Questões de Concurso Público UFSC 2026 para Médico/Cardiologia

Foram encontradas 50 questões

Q4038948 Medicina
Um paciente de 60 anos, com cardiomiopatia dilatada idiopática (FEVE 25%), classe funcional NYHA III, está em terapia otimizada para insuficiência cardíaca. Ele apresenta ritmo sinusal, QRS estreito (<120 ms) e frequências cardíacas elevadas (FC > 75 bpm) apesar do betabloqueador em dose máxima tolerada. Considerando a persistência da taquicardia sinusal e a disfunção ventricular, qual a medicação que pode ser adicionada para melhorar o prognóstico e reduzir hospitalizações, de acordo com as diretrizes atuais? 
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Q4038949 Medicina
Durante o exame físico de um paciente com suspeita de insuficiência aórtica crônica grave, o médico busca por sinais periféricos característicos. Ele observa pulso de Corrigan (pulso em martelo d’água), sinal de Musset (balanço da cabeça sincrônico com o pulso) e sinal de Quincke (pulsação capilar nas unhas). A presença desses sinais periféricos, juntamente com um sopro diastólico em decrescendo em foco aórtico, indica qual grau de gravidade da insuficiência aórtica, e qual a implicação para a conduta?  
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Q4038950 Medicina
Um paciente de 68 anos, com histórico de diabetes melito tipo 2 e dislipidemia, apresenta-se com dor torácica atípica. O ECG de repouso é normal. O teste ergométrico é inconclusivo. A angiotomografia de coronárias revela estenose de 70% na artéria descendente anterior (DA) e 50% na artéria coronária direita (CD). Considerando a apresentação atípica e a necessidade de avaliar a significância funcional das lesões, qual o próximo passo diagnóstico mais adequado para guiar a conduta terapêutica? 
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Q4038951 Medicina
Um paciente de 50 anos, com insuficiência cardíaca com fração de ejeção de 35%, classe funcional NYHA II, está em uso de terapia otimizada com sacubitril/valsartana, carvedilol e espironolactona. Ele apresenta ritmo sinusal e QRS de 110 ms. De acordo com as diretrizes atuais, qual a próxima classe de medicação que deve ser considerada para adicionar ao tratamento, visando reduzir mortalidade e hospitalizações, especialmente em pacientes com diabetes ou doença renal crônica? 
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Q4038952 Medicina
Um paciente de 70 anos, com hipertensão arterial e doença renal crônica (TFGe 35 mL/min/1.73m²), está em uso de losartana, anlodipino e furosemida. Ele apresenta potássio sérico de 5.2 mEq/L. A pressão arterial ainda está elevada (148/88 mmHg). Considerando a hipertensão resistente e a hipercalemia, qual a melhor estratégia para otimizar o controle pressórico e reduzir o risco cardiovascular, de acordo com as diretrizes? 
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Q4038953 Medicina
Um paciente de 62 anos, com histórico de infarto agudo do miocárdio (IAM) com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST) há 10 meses, submetido a angioplastia com stent farmacológico na artéria descendente anterior, está em uso de AAS e clopidogrel. Ele necessita de cirurgia eletiva não cardíaca de médio risco. Considerando o tempo decorrido desde o IAMCSST e a necessidade de cirurgia, qual a conduta mais apropriada em relação à terapia antiplaquetária dupla (DAPT)?
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Q4038954 Medicina
Um paciente de 78 anos, com insuficiência cardíaca avançada (ICFEr 20%, NYHA IV), apresenta episódios recorrentes de hospitalização por descompensação, apesar da terapia medicamentosa otimizada. Ele não é candidato a transplante cardíaco devido à idade e a comorbidades. Qual a terapia de suporte avançada que pode ser considerada para melhorar a qualidade de vida e reduzir hospitalizações em pacientes com IC refratária, não candidatos a transplante? 
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Q4038955 Medicina
Um paciente de 55 anos, com cardiomiopatia dilatada de etiologia desconhecida, apresenta dispneia e fadiga. O ecocardiograma revela FEVE de 30% e dilatação biventricular. A ressonância magnética cardíaca (RMC) mostra realce tardio subepicárdico e mesocárdico. A presença de realce tardio com esse padrão na RMC sugere qual etiologia para a cardiomiopatia dilatada?
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Q4038956 Medicina
Durante o exame físico de um paciente com suspeita de pericardite constritiva, o médico ausculta um knock pericárdico (som protodiastólico de alta frequência) e observa turgência jugular, ascite e edema de membros inferiores. A pressão arterial é 100/70 mmHg. Esses achados clínicos, juntamente com a ausência de B3 e a presença de pulso paradoxal, são altamente sugestivos de pericardite constritiva. Qual o exame complementar mais indicado para confirmar o diagnóstico e avaliar a gravidade?  
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Q4038957 Medicina
Um paciente de 40 anos, com cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva (CMHO) sintomática (NYHA III), apresenta gradiente de via de saída do VE de 80 mmHg em repouso, apesar do uso de betabloqueador em dose máxima. Ele não é candidato a miectomia cirúrgica devido a comorbidades. De acordo com estudos recentes, como o EXPLORER-HCM, qual a nova classe de medicação que pode ser considerada para reduzir o gradiente e melhorar os sintomas em pacientes com CMHO?  
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Respostas
21: D
22: B
23: E
24: A
25: C
26: E
27: B
28: D
29: C
30: E