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Q3915637 Pedagogia
No contexto da Educação Inclusiva, o Atendimento Educacional Especializado (AEE) é o serviço que identifica, elabora e organiza recursos de acessibilidade e aprendizagem. Conforme o Decreto nº 7.611/2011, o público-alvo para o qual o sistema de ensino deve garantir este suporte prioritário e transversal compreende estudantes com:
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Q3915636 Direitos Humanos
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU/2006) foi ratificada no Brasil com equivalência de emenda constitucional pelo Decreto nº 6.949/2009. Um dos conceitos fundamentais introduzidos por esse marco normativo, que veda a exclusão baseada na deficiência e exige a oferta de apoios necessários para aTutela estatal. participação plena, é o de:
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Q3915635 Pedagogia
Historicamente, o atendimento educacional a pessoas com deficiência no Brasil migrou de um modelo de segregação em instituições filantrópicas para a inclusão na rede regular. O documento que, em 2008, consolidou a diretriz de que a educação especial deve ser ofertada preferencialmente no ensino regular, definindo-a como modalidade transversal, denomina-se:
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Q3915634 Direito do Trabalho
A Lei Complementar nº 302/2025 estrutura o quadro de pessoal para atender às demandas de inclusão escolar no município. Ao Agente de Acompanhamento Especializado, nos termos da alínea “a”, inciso II, § 5º do art. 3º, compete o suporte direto a alunos com necessidades específicas, sendo a natureza jurídica do seu vínculo de trabalho regida pela: 
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Q3915633 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Conforme a Lei Complementar nº 302/2025 de Ibitinga, o ingresso no emprego público de Agente de Acompanhamento Especializado exige, além do Ensino Médio completo, a comprovação de qualificação profissional específica. Segundo o dispositivo legal, esse curso deve possuir uma carga horária mínima de:
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Q3915632 Atualidades
Em janeiro desse ano, o governador de _____ sancionou a lei que extingue cotas raciais de instituições que recebem verba estadual. Em dezembro do ano passado, a Assembleia Legislativa de já havia aprovado o projeto de lei. Em explicação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), o governo justificativa que o fim das cotas raciais no estado é constitucional e se adéqua à “singularidade demográfica”, que tem a “maior proporção de população branca do país”.

Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna:
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Q3915631 Administração Pública
O Estado de São Paulo finalizou recentemente o processo de desestatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), em um modelo de privatização que manteve o Estado como acionista estratégico. O principal argumento técnico-político utilizado pelo governo estadual para justificar a operação, visando a universalização dos serviços até 2029, foi a:
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Q3915630 Engenharia Aeronáutica
Em dezembro/2025 o primeiro foguete comercial foi lançado de uma base brasileira, o lançamento do HANBITNano, da empresa sul-coreana Innospace, aconteceu na Base de: 
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Q3915629 Geografia
Ibitinga-SP faz limite a noroeste com o município de:
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Q3915628 História
Em 04 de julho de 1890, por força da Lei de número 66, Ibitinga-SP teve a sua emancipação político-administrativa. Essa lei foi assinada pelo então presidente:
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Q3915627 Matemática
Em um laudo de controle dimensional, três peças planas são descritas apenas por propriedades geométricas. Peça I: “diagonais perpendiculares, bissetam os ângulos internos, lados congruentes”. Peça II: “diagonais congruentes, perpendiculares, bissetam-se mutuamente, ângulos internos retos”. Peça III: “diagonais bissetam-se mutuamente, lados opostos paralelos, sem exigência de diagonais congruentes nem perpendiculares”. Considerando que a classificação deve ser feita pela propriedade distintiva mínima que fecha cada caso, indique a sequência correta (I, II, III):
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Q3915626 Matemática
Em uma progressão geométrica, o primeiro termo é 3 e a razão é 2; um aluno precisa calcular o quinto termo aplicando a relação entre termo geral, primeiro termo e potência da razão, mantendo o índice corretamente. Aponte o 5º termo:
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Q3915625 Matemática
Um técnico mede um triângulo retângulo em uma estrutura e registra que os catetos medem 9 cm e 12 cm; para obter a hipotenusa, ele aplica a relação pitagórica e simplifica o resultado numérico final. Indique o valor da hipotenusa: 
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Q3915624 Matemática
Em uma turma, 30 alunos participaram de uma pesquisa: 18 praticam futebol, 12 praticam natação e 5 praticam ambos; o coordenador precisa determinar quantos alunos praticam futebol e natação simultaneamente, com base direta na informação fornecida. Aponte o valor de P(F ∩ N) na forma de fração sobre 30: 
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Q3915623 Raciocínio Lógico
Uma senha interna é formada por 5 letras distintas escolhidas a partir de um conjunto de 7 letras diferentes, e a ordem das letras define senhas diferentes, sem repetição; o responsável precisa calcular quantas senhas distintas podem ser geradas nessas condições. Indique a quantidade de senhas possíveis:
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Q3915622 Português
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Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
No fragmento "as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano", o termo sublinhado atua como um recurso de modalização e reforço argumentativo. Sob a ótica da morfossintaxe, a classificação da palavra e a circunstância que ela imprime à oração subordinada subsequente são:
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Q3915621 Português
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Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
No segmento "o espaço passou a ser também um local de visitação controlada", o verbo "passar" integra uma locução verbal. Sob o aspecto da sintaxe de regência e da predicação verbal neste contexto específico, o verbo destacado constitui uma estrutura de: 
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Q3915620 Português
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Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
A palavra “memória”, utilizada no texto, é acentuada por ser:
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Q3915619 Português
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Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
O termo "catacumbas", utilizado no texto para designar o ossuário parisiense, possui origem etimológica no latim tardio e no grego, sendo composto por elementos que indicam posição inferior e cavidade. Sob a ótica da morfologia e dos processos de formação de palavras na língua portuguesa, esse vocábulo é classificado como uma:
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Q3915618 Português
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Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
No trecho "A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada", o termo sublinhado exerce a função de núcleo do sujeito. Do ponto de vista da morfossintaxe, a classificação desse núcleo e o tipo de voz verbal da oração são:
Alternativas
Respostas
821: A
822: B
823: A
824: A
825: D
826: B
827: D
828: A
829: B
830: D
831: D
832: C
833: A
834: B
835: C
836: B
837: A
838: C
839: D
840: C