Questões de Concurso Para adm&tec

Foram encontradas 27.484 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3293675 Medicina
Uma mulher de 45 anos, com queixa de menstruações volumosas e irregulares, apresenta na ultrassonografia miomas uterinos submucosos. A atitude que se justifica em caso de anemia intensa e desejo de preservação uterina é: 
Alternativas
Q3293674 Medicina
Uma jovem relata dismenorreia intensa e ciclos regulares, com ultrassonografia pélvica normal. A hipótese é de adenomiose ou endometriose leve. Identifique a medida terapêutica inicial mais aceitável: 
Alternativas
Q3293673 Medicina

Avalie as afirmativas abaixo sobre a propedêutica ginecológica:


I. O exame especular permite avaliar colo uterino, paredes vaginais e coletar material citológico.


II. O toque bimanual estima volume uterino, mobilidade e eventual presença de massas.


III. A ultrassonografia transvaginal substitui integralmente a anamnese e o exame físico.


IV. Palpação de adenomegalias inguinais não tem relevância em queixas de corrimento. 

Estão CORRETAS as afirmativas: 


Alternativas
Q3293664 Português
De acordo com o novo acordo ortográfico, qual das alternativas abaixo CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3293662 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.     

    Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.

    

    Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.

    

    Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.

(Cortella, Mário Sérgio. Disponível em: https://www.pensador.com/mario_sergio_cortella_textos/) 

Na frase: “Ainda não se sabe o porquê das ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos ao mundo.”, qual é a classificação morfológica da palavra sublinhada? 
Alternativas
Q3293661 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.     

    Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.

    

    Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.

    

    Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.

(Cortella, Mário Sérgio. Disponível em: https://www.pensador.com/mario_sergio_cortella_textos/) 

Assinale a única alternativa em que há ERRO de pontuação: 
Alternativas
Q3293660 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.     

    Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.

    

    Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.

    

    Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.

(Cortella, Mário Sérgio. Disponível em: https://www.pensador.com/mario_sergio_cortella_textos/) 

A única alternativa que NÃO traz uma oração coordenada sindética adversativa é: 
Alternativas
Q3293659 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Felicidade é uma vibração intensa, um momento em que eu sinto a vida em plenitude dentro de mim, e quero que aquilo se eternize. Felicidade é a capacidade de você ser inundado por uma alegria imensa por aquele instante, por aquela situação. Aliás, felicidade não é um estado contínuo, felicidade é uma ocorrência eventual. A felicidade é sempre episódica. Você sentir a vida vibrando, seja num abraço, seja na realização de uma obra, seja numa situação, por exemplo, em que seu time vence, seja porque algo que você fez deu certo, seja porque você ouviu algo que você queria ouvir. É claro que aquilo não tem perenidade, aliás, a felicidade se marcada pela perenidade seria impossível. Afinal de contas nós só temos a noção de felicidade pela carência.     

    Se eu tivesse a felicidade como algo contínuo, eu não a perceberia. Nós só sentimos a felicidade porque ela não é contínua. Isto é, ela não é o que acontece o tempo todo, de todos os modos. A ideia de felicidade sozinha ela teria que ter uma questão anterior: se é possível viver sozinho. Que como a felicidade pelo óbvio só acontece com alguém que viu ou está e viver é viver com outros e outras, como não é possível viver sozinho? A possibilidade da felicidade isolada, solitária é nenhuma. Pra que eu possa ser feliz sozinho eu teria que ser capaz de viver sozinho. Mesmo a literatura, como Robson Crusoé, por exemplo, que lida com um homem que está só, mas ele está só depois de ter vivido com outros. Ele trás as outras pessoas na sua memória, na sua história, no seu desejo, no seu horizonte. Não há, não há história de ser humano em que ele tenha sido sozinho da geração até o término. Se assim não há, não há possibilidade de se ser feliz sozinho.

    

    Nos últimos 50 anos do século XX, nós tivemos mais desenvolvimento tecnológico do que em toda história anterior da humanidade. Todos os 39.950 anos anteriores, desde que o homo sapiens era sapiens, sapiens sapiens na classificação científica, foram menos do que os 50 anos finais do século XX. Seria a redenção da humanidade. Uma questão: as questões centrais permaneceram. Quem sou eu?, pra que tudo isso?, porque eu não sou feliz apenas quando possuo objeto?, porque o mal existe?, porque que eu não tenho paz em meio a tanta convivência? Nesta hora, não só a religiosidade, ela sofreu um revival, como a filosofia passou, de novo, a ser interessante. E aí claro, a filosofia como autoajuda, a filosofia como autoconhecimento, a filosofia como auto capacidade, a filosofia como prática sistemática. E de repente a gente tem no final do século XX, em vários lugares do mundo e no Brasil também, casas pra estudar filosofia; procura de cursos de filosofia. Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora. Teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer.

    

    Desse ponto de vista, não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, pra que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena. Nesta hora, eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar; quando alguém me leva pra dentro, importa. Ele me porta pra dentro, ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo, fechada em si. Eu preciso transbordar, ir além da minha borda, preciso me comunicar, preciso me juntar, preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida, ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.

(Cortella, Mário Sérgio. Disponível em: https://www.pensador.com/mario_sergio_cortella_textos/) 

Qual é a função sintática do termo "me" na frase: "Quando alguém me leva pra dentro"? 
Alternativas
Q3293617 Medicina
Uma adolescente de 13 anos, portadora de insuficiência renal crônica por glomerulopatia, desenvolve descontrole de fósforo e potássio, com acidose metabólica recorrente. O quadro sugere progressão para estágio avançado. Assinale o passo adicional CORRETO no manuseio:
Alternativas
Q3293616 Medicina
Um RN de 2 dias apresenta icterícia progressiva, descamação cutânea e letargia. O exame físico sugere irritabilidade e sucção fraca. A anamnese aponta mãe Rhesus negativo, sem profilaxia com imunoglobulina. Hemograma e bilirrubinas apontam anemia e hiperbilirrubinemia indireta considerável. Assinale a alternativa correta acerca da intervenção imediata:
Alternativas
Q3293615 Medicina
Uma criança de 9 anos com suspeita de febre reumática manifesta poliartrite migratória, sopro de regurgitação mitral e provas de estreptococo recentes. A prioridade terapêutica CORRETA é:
Alternativas
Q3293614 Medicina

Um lactente de 4 meses com bronquiolite viral e sinais de fadiga respiratória permanece saturando 88% e apresenta apneias esporádicas. Sobre a indicação de suporte ventilatório não invasivo em UTI pediátrica:


I. A pressão positiva contínua em vias aéreas (CPAP) auxilia na abertura alveolar e reduz trabalho respiratório.

II. A ventilação mecânica invasiva imediata sempre prevalece, dispensando tentativa de CPAP.

III. O monitoramento deve incluir frequência respiratória, gases arteriais e sinais de exaustão.

IV. A CPAP é contraindicada em quadros virais.


Estão CORRETAS as afirmativas: 

Alternativas
Q3293613 Medicina

Uma criança de 12 anos com quadro de asma apresenta crises recorrentes, inclusive noturnas, e necessidade de broncodilatador de resgate diário. Avalie o nível de controle e a terapia adicional:


I. A definição de asma moderada-persistente ou gravepersistente envolve crises frequentes e uso constante de SABA.

II. O passo subsequente pode ser intensificar corticoide inalatório e associar um LABA.

III. Em casos refratários, avalia-se imunobiológicos (antiIgE) ou outros moduladores.

IV. A dispensa de corticoides inalatórios e substituição por anticolinérgicos orais de longa duração é a abordagem padrão.


Estão CORRETAS as afirmativas:

Alternativas
Q3293612 Medicina
Um lactente de 3 meses comparece ao ambulatório com quadro de taquipneia, gemência e cianose leve, principalmente ao se alimentar. O exame físico revela tiragem intercostal e estertores crepitantes bilaterais, e a radiografia de tórax sugere infiltrado reticulonodular compatível com infecção viral. Sobre o manejo desse possível quadro de infecção por vírus sincicial respiratório (VSR), identifique a conduta inicial mais adequada.
Alternativas
Q3293611 Medicina

Sobre síndromes nefrológicas na pediatria, leia as afirmativas abaixo.

I. A síndrome nefrótica cursa com proteinúria maciça, hipoalbuminemia, edema e hipercolesterolemia.

II. A síndrome nefrítica caracteriza-se por hematúria, HAS e oligoúria, sugerindo inflamação glomerular.

III. A pielonefrite corresponde a inflamação glomerular autoimune.

IV. A glomerulonefrite pós-estreptocócica pode eclodir 1-3 semanas após faringite.


Estão CORRETAS as afirmativas:

Alternativas
Q3293610 Medicina
Uma criança de 8 anos apresenta dor e inchaço no joelho, febre e sinais inflamatórios importantes há 24 horas. O histórico sugere progressão rápida, e o exame físico denota dor intensa à mobilização. O quadro clínico aponta para pioartrite aguda. Diante dessa suspeita, identifique a conduta básica e imediata.
Alternativas
Q3293609 Medicina

Analise as afirmações sobre diagnóstico e manejo de tuberculose na pediatria:


I. Sintomas persistentes de tosse há mais de 2 semanas e contato com adultos bacilíferos suscitam investigação de TB pulmonar.

II. A prova tuberculínica (PPD) é dispensável em crianças assintomáticas com radiografia normal.

III. O esquema 2RHZ/4RH (por 6 meses) é o padrão no Brasil para tuberculose infantil com pulmões acometidos.

IV. Há maior frequência de TB extrapulmonar em crianças do que em adultos.

V. Sempre é necessário isolamento hospitalar prolongado.


Estão CORRETAS as afirmativas: 

Alternativas
Q3293608 Medicina
Uma criança de 2 anos chega ao PS com cansaço, febre intermitente e halo de palidez. O hemograma mostra blastos no sangue periférico e plaquetopenia significativa. A suspeita de leucemia linfoide aguda (LLA) é levantada. Considerando o prognóstico, indique o fator que favorece a evolução favorável.
Alternativas
Q3293607 Medicina
Em neonatos, infecções fúngicas sistêmicas representam quadro crítico, especialmente em prematuros. Nesse sentido, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q3293606 Medicina
Um lactente de 6 meses apresenta otite média aguda recorrente, pneumonia de repetição e falha em ganhar peso. O hemograma mostra linfopenia profunda e suspeita de imunodeficiência combinada grave. A respeito da conduta inicial, podemos afirmar:
Alternativas
Respostas
1141: D
1142: B
1143: A
1144: A
1145: B
1146: D
1147: A
1148: B
1149: B
1150: A
1151: B
1152: A
1153: A
1154: D
1155: A
1156: B
1157: A
1158: B
1159: C
1160: B