Questões de Concurso
Comentadas sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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HELAL, Ronaldo. O que é sociologia do esporte. São Paulo: Editora Brasiliense, 1990. SCAGLIA, A. J., REVERDITO, R. S. Pedagogia do Esporte: jogos coletivos de invasão. São Paulo: Phorte, 2009.
Sobre a construção de uma pedagogia que vise ensinar esporte no ambiente escolar com o propósito de proporcionar ao educando o ensino-vivência e a aprendizagem socioesportiva, assinale a opção INCORRETA com base em Helal (1990) e Scaglia e Riverdito (2009).
ALEXANDRE, M. G.; KAWASHIMA, L. B. A inclusão social de pessoas com deficiência como tema das aulas de Educação Física do IFMT. In: KAWASHIMA, L. B.; GODOI, M.; MARTINS, E. (Org.). Educação Física no Ensino Médio Integrado da Rede Federal: compartilhando experiências. 1ed.Cuiabá: EdUFMT Digital, 2021, v. , p. 91- 108. Disponível em: https://www.edufmt.com.br/product-page/educa%C3%A7%C3%A3o-f%C3%ADsica-noensino-m%C3%A9dio-integrado-da-rede-federal-compartilhando-exp. Acesso em: 03 out. 2023.
1- Deficiência Visual.
2- Deficiência Física.
3- Deficiência Auditiva.
( ) Basquetebol e handebol adaptados: Sugere-se utilizar as próprias cadeiras da sala de aula (sem braço) ou cadeiras de plástico que estiverem à disposição do professor, pois elas têm praticamente a mesma altura de uma cadeira de rodas, e a intenção é que o aluno possa experienciar as dificuldades de arremesso da bola de basquete na tabela (idêntica à do basquete convencional) e do arremesso ao gol de handebol (a quadra é a mesma do esporte convencional). (p.101)
( ) Futebol de cinco: A bola de futsal dispõe de um guizo para que possa emitir som ao se movimentar, sendo possível adaptar a própria bola de futsal dentro de uma sacola plástica, pois, ao rolar no chão, fará barulho que orientará sua localização pelos jogadores. As regras são parecidas com as do futsal, mas a bola não sai no fundo da quadra e nas laterais, que dispõem de paredes que limitam o espaço. São necessários alunos para auxiliar na segurança dos que estão jogando. (p.101)
( ) Futsal de três pernas, em duplas: Os alunos deverão se abraçar e terão uma de suas pernas unidas à do parceiro por meio de fita adesiva ou panos. Dessa forma, os alunos terão dificuldades de se movimentar e, ainda, dependerão da sincronia com o parceiro para se deslocar pela quadra. O jogo é realizado como um jogo de Futsal, sendo que os goleiros também estarão em duplas e unidos pelas pernas. (p.101)
( ) Atividades de sensibilização, que poderão anteceder a prática esportiva: Caminhadas guiadas em duplas, com um dos alunos com os olhos vendados, pela quadra e escola; amarrar barbantes pela quadra, na altura da cintura, utilizando os gols, postes de voleibol e outras estruturas para simular caminhos a serem percorridos pelos alunos vendados; brincadeira de cabra-cega. (p.101)
( ) Os quatro esportes tradicionais (basquetebol, futsal, handebol e voleibol) são passíveis de adaptação: Basta propor a proibição da fala durante a participação, estipulando alguma sanção no caso do descumprimento. Na adaptação no futsal, os alunos sentem dificuldade quando estão livres de marcação e querem pedir o passe, mas não podem falar. (p.105)
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
ALEXANDRE, M. G.; KAWASHIMA, L. B. A inclusão social de pessoas com deficiência como tema das aulas de Educação Física do IFMT. In: KAWASHIMA, L. B.; GODOI, M.; MARTINS, E. (Org.). Educação Física no Ensino Médio Integrado da Rede Federal: compartilhando experiências. 1. ed. Cuiabá: EdUFMT Digital, 2021, v., p. 91- 108. Disponível em: https://www.edufmt.com.br/product-page/educa%C3%A7%C3%A3o-f%C3%ADsica-noensino-m%C3%A9dio-integrado-da-rede-federal-compartilhando-exp. Acesso em: 03 out. 2023.
BERSCH, R. Introdução à Tecnologia Assistiva. Assistiva – Tecnoogia e Educação, Porto Alegre – RS, 2017. 20p. Disponível em: < https://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf>. Acesso em: 06 dez. 2023.
CALHEIROS, D. dos S.; MENDES, E. G.; LOURENÇO G. F. Considerações Acerca da Tecnologia Assistiva no Cenário Educacional Brasileiro. Revista Educação Especial, v. 31, n. 60, p. 229-244, jan. / mar. 2018. Disponível em: < https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/18825/pdf> Acesso em: 06 dez. 2023
I - A Tecnologia Assistiva é uma área de conhecimento com característica interdisciplinar, permitindo o envolvimento de diferentes profissionais.
II - Toda tecnologia educacional é uma tecnologia assistiva.
III - As órteses e próteses são exemplos de tecnologia assistiva.
IV - A consultoria colaborativa tem sido uma forma de maximizar a utilização da Tecnologia Assistiva nas escolas comuns, devido à falta de formação dos professores na área.
V - O processo de seleção da tecnologia assistiva deve envolver a equipe multiprofissional, a família e o usuário.
VI - A comunicação aumentativa e alternativa não pode ser considerada exemplo de tecnologia assistiva.
Assinale a alternativa que contém as afirmações FALSAS:
MAHL, E.; OLIVEIRA, P. de; ZUTIÃO, P. Estratégias utilizadas por três professoras do Atendimento Educacional Especializado (AEE) do IF Baiano: relatando experiências. Revista Transmutare, Curitiba – PR, v.5, p. 1-19, 2020. Disponível em: < https://periodicos.utfpr.edu.br/rtr/article/view/12981/8211 >. Acesso em: 04 nov. 2023.
FERNANDES, W. L.; COSTA, C. S. L. da. Possibilidades da Tutoria de Pares para Estudantes com Deficiência Visual no Ensino Técnico e Superior. Relato de Experiência. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 21, n. 1, p; 39-56, 2015. Disponível em: < https://scielo.br/j/rbee/a/NdbbF87fYFSTdrRwwLB8hWP/?format=pdf&lang= pt>. Acesso em: 11 nov. 2023.
MARINS, K.-H. C.; LOURENÇO, G. F. Avaliação de um Programa de Tutoria por Pares na Perspectiva da Educação Inclusiva. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 51, 2021. Disponível em: <https://www.scielo. br/j/cp/a/QDZrqpxh6rFQHrzq94znBFk/?format =pdf&lang=pt>. Acesso em: 06/12/2023.
ZERBATO, A. P.; MENDES, E. G. O Desenho Universal para a Aprendizagem na Formação de Professores: da investigação às práticas inclusivas. Revista Educação e Pesquisa, São Paulo – SP, v. 47, 2021. Disponível em: < https://www.revistas.usp.br/ep/article/view/193215>. Acesso em: 12 nov. 2023.
BRASIL. Projeto Escola Viva garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: Alunos com necessidades educacionais especiais /Adaptações Curriculares de Pequeno Porte. Brasília: MEC/SEESP, 2000a. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/cartilha06.pdf>. Acesso em: 12 nov. 2023.
BRASIL. Projeto Escola Viva garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: Alunos com necessidades educacionais especiais / Adaptações Curriculares de Grande Porte. Brasília: MEC/SEESP, 2000b. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/cartilha05.pdf>. Acesso em: 12 nov. 2023.
1- Adaptação de grande porte – Temporalidade
2 - Adaptação de pequeno porte – Temporalidade
3 - Adaptação de grande porte – Objetivos
4 - Adaptação de pequeno porte – Objetivos
5 - Adaptação de grande porte – Acesso ao currículo
6 – Adaptação de pequeno porte – Acesso ao currículo
( ) Adaptação do ambiente físico escolar e aquisição de mobiliário especifico.
( ) Cursar os componentes curriculares do 1º ano do Ensino Médio integrado em dois anos.
( ) Utilização do livro de figuras do estudante para comunicação alternativa.
( ) Introdução de objetivos específicos, complementares ou alternativos.
( ) Aquisição de equipamentos, recursos materiais específicos e sistemas alternativos de comunicação.
( ) Priorização de determinados objetivos.
( ) Aumento do tempo para realização de avaliação.
Assinale a alternativa que contempla a sequência CORRETA:
DOMINGUES, C. dos A.; SÁ, E. D.; CARVALHO, S. H. R.; ARRUDA, S. M. C. de P.; SIMÃO, V. S. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: os alunos com deficiência visual – baixa visão e cegueira. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, v.3, 2010. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/index. php?option=com_docman&view=download&alias=7105-fasciculo-3-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 05 dez. 2023.
MENDES, E. G.; VILARONGA, C. A. R.; ZERBATO, A. P. Ensino colaborativo como apoio à inclusão escolar: unindo esforços entre educação comum e especial. São Carlos: EdUFSCar, 2014. MENDES, E. G.; VILARONGA, C. A. R.; ZERBATO, A. P. Trabalho em Colaboração para Apoio da Inclusão Escolar: da teoria à prática docente. Interfaces da Educação, Paranaíba, v.7, n. 19, p. 66-87, 2016. Disponível em: <https://periodicosonline.uems.br/index.php/interfaces/article/view/1029/953>. Acesso em: 07 dez. 2023.
De acordo com as colocações, analise as afirmativas abaixo, inserindo V para aquelas que forem verdadeiras e F para as que forem falsas.
( ) Os fatores para o sucesso do coensino / ensino colaborativo são: tempo para o planejamento comum; flexibilidade; correr riscos; definição de papéis e responsabilidades; compatibilidade; habilidades de comunicação e; suporte administrativo.
( ) O coensino / ensino colaborativo ocorre dentro da sala de aula comum, apenas nos momentos de realização de atividades específicas, conforme as necessidades do estudante e das avaliações periódicas.
( ) Para realizar o coensino / ensino colaborativo, existem diferentes propostas de organização da sala de aula, como: um professor ensina e o outro observa; as estações de ensino; e a equipe de ensino.
( ) A prática do coensino / ensino colaborativo é a de somar esforços, de um trabalho de parceria entre professor da educação especial e professor da sala comum.
( ) O coensino / ensino colaborativo depende exclusivamente dos professores envolvidos, não sendo necessário o apoio da gestão escolar e sua previsão no projeto pedagógico da unidade escolar.
( ) A escola, ao optar pelo coensino / ensino colaborativo, pode deixar de ofertar o atendimento educacional especializado – AEE no contraturno, uma vez que o estudante terá o professor da educação especial para acompanhá-lo na sala de aula comum.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
BRASIL. Lei n° 13.146 de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília: 2015. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm.> Acesso em: 15 nov. 2023.
( ) A inclusão escolar deve ser garantida em todos os níveis e modalidades de ensino, bem como o aprendizado ao longo de toda a vida.
( ) Quem praticar, induzir ou incitar a discriminação de pessoas com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e o não fornecimento de tecnologia assistiva, poderá responder por crime cuja pena de reclusão é de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.
( ) As escolas particulares podem cobrar valores adicionais para contratação de profissionais de apoio escolar, tradutores/intérpretes de Língua Brasileira de Sinais – Libras, ou outro profissional necessário especificamente para aquele estudante com deficiência.
( ) Nos processos seletivos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser garantidos à pessoa com deficiência, entre outros direitos: atendimento preferencial, dilação do tempo e provas em formato acessível.
( ) Para os estudantes surdos, a educação bilíngue, que estabelece a Libras como primeira língua e a língua portuguesa escrita como segunda língua, é garantida apenas nas classes e escolas bilíngues ou nas instituições especializadas.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
Na etapa do Marco Referencial da construção do PPP, segundo Vasconcellos (2013), especificamente na dinâmica do plenário, que é o momento da partilha dos trabalhos, do debate, das decisões e dos encaminhamentos, explicita-se as contradições encontradas, bem como eventuais pontos tidos como fora de contexto. No plenário, inicia-se a análise a partir de três aspectos básicos:
I. Fidelidade: cada um se reconhece no texto?
II. Técnico: esse é um texto coerente para tal parte do projeto?
III. Conteúdo: é isso que desejamos para nossa escola?
Quais estão corretos?
Considerando os eixos da língua portuguesa, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Produção de Textos.
2. Oralidade.
3. Análise Linguística/Semiótica.
Coluna 2
( ) Compreende as práticas de linguagem relacionadas à interação e a autoria (individual ou coletiva) do texto escrito, oral e multissemiótico.
( ) Compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face.
( ) Oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.
( ) Envolve os procedimentos e estratégias (meta)cognitivas de análise e avaliação consciente, durante os processos de leitura e de produção de textos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Sobre o processo de alfabetização descrito na BNCC, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Alfabetizar é trabalhar com a apropriação pelo aluno da ortografia do português do Brasil escrito.
II. Sobre a construção da língua escrita pela criança, é preciso diferenciar desenhos/grafismos (símbolos) de grafemas/letras (signos).
III. É preciso que os estudantes conheçam o alfabeto e a mecânica da escrita/leitura - processos que visam a que o indivíduo se torne alfabetizado.
IV. No eixo “oralidade”, aprofundam-se o conhecimento e o uso da língua oral, as características de interações discursivas e as estratégias de fala e escuta em intercâmbios orais.
Fonte: https://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2021/05/13/professor-ubiratandambrosio-uniu-matematica-educacao-e-busca-por-justica
Com essa visão e com o interesse em história, sociologia e educação, o professor na década de 80 criou o:
I - Na modelação, o professor pode optar por escolher determinados modelos, fazendo sua recriação em sala, juntamente com os alunos, de acordo com o nível em questão, além de obedecer ao currículo inicialmente proposto.
II- A relevância da adoção deste método de ensino reside na sua possibilidade de despertar no professor o interesse por tópicos matemáticos que ele ainda desconhece.
III - Ao se representar uma situação real por meio de um modelo matemático, existem vários procedimentos e, de acordo com Biembengut e Hein (2007, p.13-14), esses procedimentos podem ser agrupados em três etapas, sendo elas: Interação, Matematização e Modelo Matemático.
IV - A modelagem matemática trabalha somente com contextos matemáticos complexos.
Sobre as assertivas acima, pode-se afirmar que:
1. Núcleo Docente Estruturante
2. Colegiado de curso
3. Conselho de classe
( ) É o órgão colegiado, de natureza consultiva e deliberativa em assuntos didático-pedagógicos, de acompanhamento e de avaliação de desempenho académico dos estudantes dos cursos técnicos de nível médio.
( ) E o órgão consultivo, constituído por um grupo permanente de docentes, responsável pela concepção, consolidação,
( ) É o órgão administrativo, consultivo e de supervisão responsável por coordenar e fixar diretrizes e orientações didáticas para o respectivo curso ou programa, visando garantir sua qualidade didático-pedagógica.
Assinale a sequência CORRETA, de cima para baixo: