Questões de Concurso Sobre psicopatologia em psiquiatria

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Q3617662 Psiquiatria

Uma mulher de 45 anos, com transtorno bipolar, queixa-se de amenorreia, galactorreia, diminuição da libido e anorgasmia. Ela chega ao pronto-socorro com um nível elevado de prolactina sérica e está tomando risperidona 4 mg por dia. No exame neurológico, descobre-se diminuição da visão em ambos os campos visuais laterais.



O diagnóstico mais provável é:

Alternativas
Q3617654 Psiquiatria
Qual é a principal diferença entre transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)?
Alternativas
Q3617653 Psiquiatria

Uma mulher de 50 anos, com o diagnóstico de transtorno esquizoafetivo, queixa-se de “tiques nervosos”. Nos últimos anos, ela foi medicada com decanoato de haloperidol 100 mg por via intramuscular a cada 4 semanas. Nega sintomas afetivos significativos na consulta, mas queixa-se de alucinações auditivas crônicas de “sussurros” sem comandos. Não há ideação suicida ou homicida. Ao exame, nota-se que ela coloca a língua para dentro e para fora da boca e tem movimentos repetitivos e rítmicos das mãos e dos pés.



Pode-se concluir que a paciente apresenta:

Alternativas
Q3617652 Psiquiatria
Assinale a alternativa correta com relação ao tema Psicomotricidade.
Alternativas
Q3612299 Psiquiatria
Assinale a alternativa correta. Um problema comumente referenciado a um especialista em saúde mental, seria:
Alternativas
Q3606124 Psiquiatria
O modelo de etiopatogenia mental, denominado "modelo estresse-diátese" é uma teoria biopsicossocial que busca explicar a história natural dos transtornos mentais, como o resultado de uma interação entre as vulnerabilidades ou fatores predisponentes com o estresse decorrente das experiências de vida.

Em relação ao modelo estresse-diátese, é correto afirmar:
Alternativas
Q3606109 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 17 anos, foi encaminhada para reavaliação diagnóstica após ter recebido vários diagnósticos de autismo e retardo mental ao longo de toda sua vida. Recentemente descobriu-se que ela apresenta síndrome de Kleefstra, e a família gostaria de reconfirmar os primeiros diagnósticos e avaliar o risco genético para os futuros filhos de suas irmās mais velhas.

Na época da avaliação a paciente frequentava uma escola especial. Ela conseguia se vestir sozinha, mas era incapaz de tomar banho sem assistência ou de ficar em casa desacompanhada. Mudanças em seu horário e expectativas funcionais elevadas geralmente a deixavam irritada. Quando perturbada, a adolescente frequentemente feria a si mesma (mordia o punho) e a outras pessoas (dava beliscões e puxava o cabelo).

Segundo os pais, a paciente foi atendida pela primeira vez aos 9 meses de idade, depois que os pais perceberam atrasos significativos na função motora. Ela caminhou aos 20 meses e aprendeu a ir ao banheiro aos 5 anos. Falou a primeira palavra aos 6 anos de idade.

Seus pais informaram que a adolescente sabia centenas de palavras individuais e várias frases simples. Ela sempre teve interesse por placas de carros e passava hora desenhando-as. O exame de da paciente revelou uma jovem acima do peso, com contato visual inconsistente. Ela não iniciava atenção compartilhada tentando olhar nos olhos. Frequentemente ignorava o que os outros lhe diziam. Para solicitar um objeto desejado, se balançava de um pé para o outro e apontava.
Quais elementos clínicos da paciente são relevantes para confirmar o diagnóstico de transtorno de espectro autista?
Alternativas
Q3606107 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Lactente de 9 meses, feminina, foi levada para o hospital com a queixa de "parada respiratória e cianose". A admissão, o relato incluiu tosse, febre e cianose persistente. Nasceu de parto normal a termo, pesando 3.380g, Apgar 09/10. Na história pregressa apresentou duas internações anteriores; a primeira por crises de parada respiratória e cianose (dois episódios) com eliminação de sangue pela boca e pelo nariz, permanecendo hospitalizada por 10 dias (aos dois meses de vida); durante a segunda internação, por pneumonia, apresentou crises convulsivas, sendo prescrito fenobarbital e suspenso em seguida da alta hospitalar pelo pediatra da atenção primária. Na internação atual, apresentava regular estado geral e moderada disfunção respiratória, sendo diagnosticada broncopneumonia (BCP). No segundo dia de internação, apresentou a uma crise convulsiva (que não foi vista por médico ou enfermagem). No 3°. dia de internação (DI), o médico relata ter encontrado a mãe com um saco plástico na mão e a criança cianótica, sem ter relacionado causa e efeito. Criança foi transferida para a UTI voltando para enfermaria 24 horas depois. Esteve na UTI internada por três vezes e sempre evoluindo muito bem, retornando logo em seguida para a enfermaria. Na UTI a paciente dividia o quarto com outros. Na enfermaria, ficava num quarto privativo sempre em companhia da mãe. O EEG mostrou-se alterado, mas após sua repetição apresentou-se normal. No 16°. DI, a criança apresentou vários episódios de vômitos, quando foi prescrita sonda nasogástrica (SNG) para realimentação. Nesse mesmo dia apresentou três episódios de apnéia, vistos somente pela mãe, e a criança estava sempre no colo da mesma. No 24°. DI, a paciente encontrava-se muito sonolenta e hipotônica, a dosagem do fenobarbital era 62 µg/ml, sendo que cinco dias antes era de 25,8 µg/ml (normal: 10 a 25 µg/ml). A criança estava recebendo dose não tóxica (dose menor que 30 µg/ml), e a mãe foi vista pelos auxiliares de enfermagem com um vidro de fenobarbital, fato que justificou como "não ter jogado fora a medicação até o momento". No 33°. DI, a paciente apresenta episódios de vômitos pós-alimentares, e a mãe insiste com o médico assistente que haveria algo no estômago da criança. Foi feito um REED que demonstrou uma imagem no estômago, sugestiva de corpo estranho. Na endoscopia digestiva alta foi encontrado um fragmento de cimento de parede, que segundo a mãe, foi oferecido pela irmã de 3 anos que costumava dar terra para a criança em casa, porém a paciente não havia recebido visitas da mesma. Sabe-se que 2 meses após, a criança chegou em outro hospital já falecida, e segundo laudo do médico legista a causa mortis foi edema agudo de pulmão.


Pires & Molle, 1999. Jornal de Pediatria
Quais são os transtornos ou traços de personalidade é mais prováveis de serem identificados à avaliação da mãe da criança?
Alternativas
Q3606106 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Lactente de 9 meses, feminina, foi levada para o hospital com a queixa de "parada respiratória e cianose". A admissão, o relato incluiu tosse, febre e cianose persistente. Nasceu de parto normal a termo, pesando 3.380g, Apgar 09/10. Na história pregressa apresentou duas internações anteriores; a primeira por crises de parada respiratória e cianose (dois episódios) com eliminação de sangue pela boca e pelo nariz, permanecendo hospitalizada por 10 dias (aos dois meses de vida); durante a segunda internação, por pneumonia, apresentou crises convulsivas, sendo prescrito fenobarbital e suspenso em seguida da alta hospitalar pelo pediatra da atenção primária. Na internação atual, apresentava regular estado geral e moderada disfunção respiratória, sendo diagnosticada broncopneumonia (BCP). No segundo dia de internação, apresentou a uma crise convulsiva (que não foi vista por médico ou enfermagem). No 3°. dia de internação (DI), o médico relata ter encontrado a mãe com um saco plástico na mão e a criança cianótica, sem ter relacionado causa e efeito. Criança foi transferida para a UTI voltando para enfermaria 24 horas depois. Esteve na UTI internada por três vezes e sempre evoluindo muito bem, retornando logo em seguida para a enfermaria. Na UTI a paciente dividia o quarto com outros. Na enfermaria, ficava num quarto privativo sempre em companhia da mãe. O EEG mostrou-se alterado, mas após sua repetição apresentou-se normal. No 16°. DI, a criança apresentou vários episódios de vômitos, quando foi prescrita sonda nasogástrica (SNG) para realimentação. Nesse mesmo dia apresentou três episódios de apnéia, vistos somente pela mãe, e a criança estava sempre no colo da mesma. No 24°. DI, a paciente encontrava-se muito sonolenta e hipotônica, a dosagem do fenobarbital era 62 µg/ml, sendo que cinco dias antes era de 25,8 µg/ml (normal: 10 a 25 µg/ml). A criança estava recebendo dose não tóxica (dose menor que 30 µg/ml), e a mãe foi vista pelos auxiliares de enfermagem com um vidro de fenobarbital, fato que justificou como "não ter jogado fora a medicação até o momento". No 33°. DI, a paciente apresenta episódios de vômitos pós-alimentares, e a mãe insiste com o médico assistente que haveria algo no estômago da criança. Foi feito um REED que demonstrou uma imagem no estômago, sugestiva de corpo estranho. Na endoscopia digestiva alta foi encontrado um fragmento de cimento de parede, que segundo a mãe, foi oferecido pela irmã de 3 anos que costumava dar terra para a criança em casa, porém a paciente não havia recebido visitas da mesma. Sabe-se que 2 meses após, a criança chegou em outro hospital já falecida, e segundo laudo do médico legista a causa mortis foi edema agudo de pulmão.


Pires & Molle, 1999. Jornal de Pediatria
Em relação ao diagnóstico do caso descrito, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3606099 Psiquiatria
Diante de um quadro depressivos sem antecedente de episódio maníaco, são fatores semiológicos que podem sugerir de bipolaridade?
Alternativas
Q3606084 Psiquiatria
Paciente atendimento masculino, 34 anos, escriturário, buscou no serviço médico psiquiátrico na instituição onde trabalha. Queixa Principal: "Tudo começou em 14 de novembro quando comecei a ver um homem vestido de preto me acompanhando o tempo todo". No curso da entrevista, afirmou categoricamente que não consegue trabalhar por que está com bloqueio na memória desde o início do mês de novembro. Ao curso da consulta, mediante interesse manifesto pelo médico, descreve em detalhes a aparência do homem que somente ele vê e o comportamento ameaçador do mesmo para consigo diariamente. Comenta que quase todos os dias as pessoas ficam lhe observando com estranheza por que ele pede continuamente para esse homem se afastar. Diz que no trabalho, esse fenômeno alucinatório fica mais intenso e enfatiza o medo que sente chegando a tremer-se o corpo todo. Durante a consulta, a medida que foi falando sobre o fenômeno, chegou a cair lentamente ao chão e manifestar uma situação que pareceu uma convulsão, qual teve duração de cerca de 10 minutos, com remissão espontânea. Não apresentou ferimentos após cessado o evento e não teve liberação esfincteriana. Exame neurológico normal após o evento apesar de pouca colaboração do paciente. Após acalmado, sentou-se novamente e seguiu a entrevista. Pediu que lhe fosse conferido afastamento do trabalho. Sua ficha funcional revelou que tem tido problemas frequentes com o chefe e esteve sob consideração para demissão.

Qual é o diagnóstico mais apropriado para o caso?
Alternativas
Q3606061 Psiquiatria
O tipo de personalidade mais frequentemente associado ao transtorno manifesto pela paciente é:
Alternativas
Q3606055 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 23 anos, havia ido ao cinema para a estreia de um filme muito esperado. Enquanto esperava o filme começar, um jovem usando uma máscara do personagem principal do filme subitamente apareceu na frente da tela empunhando duas armas de fogo automática e atirou na plateia. Ela viu várias pessoas levarem tiros, incluindo sua amiga a seu lado. Ela conseguiu escapar sem ferimentos. Nos dias que se seguiram, apesar de estar grata por estar viva, sentia-se ansiosa e agitada. Assustava-se com barulho usuais, buscava informações o dia todo sobre o tiroteio mas cada vez que assistia imagens do ocorrido parecia ter sintomas de "pânico": começava a suar, não conseguia se acalmar e não parava de pensar sobre O ocorrido. Ela não conseguia dormir à noite por causa de pesadelos e, durante o dia, se via tomada por memórias indesejadas de tiros, gritos e do seu próprio medo de morrer naquele dia no cinema. Duas semanas depois, a paciente havia retomado sua rotina, resgatou relação com os amigos e familiares e conseguia frequentar ambientes públicos. Embora lembranças traumáticas do tiroteio às vezes a levassem a uma reação breve de pânico, elas não se sentia aprisionada pelos pensamentos. Não tinha mais pesadelos. Sabia que jamais esqueceria o que acontecera no cinema, mas, no geral, sua vida estava voltando ao normal e retomava o curso que estava seguindo antes da ocorrência do tiroteio.
Um homem de 25 anos foi à mesma sessão. Ele também temeu por sua vida. Ficou escondido atrás de uma fila de assentos e embora estivesse coberto de sangue escapou sem ferimentos. Nos dias que se seguiram apresentou o mesmíssimo padrão de comportamento e sentimentos descrito pela paciente anterior, no entanto, não havia se recuperado depois de duas semanas. Sentia-se tenso, o humor estava persistentemente deprimido, não conseguia se concentrar no trabalho, tinha vários despertares noturnos e pesadelos frequentes. Ele evitava informações ou coisas que o lembrassem do tiroteio mas não parava de lhe aparecer no pensamento a memória do som dos tiros, dos gritos e da sensação grudenta do sangue sobre ele. Havia momentos em que se sentia desconectado do mundo e de si mesmo. Disse que sua vida havia mudado definitivamente após esse trauma.

Qual é o recurso psicológico deficitário que implicou maior risco para a evolução desse paciente de forma diferente da anterior?
Alternativas
Q3606052 Psiquiatria
      O sujeito não recorda coisa alguma do que esqueceu ou reprimiu, mas expressa-o pela atuação e atua-o. Ele o reproduz não como lembrança, mas como ação; repete-o, sem naturalmente saber o que está repetindo.

Sigmund Freud

Nessa afirmação, Freud se refere a que mecanismo de defesa do ego?
Alternativas
Q3606050 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Jonas e Tiago, 33 e 32 anos, compareceram para terapia de casais a fim de lidar com o conflito crescente envolvendo a questão de morarem juntos. Jonas descreveu uma busca por apartamento que durou vários meses e que considerou "angustiante" devido à rigidez de Tiago no cumprimento do seu horário de trabalho e à sua lista "interminável" de requisitos para o apartamento. Eles não conseguiam tomar uma decisão e, por fim, resolveram simplesmente dividir o apartamento em que Tiago já morava. Para a mudança do parceiro para seu apartamento, Tiago se recusou a contratar uma empresa de mudanças para levar os pertences do namorado e insistiu em embalar pessoalmente e fazer um inventário de todos os itens que o namorado estava levando. Assim que os objetos foram transportados para o apartamento do casal, Jonas começou a reclamar das "regras malucas" de Tiago sobre onde os objetos poderiam ser colocados na prateleira, para qual direção os cabides do armário deveriam ficar voltados, e se suas roupas podiam se misturar. Além disso, um problema particularmente significativo era a queixa de Jonas que mal havia espaço para seus pertences porque Tiago nunca jogava nada fora. Ambos negaram história familiar de doença mental.
Qual o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3606037 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 51 anos, portadora de dor crônica nas costas há 13 meses após queda de altura por tentativa de suicídio. Teve múltiplas fraturas e uma internação prolongada pela dificuldade em controlar sua dor persistente nas costas. Nas avaliações prévias pela ortopedia, os achados clínicos e radiológicos eram incompatíveis com as queixas da paciente. A consulta com o psiquiatra, apresentou-se com cabelos grisalhos despenteados e óculos escuros, sentada em uma cadeira de rodas. Queixou-se da falta de solidariedade das pessoas para com sua condição. Não conseguira retomar o trabalho desde o acidente devido à dor e queixa-se da conduta dos peritos que havia avaliado-a: "Esses médicos ficam me dizendo que estou bem para voltar a trabalhar. Eles não acreditam em mim, não sabem pelo que estou passando. Acham que estou mentindo". Não há histórico pessoal de adoecimento psiquiátrico antes do acidente. Teste de Rorschach indicou traços de personalidade anancástica e histriônica. 
Qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3598027 Psiquiatria
Os transtornos alimentares (TA) são um grupo complexo de transtornos psiquiátricos caracterizados por uma alteração nos hábitos alimentares e por preocupação excessiva e visão distorcida do próprio peso corporal, associados a um alto índice de morbidade e mortalidade, devido a comportamentos alimentares patológicos que podem levar a complicações médicas. Cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, de todos os gêneros, idades e grupos étnicos, já tiveram um distúrbio alimentar. Sua etiologia é influenciada por processos de desenvolvimento, sociais e biológicos. É correto afirmar sobre DM:
I. Os principais transtornos alimentares são a anorexia nervosa (AN) e a bulimia nervosa (BN), distúrbios comuns no mundo ocidental que se relacionam a uma série de parâmetros socioculturais, fatores familiares, afeto negativo, baixa autoestima e insatisfação corporal. Estes se caracterizam pela internalização do ideal de magreza e comportamentos extremos de controle de peso. Em ambos, a supervalorização do peso e da forma (onde tal preocupação com a imagem corporal é de grande ou suprema importância para a autovisão) é critério obrigatório.
II. A BN é um transtorno psiquiátrico grave caracterizado por: comer, em um período de tempo discreto, uma quantidade de comida definitivamente maior do que a maioria das pessoas comeria em circunstâncias semelhantes e uma sensação de falta de controle comendo demais durante o episódio. Esses episódios de compulsão alimentar são tipicamente seguidos de culpa e vergonha, que desencadeiam comportamentos compensatórios para evitar o ganho de peso, como vômitos autoinduzidos, uso de laxantes ou diuréticos, jejum ou exercício.
III. A AN é distinta como uma condição de auto inanição, em que as pessoas estão abaixo do peso e se envolvem em comportamentos para evitar o ganho de peso. Inclui pessoas que comem e não comem compulsivamente ou purgam (induzem vômitos ou uso indevido de laxantes/diuréticos. AN tem a maior taxa de mortalidade entre os transtornos psiquiátricos porque pode resultar em complicações médicas significativas.
IV. Pessoas com anorexia ou bulimia nervosa têm um aumento de duas a seis vezes na mortalidade ajustada por idade atribuída a complicações médicas e têm taxas de conclusão de suicídio até 18 vezes as taxas de conclusão de seus pares. Pelo menos um terço das pessoas com transtorno alimentar desenvolve sintomas persistentes que permanecem 20 anos após o diagnóstico.
A alternativa correta é:
Alternativas
Q3591145 Psiquiatria
No que se refere aos transtornos alimentares, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3591137 Psiquiatria
A psicopatologia necessita de uma boa entrevista clínica, de modo que o psiquiatra consiga se comunicar de forma eficiente com o paciente, obtendo informações válidas e confiáveis. Assim, marque a alternativa que deve ser evitada pelo risco de obter dados inválidos na entrevista clínica psiquiátrica.
Alternativas
Q3591136 Psiquiatria
Sobre o que não se deve fazer durante a entrevista na clínica psiquiátrica, marque a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
821: D
822: E
823: D
824: A
825: A
826: C
827: C
828: D
829: A
830: C
831: A
832: A
833: B
834: B
835: B
836: B
837: B
838: C
839: D
840: D