Uma criança de 11 anos com TEA é acompanhada
pelo CEIDITEA com objetivo de reduzir a assistência
para descer a escada de acesso ao pátio escolar. Há
oito semanas, necessitava apoio pela mão do adulto
em todos os degraus. Na reavaliação fisioterapêutica,
desce dez degraus com corrimão, padrão alternado e
supervisão próxima, sem contato físico, em três
tentativas consecutivas. A professora relata o mesmo
desempenho quando o corredor está tranquilo, mas
informa que, nos horários de maior fluxo, a criança
acelera a aproximação da escada e já apresentou
duas quase quedas ao iniciar a descida. Em casa, a
família mantém apoio pela mão em toda escada por
receio de novas quedas e solicita que o tratamento
priorize a retirada completa de qualquer supervisão.
O registro fisioterapêutico anterior mostra evolução
estável do equilíbrio e da coordenação na tarefa, e a
psicóloga da equipe informa que a criança responde
de forma consistente a uma pista visual simples de
“parar” antes de iniciar atividades em sequência.
Diante desse conjunto de informações, qual é a
melhor decisão fisioterapêutica neste momento?