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O texto que segue servirá de base para a questão.
Texto 1
Conselhos para a mulher forte
Gioconda Belli
“(...) Não percas a compaixão, mas teme tudo que te conduz a negar-te a palavra, a esconder quem és, tudo que te obrigue a abrandar-se.
(...)
Se és uma mulher forte
prepara-te para a batalha:
aprende a estar sozinha
a dormir na mais absoluta escuridão sem medo
(...)
Treine-se nos ofícios da reflexão e do intelecto.
Lê faz o amor a ti mesma constrói teu castelo
(...)
Ampara, mas te ampara primeiro.
Guarda as distâncias.
Te constrói. Te cuida.
Entesoura teu poder.
O defenda.
O faça por você.
Te peço em nome de todas nós”.
Considere o verso do poema “Conselhos para a mulher forte”, de Gioconda Belli:
“Ampara, mas te ampara primeiro.”
Analise as afirmações a seguir:
I. O verbo amparar, no trecho, é transitivo indireto.
II. O pronome te funciona como objeto do verbo ampara, indicando que a ação recai sobre uma pessoa.
III. A palavra mas estabelece uma relação de contraste entre as duas ideias presentes no verso e funciona como uma conjunção coordenativa adversativa.
IV. O termo primeiro exerce valor adverbial, indicando prioridade ou ordem na realização da ação.
Assinale a alternativa correta:
O texto que segue servirá de base para a questão.
Texto 1
Conselhos para a mulher forte
Gioconda Belli
“(...) Não percas a compaixão, mas teme tudo que te conduz a negar-te a palavra, a esconder quem és, tudo que te obrigue a abrandar-se.
(...)
Se és uma mulher forte
prepara-te para a batalha:
aprende a estar sozinha
a dormir na mais absoluta escuridão sem medo
(...)
Treine-se nos ofícios da reflexão e do intelecto.
Lê faz o amor a ti mesma constrói teu castelo
(...)
Ampara, mas te ampara primeiro.
Guarda as distâncias.
Te constrói. Te cuida.
Entesoura teu poder.
O defenda.
O faça por você.
Te peço em nome de todas nós”.
Observe o trecho adaptado do poema:
“Lê faz o amor a ti mesma constrói teu castelo.”
Para adequar a frase à norma-padrão de pontuação, considerando a enumeração de ações no imperativo, a forma correta é:
O texto que segue servirá de base para a questão.
Texto 1
Conselhos para a mulher forte
Gioconda Belli
“(...) Não percas a compaixão, mas teme tudo que te conduz a negar-te a palavra, a esconder quem és, tudo que te obrigue a abrandar-se.
(...)
Se és uma mulher forte
prepara-te para a batalha:
aprende a estar sozinha
a dormir na mais absoluta escuridão sem medo
(...)
Treine-se nos ofícios da reflexão e do intelecto.
Lê faz o amor a ti mesma constrói teu castelo
(...)
Ampara, mas te ampara primeiro.
Guarda as distâncias.
Te constrói. Te cuida.
Entesoura teu poder.
O defenda.
O faça por você.
Te peço em nome de todas nós”.
Considere o verso:
“Não percas a compaixão, mas teme tudo que te conduz a negar-te a palavra.”
Quanto à regência do verbo temer, o trecho indica que ele:
O texto que segue servirá de base para a questão.
Texto 1
Conselhos para a mulher forte
Gioconda Belli
“(...) Não percas a compaixão, mas teme tudo que te conduz a negar-te a palavra, a esconder quem és, tudo que te obrigue a abrandar-se.
(...)
Se és uma mulher forte
prepara-te para a batalha:
aprende a estar sozinha
a dormir na mais absoluta escuridão sem medo
(...)
Treine-se nos ofícios da reflexão e do intelecto.
Lê faz o amor a ti mesma constrói teu castelo
(...)
Ampara, mas te ampara primeiro.
Guarda as distâncias.
Te constrói. Te cuida.
Entesoura teu poder.
O defenda.
O faça por você.
Te peço em nome de todas nós”.
No trecho “Treine-se nos ofícios da reflexão e do intelecto”, avalie as afirmações a seguir.
I. Em “ofícios da reflexão e do intelecto”, os termos “da reflexão” e “do intelecto” funcionam como adjuntos adnominais, estabelecendo uma relação de posse com o substantivo “ofícios”.
II. O pronome -se em “Treine-se” funciona como partícula apassivadora, indicando que o sujeito sofre a ação do verbo.
III. A forma “Treine-se” poderia ser substituída por “Capacite-se” sem alteração significativa do sentido no contexto do poema.
É correto apenas o que se afirma em:
O texto que segue servirá de base para a questão.
Texto 1
Conselhos para a mulher forte
Gioconda Belli
“(...) Não percas a compaixão, mas teme tudo que te conduz a negar-te a palavra, a esconder quem és, tudo que te obrigue a abrandar-se.
(...)
Se és uma mulher forte
prepara-te para a batalha:
aprende a estar sozinha
a dormir na mais absoluta escuridão sem medo
(...)
Treine-se nos ofícios da reflexão e do intelecto.
Lê faz o amor a ti mesma constrói teu castelo
(...)
Ampara, mas te ampara primeiro.
Guarda as distâncias.
Te constrói. Te cuida.
Entesoura teu poder.
O defenda.
O faça por você.
Te peço em nome de todas nós”.
I- “Humanidade” é usada com sentido coletivo, referindo-se ao conjunto dos seres humanos.
II- “Hipocrisia” indica falsidade, dissimulação.
III- “Cortêzia” (grafia original) significa polidez, urbanidade.
IV- “Gananciosa” é empregada como sinônimo de generosa.
É correto apenas o que se afirma em:
“Eu fui envelhecendo
E perdendo
as ilusões”
Considerando o funcionamento morfossintático dos verbos no trecho e as regras de regência verbal da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
“Humanidade ambiciosa
E gananciosa”
Considerando as regras de concordância nominal da Língua Portuguesa e a estrutura sintática do fragmento, assinale a alternativa correta.
Agora, avalie as afirmativas a seguir.
I- “Que tem aparência nobre” caracteriza a humanidade.
II- “Que encobre as péssimas qualidades” exerce função de adjunto adnominal.
III- As orações subordinadas estabelecem relação de causa.
É correto apenas o que se afirma em:
I- “Humanidade” é um substantivo.
II- “Ambiciosa” funciona como adjetivo, qualificando o substantivo.
III- “Gananciosa” exerce função de advérbio.
IV- “E” é uma conjunção coordenativa aditiva.
É correto apenas o que se afirma em:
“Notei que o ente humano
É perverso, é tirano”
Considerando o contexto do poema e o funcionamento semântico do vocábulo “ente” na Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta a análise mais adequada do termo no referido trecho.
I- O texto é predominantemente argumentativo, pois defende uma tese sobre a perversidade humana.
II- Há traços descritivos, como na caracterização da humanidade como “ambiciosa e gananciosa”.
III- O texto é narrativo, pois relata uma sequência de ações de personagens.
IV- O texto é lírico, pois revela sentimentos e subjetividade do eu lírico.
É correto apenas o que se afirma em:
Considerando o poema, avalie as afirmativas a seguir.
I- Carolina Maria de Jesus expressa perda de ilusões diante da maldade predominante.
II- Há uma crítica à hipocrisia social, que encobre as “péssimas qualidades”.
III- O texto valoriza a prática comum entre os homens: a bondade.
IV- O narrador manifesta desejo de renascer para corrigir os erros da humanidade.
É correto apenas o que se afirma em:
Observe o verso:
“tudo é do índio”.
Analise as afirmativas sobre regência verbal e nominal:
I. O verbo “ser” exige, nesse contexto, a preposição “de”, indicando posse ou pertencimento.
II. A expressão “do índio” resulta da contração da preposição “de” com o artigo indefinido “o”.
III. Caso se utilizasse “para o índio”, haveria alteração semântica, indicando destinação em vez de posse.
IV. A regência nominal de “pertencente” seria equivalente à do verbo “ser” nesse contexto: “pertencente ao índio”.
É correto apenas o que se afirma em:
Leia o trecho do poema:
“palavras são do índio / terra é do índio / canto é do índio”.
Sobre a concordância verbal e nominal nesse trecho, analise as afirmativas.
I. Em “palavras são do índio”, o verbo concorda corretamente com o sujeito plural.
II. Em “terra é do índio”, o verbo concorda com o sujeito singular, mantendo a norma culta.
III. Em “canto é do índio”, há concordância nominal incorreta, pois o adjetivo deveria estar no plural.
IV. O uso de “são” e “é” demonstra adequação às regras de concordância verbal da língua portuguesa.
É correto apenas o que se afirma em:
Acerca do texto, avalie as afirmações a seguir:
I. O texto sugere que a identidade indígena é fundadora e inseparável da própria noção de Brasil.
II. A repetição da expressão “tudo é do índio” enfatiza a ideia de pertencimento e resistência cultural.
III. Os neologismos criados pela autora indicam uma tentativa de dissolver a língua portuguesa na língua indígena, apagando a primeira.
IV. O poema apresenta uma crítica à invisibilidade dos povos indígenas, ao afirmar “ídios – não há / só há índios”.
É correto apenas o que se afirma em: