Questões de Concurso Público Prefeitura de Guapirama - PR 2024 para Professor de Ensino Fundamental
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Leia o texto para responder a questão.
Como lidar com a volta ao trabalho depois da licença -
maternidade
Não se cobre tanto e se organize para passar por essa fase com mais tranquilidade e gerando mais autonomia em seu filho
Por Natalia Avanci Fontenele
A volta à rotina de trabalho, após o nascimento do bebê, pode parecer um bicho de sete cabeças. O laço construído entre mãe e filho durante a gestação fica ainda mais fortalecido após a mãe tomar o bebê em seus braços e sentir seu cheiro. É mágico. Ali você se torna mãe, e a criança, filho. Por isso, o desprendimento após esse período intenso de dedicação causa ansiedade na mãe e na criança. Afinal de contas, foram 120 dias praticamente só de vocês.
Mas querer voltar ao trabalho não é apenas normal. Faz parte da vida de todas nós, e isso não torna ninguém uma mãe pior, mas, sim, fala de alguém que também precisa cuidar da carreira. Então, se planejar para esse momento, desde a gestação, é fundamental. O primeiro passo é construir uma rede de apoio de confiança que possa ajudar no momento desse “afastamento”.
Toda mãe precisa escolher as batalhas, mas nenhuma é mais importante que a felicidade de um filho. Sem desmerecer nenhuma outra, como mãe de um menino de três anos, listei cinco dicas para lidar melhor com a culpa de voltar ao trabalho e sobre como tornar esse momento mais fácil para a criança. Confira. Você vai ver que já faz muitas dessas coisas no seu dia a dia no trabalho. Por que não aplicar agora também na maternidade?
1 - Aprenda a delegar tarefas
Depois de passar meses dedicados a cuidar exclusivamente do filho, é comum sentir culpa no retorno do trabalho. A insegurança ao deixar a criança com outras pessoas é um sentimento natural. Contudo, quando isso é inevitável vai ser preciso – e desafiador – delegar a tarefa para outra pessoa. Para amenizar a insegurança, procure construir uma rede de apoio com antecedência. A criança vai ter mais tempo para interagir com essa outra pessoa, ou mesmo com outras pessoas, se você tiver mais de uma. É um momento importante para mãe e para o filho.
2 - Ouça outras experiências. Converse com mães!
Cada experiência de maternidade é única, nós sabemos, mas ouvir outras mães que estão passando ou já passaram por esse momento pode acalmar o coração. Como mãe, que tem um filho pequeno e uma rotina intensa no hospital, essa troca foi fundamental. É um momento complicado, mas vai passar. Pode confiar!
3- Aproveite melhor seu tempo e entregue qualidade
Coloque qualidade no tempo que você tem com seu filho. Esteja com ele de fato. Organize sua rotina de modo que possa aproveitar e realizar atividades importantes com ele, como brincadeiras e jogos, e acompanhar os grandes marcos da vida dele. Também é importante manter contato com a criança durante o período de trabalho com ligações curtas, por exemplo.
4- Se planeje. A amamentação pode continuar
É possível continuar amamentando, mesmo trabalhando fora. Você tem três opções para armazenar leite: de forma manual ou com uso de bombinha manual e elétrica. Não há um jeito certo, mas, sim, aquele que mais se adequa a cada mãe. Comecem a guardar o alimento 15 dias antes de retornar ao trabalho. Isso vai gerar um sentimento de mais segurança. No freezer, o leite dura 15 dias e na geladeira, 24 horas. Em casa, você pode continuar a rotina de amamentação normalmente até que o bebê queira. Caso precise substituir o leite materno por fórmula, converse com um pediatra e tire todas as dúvidas. E segue tranquila.
5- Seja transparente. Não saia escondido
Jamais faça isso, porque quando a criança perceber, vai sentir uma sensação de abandono. Construa, desde cedo, uma relação de confiança com o bebê. Explique com carinho e “sem choramingos” que precisa se ausentar, mas que estará em casa em breve. Quando ele perceber o seu retorno, dia após dia, o choro vai diminuir. Esse momento é extremamente importante para a criança, pois ele começará a lidar melhor com a ansiedade, algo importantíssimo para seu futuro.
*Natalia Avanci Fontenele é médica pediatra e mãe do Enrico
Disponível em https://exame.com/bussola/como-lidar-com-a-volta-ao-
trabalho-depois-da-licenca-maternidade/
Leia o texto para responder a questão.
Como lidar com a volta ao trabalho depois da licença -
maternidade
Não se cobre tanto e se organize para passar por essa fase com mais tranquilidade e gerando mais autonomia em seu filho
Por Natalia Avanci Fontenele
A volta à rotina de trabalho, após o nascimento do bebê, pode parecer um bicho de sete cabeças. O laço construído entre mãe e filho durante a gestação fica ainda mais fortalecido após a mãe tomar o bebê em seus braços e sentir seu cheiro. É mágico. Ali você se torna mãe, e a criança, filho. Por isso, o desprendimento após esse período intenso de dedicação causa ansiedade na mãe e na criança. Afinal de contas, foram 120 dias praticamente só de vocês.
Mas querer voltar ao trabalho não é apenas normal. Faz parte da vida de todas nós, e isso não torna ninguém uma mãe pior, mas, sim, fala de alguém que também precisa cuidar da carreira. Então, se planejar para esse momento, desde a gestação, é fundamental. O primeiro passo é construir uma rede de apoio de confiança que possa ajudar no momento desse “afastamento”.
Toda mãe precisa escolher as batalhas, mas nenhuma é mais importante que a felicidade de um filho. Sem desmerecer nenhuma outra, como mãe de um menino de três anos, listei cinco dicas para lidar melhor com a culpa de voltar ao trabalho e sobre como tornar esse momento mais fácil para a criança. Confira. Você vai ver que já faz muitas dessas coisas no seu dia a dia no trabalho. Por que não aplicar agora também na maternidade?
1 - Aprenda a delegar tarefas
Depois de passar meses dedicados a cuidar exclusivamente do filho, é comum sentir culpa no retorno do trabalho. A insegurança ao deixar a criança com outras pessoas é um sentimento natural. Contudo, quando isso é inevitável vai ser preciso – e desafiador – delegar a tarefa para outra pessoa. Para amenizar a insegurança, procure construir uma rede de apoio com antecedência. A criança vai ter mais tempo para interagir com essa outra pessoa, ou mesmo com outras pessoas, se você tiver mais de uma. É um momento importante para mãe e para o filho.
2 - Ouça outras experiências. Converse com mães!
Cada experiência de maternidade é única, nós sabemos, mas ouvir outras mães que estão passando ou já passaram por esse momento pode acalmar o coração. Como mãe, que tem um filho pequeno e uma rotina intensa no hospital, essa troca foi fundamental. É um momento complicado, mas vai passar. Pode confiar!
3- Aproveite melhor seu tempo e entregue qualidade
Coloque qualidade no tempo que você tem com seu filho. Esteja com ele de fato. Organize sua rotina de modo que possa aproveitar e realizar atividades importantes com ele, como brincadeiras e jogos, e acompanhar os grandes marcos da vida dele. Também é importante manter contato com a criança durante o período de trabalho com ligações curtas, por exemplo.
4- Se planeje. A amamentação pode continuar
É possível continuar amamentando, mesmo trabalhando fora. Você tem três opções para armazenar leite: de forma manual ou com uso de bombinha manual e elétrica. Não há um jeito certo, mas, sim, aquele que mais se adequa a cada mãe. Comecem a guardar o alimento 15 dias antes de retornar ao trabalho. Isso vai gerar um sentimento de mais segurança. No freezer, o leite dura 15 dias e na geladeira, 24 horas. Em casa, você pode continuar a rotina de amamentação normalmente até que o bebê queira. Caso precise substituir o leite materno por fórmula, converse com um pediatra e tire todas as dúvidas. E segue tranquila.
5- Seja transparente. Não saia escondido
Jamais faça isso, porque quando a criança perceber, vai sentir uma sensação de abandono. Construa, desde cedo, uma relação de confiança com o bebê. Explique com carinho e “sem choramingos” que precisa se ausentar, mas que estará em casa em breve. Quando ele perceber o seu retorno, dia após dia, o choro vai diminuir. Esse momento é extremamente importante para a criança, pois ele começará a lidar melhor com a ansiedade, algo importantíssimo para seu futuro.
*Natalia Avanci Fontenele é médica pediatra e mãe do Enrico
Disponível em https://exame.com/bussola/como-lidar-com-a-volta-ao-
trabalho-depois-da-licenca-maternidade/
Leia o texto para responder a questão.
Como lidar com a volta ao trabalho depois da licença -
maternidade
Não se cobre tanto e se organize para passar por essa fase com mais tranquilidade e gerando mais autonomia em seu filho
Por Natalia Avanci Fontenele
A volta à rotina de trabalho, após o nascimento do bebê, pode parecer um bicho de sete cabeças. O laço construído entre mãe e filho durante a gestação fica ainda mais fortalecido após a mãe tomar o bebê em seus braços e sentir seu cheiro. É mágico. Ali você se torna mãe, e a criança, filho. Por isso, o desprendimento após esse período intenso de dedicação causa ansiedade na mãe e na criança. Afinal de contas, foram 120 dias praticamente só de vocês.
Mas querer voltar ao trabalho não é apenas normal. Faz parte da vida de todas nós, e isso não torna ninguém uma mãe pior, mas, sim, fala de alguém que também precisa cuidar da carreira. Então, se planejar para esse momento, desde a gestação, é fundamental. O primeiro passo é construir uma rede de apoio de confiança que possa ajudar no momento desse “afastamento”.
Toda mãe precisa escolher as batalhas, mas nenhuma é mais importante que a felicidade de um filho. Sem desmerecer nenhuma outra, como mãe de um menino de três anos, listei cinco dicas para lidar melhor com a culpa de voltar ao trabalho e sobre como tornar esse momento mais fácil para a criança. Confira. Você vai ver que já faz muitas dessas coisas no seu dia a dia no trabalho. Por que não aplicar agora também na maternidade?
1 - Aprenda a delegar tarefas
Depois de passar meses dedicados a cuidar exclusivamente do filho, é comum sentir culpa no retorno do trabalho. A insegurança ao deixar a criança com outras pessoas é um sentimento natural. Contudo, quando isso é inevitável vai ser preciso – e desafiador – delegar a tarefa para outra pessoa. Para amenizar a insegurança, procure construir uma rede de apoio com antecedência. A criança vai ter mais tempo para interagir com essa outra pessoa, ou mesmo com outras pessoas, se você tiver mais de uma. É um momento importante para mãe e para o filho.
2 - Ouça outras experiências. Converse com mães!
Cada experiência de maternidade é única, nós sabemos, mas ouvir outras mães que estão passando ou já passaram por esse momento pode acalmar o coração. Como mãe, que tem um filho pequeno e uma rotina intensa no hospital, essa troca foi fundamental. É um momento complicado, mas vai passar. Pode confiar!
3- Aproveite melhor seu tempo e entregue qualidade
Coloque qualidade no tempo que você tem com seu filho. Esteja com ele de fato. Organize sua rotina de modo que possa aproveitar e realizar atividades importantes com ele, como brincadeiras e jogos, e acompanhar os grandes marcos da vida dele. Também é importante manter contato com a criança durante o período de trabalho com ligações curtas, por exemplo.
4- Se planeje. A amamentação pode continuar
É possível continuar amamentando, mesmo trabalhando fora. Você tem três opções para armazenar leite: de forma manual ou com uso de bombinha manual e elétrica. Não há um jeito certo, mas, sim, aquele que mais se adequa a cada mãe. Comecem a guardar o alimento 15 dias antes de retornar ao trabalho. Isso vai gerar um sentimento de mais segurança. No freezer, o leite dura 15 dias e na geladeira, 24 horas. Em casa, você pode continuar a rotina de amamentação normalmente até que o bebê queira. Caso precise substituir o leite materno por fórmula, converse com um pediatra e tire todas as dúvidas. E segue tranquila.
5- Seja transparente. Não saia escondido
Jamais faça isso, porque quando a criança perceber, vai sentir uma sensação de abandono. Construa, desde cedo, uma relação de confiança com o bebê. Explique com carinho e “sem choramingos” que precisa se ausentar, mas que estará em casa em breve. Quando ele perceber o seu retorno, dia após dia, o choro vai diminuir. Esse momento é extremamente importante para a criança, pois ele começará a lidar melhor com a ansiedade, algo importantíssimo para seu futuro.
*Natalia Avanci Fontenele é médica pediatra e mãe do Enrico
Disponível em https://exame.com/bussola/como-lidar-com-a-volta-ao-
trabalho-depois-da-licenca-maternidade/
Leia o texto para responder a questão.
Como lidar com a volta ao trabalho depois da licença -
maternidade
Não se cobre tanto e se organize para passar por essa fase com mais tranquilidade e gerando mais autonomia em seu filho
Por Natalia Avanci Fontenele
A volta à rotina de trabalho, após o nascimento do bebê, pode parecer um bicho de sete cabeças. O laço construído entre mãe e filho durante a gestação fica ainda mais fortalecido após a mãe tomar o bebê em seus braços e sentir seu cheiro. É mágico. Ali você se torna mãe, e a criança, filho. Por isso, o desprendimento após esse período intenso de dedicação causa ansiedade na mãe e na criança. Afinal de contas, foram 120 dias praticamente só de vocês.
Mas querer voltar ao trabalho não é apenas normal. Faz parte da vida de todas nós, e isso não torna ninguém uma mãe pior, mas, sim, fala de alguém que também precisa cuidar da carreira. Então, se planejar para esse momento, desde a gestação, é fundamental. O primeiro passo é construir uma rede de apoio de confiança que possa ajudar no momento desse “afastamento”.
Toda mãe precisa escolher as batalhas, mas nenhuma é mais importante que a felicidade de um filho. Sem desmerecer nenhuma outra, como mãe de um menino de três anos, listei cinco dicas para lidar melhor com a culpa de voltar ao trabalho e sobre como tornar esse momento mais fácil para a criança. Confira. Você vai ver que já faz muitas dessas coisas no seu dia a dia no trabalho. Por que não aplicar agora também na maternidade?
1 - Aprenda a delegar tarefas
Depois de passar meses dedicados a cuidar exclusivamente do filho, é comum sentir culpa no retorno do trabalho. A insegurança ao deixar a criança com outras pessoas é um sentimento natural. Contudo, quando isso é inevitável vai ser preciso – e desafiador – delegar a tarefa para outra pessoa. Para amenizar a insegurança, procure construir uma rede de apoio com antecedência. A criança vai ter mais tempo para interagir com essa outra pessoa, ou mesmo com outras pessoas, se você tiver mais de uma. É um momento importante para mãe e para o filho.
2 - Ouça outras experiências. Converse com mães!
Cada experiência de maternidade é única, nós sabemos, mas ouvir outras mães que estão passando ou já passaram por esse momento pode acalmar o coração. Como mãe, que tem um filho pequeno e uma rotina intensa no hospital, essa troca foi fundamental. É um momento complicado, mas vai passar. Pode confiar!
3- Aproveite melhor seu tempo e entregue qualidade
Coloque qualidade no tempo que você tem com seu filho. Esteja com ele de fato. Organize sua rotina de modo que possa aproveitar e realizar atividades importantes com ele, como brincadeiras e jogos, e acompanhar os grandes marcos da vida dele. Também é importante manter contato com a criança durante o período de trabalho com ligações curtas, por exemplo.
4- Se planeje. A amamentação pode continuar
É possível continuar amamentando, mesmo trabalhando fora. Você tem três opções para armazenar leite: de forma manual ou com uso de bombinha manual e elétrica. Não há um jeito certo, mas, sim, aquele que mais se adequa a cada mãe. Comecem a guardar o alimento 15 dias antes de retornar ao trabalho. Isso vai gerar um sentimento de mais segurança. No freezer, o leite dura 15 dias e na geladeira, 24 horas. Em casa, você pode continuar a rotina de amamentação normalmente até que o bebê queira. Caso precise substituir o leite materno por fórmula, converse com um pediatra e tire todas as dúvidas. E segue tranquila.
5- Seja transparente. Não saia escondido
Jamais faça isso, porque quando a criança perceber, vai sentir uma sensação de abandono. Construa, desde cedo, uma relação de confiança com o bebê. Explique com carinho e “sem choramingos” que precisa se ausentar, mas que estará em casa em breve. Quando ele perceber o seu retorno, dia após dia, o choro vai diminuir. Esse momento é extremamente importante para a criança, pois ele começará a lidar melhor com a ansiedade, algo importantíssimo para seu futuro.
*Natalia Avanci Fontenele é médica pediatra e mãe do Enrico
Disponível em https://exame.com/bussola/como-lidar-com-a-volta-ao-
trabalho-depois-da-licenca-maternidade/
I. Navegadores como o Google Chrome e o Mozilla Firefox exibem conteúdos web.
II. Bing e DuckDuckGo são exemplos de navegadores conhecidos por sua eficiência em indexar páginas e fornecer resultados de busca relevantes.
III. Buscadores não funcionam sem os cookies, pois eles armazenam as preferências do usuário e otimizam os resultados de pesquisa.
IV. Edge, Mozilla Firefox e Google são exemplos de buscadores.
Considerando que esse colaborador trabalhou durante o mês de janeiro inteiro e deseja calcular o total ganho no mês, qual fórmula ele deve usar para obter o resultado correto?
De acordo com as Diretrizes Nacionais para a Educação Básica, sobre o professor e a formação inicial continuada, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. O professor precisa, particularmente, saber orientar, avaliar e elaborar propostas, isto é, interpretar e reconstruir o conhecimento. Deve transpor os saberes específicos de suas áreas de conhecimento e das relações entre essas áreas, na perspectiva da complexidade; conhecer e compreender as etapas de desenvolvimento dos estudantes com os quais está lidando.
II. A formação inicial e continuada do professor tem de ser assumida como compromisso integrante do projeto social, político e ético, local e nacional, que contribui para a consolidação de uma nação soberana, democrática, justa, inclusiva e capaz de promover a emancipação dos indivíduos e grupos sociais.
III. Na política de formação de docentes para o Ensino Fundamental, as ciências devem, necessária e obrigatoriamente, estar associadas, antes de qualquer tentativa, à discussão de técnicas, de materiais, de métodos para uma aula dinâmica; é preciso, indispensável mesmo, que o professor se ache repousado no saber de que a pedra fundamental é a curiosidade do ser humano. É ela que faz perguntar, conhecer, atuar, mais perguntar, reconhecer (Freire, 1996:96).
IV. Exige-se do professor mais do que um conjunto de habilidades cognitivas, sobretudo se ainda for considerada a lógica própria do mundo digital e das mídias em geral, o que pressupõe aprender a lidar com os nativos digitais. Além disso, lhe é exigida, como pré-requisito para o exercício da docência, a capacidade de trabalhar cooperativamente em equipe, e de compreender, interpretar e aplicar a linguagem e os instrumentos produzidos ao longo da evolução tecnológica, econômica e organizativa.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma sobre o processo de alfabetização, em especial a escrita, e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A compreensão da linguagem escrita vai ocorrer em função da linguagem falada que, inicialmente, funciona como elo mediador (entre a fala e a escrita) e que vai deixando de ter esse papel, quando a criança assume por inteiro a escrita, em uma dimensão discursiva que surge, possibilitando a compreensão da escrita dos outros. É pela presença da outra pessoa que a criança percebe a necessidade de produzir uma escrita compreensível, tanto quanto deseja ler o que o outro produziu.
( ) Vygotsky (1991) distinguiu nos processos de linguagem um plano interno (significativo, semântico) e outro externo (fonético). Ambos formam uma unidade entre si, mas têm especificidades, leis próprias de movimento.
( ) Conforme estes processos são internalizados, ocorrendo sem ajuda externa, a atividade mediada internaliza-se, surgindo assim a atividade voluntária. Complementando esta ideia verificamos que no processo de alfabetização é extremamente importante que o código escrito possa ser trabalhado com a criança, de maneira intensa e fundamentalmente técnica, para que ela realmente o apreenda e possa construir sua escrita com ele.
( ) Alguns aspectos externos da escrita precisam ser ensinados à criança: como o uso de parágrafo, pontuação, hífen, letras maiúsculas, margens, mudança de linha etc., pois são de natureza técnica, cultural e a criança não os aprende por si mesma. É importante que o professor mostre como e por que se usa cada um desses elementos de composição textual.
O processo _________ desenvolvido pela criança e o seu aspecto ________ devem ser considerados, já que a natureza da alfabetização é psicolinguística, psicológica, sociolinguística e linguística. Portanto, em função da complexa natureza do processo de alfabetização, é necessário considerar os condicionantes sociais, econômicos, culturais e políticos que o determinam, na caracterização dos métodos e materiais didáticos para alfabetização, assim como no preparo e formação do professor alfabetizador.
Sobre a função do professor no processo de alfabetização, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. No processo de alfabetização, a função do professor é importante na organização de que as crianças necessitam, principalmente porque é preciso criar situações concretas para que elas, sem espontaneísmos, mas espontâneas, se exercitem na formação de sua disciplina intelectual.
II. Diante da produção que a criança elabora, o professor precisa deixá-la escrever livre e espontaneamente, não para que ela invente o seu próprio sistema idiossincrático, mas para que produza tais escritas baseadas em suas próprias hipóteses, as quais, mesmo não correspondendo à forma aprendida na escola, possam constituir-se em um avanço e um instrumento importantíssimo que a conduzirá às formas elaboradas de representação gráfica do sistema alfabético.
III. O papel do professor aqui assume vital importância para aceitar a linguagem da criança como ponto de partida para que possa revisar, corrigi-la e introduzir as normas cultas da linguagem padrão a partir das escritas iniciais da criança. Tudo isto, respeitando as formas utilizadas pela criança, pois estas são seu referencial básico, o qual deverá ser superado pela técnica na apreensão do código escrito.
É necessário que se estabeleçam quais os motivos que levam uma criança a iniciar-se em atividades tão complexas como a escrita e a leitura. Vygotsky aqui explica tais motivos na perspectiva do gesto como signo visual. Sua análise focaliza o encontro de dois domínios, em que os gestos estão ligados à origem dos signos escritos. Informe se a característica faz parte do primeiro domínio (1) ou do segundo domínio (2) e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Primeiro domínio.
2. Segundo domínio.
( ) Ao estudar o ato de desenhar, Vygotsky pôde observar que, frequentemente, quando as crianças usavam a dramatização, demonstravam por gestos o que deveriam mostrar nos desenhos.
( ) A similaridade entre a coisa com que a criança brinca e o objeto que é denotado não é importante, mas sim, a possibilidade de executar, com eles, um gesto representativo, como exemplo, usar um cabo de vassoura para brincar de “cavalinho” ou como uma “arma”.
( ) A esfera de atividades que une gestos e linguagem escrito, alguns objetos podem denotar outros, tornando seus signos.
( ) O que é considerado rabiscos das crianças.
Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas.
O conhecimento matemático que a criança constrói faz parte de um processo _______, na busca de significados, relações, observações e, por meio da exploração de jogos, ela é capaz de descobrir e perceber o espaço, o tempo, as medidas, as formas, etc. Os jogos apresentados durante o processo de aprendizagem da Matemática possuem uma forma mais _________ na construção do pensamento da criança. Entre folhas de atividades ou jogos certamente as crianças preferem os jogos, pois a possibilidade de aprender e observar o que seu colega está elaborando, faz com que seja mais crítica na criação de estratégias, tornando o que aprende mais estimulante do que reproduzir somente exercícios.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma sobre o uso de jogos matemáticos e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Os jogos não podem ser usados para desenvolver a habilidade da criança ao pensar de forma independente, porque não contribuem para o processo de construção do conhecimento lógicomatemático.
( ) O jogo tem um papel muito importante no desenvolvimento de habilidades de raciocínio como organização, atenção e concentração, aspectos irrelevantes para a aprendizagem Matemática.
( ) Kamii e Devries (2009) sugerem uma Matemática em que a criança descreva suas ações, discuta opiniões, levante hipóteses e consiga encontrar uma solução. Para a construção dessas ideias matemáticas, o professor deve manipular a criança, evitando que explore, manipule e experimente diferentes materiais.
( ) No trabalho com a Matemática, o jogo é uma estratégia que proporciona o desenvolvimento do raciocínio lógico, da criatividade e da capacidade de resolver problemas, fazendo com que o processo de aprendizagem seja significativo para quem ensina e aprende.
Os jogos foram classificados por Piaget em três grandes categorias: jogos de exercício, jogos simbólicos e jogos de regras. Sendo assim, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Jogos de exercício.
2. Jogos simbólicos.
3. Jogos de regras.
( ) Quanto mais a criança trabalha com esses jogos e materiais concretos em mãos, mais terá capacidade de assimilação. Utilizando a fantasia, representa, faz invenções, tornando-se produtora de linguagens e criadora de convenções próprias.
( ) A atividade lúdica surge através da manipulação dos objetos e pelo movimento que se constitui em repetições, tais como: agarrar algum objeto e levá-lo à boca, sacudir objetos, emitir sons, engatinhar, etc. A criança, muitas vezes, brinca sozinha com jogos de encaixes, montar torres, etc, sem a utilização da noção de regras.
( ) Estes jogos desenvolvem-se na infância e durante toda a vida da pessoa. Este período se caracteriza por jogos mais complexos e por normas estabelecidas pelo grupo. Tem um caráter competitivo, traduzido por um desafio. A interação social é muito importante neste momento da construção do pensamento.
Sobre aprendizagem significativa, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. A aprendizagem significativa ocorre quando uma nova ideia se relaciona aos conhecimentos prévios, em uma situação relevante para o estudante, proposta pelo professor. Nesse processo, o estudante amplia e atualiza a informação anterior, atribuindo novos significados a seus conhecimentos.
II. As condições para que ocorram a aprendizagem significativa são a adoção de materiais e estratégias potencialmente criativas, por parte do estudante, e a predisposição para aprender, por parte do docente.
III. Os conhecimentos prévios e as atribuições de sentido dependem das interações sociais. Nesse sentido, um tema é relevante para o estudante quando sua abordagem não é esvaziada de significado social, mas suas características socioculturais reais são mantidas. A escuta e circulação da palavra, durante a aula, é fundamental para identificação dos significados acerca do tema presentes entre os estudantes.
IV. Uma abordagem lúdica garante uma aprendizagem significativa. A ludicidade é tão eficaz que nem é necessário promover reflexão e negociação de significados.
A respeito da avaliação da aprendizagem, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Não importa qual seja a avaliação ou o tipo de contexto, avaliar sempre significa analisar dados para pensar em intervenções, ou seja, em melhorias para o desenvolvimento integral dos estudantes.
( ) Quando o professor apresenta um plano ou uma sequência didática e propõe avaliações, seja de aspectos socioemocionais, de aplicação do conhecimento, de oralidade, de produção escrita ou de pesquisa, são diferentes competências e habilidades que os alunos desenvolvem ao longo do caminho, o que faz esse processo ser multidimensional.
( ) O professor precisa, primeiro, diagnosticar, interpretar e compreender os dados, e não guardá-los para si, afinal, tais informações estão a favor do trabalho que será desenvolvido. Com esses dados, é possível traçar um perfil da turma, de modo que tanto os saberes quanto os não saberes passam a ter nomes, e a partir disso elaborar um plano de trabalho.