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Q4341380 Português
Leia atentamente a oração apresentada a seguir e observe a relação estabelecida entre suas partes.
"O relatório foi elaborado conforme determinavam as normas estabelecidas pelo órgão fiscalizador."
Considerando a relação semântica estabelecida pela oração subordinada, assinale a alternativa que identifica corretamente sua classificação.
Alternativas
Q4341379 Português
Na análise sintática, a classificação do predicado deve considerar a relação estabelecida entre o verbo e os demais termos da oração, especialmente a existência de um predicativo.
Essa análise permite distinguir estruturas em que o verbo constitui o núcleo significativo da predicação daquelas em que um nome atribui característica ao sujeito ou ao objeto. Assinale a alternativa em que há emprego de predicado verbo-nominal. 
Alternativas
Q4341378 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

NACIONALIDADE - RACHEL DE QUEIROZ

O menino nisei sentou no banco do jardim. Teria uns 11 anos, comia sossegado o seu sanduíche de queijo. Duas menininhas, uma morena outra ruiva, que pulavam amarelinha, chegaram junto dele e gritaram:
— Japonês! Japonês! Você quer dizer as horas pra nós?
O menino olhou o pulso, disse que eram nove e meia e acrescentou:
— Eu não sou japonês. Sou paulistano, nasci aqui, no Jardim América.
A ruivinha, mais velha, coçou um borrachudo na canela fina:
— Se você não é japonês, teu pai é.
— Não, meu pai nasceu em Batatais.
— Então tua mãe.
— Ela também nasceu em Batatais. A menor, moreninha, fez o comentário óbvio:
— Nós te chamou japonês porque tu tem cara de japonês.
— Meu avô é que era japonês. E a minha avó. E acho que os meus tios.
— Só eles?
— Só.
A pequenininha estava maravilhada com aquele milagre biológico: 
— Nunca vi pessoa ser brasileiro e ter cara de japonês. Eu pensava que brasileiro era tudo igual.
A maior ensinou:
— Nem todo brasileiro é igual. Negro é brasileiro e é diferente.
— Negro é africano, observou, com certa malícia, o que chamavam de japonês.
— Como é que você sabe?
— Aprendi na aula.
— Na minha rua tem muito judeu. Nós tudos somos judeu, contribuiu a ruiva.
— E onde é a terra de judeu, quis saber a outra.
— Meu pai veio da Rússia. E o meu avô. A minha mãe veio da Polônia.
— Então esse negócio de judeu é besteira. Quem vem da Rússia é russo. E na Polônia dá é polaco.
— O menino falava com grande autoridade.
— A minha mãe disse que a gente fala polonês. Polaco é feio.
— Pode ser. Polonês. Mas judeu? A moreninha interveio:
— Judeu vem da Judia. Não tem país chamado Judia, doutrinou o nisei.
— Como é que você sabe? Você conhece todos os países do mundo?
— Todos. Estou no curso de admissão. Já dei na geografia.
— Meu pai diz que a terra dos judeus se chama Israel, lembrou então a ruiva.
— Então como é que ele é da Rússia? Mistério. Os três se entreolharam. Afinal o rapaz sugeriu:
— Só se é mentira do teu pai.
— Mentira do teu! Teu pai é que é um japonês mentiroso!
— Já falei que o meu pai é brasileiro.
A outra menina pacificou:
Não xingue. Eu também sou brasileira. Eu nasci em Campos. E minha mãe nasceu em Campos, e o meu irmão, e o meu pai, todo o mundo na minha casa nasceu em Campos.
A ruiva riu:
— Tudo é campeiro?
— Não, a gente diz é campista. Campos fica no estado do Rio de Janeiro. 
— Agora lá se chama Guanabara, sentenciou o menino.
— Não, não é Guanabara. Estado do Rio é outra coisa.
— Então tem dois Rio? 
— Não, agora só tem um. Não falei que o Rio de Janeiro virou Guanabara? Também diz Velhacap. A menina ruiva ficou a olhar um momento os dois outros:
— Acho que campista também parece com japonês. Só não tem o olho arrebitado.
— Minha mãe diz que nós temos sangue de índio, contribuiu a campista. E o paulistano contou:
— Meu pai uma vez viu um índio e pensou que fosse japonês fantasiado. Falou para ele em língua de japonês, mas o índio não entendeu nada.
— Mas você não disse que seu pai é de Batatais?
— É. Mas filho de japonês sabe falar a língua do pai.
— E você sabe? Fala um pouquinho pra gente ver.
— Não sei. Puxa, já disse tanta vez que sou paulistano! A moreninha deu um salto:
— Pois eu sou é Corinthians!
— Ninguém está conversando futebol, boba. Houve um silêncio. A menina menor indagou então:
— E onde é o lugar onde só tem brasileiro?
Os outros dois ficaram um tempo pensando, olhando uns pombos que bicavam na areia. Afinal a menina maior falou
: — Gente grande é muito misturado. Acho que deve ser no lugar onde só tem criança.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19087/nacionalidade
Ao longo da conversa entre as crianças, diferentes ideias sobre nacionalidade, origem familiar e aparência física são apresentadas e confrontadas. A partir do desenvolvimento desse diálogo, é possível observar uma mudança na compreensão inicial das crianças sobre identidade e pertencimento.
Considerando o trecho apresentado, assinale a alternativa que interpreta essa questão central da narrativa.
Alternativas
Q4341377 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

NACIONALIDADE - RACHEL DE QUEIROZ

O menino nisei sentou no banco do jardim. Teria uns 11 anos, comia sossegado o seu sanduíche de queijo. Duas menininhas, uma morena outra ruiva, que pulavam amarelinha, chegaram junto dele e gritaram:
— Japonês! Japonês! Você quer dizer as horas pra nós?
O menino olhou o pulso, disse que eram nove e meia e acrescentou:
— Eu não sou japonês. Sou paulistano, nasci aqui, no Jardim América.
A ruivinha, mais velha, coçou um borrachudo na canela fina:
— Se você não é japonês, teu pai é.
— Não, meu pai nasceu em Batatais.
— Então tua mãe.
— Ela também nasceu em Batatais. A menor, moreninha, fez o comentário óbvio:
— Nós te chamou japonês porque tu tem cara de japonês.
— Meu avô é que era japonês. E a minha avó. E acho que os meus tios.
— Só eles?
— Só.
A pequenininha estava maravilhada com aquele milagre biológico: 
— Nunca vi pessoa ser brasileiro e ter cara de japonês. Eu pensava que brasileiro era tudo igual.
A maior ensinou:
— Nem todo brasileiro é igual. Negro é brasileiro e é diferente.
— Negro é africano, observou, com certa malícia, o que chamavam de japonês.
— Como é que você sabe?
— Aprendi na aula.
— Na minha rua tem muito judeu. Nós tudos somos judeu, contribuiu a ruiva.
— E onde é a terra de judeu, quis saber a outra.
— Meu pai veio da Rússia. E o meu avô. A minha mãe veio da Polônia.
— Então esse negócio de judeu é besteira. Quem vem da Rússia é russo. E na Polônia dá é polaco.
— O menino falava com grande autoridade.
— A minha mãe disse que a gente fala polonês. Polaco é feio.
— Pode ser. Polonês. Mas judeu? A moreninha interveio:
— Judeu vem da Judia. Não tem país chamado Judia, doutrinou o nisei.
— Como é que você sabe? Você conhece todos os países do mundo?
— Todos. Estou no curso de admissão. Já dei na geografia.
— Meu pai diz que a terra dos judeus se chama Israel, lembrou então a ruiva.
— Então como é que ele é da Rússia? Mistério. Os três se entreolharam. Afinal o rapaz sugeriu:
— Só se é mentira do teu pai.
— Mentira do teu! Teu pai é que é um japonês mentiroso!
— Já falei que o meu pai é brasileiro.
A outra menina pacificou:
Não xingue. Eu também sou brasileira. Eu nasci em Campos. E minha mãe nasceu em Campos, e o meu irmão, e o meu pai, todo o mundo na minha casa nasceu em Campos.
A ruiva riu:
— Tudo é campeiro?
— Não, a gente diz é campista. Campos fica no estado do Rio de Janeiro. 
— Agora lá se chama Guanabara, sentenciou o menino.
— Não, não é Guanabara. Estado do Rio é outra coisa.
— Então tem dois Rio? 
— Não, agora só tem um. Não falei que o Rio de Janeiro virou Guanabara? Também diz Velhacap. A menina ruiva ficou a olhar um momento os dois outros:
— Acho que campista também parece com japonês. Só não tem o olho arrebitado.
— Minha mãe diz que nós temos sangue de índio, contribuiu a campista. E o paulistano contou:
— Meu pai uma vez viu um índio e pensou que fosse japonês fantasiado. Falou para ele em língua de japonês, mas o índio não entendeu nada.
— Mas você não disse que seu pai é de Batatais?
— É. Mas filho de japonês sabe falar a língua do pai.
— E você sabe? Fala um pouquinho pra gente ver.
— Não sei. Puxa, já disse tanta vez que sou paulistano! A moreninha deu um salto:
— Pois eu sou é Corinthians!
— Ninguém está conversando futebol, boba. Houve um silêncio. A menina menor indagou então:
— E onde é o lugar onde só tem brasileiro?
Os outros dois ficaram um tempo pensando, olhando uns pombos que bicavam na areia. Afinal a menina maior falou
: — Gente grande é muito misturado. Acho que deve ser no lugar onde só tem criança.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19087/nacionalidade
O desfecho da narrativa desloca a discussão das crianças para uma questão mais ampla sobre identidade e pertencimento. Depois de várias tentativas de estabelecer diferenças entre brasileiros a partir de suas origens, características físicas e referências culturais, surge uma pergunta que retoma o problema apresentado desde o início. Assinale a alternativa que interpreta o sentido do desfecho da narrativa. 
Alternativas
Q4341376 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

NACIONALIDADE - RACHEL DE QUEIROZ

O menino nisei sentou no banco do jardim. Teria uns 11 anos, comia sossegado o seu sanduíche de queijo. Duas menininhas, uma morena outra ruiva, que pulavam amarelinha, chegaram junto dele e gritaram:
— Japonês! Japonês! Você quer dizer as horas pra nós?
O menino olhou o pulso, disse que eram nove e meia e acrescentou:
— Eu não sou japonês. Sou paulistano, nasci aqui, no Jardim América.
A ruivinha, mais velha, coçou um borrachudo na canela fina:
— Se você não é japonês, teu pai é.
— Não, meu pai nasceu em Batatais.
— Então tua mãe.
— Ela também nasceu em Batatais. A menor, moreninha, fez o comentário óbvio:
— Nós te chamou japonês porque tu tem cara de japonês.
— Meu avô é que era japonês. E a minha avó. E acho que os meus tios.
— Só eles?
— Só.
A pequenininha estava maravilhada com aquele milagre biológico: 
— Nunca vi pessoa ser brasileiro e ter cara de japonês. Eu pensava que brasileiro era tudo igual.
A maior ensinou:
— Nem todo brasileiro é igual. Negro é brasileiro e é diferente.
— Negro é africano, observou, com certa malícia, o que chamavam de japonês.
— Como é que você sabe?
— Aprendi na aula.
— Na minha rua tem muito judeu. Nós tudos somos judeu, contribuiu a ruiva.
— E onde é a terra de judeu, quis saber a outra.
— Meu pai veio da Rússia. E o meu avô. A minha mãe veio da Polônia.
— Então esse negócio de judeu é besteira. Quem vem da Rússia é russo. E na Polônia dá é polaco.
— O menino falava com grande autoridade.
— A minha mãe disse que a gente fala polonês. Polaco é feio.
— Pode ser. Polonês. Mas judeu? A moreninha interveio:
— Judeu vem da Judia. Não tem país chamado Judia, doutrinou o nisei.
— Como é que você sabe? Você conhece todos os países do mundo?
— Todos. Estou no curso de admissão. Já dei na geografia.
— Meu pai diz que a terra dos judeus se chama Israel, lembrou então a ruiva.
— Então como é que ele é da Rússia? Mistério. Os três se entreolharam. Afinal o rapaz sugeriu:
— Só se é mentira do teu pai.
— Mentira do teu! Teu pai é que é um japonês mentiroso!
— Já falei que o meu pai é brasileiro.
A outra menina pacificou:
Não xingue. Eu também sou brasileira. Eu nasci em Campos. E minha mãe nasceu em Campos, e o meu irmão, e o meu pai, todo o mundo na minha casa nasceu em Campos.
A ruiva riu:
— Tudo é campeiro?
— Não, a gente diz é campista. Campos fica no estado do Rio de Janeiro. 
— Agora lá se chama Guanabara, sentenciou o menino.
— Não, não é Guanabara. Estado do Rio é outra coisa.
— Então tem dois Rio? 
— Não, agora só tem um. Não falei que o Rio de Janeiro virou Guanabara? Também diz Velhacap. A menina ruiva ficou a olhar um momento os dois outros:
— Acho que campista também parece com japonês. Só não tem o olho arrebitado.
— Minha mãe diz que nós temos sangue de índio, contribuiu a campista. E o paulistano contou:
— Meu pai uma vez viu um índio e pensou que fosse japonês fantasiado. Falou para ele em língua de japonês, mas o índio não entendeu nada.
— Mas você não disse que seu pai é de Batatais?
— É. Mas filho de japonês sabe falar a língua do pai.
— E você sabe? Fala um pouquinho pra gente ver.
— Não sei. Puxa, já disse tanta vez que sou paulistano! A moreninha deu um salto:
— Pois eu sou é Corinthians!
— Ninguém está conversando futebol, boba. Houve um silêncio. A menina menor indagou então:
— E onde é o lugar onde só tem brasileiro?
Os outros dois ficaram um tempo pensando, olhando uns pombos que bicavam na areia. Afinal a menina maior falou
: — Gente grande é muito misturado. Acho que deve ser no lugar onde só tem criança.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19087/nacionalidade
Em determinado momento, o menino assume uma postura de grande segurança ao discutir a origem dos judeus e a localização de diferentes países. Considerando esse trecho, assinale a alternativa que caracteriza o comportamento do menino.
Alternativas
Q4341375 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

NACIONALIDADE - RACHEL DE QUEIROZ

O menino nisei sentou no banco do jardim. Teria uns 11 anos, comia sossegado o seu sanduíche de queijo. Duas menininhas, uma morena outra ruiva, que pulavam amarelinha, chegaram junto dele e gritaram:
— Japonês! Japonês! Você quer dizer as horas pra nós?
O menino olhou o pulso, disse que eram nove e meia e acrescentou:
— Eu não sou japonês. Sou paulistano, nasci aqui, no Jardim América.
A ruivinha, mais velha, coçou um borrachudo na canela fina:
— Se você não é japonês, teu pai é.
— Não, meu pai nasceu em Batatais.
— Então tua mãe.
— Ela também nasceu em Batatais. A menor, moreninha, fez o comentário óbvio:
— Nós te chamou japonês porque tu tem cara de japonês.
— Meu avô é que era japonês. E a minha avó. E acho que os meus tios.
— Só eles?
— Só.
A pequenininha estava maravilhada com aquele milagre biológico: 
— Nunca vi pessoa ser brasileiro e ter cara de japonês. Eu pensava que brasileiro era tudo igual.
A maior ensinou:
— Nem todo brasileiro é igual. Negro é brasileiro e é diferente.
— Negro é africano, observou, com certa malícia, o que chamavam de japonês.
— Como é que você sabe?
— Aprendi na aula.
— Na minha rua tem muito judeu. Nós tudos somos judeu, contribuiu a ruiva.
— E onde é a terra de judeu, quis saber a outra.
— Meu pai veio da Rússia. E o meu avô. A minha mãe veio da Polônia.
— Então esse negócio de judeu é besteira. Quem vem da Rússia é russo. E na Polônia dá é polaco.
— O menino falava com grande autoridade.
— A minha mãe disse que a gente fala polonês. Polaco é feio.
— Pode ser. Polonês. Mas judeu? A moreninha interveio:
— Judeu vem da Judia. Não tem país chamado Judia, doutrinou o nisei.
— Como é que você sabe? Você conhece todos os países do mundo?
— Todos. Estou no curso de admissão. Já dei na geografia.
— Meu pai diz que a terra dos judeus se chama Israel, lembrou então a ruiva.
— Então como é que ele é da Rússia? Mistério. Os três se entreolharam. Afinal o rapaz sugeriu:
— Só se é mentira do teu pai.
— Mentira do teu! Teu pai é que é um japonês mentiroso!
— Já falei que o meu pai é brasileiro.
A outra menina pacificou:
Não xingue. Eu também sou brasileira. Eu nasci em Campos. E minha mãe nasceu em Campos, e o meu irmão, e o meu pai, todo o mundo na minha casa nasceu em Campos.
A ruiva riu:
— Tudo é campeiro?
— Não, a gente diz é campista. Campos fica no estado do Rio de Janeiro. 
— Agora lá se chama Guanabara, sentenciou o menino.
— Não, não é Guanabara. Estado do Rio é outra coisa.
— Então tem dois Rio? 
— Não, agora só tem um. Não falei que o Rio de Janeiro virou Guanabara? Também diz Velhacap. A menina ruiva ficou a olhar um momento os dois outros:
— Acho que campista também parece com japonês. Só não tem o olho arrebitado.
— Minha mãe diz que nós temos sangue de índio, contribuiu a campista. E o paulistano contou:
— Meu pai uma vez viu um índio e pensou que fosse japonês fantasiado. Falou para ele em língua de japonês, mas o índio não entendeu nada.
— Mas você não disse que seu pai é de Batatais?
— É. Mas filho de japonês sabe falar a língua do pai.
— E você sabe? Fala um pouquinho pra gente ver.
— Não sei. Puxa, já disse tanta vez que sou paulistano! A moreninha deu um salto:
— Pois eu sou é Corinthians!
— Ninguém está conversando futebol, boba. Houve um silêncio. A menina menor indagou então:
— E onde é o lugar onde só tem brasileiro?
Os outros dois ficaram um tempo pensando, olhando uns pombos que bicavam na areia. Afinal a menina maior falou
: — Gente grande é muito misturado. Acho que deve ser no lugar onde só tem criança.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19087/nacionalidade
Embora o texto apresente informações e reflexões relacionadas à nacionalidade, é necessário considerar sua organização predominante para classificá-lo quanto à tipologia textual. A partir dessas características estruturais e discursivas, assinale a alternativa que identifica corretamente o tipo textual predominante em "Nacionalidade". 
Alternativas
Q4341374 Pedagogia
Em um projeto de Educação Digital, estudantes dos Anos Iniciais foram convidados a produzir uma pequena revista digital sobre situações do cotidiano escolar. Cada grupo deveria escolher um tema, pesquisar informações, elaborar uma pauta, registrar fotografias e pequenos vídeos, produzir uma história em quadrinhos ou uma animação em stop-motion e, ao final, organizar o material em formato digital para apresentação à comunidade escolar. Durante o desenvolvimento, o professor percebeu que alguns estudantes estavam mais preocupados com os efeitos visuais do que com a mensagem que pretendiam comunicar. Em outra equipe, uma fotografia obtida na internet foi incorporada à produção sem que sua origem fosse identificada. Considerando a passagem do consumo para a produção de conteúdos digitais, a autoria multimídia e o uso funcional, ético, seguro e inclusivo das tecnologias, analise as afirmativas a seguir.
I.A atividade favorece o protagonismo digital quando os estudantes participam de decisões sobre conteúdo, linguagem, organização e forma de apresentação, assumindo também responsabilidades relacionadas ao material produzido e compartilhado.
II.Na produção de uma animação em stop-motion, o planejamento pode envolver a definição da sequência narrativa, dos enquadramentos e das imagens que serão registradas, enquanto a edição permite organizar e ajustar o material obtido durante a produção.
III.A utilização de uma fotografia encontrada na internet pode ser incorporada à produção escolar sem identificação de origem quando houver alteração de enquadramento, filtros ou outros elementos visuais realizados pelos estudantes.
IV.O uso inclusivo de dispositivos digitais pode envolver a adaptação de recursos e estratégias de interação às necessidades dos estudantes, considerando, por exemplo, recursos de acessibilidade disponíveis no dispositivo ou no software utilizado.
V.A produção de podcasts, histórias em quadrinhos, livros digitais e registros audiovisuais desenvolve autoria multimídia quando o estudante aprende a operar os aplicativos empregados, sendo a construção da mensagem uma etapa complementar ao domínio técnico das ferramentas.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4341373 Pedagogia
Durante uma aula de Educação Digital, uma turma foi orientada a produzir uma apresentação multimídia sobre manifestações culturais brasileiras. Para montar o trabalho, alguns estudantes encontraram imagens em mecanismos de busca, copiaram trechos de páginas da Internet e receberam, por meio de um aplicativo de mensagens, um vídeo de autoria desconhecida. Paralelamente, um perfil que os alunos não conheciam passou a enviar mensagens convidando-os para participar de um grupo privado e solicitando fotografias pessoais. O professor decidiu aproveitar a situação para trabalhar direitos autorais, licenças abertas, avaliação da confiabilidade das informações e segurança nas interações on-line. Considerando práticas adequadas de Educação Digital, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4341372 Pedagogia
Durante uma sequência de Educação Digital, o professor propôs às crianças o desafio de construir, com materiais reutilizáveis, um pequeno dispositivo que indicasse quando uma caixa de coleta de papel estivesse aberta. A turma recebeu papelão, tampinhas, palitos, fios, fita adesiva, uma pilha, LEDs, interruptores simples e alguns componentes retirados de equipamentos que seriam descartados. Antes da montagem, os grupos discutiram o problema, desenharam possibilidades e escolheram os materiais. Após a primeira construção, um dos circuitos não acendeu o LED. Em vez de substituir imediatamente o protótipo, os estudantes foram orientados a observar as conexões, formular hipóteses, testar alterações e registrar o que havia funcionado ou não. Considerando os princípios da Cultura Maker, da aprendizagem pelo fazer e da utilização pedagógica de materiais não estruturados e circuitos simples, analise as afirmativas a seguir e assinale V para as verdadeiras ou F para as falsas.
(__)A sequência proposta contempla uma dinâmica maker ao articular definição de um problema, planejamento, construção de um protótipo, experimentação e revisão da solução a partir dos resultados observados.
(__)O emprego de materiais reutilizáveis pode integrar uma atividade maker quando sua escolha estiver relacionada ao problema investigado e favorecer decisões de projeto, construção, adaptação e experimentação por parte dos estudantes.
(__)A utilização de materiais de baixo custo descaracteriza uma proposta maker, pois a aprendizagem pelo fazer depende da disponibilidade de equipamentos próprios de laboratórios de fabricação digital.
(__)Diante de um circuito que não produziu o efeito esperado, solicitar que os estudantes examinem conexões, formulem hipóteses e realizem novos testes pode transformar o erro em elemento do processo de investigação e aprendizagem.
(__)Em uma atividade com materiais não estruturados, a criatividade pedagógica está associada principalmente à variedade de objetos disponíveis, enquanto a definição do problema e a finalidade da construção possuem papel secundário na organização da proposta.
(__)Em um circuito escolar simples, a associação entre fonte de energia, condutores, elemento de controle e componente de saída pode ser explorada para que os estudantes relacionem a montagem física ao funcionamento esperado do dispositivo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Alternativas
Q4341367 Direito Digital
Durante uma atividade de Educação Digital, uma escola pretende utilizar uma plataforma on-line para organizar produções dos estudantes. Para cadastrar as crianças, o sistema solicita nome, fotografia, data de nascimento, turma, endereço residencial e outras informações. A professora responsável pela atividade percebe que parte desses dados não parece necessária para a finalidade pedagógica e decide discutir com a equipe escolar quais cuidados devem ser observados no tratamento de dados pessoais de crianças. Considerando a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e sua aplicação ao contexto educacional, analise as afirmativas a seguir:
I.Para dados pessoais de crianças, a autorização de um professor responsável pela turma pode substituir o consentimento específico e em destaque de pelo menos um dos pais ou responsável legal, desde que a atividade tenha finalidade exclusivamente pedagógica.
II.Uma vez obtido o consentimento do responsável legal para determinada atividade escolar, a instituição pode ampliar posteriormente a finalidade do tratamento dos dados coletados, sem necessidade de nova análise sobre a compatibilidade desse uso.
III.Em uma atividade digital, a divulgação da fotografia de uma criança para fins pedagógicos pode ser tratada como questão exclusivamente técnica da plataforma, sem necessidade de considerar as regras relativas à proteção de dados pessoais.
IV.Ao planejar uma atividade digital destinada a crianças, a escola pode avaliar quais informações são efetivamente necessárias para a finalidade proposta, evitando a coleta de dados que não guardem relação pertinente com a atividade.
V.A comunicação sobre o tratamento de dados de crianças deve considerar linguagem simples, clara e acessível, de modo compatível com as características do público envolvido e, quando adequado, pode utilizar recursos audiovisuais.
VI.A utilização de dados pessoais de crianças em uma plataforma educacional pode ser analisada à luz do melhor interesse da criança, juntamente com a finalidade do tratamento, a necessidade dos dados e a hipótese legal aplicável ao caso.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4323163 Psicologia
A psicóloga lotada em um órgão gestor municipal de assistência social precisa redigir um relatório psicológico e recorre à resolução do Conselho Federal de Psicologia que regulamenta os documentos escritos produzidos pela categoria e fixa as seções desse documento. Considere as seções do relatório psicológico listadas abaixo:
(1)Análise dos dados colhidos, com fundamentação nos referenciais teóricos e técnicos adotados.
(2)Identificação do documento, com o nome do autor, do solicitante e da pessoa atendida.
(3)Conclusão do trabalho realizado, com os encaminhamentos pertinentes, a data e a assinatura.
(4)Descrição da demanda que motivou a solicitação do documento.
(5)Procedimento adotado, com o registro do raciocínio técnico e das fontes consultadas.

Assinale a alternativa que apresenta a ordem sequencial correta em que essas seções são dispostas no documento:
Alternativas
Q4323162 Direitos Humanos
No acompanhamento de uma família atendida pela rede socioassistencial, a equipe identificou que o agressor destruía documentos pessoais e retinha os recursos econômicos da mulher, além de imputar a ela, perante a vizinhança, fato criminoso que sabia inverídico. Na tipologia das formas de violência doméstica e familiar fixada pela Lei Maria da Penha, a retenção dos recursos e a destruição dos documentos configuram violência _______, ao passo que a imputação do fato criminoso configura violência _______. Considerando essa tipologia, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem:
Alternativas
Q4323161 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I.A pessoa idosa em situação de risco social pode ser encaminhada para abrigo em entidade de longa permanência quando verificada a inexistência de grupo familiar, o abandono ou a carência de recursos financeiros próprios ou da família.
PORQUE
II.A garantia de prioridade assegurada pelo Estatuto da Pessoa Idosa compreende a preferência do atendimento asilar sobre o atendimento prestado à pessoa idosa por sua própria família.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4323160 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
A gestão de um órgão municipal de assistência social pactuou com as instituições do sistema de justiça um fluxo de atendimento para os casos que envolvem violação de direitos de crianças e adolescentes. Associe cada instituição da Coluna I à atribuição correspondente da Coluna II:
Coluna I
1.Poder Judiciário.
2.Ministério Público.
3.Defensoria Pública.
4.Conselho Tutelar.

Coluna II
(__)Órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente.
(__)Instituição incumbida da defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.
(__)Instância a quem compete proferir a decisão que determina o afastamento de criança ou adolescente do convívio com a família de origem.
(__)Instituição que presta orientação jurídica e assistência integral, em juízo e fora dele, às pessoas necessitadas.

Assinale a alternativa que apresenta a associação correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q4323159 Serviço Social
O setor responsável pela vigilância socioassistencial de um município elabora a cada semestre um painel de indicadores que orienta a gestão na revisão da oferta de serviços. Nesse painel, a dimensão que trata da incidência de _______ nos territórios apoia o dimensionamento da demanda potencial por proteção, enquanto a dimensão que trata dos _______ verifica a adequação da oferta existente. Considerando essas dimensões, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem:
Alternativas
Q4323158 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Durante a revisão dos fluxos de proteção de um município, a equipe gestora retomou os dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente que estruturam a política de atendimento, as medidas de proteção e as competências dos integrantes do sistema de garantia de direitos. Acerca do assunto, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)O acolhimento institucional é medida provisória e excepcional, utilizável como forma de transição para reintegração familiar ou, não sendo esta possível, para colocação em família substituta.
(__)A permanência em programa de acolhimento institucional não se prolongará por mais de dezoito meses, salvo comprovada necessidade que atenda ao superior interesse do acolhido, fundamentada pela autoridade judiciária.
(__)O conselho tutelar aplica ao adolescente autor de ato infracional as medidas socioeducativas de liberdade assistida e de prestação de serviços à comunidade.
(__)A autoridade judiciária reavalia a situação da criança ou do adolescente em programa de acolhimento a cada doze meses, com base em relatório elaborado por equipe interprofissional.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4323157 Serviço Social
A gestão municipal de assistência social revisou o fluxo de encaminhamentos entre as unidades da rede para qualificar a integração entre os níveis de proteção. Associe cada serviço da Coluna I à descrição correspondente da Coluna II:
Coluna I
1.Serviço de proteção e atendimento integral à família.
2.Serviço de convivência e fortalecimento de vínculos.
3.Serviço de proteção e atendimento especializado a famílias e indivíduos.
4.Serviço de acolhimento institucional.

Coluna II
(__)Acompanhamento continuado a pessoas cujos direitos foram violados, mantido o convívio com o grupo doméstico de origem.
(__)Trabalho social continuado de caráter preventivo com o grupo doméstico referenciado na unidade pública de base local.
(__)Moradia provisória a pessoas afastadas do lar por medida judicial ou por ausência de referência que assegure proteção.
(__)Atividades em grupos etários que estimulam a socialização e complementam o trabalho desenvolvido com as famílias no território.

Assinale a alternativa que apresenta a associação correta, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4323156 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) estabelece disposições relacionadas à caracterização da deficiência e aos procedimentos aplicáveis à sua avaliação. Considerando essas disposições, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I.Quando necessária, a avaliação da deficiência será biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar, considerando, entre outros aspectos, fatores socioambientais, psicológicos e pessoais.
PORQUE
II.A aferição da deficiência não se esgota na constatação clínica de um impedimento de longo prazo, uma vez que sua caracterização jurídica depende também da análise das repercussões funcionais e contextuais que, em interação com barreiras, podem restringir a participação da pessoa em igualdade de condições com as demais.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4323155 Direito Constitucional
A equipe de uma secretaria municipal responsável pela política de assistência social preparou material de educação permanente para esclarecer aos servidores recém-nomeados qual a posição dessa política no arranjo da seguridade social desenhado pela Constituição Federal de 1988. Considerando esse desenho constitucional, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4323154 Serviço Social
A coordenação de proteção social básica de um município revisou com as equipes os dispositivos da Lei Orgânica da Assistência Social que estruturam os objetivos da política, o benefício assistencial e as unidades públicas responsáveis pela oferta dos serviços. Acerca do assunto, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)O benefício de prestação continuada garante um salário mínimo mensal à pessoa com deficiência e à pessoa idosa com sessenta e cinco anos ou mais que comprove não possuir meios de prover a própria manutenção nem de tê-la provida por sua família.
(__)O Centro de Referência Especializado de Assistência Social é a unidade pública municipal de base territorial implantada nas áreas de maior vulnerabilidade e risco social para executar o serviço de proteção e atendimento integral à família.
(__)A vigilância socioassistencial figura entre os objetivos da assistência social e volta-se a analisar territorialmente a capacidade protetiva das famílias e nela a ocorrência de vulnerabilidades, de ameaças, de vitimizações e danos.
(__)A gestão das ações e dos recursos da assistência social organiza-se sob a forma de sistema centralizado no âmbito federal, ao qual pertence a execução direta dos serviços de proteção social básica.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
Alternativas
Respostas
1081: B
1082: D
1083: C
1084: B
1085: A
1086: C
1087: D
1088: D
1089: B
1090: C
1091: C
1092: B
1093: B
1094: B
1095: C
1096: B
1097: B
1098: A
1099: A
1100: D