Foram encontradas 25.763 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
BARROS, Edgard Luiz de. A Guerra Fria. Atual Editora. 3.ª edição. SP. 1988. p. 9.
O mundo, durante a maior parte da segunda metade do século XX, nunca mais foi o mesmo, pois a lógica bipolar típica da Guerra Fria promoveu tragédias em várias partes do Globo.
Pode-se afirmar como características e acontecimentos que marcaram a funcionalidade da Guerra Fria:
Nos primeiros dias, todos achavam que a guerra duraria pouco tempo – até o final de agosto ou no máximo até setembro de 1936. A dimensão das forças em confronto e a interferência estrangeira, contudo, provocaram o prolongamento da luta, obrigando a população civil a conviver com a realidade dos bombardeios e das batalhas.”
MEIHY, José Carlos Sebe; FILHO, Cláudio Bertolli. A Guerra Civil Espanhola. Ática. SP. 1996, p. 27 e 51.
Considerando-se os conhecimentos que se têm acerca da Guerra Civil Espanhola, pode-se expor que:
PRIORE, Mary Del. Histórias da Gente Brasileira. Volume 1. Colônia. Leya, Editora Casa dos Mundos. 2019. p. 108.
O fragmento de texto relata um pouco acerca dos primeiros momentos vividos na região mineradora, ainda no final do século XVII e início do XVIII. A autora também questiona sobre os desafios a serem enfrentados pela Coroa portuguesa, haja vista a necessidade de evitar a evasão das riquezas minerais.
A partir dessas considerações, pode-seassinalar, respectivamente, como outra característica dessa época na região aurífera, assim como medidas tomadas pelo governo português o/a:
Concluída a primeira fase, a Revolução ingressou em sua fase mais radical, também conhecida como Era das Antecipações (1792-1794).
Como características e práticas dessa fase revolucionária que se iniciava, pode-se destacar o/a:
“(...) pelo estado em que se acham as coisas da Índia, do Brasil, de Angola e demais conquistas do reino, e pelo muito que importa conservar e dilatar o que neles possuo e recuperar o que se perdeu, antes que os danos que ali têm padecido esta coroa passem adiante (...)”.
Ficava claro, a partir de então, que, com o fim do domínio espanhol sobre o imenso império colonial português, ou seja, com o fim da União Ibérica, ocorrido em 1640, a América portuguesa tornava-se a mais importante colônia do vasto império colonial português.
Visando assegurar o controle sobre sua colônia americana, a Coroa portuguesa adotou várias medidas políticas, econômicas e administrativas, destacando-se a:
FRAGOSO, João; FLORENTINO, Manolo; FARIA, Scheila de Castro. A economia colonial brasileira (séculos XVI-XIX). Atual Editora, 1998. p. 96.
O fragmento de texto acima apresenta uma importante característica do sistema escravista colonial americano, ao abordar a reposição de braços cativos, que tanto enriqueceu o tráfico atlântico, e marcou séculos da exploração europeia sobre o continente.
Pode-se considerar como outra característica desse sistema:
LIBBY, Douglas Cole; PAIVA Eduardo França. A escravidão no Brasil. Relações sociais, acordos e conflitos. Editora Moderna, 2ª edição, São Paulo, 2005. p. 9.
O fragmento de texto retrata a complexidade que o sistema escravista colonial assumiu na América portuguesa, estendendose desde o século XVI até as últimas décadas do XIX.
Destaca-se como uma das características desse modelo de escravismo o fato de:
Leia o fragmento de texto.
“Maquiavel é um homem todo da sua época; e a sua ciência política representa a filosofia do tempo, que tende para a organização das monarquias nacionais absolutas, a forma política que permite e facilita um ulterior desenvolvimento das forças produtivas burguesas. Em Maquiavel pode descobrir-se in nuce (de forma concisa) a separação dos poderes e o parlamentarismo (o regime representativo): a sua “ferocia” dirige-se contra os resíduos do mundo feudal, e não contra as classes progressistas. O Príncipe deve pôr termo à anarquia feudal (...).”
GRAMSCI, António S. F. Obras Escolhidas. Editorial Estampa. Lisboa, 1974. p. 273-274.
António Gramsci, ao buscar aprofundar seus estudos sobre “A Política como Ciência Autônoma”, retorna à Maquiavel quando esse delineou os princípios fundamentais para a constituição dos Estados Modernos. Chama a atenção para uma série de considerações que devem ser feitas acerca do momento em que Maquiavel elaborava seus estudos, que se apresentava “estreitamente ligado às condições e às exigências de seu tempo”, tais como:
BLOCH, Léon. Lutas Sociais na Roma Antiga. Publicações Europa-América. 1991. p. 8-9.
A história da Roma Antiga torna-se fascinante em função, principalmente, da cultura desenvolvida e dos avanços conseguidos por essa civilização. De uma pequena cidadeEstado, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade.
A partir do fragmento de texto, deve-se considerar para uma melhor interpretação acerca da clássica civilização romana: