Questões de Concurso
Sobre profissão do assistente social e o código de ética do serviço social em serviço social
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Com base no Código de Ética Profissional do Assistente Social, julgue o item seguinte.
Suponha que um assistente social tenha utilizado, durante período de eleição, veículo institucional para a distribuição de panfletos de um dos candidatos, visando conscientizar a comunidade acerca das propostas assistencialistas por ele defendidas. Nesse caso, a conduta do assistente social está de acordo com as previsões do Código de Ética.
Com base no Código de Ética Profissional do Assistente Social, julgue o item seguinte.
Quando convocado na qualidade de perito, o assistente social deve apresentar à justiça as conclusões do seu laudo, e deve recusar fornecer informações não registradas no laudo pericial que extrapolem a competência profissional.
Com base no Código de Ética Profissional do Assistente Social, julgue o item seguinte.
O assistente social tem permissão para restringir o acesso dos usuários às informações sobre as possibilidades e consequências dos serviços oferecidos, contanto que sejam respeitadas as escolhas finais dos usuários, incluindo o direito de recusar a intervenção.
Com base no Código de Ética Profissional do Assistente Social, julgue o item seguinte.
Considere que uma assistente social tenha conhecimento de um erro técnico cometido por outro profissional de sua equipe, que resultou em prejuízo a um usuário. Nessa situação, em observância ao dever de praticar a solidariedade com os demais profissionais com quem trabalha, a assistente social poderá eximir-se de tomar alguma atitude, a fim de preservar sua equipe.
Com base no Código de Ética Profissional do Assistente Social, julgue o item seguinte.
De acordo com o Código de Ética Profissional do Assistente Social, considera-se especialmente grave, para efeito da fixação da pena, a violação ética relativa à revelação de sigilo profissional.
Coluna A
1. Surgimento, institucionalização e profissionalização do Serviço Social no Brasil (décadas de 1930–1960) 2. Reconceituação do Serviço Social (décadas de 1960–1970) 3. Ruptura e mudanças do Serviço Social brasileiro (décadas de 1970 a 1990) 4. Serviço Social contemporâneo
Coluna B
( ) Legitimação do Projeto Ético-Político do Serviço Social materializado pelas legislações que regulamentam o exercício profissional dos assistentes sociais.
( ) Referência para a aprovação de um Código de Ética Profissional que apontou a importância da Deontologia do Serviço Social, uma vez que não somente fatores materiais eram considerados, mas também a existência de um possível mal físico. Por isso, o trato com pessoas identificadas como desajustadas.
( ) Seminários, como de Araxá, Teresópolis, Sumaré e Alto da Boa Vista, são muito representativos nesse período histórico. Em cada um deles, são apresentados e reiterados os elementos que fundamentaram algumas mudanças no Serviço Social.
( ) Referência para uma mudança salutar no Serviço Social brasileiro, principalmente porque tem-se um reconhecimento mais crítico sobre essa profissão e a consolidação de princípios como a defesa dos direitos sociais, da democracia e da liberdade.
( ) Aproximação teórico-metodológica direta à teoria social crítica, particularmente, do marxismo, indispensável à compreensão do Serviço Social como profissão inserida na divisão social e técnica do trabalho coletivo.
( ) Marco dessa época, que trouxe importante contribuição crítica ao Serviço Social, são as produções e discussões que embasaram o chamado método B. H.
Indique a alternativa que apresenta a associação CORRETA, considerando a coluna B, de cima para baixo.
Assinale a alternativa que descreve uma atribuição privativa do assistente social, segundo a Lei nº 8.662/1993.
( ) As manifestações do conservadorismo no trabalho social de assistentes sociais com famílias podem se expressar sob diversos conteúdos e formas: seja pela psicologização e individualização da “questão social”; na despolitização da pobreza; na redução de direitos e políticas sociais a benefícios; na submissão do acesso das famílias a testes de meios e critérios de elegibilidade; pela via do moralismo, preconceito, racismo, machismo, da misoginia; no aprisionamento das ações profissionais a manuais e a convicções religiosas; na negação das contradições das relações familiares; nas relações hierarquizadas, privando o usuário da vez e da voz; na ausência de historicidade e a totalidade das ações profissionais.
( ) No Brasil diante do alto grau de focalização e seletividade nas políticas, as famílias são submetidas à comprovação vexatória de sua condição, critérios de elegibilidade e permanência para a proteção estatal, expressa em contrapartidas e condicionalidades. Dentre elas, as políticas de ativação do emprego como contrapartida ao acesso a programas, serviços e benefícios sustentando a lógica do workfare.
( ) O trabalho social com famílias e seu papel estratégico frente à “questão social” marca o Serviço Social desde suas origens. O centro das preocupações é a família, base de reprodução material e ideológica da força de trabalho.
( ) É preciso construir mediações para a qualificação do trabalho profissional, apoiadas nos próprios fundamentos teóricos e ético-políticos da profissão, encarando as fragilidades da formação acadêmico profissional atravessadas pelas necessidades do capital, rejeitando as novas e velhas roupagens conservadoras e enfrentando a recusa ideológica à teoria marxista que toma corpo no Serviço Social, reafirmando as suas contribuições, não só do ponto de vista teórico, mas também do ponto de vista interventivo.
( ) O projeto ético-político do serviço social brasileiro está vinculado a um projeto de transformação da sociedade.
( ) Vincula-se a um projeto societário que propõe a construção de uma nova ordem social, sem dominação e/ou exploração de classe, etnia e gênero.
( ) O projeto articula em si mesmo os seguintes elementos constitutivos: uma imagem ideal da profissão, os valores que a legitimam, sua função social e seus objetivos, conhecimentos teóricos, saberes interventivos, normas, práticas, etc.
( ) Tem em seu núcleo o reconhecimento da liberdade como valor ético central – a liberdade concebida historicamente, como possibilidade de escolher entre alternativas; daí um compromisso com a autonomia, a emancipação e a plena expansão dos indivíduos sociais.
I – Princípios Fundamentais.
II – Direitos dos/as Assistentes Sociais.
III – Deveres dos/as Assistentes Sociais.
( ) Livre exercício das atividades inerentes à profissão.
( ) Pronunciamento em matéria de sua especialidade, sobretudo quando se tratar de assuntos de interesse da população.
( ) Defesa intransigente dos direitos humanos e recusa do arbítrio e do autoritarismo.
( ) Utilizar seu número de registro no Conselho Regional no exercício da profissão.
( ) Desempenhar suas atividades profissionais, com eficiência e responsabilidade, observando a legislação em vigor.