Questões de Concurso Público SAPE - SC 2026 para Analista Técnico Administrativo II

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Q4321303 Português

Veto à carne brasileira: governo responsabiliza setor produtivo por adequação às exigências da UE


União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco. Com isso, país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de setembro.


Por Mariana Assis, g1 — Brasília



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) argumenta que cabe ao setor produtivo, em grande medida, a criação de mecanismos para atender às exigências da União Europeia contra o uso de antimicrobianos na pecuária.



No início de junho, a União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco para o controle do uso de antimicrobianos na produção animal. Com isso, o país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de 3 de setembro. Antimicrobianos são substâncias utilizadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem ser empregados como promotores de crescimento, prática restringida pela legislação europeia.



Na lista divulgada em 2024, o Brasil estava autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, pescado e mel. Na atualização mais recente, o país foi excluído em todas essas categorias.



O governo brasileiro argumenta que parte dos antimicrobianos proibidos pela União Europeia continua autorizada no Brasil para uso na bovinocultura, na avicultura de corte e de postura e na suinocultura.



Segundo o Mapa, esses produtos têm “finalidade veterinária relevante para os sistemas de produção pecuária”.



No documento encaminhado ao Congresso, o Ministério afirma que, em junho de 2023, a Secretaria de Defesa Agropecuária reuniu representantes dos setores potencialmente afetados para alertar sobre a necessidade de criar mecanismos capazes de assegurar que animais destinados à exportação para a União Europeia não fossem tratados com os antimicrobianos vetados pelo bloco.


Ainda segundo a pasta, esse alerta foi reiterado em reuniões posteriores. O ministério argumenta que os sistemas de controle necessários têm natureza privada, uma vez que o governo não pretendia proibir, em âmbito nacional, o uso dos antimicrobianos restringidos pela legislação europeia.


[…]



Fonte: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/ noticia/2026/07/08/veto-a-carne-brasileira-governo-responsabilizasetor-produtivo-por-adequacao-as-exigencias-da-ue.ghtml

Assinale a alternativa correta com base nas informações apresentadas no Texto.
Alternativas
Q4321304 Não definido

Veto à carne brasileira: governo responsabiliza setor produtivo por adequação às exigências da UE


União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco. Com isso, país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de setembro.


Por Mariana Assis, g1 — Brasília



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) argumenta que cabe ao setor produtivo, em grande medida, a criação de mecanismos para atender às exigências da União Europeia contra o uso de antimicrobianos na pecuária.



No início de junho, a União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco para o controle do uso de antimicrobianos na produção animal. Com isso, o país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de 3 de setembro. Antimicrobianos são substâncias utilizadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem ser empregados como promotores de crescimento, prática restringida pela legislação europeia.



Na lista divulgada em 2024, o Brasil estava autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, pescado e mel. Na atualização mais recente, o país foi excluído em todas essas categorias.



O governo brasileiro argumenta que parte dos antimicrobianos proibidos pela União Europeia continua autorizada no Brasil para uso na bovinocultura, na avicultura de corte e de postura e na suinocultura.



Segundo o Mapa, esses produtos têm “finalidade veterinária relevante para os sistemas de produção pecuária”.



No documento encaminhado ao Congresso, o Ministério afirma que, em junho de 2023, a Secretaria de Defesa Agropecuária reuniu representantes dos setores potencialmente afetados para alertar sobre a necessidade de criar mecanismos capazes de assegurar que animais destinados à exportação para a União Europeia não fossem tratados com os antimicrobianos vetados pelo bloco.


Ainda segundo a pasta, esse alerta foi reiterado em reuniões posteriores. O ministério argumenta que os sistemas de controle necessários têm natureza privada, uma vez que o governo não pretendia proibir, em âmbito nacional, o uso dos antimicrobianos restringidos pela legislação europeia.


[…]



Fonte: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/ noticia/2026/07/08/veto-a-carne-brasileira-governo-responsabilizasetor-produtivo-por-adequacao-as-exigencias-da-ue.ghtml

Assinale a alternativa que indica se há ocorrência de ditongo na palavra “infecções”, presente no Texto, e apresenta a respectiva justificativa correta.
Alternativas
Q4321305 Veterinária

Veto à carne brasileira: governo responsabiliza setor produtivo por adequação às exigências da UE


União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco. Com isso, país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de setembro.


Por Mariana Assis, g1 — Brasília



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) argumenta que cabe ao setor produtivo, em grande medida, a criação de mecanismos para atender às exigências da União Europeia contra o uso de antimicrobianos na pecuária.



No início de junho, a União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco para o controle do uso de antimicrobianos na produção animal. Com isso, o país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de 3 de setembro. Antimicrobianos são substâncias utilizadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem ser empregados como promotores de crescimento, prática restringida pela legislação europeia.



Na lista divulgada em 2024, o Brasil estava autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, pescado e mel. Na atualização mais recente, o país foi excluído em todas essas categorias.



O governo brasileiro argumenta que parte dos antimicrobianos proibidos pela União Europeia continua autorizada no Brasil para uso na bovinocultura, na avicultura de corte e de postura e na suinocultura.



Segundo o Mapa, esses produtos têm “finalidade veterinária relevante para os sistemas de produção pecuária”.



No documento encaminhado ao Congresso, o Ministério afirma que, em junho de 2023, a Secretaria de Defesa Agropecuária reuniu representantes dos setores potencialmente afetados para alertar sobre a necessidade de criar mecanismos capazes de assegurar que animais destinados à exportação para a União Europeia não fossem tratados com os antimicrobianos vetados pelo bloco.


Ainda segundo a pasta, esse alerta foi reiterado em reuniões posteriores. O ministério argumenta que os sistemas de controle necessários têm natureza privada, uma vez que o governo não pretendia proibir, em âmbito nacional, o uso dos antimicrobianos restringidos pela legislação europeia.


[…]



Fonte: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/ noticia/2026/07/08/veto-a-carne-brasileira-governo-responsabilizasetor-produtivo-por-adequacao-as-exigencias-da-ue.ghtml

Segundo o Texto, por que parte dos antimicrobianos é alvo de restrições na legislação da União Europeia?
Alternativas
Q4321306 Não definido

Veto à carne brasileira: governo responsabiliza setor produtivo por adequação às exigências da UE


União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco. Com isso, país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de setembro.


Por Mariana Assis, g1 — Brasília



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) argumenta que cabe ao setor produtivo, em grande medida, a criação de mecanismos para atender às exigências da União Europeia contra o uso de antimicrobianos na pecuária.



No início de junho, a União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco para o controle do uso de antimicrobianos na produção animal. Com isso, o país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de 3 de setembro. Antimicrobianos são substâncias utilizadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem ser empregados como promotores de crescimento, prática restringida pela legislação europeia.



Na lista divulgada em 2024, o Brasil estava autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, pescado e mel. Na atualização mais recente, o país foi excluído em todas essas categorias.



O governo brasileiro argumenta que parte dos antimicrobianos proibidos pela União Europeia continua autorizada no Brasil para uso na bovinocultura, na avicultura de corte e de postura e na suinocultura.



Segundo o Mapa, esses produtos têm “finalidade veterinária relevante para os sistemas de produção pecuária”.



No documento encaminhado ao Congresso, o Ministério afirma que, em junho de 2023, a Secretaria de Defesa Agropecuária reuniu representantes dos setores potencialmente afetados para alertar sobre a necessidade de criar mecanismos capazes de assegurar que animais destinados à exportação para a União Europeia não fossem tratados com os antimicrobianos vetados pelo bloco.


Ainda segundo a pasta, esse alerta foi reiterado em reuniões posteriores. O ministério argumenta que os sistemas de controle necessários têm natureza privada, uma vez que o governo não pretendia proibir, em âmbito nacional, o uso dos antimicrobianos restringidos pela legislação europeia.


[…]



Fonte: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/ noticia/2026/07/08/veto-a-carne-brasileira-governo-responsabilizasetor-produtivo-por-adequacao-as-exigencias-da-ue.ghtml

No período “O ministério argumenta que os sistemas de controle necessários têm natureza privada”, o verbo destacado está flexionado no plural porque concorda com:
Alternativas
Q4321307 Comunicação Social

Veto à carne brasileira: governo responsabiliza setor produtivo por adequação às exigências da UE


União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco. Com isso, país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de setembro.


Por Mariana Assis, g1 — Brasília



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) argumenta que cabe ao setor produtivo, em grande medida, a criação de mecanismos para atender às exigências da União Europeia contra o uso de antimicrobianos na pecuária.



No início de junho, a União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco para o controle do uso de antimicrobianos na produção animal. Com isso, o país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de 3 de setembro. Antimicrobianos são substâncias utilizadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem ser empregados como promotores de crescimento, prática restringida pela legislação europeia.



Na lista divulgada em 2024, o Brasil estava autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, pescado e mel. Na atualização mais recente, o país foi excluído em todas essas categorias.



O governo brasileiro argumenta que parte dos antimicrobianos proibidos pela União Europeia continua autorizada no Brasil para uso na bovinocultura, na avicultura de corte e de postura e na suinocultura.



Segundo o Mapa, esses produtos têm “finalidade veterinária relevante para os sistemas de produção pecuária”.



No documento encaminhado ao Congresso, o Ministério afirma que, em junho de 2023, a Secretaria de Defesa Agropecuária reuniu representantes dos setores potencialmente afetados para alertar sobre a necessidade de criar mecanismos capazes de assegurar que animais destinados à exportação para a União Europeia não fossem tratados com os antimicrobianos vetados pelo bloco.


Ainda segundo a pasta, esse alerta foi reiterado em reuniões posteriores. O ministério argumenta que os sistemas de controle necessários têm natureza privada, uma vez que o governo não pretendia proibir, em âmbito nacional, o uso dos antimicrobianos restringidos pela legislação europeia.


[…]



Fonte: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/ noticia/2026/07/08/veto-a-carne-brasileira-governo-responsabilizasetor-produtivo-por-adequacao-as-exigencias-da-ue.ghtml

Considerando a estrutura da notícia apresentada, o trecho que cumpre integralmente o papel de lide (ou lead) é:
Alternativas
Q4321308 Redação Oficial

Dentre as recomendações do Manual de Redação da Presidência da República atualmente em vigor, não se recomenda o uso de texto em caixa alta (letras maiúsculas) para destacar palavras ou trechos da mensagem em um correio eletrônico.



Qual é o motivo dessa orientação?

Alternativas
Q4321309 Português
Considerando as regras de emprego do hífen previstas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa em vigência, assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
Alternativas
Q4321310 Português

Os parônimos são palavras que apresentam grafia e pronúncia semelhantes, mas possuem significados distintos, o que pode levar a confusões em seu emprego.



Considerando os pares de parônimos a seguir, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando corretamente cada palavra ao seu significado.



Coluna 1 Palavra


1. Emergir


2. Imergir


3. Emigrar


4. Imigrar


5. Eminente


6. Iminente



Coluna 2 Significado


( ) Vir à tona, manifestar-se.


() Que está prestes a acontecer.


( ) Entrar em país estrangeiro para nele viver.


( ) Alto, elevado, sublime.


( ) Mergulhar, afundar.


( ) Deixar o país para residir em outro.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q4321311 Matemática

Para mapear os indicadores socioeconômicos de um município, 7 analistas igualmente eficientes revisam 25 relatórios técnicos em exatamente 12 dias de trabalho. Devido a uma demanda urgente, a fundação recebe um novo lote contendo 50 relatórios, com o mesmo nível de complexidade dos anteriores, e fixa o prazo de entrega em 8 dias.



Mantido o mesmo padrão de eficiência, o número de analistas adicionais que deve ser alocado a essa tarefa, em relação ao efetivo inicial, é de:

Alternativas
Q4321312 Não definido

Em um estudo demográfico, o número de famílias cadastradas em uma região cresce mensalmente segundo uma sequência lógica. Os primeiros seis meses registraram os seguintes valores: 2, 3, 6, 15, 42 e 123.



Mantido rigorosamente o mesmo padrão de identificação da sequência para os meses subsequentes, o número de famílias cadastradas no oitavo mês será igual a

Alternativas
Q4321313 Não definido

Uma fundação avaliou três municípios (X, Y, Z) em três índices socioeconômicos (Saúde, Educação, Renda), atribuindo notas de 1 a 3.



Sabendo se que não houve repetição de notas em um mesmo município e nem em um mesmo índice, e que: 


 X obteve nota 3 em Educação;


 Z obteve nota 1 em Renda; e 


 Y obteve nota 2 em Saúde.



Se a nota de X em Renda é maior que sua nota em Saúde, a soma das notas obtidas pelo município X é igual a:

Alternativas
Q4321314 Estatística

Cinco projetos socioeconômicos receberam as seguintes notas populacionais: 0, 4, 6, 8 e 12.


Analise as afirmativas abaixo em relação ao tema.



1. O desvio padrão equivale a dois terços da média.


2. A soma dos desvios de cada nota em relação à média é zero.


3. Adicionando uma sexta nota igual a 6, a variância diminuirá.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q4321315 Matemática

Uma fundação destinou, em janeiro, 42% de seu orçamento total para pesquisas de campo. Em fevereiro, o orçamento total da fundação teve um aumento de 25%, mas a verba absoluta destinada às pesquisas de campo sofreu uma redução de 10% em relação ao mês anterior.



Em fevereiro, o valor destinado às pesquisas de campo representou, do orçamento total daquele mês, uma porcentagem de:

Alternativas
Q4321316 Raciocínio Lógico

Em uma fundação com 80 analistas, cada um fala pelo menos um idioma, entre inglês, espanhol e francês. Sabe-se que 40 falam inglês, 40 falam espanhol, 20 falam francês, 10 falam inglês e espanhol, 8 falam espanhol e francês, 6 falam inglês e francês, e 4 falam os três idiomas.



O número de analistas que falam apenas um idioma é:

Alternativas
Q4321317 Matemática

Uma fundação avaliou a execução orçamentária de dois projetos socioeconômicos, conforme a tabela abaixo:



https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/159361/15.png


Considerando os dois projetos, a diferença entre a média dos valores executados e a média dos valores não executados é de:

Alternativas
Q4321318 Direito Penal
Assinale a alternativa correta a respeito dos crimes contra a Administração Pública praticados por funcionário público.
Alternativas
Q4321319 Não definido

Com fundamento na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, é vedada a cassação de direitos políticos, somente se admitindo a sua perda ou suspensão nos seguintes casos:



1. cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado.


2. incapacidade civil, relativa ou absoluta.


3. condenação criminal, independentemente de trânsito em julgado.


4. improbidade administrativa, na forma e gradação prevista em lei.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q4321320 Direito Administrativo
Assinale a alternativa correta de acordo com a Lei nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa).
Alternativas
Q4321321 Legislação Estadual
Assinale a alternativa correta de acordo com os termos da Lei nº 6.745/1985, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado de Santa Catarina.
Alternativas
Q4321322 Legislação Estadual
Conforme disposto na Lei Complementar nº 491/2010, que cria o Estatuto Jurídico Disciplinar no âmbito da Administração Direta e Indireta do Estado de Santa Catarina, é correto afirmar sobre o ajustamento de conduta administrativo:

1. Não se admitirá o ajustamento de conduta ao servidor beneficiado anteriormente, no prazo de 02 anos, com a medida alternativa de procedimento disciplinar e de punição.
2. A autoridade poderá optar pelo ajustamento de conduta nas infrações puníveis com repreensão verbal ou escrita, advertência ou suspensão de até 30 dias.
3. A adoção do instituto do ajustamento de conduta compete aos Diretores, aos Gerentes e à Chefia imediata de modo geral.
4. Constitui requisito para o ajustamento de conduta que o servidor não esteja em estágio probatório.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Respostas
1: B
2: A
3: E
4: B
5: D
6: A
7: D
8: C
9: D
10: C
11: B
12: E
13: A
14: E
15: C
16: D
17: B
18: C
19: A
20: B