Questões de Concurso Público Prefeitura de Afonso Cunha - MA 2024 para Terapeuta Ocupacional
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I. Descreve os domínios de preocupação da Terapia Ocupacional e do seu conteúdo, baseado em três áreas (atividades de vida diária, trabalho e atividades produtivas e atividades recreativas e de lazer) e componentes de desempenho (sensórios-motores, cognitivos, psicológicos e psicossociais) e dois contextos de desempenho (temporal e ambiental);
II. Utiliza em seu tratamento dispositivos adaptados para marcha, órteses para o membro superior, modificações ambientais e na cadeira de rodas; procedimentos adaptados e educação de segurança, treino de AVD's;
III. No tratamento recorre-se quando se prescrevem, desenham, fabricam e se procede ao treino de órteses, na análise biomecânica, quando se modificam tarefas para atingir um fim terapêutico, nas adaptações efetuadas com a finalidade de compensar funções perdidas ou diminuídas;
IV. Tem por base teórica as neurociências baseando-se em princípios neurofisiológicos e nos princípios do desenvolvimento, visando a normalização e integração dos processos biológicos;
V. Tem como base teórica a psicologia e as ciências neuropsiquiátricas. Segundo este modelo, a aprendizagem ocorre através da interação de um contexto segurizante e reforçante;
VI. As atividades desenvolvidas podem ser colagem, desenho livre, da figura humana, da árvore, do animal com história. Estas atividades são importantes, pois dão espaço à projeção de sentimentos, emoções e medos que se sente e que seriam muito difíceis de expressar falando;
VII. Considera o indivíduo como um sistema aberto que evolui e sofre diferentes formas de crescimento, desenvolvimento e mudança através da interação progressiva com o ambiente externo.
( ) Modelo de Ocupação Humana ( ) Modelo Psicodinâmico ( ) Modelo Cognitivo Comportamental ( ) Modelo de Neurodesenvolvimento ( ) Modelo Biomecânico ( ) Modelo de Reabilitação ( ) Modelo de Desempenho Ocupacional
“Para a reabilitação psicossocial e mais especificamente para a terapia ocupacional, o desafio da inserção social de pessoas vulneráveis e o desenvolvimento de formas de convívio com a diferença exigem transformações profundas nos modos de conceber o cuidado e organizar os serviços em confronto com as concepções e estratégias tradicionais o que implica na definição de novos perfis profissionais”
(Mângia, Muramoto, 2006, p.116).
I. A terapia ocupacional em saúde mental tem se respaldado no discurso da reabilitação psicossocial para consolidar sua ação e inserção nos novos equipamentos da rede de serviços substitutivos, mudando paradigmas, ressignificando atividades, ampliando setting terapêutico e desenvolvendo ações no próprio espaço de vida dos sujeitos;
II. Historicamente, a assistência psiquiátrica no Brasil se organizou por meio de um modelo de atenção caracterizado por práticas assistenciais que enfatizavam a sintomatologia e se efetivavam por intermédio de longas internações em hospitais psiquiátricos, negligência e maus-tratos. Entretanto, essa realidade vem sendo transformada gradativamente, sendo a mudança iniciada com o movimento de reforma psiquiátrica, no final da década de 1980;
III. O processo de trabalho, o raciocínio clínico e o ato terapêutico ocupacional se realizam no sentido da produção de seu objeto de trabalho, o que, no âmbito mais geral, corresponde à promoção, tratamento e recuperação da saúde humana e, num âmbito mais específico e disciplinar, do fazer humano relativo ao trabalho, lazer e atividades domésticas.
I. proibição, sob qualquer forma de transmissão de conhecimento, do ensino de procedimentos próprios da Terapia Ocupacional visando à formação profissional de outrem, inclusive acadêmicos e profissionais de Terapia Ocupacional;
II. crítica a teorias, métodos ou técnicas seja de forma impessoal, não visando o autor, mas o tema e seu conteúdo;
III. primar pelo respeito à legislação atinente aos estágios, denunciando ao Conselho Regional de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional qualquer fato que caracterize o exercício ilegal da profissão pelo acadêmico ou sujeição do acadêmico a situações que garantam a qualificação técnico-científica do mesmo;
IV. não instigar ou induzir alunos sob sua supervisão contra órgãos ou entidades de classe, estimulando a livre construção do pensamento crítico.
A partir de seus conhecimentos sobre o assunto e numa perspectiva de elaboração de plano terapêutico ocupacional, pode-se inferir:
I. Os terapeutas ocupacionais têm um papel central em relação à gestão de comunicação, envolvendo a capacidade de paciente em enviar, receber e interpretar uma informação, usando variados equipamentos como, telefones, tablets, pranchas de comunicação, escrita em braile, entre outros;
II. A escolha do sistema de símbolos, recurso, forma de acesso e estratégias de implementação da comunicação alternativa compreende a avaliação das habilidades do usuário (de apontar, visual, escrita, auditiva), aspectos cognitivos, atividades de desempenho e aderência do recurso às atividades;
III. Quanto às atribuições no âmbito da comunicação alternativa, os terapeutas ocupacionais selecionam, projetam, consertam e confeccionam recursos, auxiliam na aquisição dos mesmos, determinam a melhor forma de acesso ao recurso, coordenam serviços com outros terapeutas ocupacionais, treinam o cliente e os cuidadores no uso do recurso.
I. Ressignificar o cotidiano através do fazer humano, no sentido de que as pessoas voltem a se engajar em suas ocupações é uma das principais metas da Terapia Ocupacional;
II. Idosos engajados em atividades físicas apresentam maior habilidade para resolução de problemas e superação de dificuldades em situação de pós estresse, minimizando o bem-estar psicológico;
III. O processo de trabalho de terapeutas ocupacionais na atenção à infância e à juventude no contexto pandêmico, considerando cotidiano familiar em isolamento social englobam ferramentas específicas, como proposição de atividades significativas e o mapeamento de relações familiares;
IV.O impacto no bem-estar físico e mental de sujeitos e famílias decorrentes da Covid/19 enfatizou o papel dos terapeutas ocupacionais, criando-se novas modalidades de cuidados, entre elas, a regulamentação da teleconsulta, do telemonitoramento e da teleconsultoria.
Coluna 01
I. Marcha Antálgica II. Marcha Anserina III. Marcha Talonante IV. Marcha Atetóica
Coluna 02
( ) Há exagero de movimentação com arremesso casual dos membros, tronco e cabeça em várias direções.
( ) Quanto o toque do calcanhar é feito com muita intensidade, produzindo um som típico, ocorrendo em neuropatias que afetam a sensibilidade profunda e percepção vibratória.
( ) Típica do miopatias, luxação congênita do quadril bilateral e da coxa vara bilateral.
( ) Fase de apoio do lado doloroso está encurtado e geralmente acompanhada de um esboço de saltitar na tentativa de aliviar o peso.
I. A terapia ocupacional surgiu na idade contemporânea a partir de dois marcos históricos, a revolução francesa (1789) e a primeira guerra mundial (1914);
II. O médico francês Philippe Pinel em 1786 iniciou reforma com implicações profundas no tratamento de doentes mentais colocados em asilos, prescrevendo exercícios físicos e ocupações manuais como forma de tratamento;
III. A inauguração da primeira instituição para alienados mentais foi o hospício Dom Pedro II, em São Paulo, em 1854 com oficinas de marcenaria, alfaiataria, sapataria e desfiação de estopa;
IV. A transição da terapia pelo trabalho para a terapia ocupacional ocorreu nos Estados Unidos a partir da primeira guerra mundial, devido a pressões sociais de veteranos da guerra por dependência financeira e não valorização social, além de absorção de incapacitados.
I. despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta;
II. investimentos previstos em lei orçamentária, de iniciativa do poder Executivo e aprovados pelo Congresso Nacional;
III. investimentos previstos no Plano Quinquenal do Ministério da Saúde;
IV. cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos municípios, estados e Distrito Federal.
Assinale o(s) item (ns) verdadeiro(s):