuficiência cardíaca).
( ) Cientificamente denominada Dieffenbachia picta, também é uma planta ornamental tóxica para cães e gatos. Essa espécie contém cristais de oxalato de cálcio que são liberados quando a planta é mastigada ou ingerida. Além dos sinais clínicos de intoxicação por ingestão, pode causar eritema e edema dos lábios, língua, palato e faringe, incluindo também irritação intensa da conjuntiva ocular, resultando em congestão, fotofobia e lacrimejamento.
I. Airway (vias aéreas): é preciso ter certeza que não há obstruções na passagem de ar, pois inúmeros toxicantes causam acúmulo de fluido ou secreções que podem ocluir vias aéreas e, consequentemente, provocar hipóxia e morte. É importante inspecionar a laringe procurando sinal de inchaço ou inflamação.
II. Breath (respiração): avaliar a respiração, sua frequência e qualidade. Observar, auscultar e examinar as mucosas auxilia no exame clinico da respiração. Caso haja qualquer tipo de dificuldade, é imprescindível que oxigênio seja fornecido.
III. Circulation (circulação): muitos pacientes intoxicados ou envenenados apresentam colapso cardiovascular, o que tende a comprometer as funções vitais do organismo. Por isso é importante avaliar batimentos cardíacos, ritmo e pulso.
IV. Disability (deambulação): avaliar a capacidade neurológica como um todo (alerta, torpor, delírio ou coma).
( ) Vírus animais vêm em diferentes tipos e eles entram, comandam e saem das células de diferentes maneiras. O sistema de Baltimore agrupa os vírus de acordo com seu tipo de material genético e como ele é usado para fazer RNA mensageiro (RNAm), parte intermediária essencial na produção de proteínas virais e na montagem de novos vírus.
( ) O grupo de Baltimore do vírus depende de: a molécula que ele usa como material genético (DNA ou RNA); se o material genético é de fita simples ou dupla; os mecanismos que o vírus usa para fazer mRNA.
( ) O sistema de Baltimore divide vírus em cinco grupos, sendo eles: Grupo I: Vírus DNA dupla fita (dsDNA); Grupo II: Vírus DNA fita simples (ssDNA); Grupo III: Vírus RNA dupla fita (dsRNA); Grupo IV: Vírus RNA fita simples senso positivo ((+)ssRNA); Grupo V: Vírus RNA fita simples senso negativo ((-)ssRNA).
I. Vírus animais, como qualquer outro, dependem das células hospedeiras para completar seu ciclo de vida. Para se reproduzir, um vírus deve infectar uma célula hospedeira e reprogramá-la para fazer mais partículas virais.
II. O primeiro passo chave para a infecção é o reconhecimento: um vírus animal tem moléculas de superfície especiais que permitem que ele se ligue a receptores na membrana celular do hospedeiro. Uma vez ligado à célula hospedeira, vírus animais podem entrar por variadas maneiras: por endocitose, quando a membrana se dobra para dentro; fazendo canais na membrana hospedeira (por meio dos quais DNA ou RNA pode ser injetado); ou, para vírus envelopados, fundindo-se com a membrana e liberando o capsídeo no interior da célula.
III. O vírus usa os recursos da célula hospedeira para fazer novas proteínas virais e material genético, partículas virais assimilam-se e preparam-se para deixar a célula.
IV. Vírus animais não envelopados podem irromper da membrana celular ao passo que se formam, levando uma parte da membrana plasmática ou de membranas internas no processo. Contrariamente, partículas virais envelopadas, como rhinovírus, tipicamente se acumulam nas células infectadas até que a célula se rompa ou morra e as partículas sejam liberadas.
( ) Vírus animais são pequenos pacotes de proteínas e ácidos nucleicos. Eles tem um envoltório de proteína, ou capsídeo, e material genético feito de DNA ou RNA que está comprimido em seu exterior. Eles podem ainda apresentar um envelope—uma esfera de membrana lipídica.
( ) As proteínas se juntam para formar unidades denominadas capsômeros, que juntas formam o capsídeo. As proteínas do capsídeo são sempre codificadas pelo genoma do vírus, ou seja, é a célula hospedeira que fornece as instruções para a sua produção.
( ) A função principal dos capsídeos é proteger o material genético, que normalmente é de apenas um único tipo, sempre o DNA.
( ) Genomas de vírus animais ocorrem tanto como RNA quanto como DNA, que pode, por sua vez, ser de fita simples ou dupla.
I. Os frascos para colheita de urina devem ser estéreis (caso necessite cultura bacteriológica), com boca larga e tampa de rosca.
II. A amostra deve ser mantida sob refrigeração (2 - 8 ºC) e protegida da luz até a análise. A quantidade mínima de urina para exame é de 5 mL.
III. A primeira amostra de urina da manhã é a mais indicada, devido à menor influência da alimentação e maior quantidade de elementos de significado diagnóstico.
IV. Em pequenos animais, a amostra pode ser coletada de três formas: micção espontânea, sonda e/ou cistocentese.
1. Coprocultura + Antibiograma. 2. Hemocultura. 3. Cultura para Mycobacterium spp. 4. Exame direto para pesquisa de artrósporos de dermatófitos (tricografia).
( ) Raspado superficial de pele e pelos. ( ) Sangue total. ( ) Fezes ou Swab retal. ( ) Secreções, Excreções ou Fragmentos de Órgãos.
I. É direito do médico apontar falhas em normas, contratos e práticas internas das instituições em que trabalhe quando as julgar indignas do exercício da profissão ou prejudiciais a si mesmo, ao paciente ou a terceiros, devendo comunicá-las ao Conselho Regional de Medicina de sua jurisdição e à Comissão de Ética da instituição, quando houver.
II. É direito do médico recusar-se a realizar atos médicos que, embora permitidos por lei, sejam contrários aos ditames de sua consciência.
III. É direito do médico decidir, em qualquer circunstância, levando em consideração sua experiência e capacidade profissional, o tempo a ser dedicado ao paciente sem permitir que o acúmulo de encargos ou de consultas venha prejudicar seu trabalho.
IV. É direito do médico internar e assistir seus pacientes em hospitais privados e públicos com caráter filantrópico ou não, ainda que não faça parte do seu corpo clínico, respeitadas as normas técnicas aprovadas pelo Conselho Regional de Medicina da pertinente jurisdição.
I. Os inibidores da enzima conversora da angiotensina (IECA) constituem um grupo de fármacos com comprovados benefícios na evolução de pacientes com ICFEr, tanto em relação à morbidade, como à mortalidade, além de conferirem melhora na qualidade de vida.
II. Os bloqueadores dos receptores da angiotensina II (BRAs) são alternativas com menor eficácia comparável aos IECA, mas estão indicados em pacientes intolerantes ou com alergia documentada a esta última classe de fármacos.
III. O remodelamento reverso e aumento da fração de ejeção do ventrículo esquerdo, e a consequente melhora dos sintomas de IC ocorrem apenas algumas semanas ou meses após a introdução dos betabloqueadores.
IV. Não se deve administrar a combinação de antagonista da aldosterona, IECA e BRA, pelo risco de efeitos colaterais, em especial de hipercalemia.
I. O Ministério da Saúde recomenda contra o rastreamento com mamografia em mulheres com menos de 50 anos.
II. O Ministério da Saúde recomenda o rastreamento com mamografia em mulheres com idades entre 50 e 59 anos.
III. O Ministério da Saúde recomenda o rastreamento com mamografia em mulheres com idades entre 60 e 69 anos.
IV. O Ministério da Saúde recomenda que a periodicidade do rastreamento com mamografia, nas faixas etárias recomendadas, seja anual.