Questões de Concurso
Sobre teorias e práticas para o ensino de história em pedagogia
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Deve-se buscar uma transformação pedagógica onde o papel do professor supere a compreensão e prática sobre sua disciplina, abrangendo uma reflexão sobre os conteúdos e valores a ele associados, ampliando a responsabilidade do educador com a formação dos alunos. Ou seja, com base nos temas transversais propostos e na necessidade de cada realidade escolar, o professor deve aproximar seus conteúdos e sua prática escolar para o desenvolvimento da capacidade do aluno ler e interpretar a realidade, contextualizando-a, aprendendo a aprender.
NETO, José Alves de Freitas; KARNAL, Leandro (organizador). História na Sala de Aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003. p. 62.
O texto apresentado oferece reflexões e orientações sobre o ensino de História. A partir dessa linha pedagógica, em um planejamento de aula deve ser considerado(a)
Nessa época não era incomum assistir a procissões, participar de rituais, cerimônias emocionais em teatros de corte ou de manifestações pelo fim da escravidão, que perdiam em eficácia e facilidades. Por mais que o governo tentasse recorrer a uma estratégia “reformista” — como a promulgação da Lei dos Sexagenários —, o resultado começou a ser o oposto. E os ataques vieram de todo lado, isso sem falar das rebeliões escravas que estouravam nos quatro cantos do país. “Medo” era uma palavra e um sentimento que se socializava [...]. Os senhores, impedindo o fim do regime, e tendo boa parte de seu capital imobilizado em escravos, passando-lhes a exigência de uma jornada ainda mais carregada de trabalho. As consequências foram fugas constantes, ataques e assassinatos de fazendeiros e feitores, protestos de forros e populares; movimento paralelo, diga-se de passagem, ao aumento do recurso aos castigos e sevícias [...]. Para conter o pânico, uma política atuosa ao lado dos senhores, prendendo escravos considerados indisciplinados, descaracterizando denúncias de maus-tratos e reprimindo atos de abolicionistas. Mas a indisciplina tornava-se coletiva, e os crimes cada vez mais violentos, rompendo-se assim um dos tabus de uma escravista: o monopólio do castigo corporal e da violência por parte dos brancos.
SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 420-421.
No contexto apresentado no texto, diversas lutas e eventos moldaram a transição para um regime de trabalho livre no Brasil. Ao trabalhar com esses dados em sala de aula, e considerar os estudos mais atualizados sobre essa transição, o professor de História pode
Ao preparar uma aula sobre história local, o professor leu um texto escrito pela professora Circe Bittencourt. Nesse texto, o professor destacou o seguinte fragmento:

Levando em consideração o pensamento de Bittencourt, o professor percebeu que o estudo de conteúdos escolares relacionados à história local exige a
(Rüsen, 2010, p. 51.)
A aprendizagem histórica desempenha um papel importante na vida do indivíduo, uma vez que
I. Nos Anos Iniciais, as habilidades são desenvolvidas em diferentes graus de complexidade, sendo que no 3º, 4º e 5º anos são analisados processos mais longínquos na escala temporal, como a circulação dos primeiros grupos humanos.
II. No 5º ano, a ênfase está em pensar as formas de organização dos povos e das culturas e sua diversidade. É essencial um olhar para que se motive o respeito e o convívio entre os povos por meio do trabalho com noções de cidadania, com direitos, deveres e o reconhecimento da diversidade nas sociedades.
III. Nos documentos que orientam o ensino de História, a aprendizagem parte do conhecimento da cidade, a vida em sociedade, “o nós” e “o outro”, e culmina com a compreensão do “eu”.
IV. O tempo histórico é um termo que renuncia concepções múltiplas, pois não depende do ponto de vista de quem o concebe, sendo um campo de estudos histórico.
Estão CORRETOS:
I. O ensino de História entre o 6º e 9º anos procura desenvolver a observação dos estudantes a partir de diferentes situações e objetos capazes de trazer à tona dinâmicas sociais e seus processos históricos.
II. A compreensão e problematização de conceitos norteadores da produção historiográfica nos Anos Finais do Ensino Fundamental, não fazem parte das competências específicas.
III. Na disciplina de História, a BNCC propõe, para os anos finais do Ensino Fundamental, a contextualização, a compreensão do tempo histórico, o reconhecimento de permanências e rupturas em processos que integram múltiplas experiências e escalas como pilares do trabalho.
Está(ão) CORRETO(S):
1. ( ) O campo iconográfico abrange uma vasta variedade de tipos de imagens, que são fontes fiéis das representações da realidade.
2. ( ) Todas as imagens têm um significado claro e universalmente compreendido, bastando ao professor garantir que o conteúdo histórico seja, de fato, transmitido pela imagem.
3. ( ) As imagens são fontes secundárias de informações históricas, passando a fazer parte apenas do cotidiano e da cultura moderna.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
I. A psicologia estuda principalmente os fenômenos sociais e culturais em larga escala.
II. A antropologia examina a diversidade cultural humana ao longo do tempo e do espaço.
III. A história investiga o passado humano, examinando eventos, processos e mudanças ao longo do tempo, fornecendo compreensão sobre as origens e evoluções das sociedades humanas.
IV. A sociologia investiga principalmente a estrutura e dinâmica das sociedades humanas, incluindo temas como instituições sociais, relações de poder, estratificação social e mudança social.
Com base nas afirmativas, estão corretas:
Fonte: LUCAS; MACHADO, 2002 apud ROSA, Cleci Werner da et al. O ensino de ciências (Física) no Brasil: da história às novas orientações educacionais. Revista Iberoamericana de Educación, 2012.
Substitua o (X) do texto pela alternativa CORRETA.
(ARAÚJO, U. F.; SASTRE G, 2009. p. 236.)
O estudo de caso oferece grandes possibilidades no trabalho com a história, tais como:
(Disponível em: https://dibrarq.arquivonacional.gov.br/index.php/arquivo-historico. Acesso em: julho de 2024.)
A visita ao museu como recurso didático-pedagógico em história, no caso de crianças:
(FONSECA, Selva Guimarães; SILVA, Marcos., 2007.)
Ainda, nos pressupostos da história social e cultural, podemos encontrar como premissas: