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Q1627182 Direito Sanitário
O princípio doutrinário do SUS cujo objetivo é diminuir desigualdades investindo mais onde a carência é maior considerando que todos têm direito aos serviços de saúde mas as pessoas não são iguais, têm necessidades distintas é:
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Q1627181 Direito Sanitário
Os Núcleos de Apoio à Saúde da Família – NASF – são constituídos por equipes compostas por profissionais de diferentes áreas de conhecimentos, que devem atuar de maneira integrada e:
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Q1627180 Direito Sanitário

Antes da instituição do Sistema Único de Saúde – SUS – o acesso ao sistema de saúde não era um direito de todos. Com a implantação do novo sistema a saúde passa a ser direito de todos e dever do Estado.

Qual dos princípios doutrinários do SUS contempla essa mudança?

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Q1627179 Português
O FUTURO DA GENÉTICA
O debate social sobre o sentido e o valor da engenharia genética segue um padrão facilmente apreensível. Os críticos usualmente recorrem a formulações éticas de nosso passado cultural para recomendar interdições e/ou cuidados. Uma fórmula é a hybris. Assim como os gregos propunham que haveria castigo divino para os humanos orgulhosos que queriam e podiam muito, que procuravam assemelhar-se aos deuses, algumas críticas da engenharia genética prescrevem a não-violação da ordem da natureza e alertam para a nossa extinção se continuarmos a cometer excessos. Esse gênero de crítica está em concordância com o conto milenar do aprendiz de feiticeiro, incapaz de controlar suas experiências. Uma outra aproximação crítica é feita entre o horror da eugenia moderna, que culmina no nazismo, e a tendência, apresentada em livros e filmes, para a fabricação do homem perfeito.
Os defensores da engenharia genética tampouco são inovadores. Ora reiteram que o conhecimento está acima de tudo, ora que implicará em diversos progressos terapêuticos. No anúncio de resultados preliminares, políticos e médicos frisaram que o mapeamento do genoma humano seria o maior feito da humanidade e que erradicaria, num futuro próximo, uma série de doenças.
O modo de desdobramento do debate está marcado por uma ausência decisiva: a singularidade desse modo de conhecimento. O genoma não é a descrição de um produto acabado; parece-se com um programa, com uma receita para construir, processo que é afetado pelas circunstâncias de desenvolvimento dos indivíduos. Quando se diz que um gene é para alguma coisa, o que se descobre usualmente é que a presença de uma diferença na sequência genética determina ou favorece a aparição de alguma doença ou desvio. Por fim, raros são os casos em que um erro de sequência determina singularmente o advento de uma doença. Como associam as diferenças de sequência a estatísticas sobre a aparição de doenças em uma população, a grande maioria dos diagnósticos genéticos é e será probabilística e multicausal. A medicina descobrirá propensões acrescidas de contrair certas doenças associadas a sequências genéticas singulares, propensões que se concretizam ou não, dependendo dos hábitos de vida.
O que estamos experimentando é uma transformação tecnológica do estatuto do corpo. De início, trata-se de uma transformação ontológica: o corpo e todos os seres vivos tornam-se informação codificada. A quebra do código é o que permite a manipulação do modo de ser de todos os seres vivos. A vida como programa implica um corpo transformável, mas não só pela intervenção tecnológica. O corpo torna-se, ao mesmo tempo, um conjunto de possibilidades cuja atualização depende dos cuidados que o indivíduo estabelece consigo mesmo. […]
Atentar a esta relação entre corpo e futuro permite recolocar o debate sobre o sentido e valor da engenharia genética. Precisa-se questioná-la no lugar mesmo em que nossa adesão é mais facilmente conquistada: a saúde. O conhecimento do genoma humano, mais do que permitir avanços na saúde, transforma a relação que estabelecemos com nosso corpo e com nosso futuro. Transforma, pois, o modo com que os indivíduos se propõem a cuidar de si mesmos.

VAZ, Paulo. “O futuro da genética” In: Nas fronteiras do contemporâneo: território, identidade, arte, moda, corpo e mídia. Org.: Nízia Villaça, Fred Góes. Rio de Janeiro: Mauad: FUJB, 2001
Em “Transforma, pois, o modo com que os indivíduos se propõem a cuidar de si mesmos”, a conjunção presente neste período tem valor semântico de


Sobre o uso da preposição “com” grifada no período acima, na questão anterior, é possível afirmar que
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Q1627178 Português
O FUTURO DA GENÉTICA
O debate social sobre o sentido e o valor da engenharia genética segue um padrão facilmente apreensível. Os críticos usualmente recorrem a formulações éticas de nosso passado cultural para recomendar interdições e/ou cuidados. Uma fórmula é a hybris. Assim como os gregos propunham que haveria castigo divino para os humanos orgulhosos que queriam e podiam muito, que procuravam assemelhar-se aos deuses, algumas críticas da engenharia genética prescrevem a não-violação da ordem da natureza e alertam para a nossa extinção se continuarmos a cometer excessos. Esse gênero de crítica está em concordância com o conto milenar do aprendiz de feiticeiro, incapaz de controlar suas experiências. Uma outra aproximação crítica é feita entre o horror da eugenia moderna, que culmina no nazismo, e a tendência, apresentada em livros e filmes, para a fabricação do homem perfeito.
Os defensores da engenharia genética tampouco são inovadores. Ora reiteram que o conhecimento está acima de tudo, ora que implicará em diversos progressos terapêuticos. No anúncio de resultados preliminares, políticos e médicos frisaram que o mapeamento do genoma humano seria o maior feito da humanidade e que erradicaria, num futuro próximo, uma série de doenças.
O modo de desdobramento do debate está marcado por uma ausência decisiva: a singularidade desse modo de conhecimento. O genoma não é a descrição de um produto acabado; parece-se com um programa, com uma receita para construir, processo que é afetado pelas circunstâncias de desenvolvimento dos indivíduos. Quando se diz que um gene é para alguma coisa, o que se descobre usualmente é que a presença de uma diferença na sequência genética determina ou favorece a aparição de alguma doença ou desvio. Por fim, raros são os casos em que um erro de sequência determina singularmente o advento de uma doença. Como associam as diferenças de sequência a estatísticas sobre a aparição de doenças em uma população, a grande maioria dos diagnósticos genéticos é e será probabilística e multicausal. A medicina descobrirá propensões acrescidas de contrair certas doenças associadas a sequências genéticas singulares, propensões que se concretizam ou não, dependendo dos hábitos de vida.
O que estamos experimentando é uma transformação tecnológica do estatuto do corpo. De início, trata-se de uma transformação ontológica: o corpo e todos os seres vivos tornam-se informação codificada. A quebra do código é o que permite a manipulação do modo de ser de todos os seres vivos. A vida como programa implica um corpo transformável, mas não só pela intervenção tecnológica. O corpo torna-se, ao mesmo tempo, um conjunto de possibilidades cuja atualização depende dos cuidados que o indivíduo estabelece consigo mesmo. […]
Atentar a esta relação entre corpo e futuro permite recolocar o debate sobre o sentido e valor da engenharia genética. Precisa-se questioná-la no lugar mesmo em que nossa adesão é mais facilmente conquistada: a saúde. O conhecimento do genoma humano, mais do que permitir avanços na saúde, transforma a relação que estabelecemos com nosso corpo e com nosso futuro. Transforma, pois, o modo com que os indivíduos se propõem a cuidar de si mesmos.

VAZ, Paulo. “O futuro da genética” In: Nas fronteiras do contemporâneo: território, identidade, arte, moda, corpo e mídia. Org.: Nízia Villaça, Fred Góes. Rio de Janeiro: Mauad: FUJB, 2001
Em “Transforma, pois, o modo com que os indivíduos se propõem a cuidar de si mesmos”, a conjunção presente neste período tem valor semântico de
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Q1627177 Português
O FUTURO DA GENÉTICA
O debate social sobre o sentido e o valor da engenharia genética segue um padrão facilmente apreensível. Os críticos usualmente recorrem a formulações éticas de nosso passado cultural para recomendar interdições e/ou cuidados. Uma fórmula é a hybris. Assim como os gregos propunham que haveria castigo divino para os humanos orgulhosos que queriam e podiam muito, que procuravam assemelhar-se aos deuses, algumas críticas da engenharia genética prescrevem a não-violação da ordem da natureza e alertam para a nossa extinção se continuarmos a cometer excessos. Esse gênero de crítica está em concordância com o conto milenar do aprendiz de feiticeiro, incapaz de controlar suas experiências. Uma outra aproximação crítica é feita entre o horror da eugenia moderna, que culmina no nazismo, e a tendência, apresentada em livros e filmes, para a fabricação do homem perfeito.
Os defensores da engenharia genética tampouco são inovadores. Ora reiteram que o conhecimento está acima de tudo, ora que implicará em diversos progressos terapêuticos. No anúncio de resultados preliminares, políticos e médicos frisaram que o mapeamento do genoma humano seria o maior feito da humanidade e que erradicaria, num futuro próximo, uma série de doenças.
O modo de desdobramento do debate está marcado por uma ausência decisiva: a singularidade desse modo de conhecimento. O genoma não é a descrição de um produto acabado; parece-se com um programa, com uma receita para construir, processo que é afetado pelas circunstâncias de desenvolvimento dos indivíduos. Quando se diz que um gene é para alguma coisa, o que se descobre usualmente é que a presença de uma diferença na sequência genética determina ou favorece a aparição de alguma doença ou desvio. Por fim, raros são os casos em que um erro de sequência determina singularmente o advento de uma doença. Como associam as diferenças de sequência a estatísticas sobre a aparição de doenças em uma população, a grande maioria dos diagnósticos genéticos é e será probabilística e multicausal. A medicina descobrirá propensões acrescidas de contrair certas doenças associadas a sequências genéticas singulares, propensões que se concretizam ou não, dependendo dos hábitos de vida.
O que estamos experimentando é uma transformação tecnológica do estatuto do corpo. De início, trata-se de uma transformação ontológica: o corpo e todos os seres vivos tornam-se informação codificada. A quebra do código é o que permite a manipulação do modo de ser de todos os seres vivos. A vida como programa implica um corpo transformável, mas não só pela intervenção tecnológica. O corpo torna-se, ao mesmo tempo, um conjunto de possibilidades cuja atualização depende dos cuidados que o indivíduo estabelece consigo mesmo. […]
Atentar a esta relação entre corpo e futuro permite recolocar o debate sobre o sentido e valor da engenharia genética. Precisa-se questioná-la no lugar mesmo em que nossa adesão é mais facilmente conquistada: a saúde. O conhecimento do genoma humano, mais do que permitir avanços na saúde, transforma a relação que estabelecemos com nosso corpo e com nosso futuro. Transforma, pois, o modo com que os indivíduos se propõem a cuidar de si mesmos.

VAZ, Paulo. “O futuro da genética” In: Nas fronteiras do contemporâneo: território, identidade, arte, moda, corpo e mídia. Org.: Nízia Villaça, Fred Góes. Rio de Janeiro: Mauad: FUJB, 2001
Em “Como associam as diferenças de sequência a estatísticas […]”, as palavras grifadas classificam-se morfologicamente, na sequência em que ocorrem neste período do texto, como
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Q1627176 Português
O FUTURO DA GENÉTICA
O debate social sobre o sentido e o valor da engenharia genética segue um padrão facilmente apreensível. Os críticos usualmente recorrem a formulações éticas de nosso passado cultural para recomendar interdições e/ou cuidados. Uma fórmula é a hybris. Assim como os gregos propunham que haveria castigo divino para os humanos orgulhosos que queriam e podiam muito, que procuravam assemelhar-se aos deuses, algumas críticas da engenharia genética prescrevem a não-violação da ordem da natureza e alertam para a nossa extinção se continuarmos a cometer excessos. Esse gênero de crítica está em concordância com o conto milenar do aprendiz de feiticeiro, incapaz de controlar suas experiências. Uma outra aproximação crítica é feita entre o horror da eugenia moderna, que culmina no nazismo, e a tendência, apresentada em livros e filmes, para a fabricação do homem perfeito.
Os defensores da engenharia genética tampouco são inovadores. Ora reiteram que o conhecimento está acima de tudo, ora que implicará em diversos progressos terapêuticos. No anúncio de resultados preliminares, políticos e médicos frisaram que o mapeamento do genoma humano seria o maior feito da humanidade e que erradicaria, num futuro próximo, uma série de doenças.
O modo de desdobramento do debate está marcado por uma ausência decisiva: a singularidade desse modo de conhecimento. O genoma não é a descrição de um produto acabado; parece-se com um programa, com uma receita para construir, processo que é afetado pelas circunstâncias de desenvolvimento dos indivíduos. Quando se diz que um gene é para alguma coisa, o que se descobre usualmente é que a presença de uma diferença na sequência genética determina ou favorece a aparição de alguma doença ou desvio. Por fim, raros são os casos em que um erro de sequência determina singularmente o advento de uma doença. Como associam as diferenças de sequência a estatísticas sobre a aparição de doenças em uma população, a grande maioria dos diagnósticos genéticos é e será probabilística e multicausal. A medicina descobrirá propensões acrescidas de contrair certas doenças associadas a sequências genéticas singulares, propensões que se concretizam ou não, dependendo dos hábitos de vida.
O que estamos experimentando é uma transformação tecnológica do estatuto do corpo. De início, trata-se de uma transformação ontológica: o corpo e todos os seres vivos tornam-se informação codificada. A quebra do código é o que permite a manipulação do modo de ser de todos os seres vivos. A vida como programa implica um corpo transformável, mas não só pela intervenção tecnológica. O corpo torna-se, ao mesmo tempo, um conjunto de possibilidades cuja atualização depende dos cuidados que o indivíduo estabelece consigo mesmo. […]
Atentar a esta relação entre corpo e futuro permite recolocar o debate sobre o sentido e valor da engenharia genética. Precisa-se questioná-la no lugar mesmo em que nossa adesão é mais facilmente conquistada: a saúde. O conhecimento do genoma humano, mais do que permitir avanços na saúde, transforma a relação que estabelecemos com nosso corpo e com nosso futuro. Transforma, pois, o modo com que os indivíduos se propõem a cuidar de si mesmos.

VAZ, Paulo. “O futuro da genética” In: Nas fronteiras do contemporâneo: território, identidade, arte, moda, corpo e mídia. Org.: Nízia Villaça, Fred Góes. Rio de Janeiro: Mauad: FUJB, 2001
Em “O corpo torna-se, ao mesmo tempo, um conjunto de possibilidades cuja atualização depende dos cuidados que o indivíduo estabelece consigo mesmo”, os pronomes relativos grifados exercem, respectivamente, as seguintes funções sintáticas, nas orações que iniciam:
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Q1627175 Português
O FUTURO DA GENÉTICA
O debate social sobre o sentido e o valor da engenharia genética segue um padrão facilmente apreensível. Os críticos usualmente recorrem a formulações éticas de nosso passado cultural para recomendar interdições e/ou cuidados. Uma fórmula é a hybris. Assim como os gregos propunham que haveria castigo divino para os humanos orgulhosos que queriam e podiam muito, que procuravam assemelhar-se aos deuses, algumas críticas da engenharia genética prescrevem a não-violação da ordem da natureza e alertam para a nossa extinção se continuarmos a cometer excessos. Esse gênero de crítica está em concordância com o conto milenar do aprendiz de feiticeiro, incapaz de controlar suas experiências. Uma outra aproximação crítica é feita entre o horror da eugenia moderna, que culmina no nazismo, e a tendência, apresentada em livros e filmes, para a fabricação do homem perfeito.
Os defensores da engenharia genética tampouco são inovadores. Ora reiteram que o conhecimento está acima de tudo, ora que implicará em diversos progressos terapêuticos. No anúncio de resultados preliminares, políticos e médicos frisaram que o mapeamento do genoma humano seria o maior feito da humanidade e que erradicaria, num futuro próximo, uma série de doenças.
O modo de desdobramento do debate está marcado por uma ausência decisiva: a singularidade desse modo de conhecimento. O genoma não é a descrição de um produto acabado; parece-se com um programa, com uma receita para construir, processo que é afetado pelas circunstâncias de desenvolvimento dos indivíduos. Quando se diz que um gene é para alguma coisa, o que se descobre usualmente é que a presença de uma diferença na sequência genética determina ou favorece a aparição de alguma doença ou desvio. Por fim, raros são os casos em que um erro de sequência determina singularmente o advento de uma doença. Como associam as diferenças de sequência a estatísticas sobre a aparição de doenças em uma população, a grande maioria dos diagnósticos genéticos é e será probabilística e multicausal. A medicina descobrirá propensões acrescidas de contrair certas doenças associadas a sequências genéticas singulares, propensões que se concretizam ou não, dependendo dos hábitos de vida.
O que estamos experimentando é uma transformação tecnológica do estatuto do corpo. De início, trata-se de uma transformação ontológica: o corpo e todos os seres vivos tornam-se informação codificada. A quebra do código é o que permite a manipulação do modo de ser de todos os seres vivos. A vida como programa implica um corpo transformável, mas não só pela intervenção tecnológica. O corpo torna-se, ao mesmo tempo, um conjunto de possibilidades cuja atualização depende dos cuidados que o indivíduo estabelece consigo mesmo. […]
Atentar a esta relação entre corpo e futuro permite recolocar o debate sobre o sentido e valor da engenharia genética. Precisa-se questioná-la no lugar mesmo em que nossa adesão é mais facilmente conquistada: a saúde. O conhecimento do genoma humano, mais do que permitir avanços na saúde, transforma a relação que estabelecemos com nosso corpo e com nosso futuro. Transforma, pois, o modo com que os indivíduos se propõem a cuidar de si mesmos.

VAZ, Paulo. “O futuro da genética” In: Nas fronteiras do contemporâneo: território, identidade, arte, moda, corpo e mídia. Org.: Nízia Villaça, Fred Góes. Rio de Janeiro: Mauad: FUJB, 2001
O significado do termo destacado que NÃO tem sua significação corretamente indicada, no contexto de seu uso no texto, é:
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Q1627174 Português
O FUTURO DA GENÉTICA
O debate social sobre o sentido e o valor da engenharia genética segue um padrão facilmente apreensível. Os críticos usualmente recorrem a formulações éticas de nosso passado cultural para recomendar interdições e/ou cuidados. Uma fórmula é a hybris. Assim como os gregos propunham que haveria castigo divino para os humanos orgulhosos que queriam e podiam muito, que procuravam assemelhar-se aos deuses, algumas críticas da engenharia genética prescrevem a não-violação da ordem da natureza e alertam para a nossa extinção se continuarmos a cometer excessos. Esse gênero de crítica está em concordância com o conto milenar do aprendiz de feiticeiro, incapaz de controlar suas experiências. Uma outra aproximação crítica é feita entre o horror da eugenia moderna, que culmina no nazismo, e a tendência, apresentada em livros e filmes, para a fabricação do homem perfeito.
Os defensores da engenharia genética tampouco são inovadores. Ora reiteram que o conhecimento está acima de tudo, ora que implicará em diversos progressos terapêuticos. No anúncio de resultados preliminares, políticos e médicos frisaram que o mapeamento do genoma humano seria o maior feito da humanidade e que erradicaria, num futuro próximo, uma série de doenças.
O modo de desdobramento do debate está marcado por uma ausência decisiva: a singularidade desse modo de conhecimento. O genoma não é a descrição de um produto acabado; parece-se com um programa, com uma receita para construir, processo que é afetado pelas circunstâncias de desenvolvimento dos indivíduos. Quando se diz que um gene é para alguma coisa, o que se descobre usualmente é que a presença de uma diferença na sequência genética determina ou favorece a aparição de alguma doença ou desvio. Por fim, raros são os casos em que um erro de sequência determina singularmente o advento de uma doença. Como associam as diferenças de sequência a estatísticas sobre a aparição de doenças em uma população, a grande maioria dos diagnósticos genéticos é e será probabilística e multicausal. A medicina descobrirá propensões acrescidas de contrair certas doenças associadas a sequências genéticas singulares, propensões que se concretizam ou não, dependendo dos hábitos de vida.
O que estamos experimentando é uma transformação tecnológica do estatuto do corpo. De início, trata-se de uma transformação ontológica: o corpo e todos os seres vivos tornam-se informação codificada. A quebra do código é o que permite a manipulação do modo de ser de todos os seres vivos. A vida como programa implica um corpo transformável, mas não só pela intervenção tecnológica. O corpo torna-se, ao mesmo tempo, um conjunto de possibilidades cuja atualização depende dos cuidados que o indivíduo estabelece consigo mesmo. […]
Atentar a esta relação entre corpo e futuro permite recolocar o debate sobre o sentido e valor da engenharia genética. Precisa-se questioná-la no lugar mesmo em que nossa adesão é mais facilmente conquistada: a saúde. O conhecimento do genoma humano, mais do que permitir avanços na saúde, transforma a relação que estabelecemos com nosso corpo e com nosso futuro. Transforma, pois, o modo com que os indivíduos se propõem a cuidar de si mesmos.

VAZ, Paulo. “O futuro da genética” In: Nas fronteiras do contemporâneo: território, identidade, arte, moda, corpo e mídia. Org.: Nízia Villaça, Fred Góes. Rio de Janeiro: Mauad: FUJB, 2001
“[…] algumas críticas da engenharia genética […] alertam para a nossa extinção se continuarmos a cometer excessos”. Considerando a construção sintática desse período do texto, é possível afirmar que a extinção da humanidade
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Q1627173 Português
O FUTURO DA GENÉTICA
O debate social sobre o sentido e o valor da engenharia genética segue um padrão facilmente apreensível. Os críticos usualmente recorrem a formulações éticas de nosso passado cultural para recomendar interdições e/ou cuidados. Uma fórmula é a hybris. Assim como os gregos propunham que haveria castigo divino para os humanos orgulhosos que queriam e podiam muito, que procuravam assemelhar-se aos deuses, algumas críticas da engenharia genética prescrevem a não-violação da ordem da natureza e alertam para a nossa extinção se continuarmos a cometer excessos. Esse gênero de crítica está em concordância com o conto milenar do aprendiz de feiticeiro, incapaz de controlar suas experiências. Uma outra aproximação crítica é feita entre o horror da eugenia moderna, que culmina no nazismo, e a tendência, apresentada em livros e filmes, para a fabricação do homem perfeito.
Os defensores da engenharia genética tampouco são inovadores. Ora reiteram que o conhecimento está acima de tudo, ora que implicará em diversos progressos terapêuticos. No anúncio de resultados preliminares, políticos e médicos frisaram que o mapeamento do genoma humano seria o maior feito da humanidade e que erradicaria, num futuro próximo, uma série de doenças.
O modo de desdobramento do debate está marcado por uma ausência decisiva: a singularidade desse modo de conhecimento. O genoma não é a descrição de um produto acabado; parece-se com um programa, com uma receita para construir, processo que é afetado pelas circunstâncias de desenvolvimento dos indivíduos. Quando se diz que um gene é para alguma coisa, o que se descobre usualmente é que a presença de uma diferença na sequência genética determina ou favorece a aparição de alguma doença ou desvio. Por fim, raros são os casos em que um erro de sequência determina singularmente o advento de uma doença. Como associam as diferenças de sequência a estatísticas sobre a aparição de doenças em uma população, a grande maioria dos diagnósticos genéticos é e será probabilística e multicausal. A medicina descobrirá propensões acrescidas de contrair certas doenças associadas a sequências genéticas singulares, propensões que se concretizam ou não, dependendo dos hábitos de vida.
O que estamos experimentando é uma transformação tecnológica do estatuto do corpo. De início, trata-se de uma transformação ontológica: o corpo e todos os seres vivos tornam-se informação codificada. A quebra do código é o que permite a manipulação do modo de ser de todos os seres vivos. A vida como programa implica um corpo transformável, mas não só pela intervenção tecnológica. O corpo torna-se, ao mesmo tempo, um conjunto de possibilidades cuja atualização depende dos cuidados que o indivíduo estabelece consigo mesmo. […]
Atentar a esta relação entre corpo e futuro permite recolocar o debate sobre o sentido e valor da engenharia genética. Precisa-se questioná-la no lugar mesmo em que nossa adesão é mais facilmente conquistada: a saúde. O conhecimento do genoma humano, mais do que permitir avanços na saúde, transforma a relação que estabelecemos com nosso corpo e com nosso futuro. Transforma, pois, o modo com que os indivíduos se propõem a cuidar de si mesmos.

VAZ, Paulo. “O futuro da genética” In: Nas fronteiras do contemporâneo: território, identidade, arte, moda, corpo e mídia. Org.: Nízia Villaça, Fred Góes. Rio de Janeiro: Mauad: FUJB, 2001
De acordo com o texto, a medicina baseada na engenharia genética trará um benefício futuro para a humanidade que vem sendo desconsiderado nos debates sobre o tema. Esse benefício consiste na
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Q1627172 Português
O FUTURO DA GENÉTICA
O debate social sobre o sentido e o valor da engenharia genética segue um padrão facilmente apreensível. Os críticos usualmente recorrem a formulações éticas de nosso passado cultural para recomendar interdições e/ou cuidados. Uma fórmula é a hybris. Assim como os gregos propunham que haveria castigo divino para os humanos orgulhosos que queriam e podiam muito, que procuravam assemelhar-se aos deuses, algumas críticas da engenharia genética prescrevem a não-violação da ordem da natureza e alertam para a nossa extinção se continuarmos a cometer excessos. Esse gênero de crítica está em concordância com o conto milenar do aprendiz de feiticeiro, incapaz de controlar suas experiências. Uma outra aproximação crítica é feita entre o horror da eugenia moderna, que culmina no nazismo, e a tendência, apresentada em livros e filmes, para a fabricação do homem perfeito.
Os defensores da engenharia genética tampouco são inovadores. Ora reiteram que o conhecimento está acima de tudo, ora que implicará em diversos progressos terapêuticos. No anúncio de resultados preliminares, políticos e médicos frisaram que o mapeamento do genoma humano seria o maior feito da humanidade e que erradicaria, num futuro próximo, uma série de doenças.
O modo de desdobramento do debate está marcado por uma ausência decisiva: a singularidade desse modo de conhecimento. O genoma não é a descrição de um produto acabado; parece-se com um programa, com uma receita para construir, processo que é afetado pelas circunstâncias de desenvolvimento dos indivíduos. Quando se diz que um gene é para alguma coisa, o que se descobre usualmente é que a presença de uma diferença na sequência genética determina ou favorece a aparição de alguma doença ou desvio. Por fim, raros são os casos em que um erro de sequência determina singularmente o advento de uma doença. Como associam as diferenças de sequência a estatísticas sobre a aparição de doenças em uma população, a grande maioria dos diagnósticos genéticos é e será probabilística e multicausal. A medicina descobrirá propensões acrescidas de contrair certas doenças associadas a sequências genéticas singulares, propensões que se concretizam ou não, dependendo dos hábitos de vida.
O que estamos experimentando é uma transformação tecnológica do estatuto do corpo. De início, trata-se de uma transformação ontológica: o corpo e todos os seres vivos tornam-se informação codificada. A quebra do código é o que permite a manipulação do modo de ser de todos os seres vivos. A vida como programa implica um corpo transformável, mas não só pela intervenção tecnológica. O corpo torna-se, ao mesmo tempo, um conjunto de possibilidades cuja atualização depende dos cuidados que o indivíduo estabelece consigo mesmo. […]
Atentar a esta relação entre corpo e futuro permite recolocar o debate sobre o sentido e valor da engenharia genética. Precisa-se questioná-la no lugar mesmo em que nossa adesão é mais facilmente conquistada: a saúde. O conhecimento do genoma humano, mais do que permitir avanços na saúde, transforma a relação que estabelecemos com nosso corpo e com nosso futuro. Transforma, pois, o modo com que os indivíduos se propõem a cuidar de si mesmos.

VAZ, Paulo. “O futuro da genética” In: Nas fronteiras do contemporâneo: território, identidade, arte, moda, corpo e mídia. Org.: Nízia Villaça, Fred Góes. Rio de Janeiro: Mauad: FUJB, 2001
Ao referir-se ao “conto milenar do aprendiz de feiticeiro”, o autor do texto pretende corroborar a proposta dos gregos antigos sobre a necessidade de
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Q1627171 Português
O FUTURO DA GENÉTICA
O debate social sobre o sentido e o valor da engenharia genética segue um padrão facilmente apreensível. Os críticos usualmente recorrem a formulações éticas de nosso passado cultural para recomendar interdições e/ou cuidados. Uma fórmula é a hybris. Assim como os gregos propunham que haveria castigo divino para os humanos orgulhosos que queriam e podiam muito, que procuravam assemelhar-se aos deuses, algumas críticas da engenharia genética prescrevem a não-violação da ordem da natureza e alertam para a nossa extinção se continuarmos a cometer excessos. Esse gênero de crítica está em concordância com o conto milenar do aprendiz de feiticeiro, incapaz de controlar suas experiências. Uma outra aproximação crítica é feita entre o horror da eugenia moderna, que culmina no nazismo, e a tendência, apresentada em livros e filmes, para a fabricação do homem perfeito.
Os defensores da engenharia genética tampouco são inovadores. Ora reiteram que o conhecimento está acima de tudo, ora que implicará em diversos progressos terapêuticos. No anúncio de resultados preliminares, políticos e médicos frisaram que o mapeamento do genoma humano seria o maior feito da humanidade e que erradicaria, num futuro próximo, uma série de doenças.
O modo de desdobramento do debate está marcado por uma ausência decisiva: a singularidade desse modo de conhecimento. O genoma não é a descrição de um produto acabado; parece-se com um programa, com uma receita para construir, processo que é afetado pelas circunstâncias de desenvolvimento dos indivíduos. Quando se diz que um gene é para alguma coisa, o que se descobre usualmente é que a presença de uma diferença na sequência genética determina ou favorece a aparição de alguma doença ou desvio. Por fim, raros são os casos em que um erro de sequência determina singularmente o advento de uma doença. Como associam as diferenças de sequência a estatísticas sobre a aparição de doenças em uma população, a grande maioria dos diagnósticos genéticos é e será probabilística e multicausal. A medicina descobrirá propensões acrescidas de contrair certas doenças associadas a sequências genéticas singulares, propensões que se concretizam ou não, dependendo dos hábitos de vida.
O que estamos experimentando é uma transformação tecnológica do estatuto do corpo. De início, trata-se de uma transformação ontológica: o corpo e todos os seres vivos tornam-se informação codificada. A quebra do código é o que permite a manipulação do modo de ser de todos os seres vivos. A vida como programa implica um corpo transformável, mas não só pela intervenção tecnológica. O corpo torna-se, ao mesmo tempo, um conjunto de possibilidades cuja atualização depende dos cuidados que o indivíduo estabelece consigo mesmo. […]
Atentar a esta relação entre corpo e futuro permite recolocar o debate sobre o sentido e valor da engenharia genética. Precisa-se questioná-la no lugar mesmo em que nossa adesão é mais facilmente conquistada: a saúde. O conhecimento do genoma humano, mais do que permitir avanços na saúde, transforma a relação que estabelecemos com nosso corpo e com nosso futuro. Transforma, pois, o modo com que os indivíduos se propõem a cuidar de si mesmos.

VAZ, Paulo. “O futuro da genética” In: Nas fronteiras do contemporâneo: território, identidade, arte, moda, corpo e mídia. Org.: Nízia Villaça, Fred Góes. Rio de Janeiro: Mauad: FUJB, 2001
Os defensores da engenharia genética recorrem aos argumentos da supremacia do conhecimento e dos progressos terapêuticos daí advindos para convencer os críticos, no entanto, segundo o texto, desconsideram para a inovação desse debate
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Q1627170 Português
O FUTURO DA GENÉTICA
O debate social sobre o sentido e o valor da engenharia genética segue um padrão facilmente apreensível. Os críticos usualmente recorrem a formulações éticas de nosso passado cultural para recomendar interdições e/ou cuidados. Uma fórmula é a hybris. Assim como os gregos propunham que haveria castigo divino para os humanos orgulhosos que queriam e podiam muito, que procuravam assemelhar-se aos deuses, algumas críticas da engenharia genética prescrevem a não-violação da ordem da natureza e alertam para a nossa extinção se continuarmos a cometer excessos. Esse gênero de crítica está em concordância com o conto milenar do aprendiz de feiticeiro, incapaz de controlar suas experiências. Uma outra aproximação crítica é feita entre o horror da eugenia moderna, que culmina no nazismo, e a tendência, apresentada em livros e filmes, para a fabricação do homem perfeito.
Os defensores da engenharia genética tampouco são inovadores. Ora reiteram que o conhecimento está acima de tudo, ora que implicará em diversos progressos terapêuticos. No anúncio de resultados preliminares, políticos e médicos frisaram que o mapeamento do genoma humano seria o maior feito da humanidade e que erradicaria, num futuro próximo, uma série de doenças.
O modo de desdobramento do debate está marcado por uma ausência decisiva: a singularidade desse modo de conhecimento. O genoma não é a descrição de um produto acabado; parece-se com um programa, com uma receita para construir, processo que é afetado pelas circunstâncias de desenvolvimento dos indivíduos. Quando se diz que um gene é para alguma coisa, o que se descobre usualmente é que a presença de uma diferença na sequência genética determina ou favorece a aparição de alguma doença ou desvio. Por fim, raros são os casos em que um erro de sequência determina singularmente o advento de uma doença. Como associam as diferenças de sequência a estatísticas sobre a aparição de doenças em uma população, a grande maioria dos diagnósticos genéticos é e será probabilística e multicausal. A medicina descobrirá propensões acrescidas de contrair certas doenças associadas a sequências genéticas singulares, propensões que se concretizam ou não, dependendo dos hábitos de vida.
O que estamos experimentando é uma transformação tecnológica do estatuto do corpo. De início, trata-se de uma transformação ontológica: o corpo e todos os seres vivos tornam-se informação codificada. A quebra do código é o que permite a manipulação do modo de ser de todos os seres vivos. A vida como programa implica um corpo transformável, mas não só pela intervenção tecnológica. O corpo torna-se, ao mesmo tempo, um conjunto de possibilidades cuja atualização depende dos cuidados que o indivíduo estabelece consigo mesmo. […]
Atentar a esta relação entre corpo e futuro permite recolocar o debate sobre o sentido e valor da engenharia genética. Precisa-se questioná-la no lugar mesmo em que nossa adesão é mais facilmente conquistada: a saúde. O conhecimento do genoma humano, mais do que permitir avanços na saúde, transforma a relação que estabelecemos com nosso corpo e com nosso futuro. Transforma, pois, o modo com que os indivíduos se propõem a cuidar de si mesmos.

VAZ, Paulo. “O futuro da genética” In: Nas fronteiras do contemporâneo: território, identidade, arte, moda, corpo e mídia. Org.: Nízia Villaça, Fred Góes. Rio de Janeiro: Mauad: FUJB, 2001
Segundo o autor, Paulo Vaz, o debate social sobre o sentido e o valor da engenharia genética caracteriza-se pela
Alternativas
Q1394319 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
De acordo com o Código de Posturas do Município de Mangaratiba, as seguintes afirmativas relativas ao empachamento da via pública estão corretas, EXCETO:
Alternativas
Q1394318 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
De acordo com o Código de Posturas do Município de Mangaratiba (lei n° 03/77), as afirmativas seguintes, relativas à higiene das vias públicas, estão corretas, EXCETO:
Alternativas
Q1394317 Legislação de Trânsito

De acordo com o Código de Trânsito brasileiro, ultrapassar outro veículo pelo acostamento é infração ___ cuja penalidade é ____.


As lacunas ficam corretamente preenchidas respectivamente por:

Alternativas
Q1394316 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

Em relação às medidas de proteção à criança e ao adolescente previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), avalie se os seguintes princípios que regem a aplicação de tais medidas são falsos (F) ou verdadeiros (V):


✓ condição da criança e do adolescente como sujeitos de direitos: crianças e adolescentes são os titulares dos direitos previstos nesta e em outras Leis, bem como na Constituição Federal.

✓ proteção integral e prioritária: a interpretação e aplicação de toda e qualquer norma contida nesta Lei deve ser voltada à proteção integral e prioritária dos direitos de que crianças e adolescentes são titulares.

✓ responsabilidade primária e solidária do poder público: a plena efetivação dos direitos assegurados a crianças e a adolescentes por esta Lei e pela Constituição Federal, salvo nos casos por esta expressamente ressalvados, é de responsabilidade primária e solidária das 3 (três) esferas de governo, sem prejuízo da municipalização do atendimento e da possibilidade da execução de programas por entidades não governamentais.

✓ interesse superior da criança e do adolescente: a intervenção deve atender prioritariamente aos interesses e direitos da criança e do adolescente, sem prejuízo da consideração que for devida a outros interesses legítimos no âmbito da pluralidade dos interesses presentes no caso concreto.


Os princípios elencados são respectivamente:

Alternativas
Q1394315 Direito Constitucional

“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.”

(art 5, CF)


Esse preceito se materializa nos seguintes termos, entre outros, EXCETO UM, que está ERRADO. Assinale-o.

Alternativas
Q1394314 Direito Constitucional
Apurar infrações penais contra a ordem política e social ou em detrimento de bens, serviços e interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas, assim como outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme, segundo se dispuser em lei, é atribuição:
Alternativas
Q1394313 Direito Constitucional

De acordo com a Constituição Federal, avalie se as afirmativas a seguir, relativas ao Senado Federal, são falsas (F) ou verdadeiras (V):


✓ O Senado Federal compõe-se de representantes dos Estados e do Distrito Federal, eleitos segundo o princípio majoritário.

✓ Cada Estado e o Distrito Federal elegem dois Senadores, com mandato de quatro anos.

✓ Cada Senador é eleito com dois suplentes.


As afirmativas são respectivamente:

Alternativas
Respostas
681: E
682: A
683: C
684: C
685: D
686: E
687: C
688: A
689: A
690: D
691: A
692: E
693: B
694: E
695: B
696: C
697: A
698: D
699: A
700: C