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A questão da formação docente ao lado da reflexão sobre a prática educativo-progressiva em favor da autonomia do ser dos educandos é a temática central do livro Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire. Temática esta a que se incorpora a análise de saberes fundamentais àquela prática.
A partir da análise da charge e das ideias presentes no livro de Paulo Freire, assinale a alternativa CORRETA que apresenta saberes necessários à prática educativo-crítica ou progressista e que, por isso mesmo, devem ser conteúdos obrigatórios à organização programática da formação docente:
I. Ensinar exige: rigorosidade metódica; pesquisa; respeito aos saberes dos educandos; criticidade; estética e ética; corporeificação das palavras pelo exemplo; risco, aceitação do novo e rejeição a discriminação; reflexão crítica sobre a prática; o reconhecimento e a assunção da identidade cultural.
II. Ensinar exige: consciência do inacabado; o reconhecimento de ser condicionado; respeito à autonomia do ser do educando; bom senso; humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores; apreensão da realidade; alegria e esperança; a convicção de que a mudança é possível; curiosidade.
III. Ensinar exige: segurança, competência profissional e generosidade; comprometimento; compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo; liberdade a autoridade; tomada consciente de decisões; saber escutar; reconhecer que a educação é ideológica; disponibilidade para o diálogo; querer bem aos educandos.
IV. Ensinar inexiste sem aprender e vice-versa e foi aprendendo socialmente que, historicamente, mulheres e homens descobriram que era possível ensinar.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Segundo a autora, em relação a estes dois processos é CORRETO afirmar que:
Considerando as ideias do autor, assinale a alternativa CORRETA sobre os aspectos dessa herança popular:
Considerando estas afirmativas assinale a alternativa INCORRETA de acordo com o texto:
https://www.vvale.com.br/charges/charge-educacao-3/
O Currículo de Bauru para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) apresenta o perfil dos educandos que procuram a EJA na cidade e aponta que a diversidade está presente nas salas de aula de jovens e adultos, afirmando que há “predominância de idosos, maioria do sexo feminino e com a peculiaridade da presença bastante significativa de adultos com necessidades educacionais especiais e deficientes intelectuais. Quanto aos jovens, estes também se fazem presentes, sendo, em sua maioria, adolescentes do sexo masculino, caracterizados como em situação de vulnerabilidade social, infratores ou ainda em liberdade assistida.” Segundo levantamento feito pela equipe do CEJA, cada faixa etária tem seus anseios, conforme descritos no Quadro:
A partir da charge e do exposto anteriormente, assinale a alternativa INCORRETA sobre as ideias que se alinham ao Currículo de Bauru para a Educação de Jovens e Adultos (EJA):
raizes-e-asas-fasciculo-8-avaliacao-e-aprendizagem.pdf
O Currículo de Bauru para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) ao abordar o tema da avaliação afirma que assim como a necessidade de uma metodologia flexível, “a avaliação também requer uma estrutura flexível que, ao mesmo tempo, seja capaz de contemplar a apropriação dos conteúdos significativos e respeitar o tempo diferenciado de aprendizagem de cada um, e não um tempo único para todos”. O currículo de Bauru para a EJA considera, ainda, que:
I. A avaliação é um meio, e não um fim em si.
II. É imprescindível não tornar a avaliação um fator de exclusão dos educandos.
III. Espera-se que a base de sustentação da avaliação esteja pautada nas etapas de diagnóstico, desenvolvimento e ações processuais, tendo como foco os objetivos previamente definidos.
IV. Concebe-se o erro como indicativo para direcionar a prática pedagógica como diagnóstico que permite a percepção do conhecimento construído, e não como forma de controle e autoritarismo.
Estão CORRETAS as afirmativas:
https://www.osaogoncalo.com.br/geral/133788/eles-se-viram-nos-30-ambulantes-revelam-rotina-de-vendas-nas-ruasde-niteroi
“...por causa que eu não tenho estudo para arrumar serviço... serviço de casa de mãe de família também não estou arrumando. (...) tem muita gente desempregada, procurando serviço, então a minha luta é esta daqui, da rua... eu não consigo arrumar, assim, uma firma para trabalhar, porque eu não tenho... estudo que dê... suficiente para arrumar uma firma, né... então foi aonde que eu achei, para mim... depender da... sustento da minha família foi a rua.”
https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-37171999000100002
Miguel Arroyo em seu texto “Balanço da EJA: o que mudou nos modos de vida dos jovens-adultos populares?” faz uma reflexão sobre quais currículos seriam necessários para essa juventude e vida adulta extremamente vulneráveis, expostos ao trabalho informal e que procuram a EJA. A partir desta reflexão assinale a alternativa INCORRETA, segundo as ideias de Arroyo:
I. No Word, os atalhos Ctrl+B, Ctrl+I e Ctrl+U aplicam, respectivamente, negrito, itálico e sublinhado ao texto selecionado.
II. No Excel, a fórmula SOMA() realiza a adição de todos os valores em um intervalo de células.
III. Considerando o pacote Office 365, para criar uma planilha de controle de tarefas diárias com gráficos e cálculos, a ferramenta mais indicada para essa tarefa é o Word.
IV. No PowerPoint, a fórmula PROCV() é usada para calcular a soma de um conjunto de números em uma planilha.
É verdadeiro:
Leia o texto a seguir para responder a questão:
Pilates e fibromialgia
Altan et al. (2009) avaliaram 50 mulheres com diagnóstico de fibromialgia. As participantes foram divididas aleatoriamente em dois grupos de 25. O grupo 1 foi submetido a um programa de exercícios pelo método Pilates, e o grupo 2 recebeu exercícios para fazer em casa (alongamentos gerais e relaxamento, ambos três vezes na semana por doze semanas). Uma avaliação foi realizada pré e pós-intervenção, na qual a dor foi avaliada pela escala analógica de dor e qualidade de vida, que consta do Fibromyalgia Impact Questionnaire (FIQ). No grupo 1, a melhora significativa foi substancialmente notável quando comparado com o grupo 2. Com isso, o Pilates se torna uma ferramenta eficaz e segura para auxiliar no tratamento dessa doença.
Estudos específicos que mostrem a real influência do Pilates para a fibromialgia ainda são escassos na literatura. Alguns conceitos podem ajudar a traçar uma correta conduta frente a esses casos. O estudo de Marques (2002) demonstra que a prática de exercício físico auxilia na sensação de bem-estar global e autocontrole, assim como apresenta um efeito analgésico pela liberação de serotonina, que age como um antidepressivo natural. A literatura científica é clara quando diz que, na maioria dos casos, ocorre um aumento dos sintomas da doença (principalmente dor e fadiga) após o início de um programa de atividades físicas regulares. Contudo, esse desconforto vai diminuindo conforme o portador de SFM dá continuidade ao seu treinamento. Logo, sugere-se iniciar o treinamento com cargas leves e, também, motivar o praticante na convicção de que, ao longo do tempo (até dois meses), o desconforto irá desaparecer.
Pacientes com fibromialgia apresentavam menor capacidade física quando comparados a uma amostra da população geral. Muitos se tornam fisicamente inativos, posto que a dor pode aumentar com o início do treinamento.
Não se deve desistir, mesmo que as mudanças e as adaptações ao treinamento necessitem de um tempo maior para acontecerem nessa população. Um bom programa de exercícios aeróbios, associado ao treinamento de força, e concomitante à terapia cognitiva, é extremamente benéfico para o controle da síndrome.
Os exercícios aeróbios são benéficos em moderada intensidade (60%-75% da frequência cardíaca máxima ajustada para a idade), duas a três vezes por semana, atingindo o ponto de resistência leve, não o ponto de dor, evitando, dessa forma, a dor induzida pelo exercício. O programa de exercícios deve ter início em um nível logo abaixo da capacidade aeróbia do paciente e progredir em frequência, duração ou intensidade assim que seu nível de condicionamento e força aumentar. A progressão dos exercícios deve ser lenta e gradual e deve-se, sempre, encorajar os pacientes a darem continuidade à prática, para manter os ganhos induzidos pelos exercícios (Buckhardt et al., 2005).
FONSECA DA CRUZ, T. M. Método Pilates: Uma nova abordagem. São Paulo: Ed. Phorte, 2013, p.210-211.
Leia o texto a seguir para responder a questão:
Pilates e fibromialgia
Altan et al. (2009) avaliaram 50 mulheres com diagnóstico de fibromialgia. As participantes foram divididas aleatoriamente em dois grupos de 25. O grupo 1 foi submetido a um programa de exercícios pelo método Pilates, e o grupo 2 recebeu exercícios para fazer em casa (alongamentos gerais e relaxamento, ambos três vezes na semana por doze semanas). Uma avaliação foi realizada pré e pós-intervenção, na qual a dor foi avaliada pela escala analógica de dor e qualidade de vida, que consta do Fibromyalgia Impact Questionnaire (FIQ). No grupo 1, a melhora significativa foi substancialmente notável quando comparado com o grupo 2. Com isso, o Pilates se torna uma ferramenta eficaz e segura para auxiliar no tratamento dessa doença.
Estudos específicos que mostrem a real influência do Pilates para a fibromialgia ainda são escassos na literatura. Alguns conceitos podem ajudar a traçar uma correta conduta frente a esses casos. O estudo de Marques (2002) demonstra que a prática de exercício físico auxilia na sensação de bem-estar global e autocontrole, assim como apresenta um efeito analgésico pela liberação de serotonina, que age como um antidepressivo natural. A literatura científica é clara quando diz que, na maioria dos casos, ocorre um aumento dos sintomas da doença (principalmente dor e fadiga) após o início de um programa de atividades físicas regulares. Contudo, esse desconforto vai diminuindo conforme o portador de SFM dá continuidade ao seu treinamento. Logo, sugere-se iniciar o treinamento com cargas leves e, também, motivar o praticante na convicção de que, ao longo do tempo (até dois meses), o desconforto irá desaparecer.
Pacientes com fibromialgia apresentavam menor capacidade física quando comparados a uma amostra da população geral. Muitos se tornam fisicamente inativos, posto que a dor pode aumentar com o início do treinamento.
Não se deve desistir, mesmo que as mudanças e as adaptações ao treinamento necessitem de um tempo maior para acontecerem nessa população. Um bom programa de exercícios aeróbios, associado ao treinamento de força, e concomitante à terapia cognitiva, é extremamente benéfico para o controle da síndrome.
Os exercícios aeróbios são benéficos em moderada intensidade (60%-75% da frequência cardíaca máxima ajustada para a idade), duas a três vezes por semana, atingindo o ponto de resistência leve, não o ponto de dor, evitando, dessa forma, a dor induzida pelo exercício. O programa de exercícios deve ter início em um nível logo abaixo da capacidade aeróbia do paciente e progredir em frequência, duração ou intensidade assim que seu nível de condicionamento e força aumentar. A progressão dos exercícios deve ser lenta e gradual e deve-se, sempre, encorajar os pacientes a darem continuidade à prática, para manter os ganhos induzidos pelos exercícios (Buckhardt et al., 2005).
FONSECA DA CRUZ, T. M. Método Pilates: Uma nova abordagem. São Paulo: Ed. Phorte, 2013, p.210-211.