Questões de Concurso Público Prefeitura de Palhoça - SC 2026 para Fisioterapeuta CEIDITEA

Foram encontradas 30 questões

Q4407593 Fisioterapia
Durante avaliação fisioterapêutica, uma criança de 6 anos com TEA caminha e corre sem apoio. Entretanto, ao permanecer sobre um pé, perde o apoio em menos de um segundo nas três tentativas realizadas. Em atividades no pátio, também necessita segurar a mão de um adulto para transpor pequenos obstáculos, pois frequentemente desequilibra-se ao elevar um dos pés. Considerando a idade e a repercussão funcional observada, qual interpretação fisioterapêutica é mais adequada?
Alternativas
Q4407594 Fisioterapia
Durante uma atividade motora com uma criança de 8 anos com TEA, o fisioterapeuta observa que ela corre, permanece em apoio unipodal por vários segundos e caminha sobre uma linha sem perda de estabilidade. Em uma brincadeira que exige repetir uma sequência simples — bater palmas, tocar alternadamente os joelhos e realizar dois passos laterais — a criança compreende a instrução, mas troca a ordem dos movimentos e perde o ritmo mesmo após demonstrações. Qual componente motor está mais diretamente relacionado ao desempenho observado?
Alternativas
Q4407595 Fisioterapia
Uma criança de 9 anos com TEA é encaminhada à Fisioterapia porque tropeça com frequência durante brincadeiras que exigem correr, mudar de direção e transpor pequenos obstáculos, o que tem reduzido sua participação no recreio. Na avaliação inicial, caminha em linha reta sem instabilidade, mantém apoio unipodal por vários segundos e apresenta amplitude de movimento dos membros inferiores compatível com as tarefas propostas. Quando recebe instruções verbais longas para realizar um circuito com cones, perde a sequência; após demonstração visual e comandos curtos, compreende a tarefa, mas ainda apresenta dificuldade para ajustar os passos nas mudanças de direção e ao ultrapassar os obstáculos. Qual estratégia de avaliação fisioterapêutica é mais adequada para compreender a limitação funcional descrita?
Alternativas
Q4407596 Fisioterapia
Uma criança de 8 anos com TEA foi avaliada por dificuldade para descer degraus sem apoio e para acompanhar brincadeiras que exigem paradas rápidas e mudanças de direção. Na avaliação, apresenta amplitude de movimento preservada, força funcional suficiente para subir degraus alternando os pés e tônus sem alteração relevante ao exame. Em posição parada, mantém alinhamento do tronco e permanece em apoio unipodal por alguns segundos. Entretanto, ao descer um degrau sem segurar no corrimão ou interromper a corrida diante de um obstáculo, amplia a base de suporte, realiza passos corretivos sucessivos e busca apoio com as mãos para evitar queda. Qual interpretação fisioterapêutica melhor explica a repercussão funcional desses achados?
Alternativas
Q4407597 Fisioterapia
Uma criança de 10 anos com TEA tem como objetivo fisioterapêutico ampliar a independência para circular pelos ambientes de casa. No atendimento, desce uma escada de oito degraus usando o corrimão, com padrão alternado e supervisão próxima, sem perda de equilíbrio em quatro tentativas consecutivas. Na escola, utiliza escada semelhante com corrimão e um lembrete verbal para iniciar a descida, sem necessidade de ajuda física. Em casa, o quarto fica no pavimento superior, e o pai costuma carregá-la para descer porque houve um tropeço isolado cerca de seis meses antes. Diante desse perfil funcional, qual conduta fisioterapêutica é mais adequada para favorecer maior independência nessa atividade cotidiana?
Alternativas
Q4407598 Fisioterapia
Uma criança de 9 anos com TEA está em acompanhamento fisioterapêutico. A avaliação mostra força funcional preservada nos membros inferiores, capacidade de correr em linha reta e de saltar com os dois pés, além de equilíbrio estático adequado. A principal limitação ocorre no recreio: ao participar de uma brincadeira de perseguição, reduz muito a velocidade antes de contornar cones ou colegas, faz várias passadas curtas para mudar de direção e frequentemente abandona a atividade quando o percurso exige desvios sucessivos. Em circuito previsível, consegue completar mudanças de direção quando os pontos de giro são marcados no chão e demonstrados previamente. O objetivo pactuado é aumentar sua participação nas brincadeiras que exigem deslocamento com mudanças de direção. Qual intervenção fisioterapêutica deve ser priorizada? 
Alternativas
Q4407599 Fisioterapia
Uma criança de 8 anos com TEA participa de atividades no parque da escola. Em piso firme, corre, para, muda de direção e transpõe obstáculos baixos sem ajuda. A dificuldade surge em um trecho do percurso que alterna piso rígido e placas de borracha mais macias: ao pisar na superfície deformável, reduz a velocidade, aumenta a base de apoio e procura segurar no adulto. Na avaliação, consegue atravessar esse mesmo tipo de superfície quando recebe apoio manual leve e quando a transição entre os pisos está claramente marcada; com essas condições, mantém participação ativa e não apresenta quedas. O objetivo terapêutico é ampliar a participação independente no percurso do parque, preservando segurança. Qual estratégia fisioterapêutica deve ser priorizada? 
Alternativas
Q4407600 Fisioterapia
Uma criança de 10 anos com TEA está em acompanhamento fisioterapêutico por dificuldade para acompanhar os colegas em brincadeiras que exigem subir e descer degraus no pátio escolar. O objetivo definido para oito semanas foi realizar uma sequência de quatro degraus, com corrimão, sem ajuda física, em pelo menos 4 de 5 oportunidades no cotidiano escolar. O plano incluiu prática graduada de degraus, fortalecimento funcional e treino com pistas progressivamente reduzidas. Na avaliação inicial, a criança completava a sequência sem ajuda física em 1 de 5 tentativas no serviço e precisava de apoio manual na escola. Após oito semanas, completa 5 de 5 tentativas no serviço sem ajuda física e apresenta melhor controle na descida. Entretanto, registros de três semanas mostram que, na escola, realiza a sequência sem ajuda física em 2 de 5 oportunidades; nas demais, solicita a mão do adulto antes de iniciar. A equipe escolar informa que não ocorreram quedas nem mudanças relevantes no percurso. Diante dessa evolução documentada, qual decisão fisioterapêutica é mais adequada para a revisão do plano? 
Alternativas
Q4407601 Fisioterapia
Uma criança de 11 anos com TEA, acompanhada por equipe multiprofissional, caminha e corre de forma independente em superfícies regulares. Apresenta dificuldade de coordenação em jogos com bola e realiza saltos consecutivos com menor ritmo que os colegas. Nas últimas três semanas, passou a utilizar diariamente uma escada de 12 degraus para chegar à nova sala de aula. Ao subir, alterna os pés usando o corrimão; ao descer, faz apoio dos dois pés em cada degrau, mantém as duas mãos no corrimão e necessita supervisão próxima. Nesse período ocorreram quatro quase quedas na descida, duas delas quando outros alunos passaram ao lado. Em escada vazia e com supervisão, completa o trajeto sem ajuda física. A família e a escola desejam manter seu acesso à turma e reduzir a dependência nesse deslocamento. Considerando que os demais achados também podem integrar o plano terapêutico, qual conduta fisioterapêutica deve ser priorizada neste momento?
Alternativas
Q4407602 Fisioterapia
Uma criança de 11 anos com TEA é acompanhada pelo CEIDITEA com objetivo de reduzir a assistência para descer a escada de acesso ao pátio escolar. Há oito semanas, necessitava apoio pela mão do adulto em todos os degraus. Na reavaliação fisioterapêutica, desce dez degraus com corrimão, padrão alternado e supervisão próxima, sem contato físico, em três tentativas consecutivas. A professora relata o mesmo desempenho quando o corredor está tranquilo, mas informa que, nos horários de maior fluxo, a criança acelera a aproximação da escada e já apresentou duas quase quedas ao iniciar a descida. Em casa, a família mantém apoio pela mão em toda escada por receio de novas quedas e solicita que o tratamento priorize a retirada completa de qualquer supervisão. O registro fisioterapêutico anterior mostra evolução estável do equilíbrio e da coordenação na tarefa, e a psicóloga da equipe informa que a criança responde de forma consistente a uma pista visual simples de “parar” antes de iniciar atividades em sequência. Diante desse conjunto de informações, qual é a melhor decisão fisioterapêutica neste momento? 
Alternativas
Respostas
11: A
12: E
13: C
14: A
15: D
16: B
17: E
18: C
19: B
20: D