Uma criança de 8 anos com TEA foi avaliada por dificuldade ...

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Q4407596 Fisioterapia
Uma criança de 8 anos com TEA foi avaliada por dificuldade para descer degraus sem apoio e para acompanhar brincadeiras que exigem paradas rápidas e mudanças de direção. Na avaliação, apresenta amplitude de movimento preservada, força funcional suficiente para subir degraus alternando os pés e tônus sem alteração relevante ao exame. Em posição parada, mantém alinhamento do tronco e permanece em apoio unipodal por alguns segundos. Entretanto, ao descer um degrau sem segurar no corrimão ou interromper a corrida diante de um obstáculo, amplia a base de suporte, realiza passos corretivos sucessivos e busca apoio com as mãos para evitar queda. Qual interpretação fisioterapêutica melhor explica a repercussão funcional desses achados?
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