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( ) Na história do balé, destaca-se, a princípio, a representação de histórias dos deuses mitológicos que prevaleceu até a primeira metade do século XVIII.
( ) O desenvolvimento do ballet d’action, na segunda metade do século XVIII, inicia o processo de desvinculação da dança com a ópera, propiciando a emergência do balé como arte totalmente independente.
( ) Com o Romantismo na Europa, final do século XVIII e todo século XIX, começou-se a se representar na dança temas com personagens populares, da vida campestre, destacando o balé La Fille Mal Gardée de 1786.
( ) Em Paris, a bailarina Maria Taglione, em 1827, foi a precursora da utilização de sapatilhas de ponta, posicionando a bailarina no primeiro plano, interpretadas como seres alados ou extraterrenos, figura de lendas e imaginação; restando aos bailarinos a função de suporte dessas.
I. A partir da segunda metade dos anos de 1990, com o advento da Lei n. 9.394/96, foi estabelecida uma nova configuração para a Educação Profissional, com o Decreto n. 2.208/97 e Portaria MEC n. 646/97, com apoio do Programa de Reforma da Educação Profissional (PROEP), (Portaria MEC n. 1.005/97), o que teve significativa repercussão nos sistemas federal e estadual de ensino.
II. Fundamentalmente com o Decreto n. 2.208/97 e Portaria MEC n. 646/97, a reforma separou as duas redes de ensino; uma ficou destinada à formação acadêmica, e outra à formação profissional, que ganhou um capítulo específico na LDB.
III. Sob os argumentos da expansão, diversificação e flexibilização da oferta, a reforma da Educação Profissional visou à constituição de um sistema de formação específico e a promoção de modalidades educativas substitutas ou alternativas à Educação Básica e superior, o que acentuou a dualidade estrutural e a segmentação social da educação nacional.
IV. A reforma nos CEFETs, nas escolas técnicas e agro técnicas federais, nas redes estaduais públicas e em outras, com oferta da educação técnica e tecnológica, provocou distorções na função pública educacional e ocasionou situação de ambiguidade em virtude das instituições reduzirem sua oferta de educação regular e gratuita e incrementarem sua ação em cursos e atividades extraordinárias e pagas.
I. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber.
II. Singularidade de ideias e de concepções pedagógicas.
III. Respeito à liberdade e apreço à tolerância.
IV. Coexistência de instituições públicas de ensino.
V. Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.