Questões de Concurso Sobre tecnologias educacionais em pedagogia

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Q4113215 Pedagogia
A incorporação de tecnologias digitais ao cotidiano escolar ampliou as práticas colaborativas e o acesso a recursos multimídia. Essa transformação exige formação docente, orientação ética e planejamento institucional. Nesse contexto, qual ação fortalece o uso pedagógico responsável das tecnologias?
Alternativas
Q4113178 Pedagogia
A incorporação de tecnologias digitais ao cotidiano escolar ampliou as práticas colaborativas e o acesso a recursos multimídia. Essa transformação exige formação docente, orientação ética e planejamento institucional. Nesse contexto, qual ação fortalece o uso pedagógico responsável das tecnologias?
Alternativas
Q4113149 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir relativas à Política Nacional de Educação Digital – PNED (Lei nº 14.533, de 2023).

I. A PNED apresenta os seguintes eixos estruturantes: Inclusão Digital; Educação Digital Escolar; Capacitação e Especialização Digital; e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs).
II. A PNED substitui outras políticas nacionais, estaduais, distritais ou municipais de educação escolar digital, de capacitação profissional para novas competências e de ampliação de infraestrutura digital e conectividade.
III. O pensamento computacional, tratado na PNED, refere‑se à capacidade de compreender, analisar, definir, modelar, resolver, comparar e automatizar problemas e suas soluções de forma metódica e sistemática, por meio do desenvolvimento da capacidade de criar e adaptar algoritmos, com aplicação de fundamentos da computação para alavancar e aprimorar a aprendizagem e o pensamento criativo e crítico nas diversas áreas do conhecimento.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q4113146 Pedagogia
O ofício de professor tem passado por profundas transformações, impulsionadas por exigências sociais, políticas e pedagógicas que transcendem a mera transmissão de conteúdos. Nesse cenário, a docência assume um caráter mais complexo e interdisciplinar, exigindo competências que envolvem o trabalho coletivo, a gestão da aprendizagem, a mediação com as famílias, a ética profissional, o uso crítico das tecnologias e o compromisso com a formação continuada.

Nesse contexto, espera‑se que o professor contemporâneo
Alternativas
Q4113134 Pedagogia
Para Moran (2013), a pesquisa, a comunicação e a divulgação em rede são oportunizadas pelas tecnologias digitais.
De acordo com a utilização das tecnologias digitais apontada pelo autor, analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.

(    ) A segunda etapa da gestão do uso das tecnologias pelas escolas visa à melhoria do que se faz, tal como o desempenho, a gestão, a automatização de processos e a diminuição de custos.
(    ) Como apoio para a pesquisa, os docentes podem auxiliar os alunos por meio do incentivo relacionado ao saber perguntar, focalizar questões importantes, estabelecer critérios na escolha de sites e de avaliação de páginas, e a comparar textos com pontos de vistas diferentes.
(    ) Os mapas conceituais, que possibilitam a organização de conceitos e as relações entre eles, podem ser usados nas várias etapas do processo educacional, como também para planejar e elaborar atividades para a educação a distância.
(    ) O podcast, programa digital de áudio / vídeo, é usado de forma mais propícia pelos alunos em acessos a materiais bem elaborados e disponibilizados na internet do que na produção e divulgação de seus próprios podcasts.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q4108729 Pedagogia
Você é professor(a) em uma escola pública que recentemente passou a contar com uma sala equipada com computadores e acesso à internet. Durante uma reunião pedagógica, a equipe discute como integrar esse recurso ao planejamento das aulas, respeitando as diretrizes do currículo nacional. Uma professora, porém, manifesta preocupação de que o uso da internet possa substituir os livros didáticos e comprometer o foco dos estudantes. Diante disso, considerando os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) e o papel da tecnologia no processo de ensino-aprendizagem, assinale a alternativa que corresponde à conduta mais adequada a ser adotada por essa escola em relação ao uso da internet. 
Alternativas
Q4107859 Pedagogia

Considere o texto a seguir para responder à questão.



Texto 2


Série ‘A Mulher da Casa Abandonada’ ganha data

de estreia no streaming


Documentário chega ao Prime Video no segundo

semestre, trazendo luz ao caso que chocou o Brasil

em 2022


    Em junho deste ano, o Prime Video havia anunciado o lançamento da série documental A Mulher da Casa Abandonada, que conta a história completa de Margarida Bonetti, uma rica moradora de um casarão antigo no bairro Higienópolis, em São Paulo. O caso veio à tona em 2022 pelo podcast homônimo apresentado por Chico Felitti em plataformas de áudio como o Spotify. Agora, a produção ganha data de estreia no streaming da Amazon: 15 de agosto. A mansão suntuosa estava gasta e precisando de reparos e sua dona uma figura um tanto quanto peculiar frequentemente vista pela vizinhança usando um creme facial branco por todo o rosto discutia com agentes da prefeitura. O encontro de Margarida com Chico Felitti aconteceu enquanto a mulher tentava impedir a poda de uma árvore.


    Conforme Chico se aproximava da mulher e descobria mais sobre sua vida, ele descobriu que ela havia fugido dos Estados Unidos com o marido após manter uma pessoa em situação análoga a escravidão por 20 anos dentro de sua própria casa, trabalhando como empregada doméstica. O podcast é resultado da investigação de Felitti sobre a história bizarra da mulher, apelidada de “a mulher da casa abandonada”. Ao longo de três episódios, a série do Prime Video trará novos detalhes sobre o caso, bem como declarações do FBI e de novas testemunhas. Na época em que o caso repercutiu, Margarida Bonetti deixou a residência no Higienópolis, largando para trás dois cachorros de estimação, que posteriormente foram resgatados pela ativista Luisa Mell, que relatou a insalubridade do local após fazer o resgate.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/tela-plana/serie-a-mulher-da-casa-abandonada-ganha-data-de-estreia-no-streaming/. Acesso em: 22 jul. 2025.

Considere o seguinte excerto da BNCC:
“Analisar, discutir, produzir e socializar, tendo em vista temas e acontecimentos de interesse local ou global, notícias, fotodenúncias, fotorreportagens, reportagens multimidiáticas, documentários, infográficos, podcasts noticiosos, artigos de opinião, críticas da mídia, vlogs de opinião, textos de apresentação e apreciação de produções culturais (resenhas, ensaios etc.) e outros gêneros próprios das formas de expressão das culturas juvenis (vlogs e podcasts culturais, gameplay etc.), em várias mídias, vivenciando de forma significativa o papel de repórter, analista, crítico, editorialista ou articulista, leitor, vlogueiro e booktuber, entre outros”.
Em uma aula, a proposta é a de realizar a adaptação de um podcast para um documentário, tal qual o tema da reportagem do Texto 2. Para tanto, essa transposição exige ressignificação dos recursos semióticos para diferentes linguagens midiáticas. Dito isso, a BNCC e Rojo (2013) destacam que a retextualização de gêneros midiáticos deve considerar as potencialidades de cada linguagem. Analise as seguintes alternativas e assinale aquela que melhor representa o processo de adaptação do podcast para o documentário, conforme esses referenciais.
Alternativas
Q4107851 Pedagogia

Considere o texto a seguir para responder à questão.


Texto 1

Nuvem não é nuvem, amigo não é amigo

[...]

Por Sérgio Rodrigues 


    Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?


    Deixemos de lado por ora as considerações morais. Restam questões bem objetivas: se a nuvem se situa nas profundezas da Terra, então incorremos em erro quando dizemos “baixar” um filme ao trazê-lo de alguma cinemateca virtual para nossa máquina. Deveríamos dizer “subir”. E vice-versa. No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?


    O problema se revela no atacado, na escala em que a linguagem digital reprogramou nossas palavras. A nuvem de dados é apenas uma das formas que ela tem de nos apresentar uma face familiar, sorridente, enquanto demole e reconstrói o edifício das relações sociais inteiro. De cima até embaixo. Se a nuvem não é nuvem, o amigo de rede social será mesmo amigo, quer dizer, amigo-amigo de verdade, amigo em qualquer sentido que vá além do figurado?


    Estamos no terreno da metáfora, claro. Força indomável da linguagem, criadora de novos sentidos por analogia, é ela que explica a página que não é página, a janela que não é janela, a navegação que não é navegação, o vírus que não é vírus, a reunião que não é reunião. Alguém pode argumentar que tudo isso é perfeitamente inofensivo, quem sabe até uma bênção: tratando-se de uma tecnologia que cria tanta coisa nova, é bom que ela se expresse assim em vez de poluir a paisagem com neologismos frios, não?


    O argumento é válido em tese, mas desconsidera algo fundamental: o quanto a metaforização digital ampla e irrestrita nos impede de compreender a profundidade da mudança em nossas vidas – e reagir com a cautela que o bom senso recomendaria. A comunidade online não é antropologicamente comparável a nada do que os seres humanos entendiam por “comunidade” desde que a palavra foi criada até... outro dia de manhã. Como esperar que as nossas democracias permaneçam as mesmas?


    Fazendo parecer familiar e seguro um meio de comunicação agressivamente dedicado a reconfigurar a paisagem social nos mínimos detalhes, a linguagem nos induz a um estado de negação. Se nossos filhos pequenos não estivessem apenas se divertindo entre “amigos”, navegando por instrutivas “páginas”, acessando “nuvens” bucólicas, será que os deixaríamos por tanto tempo sozinhos diante de telas, sem nenhuma supervisão?


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2025/06/nuvem-nao-e-nuvem-amigo-nao-e-amigo.shtml. Acesso em: 17 jul. 2025.

Considere o excerto a seguir e a situação descrita adiante:
“Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?”.
Em uma turma do ensino médio com diversidade de perfis de aprendizagem, você percebe que parte dos alunos apresenta dificuldade em relacionar a linguagem metafórica com suas experiências midiáticas cotidianas. Considerando a Competência Específica 1 da BNCC de Língua Portuguesa, que prevê o uso crítico de diferentes linguagens para interpretação da realidade, avalie a seguinte proposta de intervenção pedagógica:
Sequência didática proposta:
1. etapa de sensibilização: exibição de memes e posts de redes sociais que utilizam cores como metáforas de sentimentos (ex.: “azul da melancolia”, “verde da inveja”);
2. etapa de produção: divisão da turma em grupos para criar artes para diferentes plataformas de mídias sociais, explorando como as metáforas expressam questões cotidianas. Tais artes devem mesclar: linguagem verbal, linguagem visual, linguagem sonora;
3. etapa de socialização: exibição das artes seguida de debate sobre como a adaptação para outras mídias altera a recepção do texto original. Multiletramentos mobilizados:
• digital: produção audiovisual e análise de mídias;
• artístico: uso de cores, música e composição visual;
• verbo-textual: interpretação do texto e roteiro das artes.  
No trabalho de leitura e produção de texto, mais especificamente no trabalho com os multiletramentos (ROJO, R. (Org.). Escola conectada: os multiletramentos e as TICs. São Paulo: Parábola, 2013.), a proposta apresentada é eficaz para desenvolver a Competência 1 da BNCC porque
Alternativas
Q4107845 Pedagogia

Considere o texto a seguir para responder à questão.


Texto 1

Nuvem não é nuvem, amigo não é amigo

[...]

Por Sérgio Rodrigues 


    Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?


    Deixemos de lado por ora as considerações morais. Restam questões bem objetivas: se a nuvem se situa nas profundezas da Terra, então incorremos em erro quando dizemos “baixar” um filme ao trazê-lo de alguma cinemateca virtual para nossa máquina. Deveríamos dizer “subir”. E vice-versa. No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?


    O problema se revela no atacado, na escala em que a linguagem digital reprogramou nossas palavras. A nuvem de dados é apenas uma das formas que ela tem de nos apresentar uma face familiar, sorridente, enquanto demole e reconstrói o edifício das relações sociais inteiro. De cima até embaixo. Se a nuvem não é nuvem, o amigo de rede social será mesmo amigo, quer dizer, amigo-amigo de verdade, amigo em qualquer sentido que vá além do figurado?


    Estamos no terreno da metáfora, claro. Força indomável da linguagem, criadora de novos sentidos por analogia, é ela que explica a página que não é página, a janela que não é janela, a navegação que não é navegação, o vírus que não é vírus, a reunião que não é reunião. Alguém pode argumentar que tudo isso é perfeitamente inofensivo, quem sabe até uma bênção: tratando-se de uma tecnologia que cria tanta coisa nova, é bom que ela se expresse assim em vez de poluir a paisagem com neologismos frios, não?


    O argumento é válido em tese, mas desconsidera algo fundamental: o quanto a metaforização digital ampla e irrestrita nos impede de compreender a profundidade da mudança em nossas vidas – e reagir com a cautela que o bom senso recomendaria. A comunidade online não é antropologicamente comparável a nada do que os seres humanos entendiam por “comunidade” desde que a palavra foi criada até... outro dia de manhã. Como esperar que as nossas democracias permaneçam as mesmas?


    Fazendo parecer familiar e seguro um meio de comunicação agressivamente dedicado a reconfigurar a paisagem social nos mínimos detalhes, a linguagem nos induz a um estado de negação. Se nossos filhos pequenos não estivessem apenas se divertindo entre “amigos”, navegando por instrutivas “páginas”, acessando “nuvens” bucólicas, será que os deixaríamos por tanto tempo sozinhos diante de telas, sem nenhuma supervisão?


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2025/06/nuvem-nao-e-nuvem-amigo-nao-e-amigo.shtml. Acesso em: 17 jul. 2025.

Em uma aula cujo objeto de ensino engloba as práticas de leitura, interpretação e produção textual, à luz da BNCC (Brasil, 2018), além das práticas de multiletramento, considere o seguinte excerto, extraído da crônica, gênero textual que circula tanto no meio impresso quanto no digital, e analise como suas características multimodais e discursivas podem ser trabalhadas em sala de aula no ensino médio:
“No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?”.
Assinale a alternativa que melhor articula uma proposta de atividade integrada, considerando:
• conteúdo temático (as ressignificações da linguagem na cultura digital); • estilo (híbrido entre crônica e ensaio, com marcas de oralidade); • construção composicional (adaptação ao suporte impresso e digital); • multimodalidade (recursos linguísticos e não linguísticos em diferentes mídias); • produção textual (prática de escrita com base no multiletramento). 
Alternativas
Q4106594 Pedagogia
A educação tem sido cada vez mais desafiada a integrar as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) nas práticas pedagógicas. A tentativa é superar a escola tradicional, um modelo educacional centrado na passividade e no uso exclusivo do livro didático. Nesse contexto,
I. o empenho para incluir as TDIC nas ações pedagógicas visa à promoção de uma aprendizagem crítica, interdisciplinar e colaborativa
PORQUE
II. as tendências pedagógicas contemporâneas respondem às demandas sociais e integram espaços formais e informais de aprendizagem.
Com base nas proposições apresentadas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4100780 Pedagogia
Uma professora está preparando atividades para sua turma da pré-escola composta por crianças com baixa visão. Considerando os objetivos de promover a funcionalidade e a autonomia das crianças com baixa visão, assinale a alternativa que apresenta a ação pedagógica mais adequada para essa situação. 
Alternativas
Q4100744 Pedagogia
Uma professora planeja uma atividade de leitura para uma turma do 2º ano do ensino fundamental que inclui um aluno com deficiência visual. Para garantir a participação de todos os estudantes, ela decide utilizar diferentes recursos tecnológicos. Nesse contexto, qual tecnologia assistiva é mais adequada para garantir o acesso do aluno com deficiência visual ao conteúdo da atividade? 
Alternativas
Q4096379 Pedagogia
O eixo Capacitação e Especialização Digital tem, entre suas estratégias prioritárias, a promoção do acesso da população em idade ativa a oportunidades de desenvolvimento de competências demandadas em áreas específicas das TICs. Essa promoção deve ocorrer, preferencialmente, por meio de formações certificadas em nível:
Alternativas
Q4096366 Pedagogia
Corresponde a uma estratégia de ensino que utiliza a construção de um diagrama, numa perspectiva bidimensional, o qual mostra as relações hierárquicas entre os conceitos pertinentes a um determinado conteúdo. Essa técnica é chamada de:
Alternativas
Q4095518 Pedagogia
Sobre a acessibilidade e a construção de práticas pedagógicas inclusivas, analise as afirmações abaixo:

I. A escola inclusiva deve garantir não apenas acessibilidade arquitetônica e comunicacional, mas também flexibilização curricular para atender diferentes ritmos e formas de aprendizagem.
II. A utilização das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) deve ser intencional e planejada, funcionando como recurso de acessibilidade que amplia a participação de todos os estudantes.
III. O modelo de ensino baseado na transmissão massiva e uniforme de informações favorece a inclusão, pois assegura que todos recebam o mesmo conteúdo de maneira padronizada.
IV. Os recursos digitais, como softwares de criação de animações, livros digitais e jogos educacionais, podem ser utilizados como ferramentas de inclusão, desde que articulados a metodologias ativas que envolvam os estudantes.

Está(ão) correta(s): 
Alternativas
Q4095502 Pedagogia
A relação entre tecnologias e educação envolve tanto o processo de socialização das inovações quanto sua incorporação às práticas pedagógicas. Considerando o papel das tecnologias da informação e comunicação no contexto educacional, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4095277 Pedagogia
Considerando o uso de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na educação, analise as afirmativas a seguir:

I. Todo meio ou recurso utilizado para gerar, registrar ou difundir informações pode ser considerado mídia educativa, desde materiais impressos até Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) e softwares educacionais.
II. O sucesso de uma iniciativa educacional que utilize mídias depende apenas da disponibilidade de ferramentas modernas e tecnologia de ponta. 
III. As tecnologias aplicadas à educação funcionam como pontes que ampliam a sala de aula, permitindo diferentes formas de representação da realidade e o desenvolvimento das potencialidades dos alunos.
IV. Cada mídia educativa exige cuidados específicos em seu uso, mas todas produzem os mesmos efeitos sobre a aprendizagem independentemente do contexto, do conteúdo ou dos objetivos. 

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4094073 Pedagogia
The Institutional Internationalization Plan of your university seeks to address the criticism that internationalization often deepens the 'social gap' and promotes the 'commodification of education,' as high costs limit most students' access to physical mobility (study abroad). The University has limited resources to finance long-term student scholarships.
Picture that you are tasked with developing a practical and sustainable initiative under the umbrella of 'Internationalization at Home' (IaH) to ensure that all undergraduate students have an intercultural and international experience.
Which of the following initiatives aligns best with the objective of promoting comprehensive and inclusive internationalization using hybrid approaches?
Alternativas
Q4093249 Pedagogia
Uma técnica em assuntos educacionais verificou que os alunos estão ingressando nos cursos de graduação com amplo acesso a informações, mas demonstram dificuldades para analisá-las criticamente. Após examinar o desempenho dos alunos nas disciplinas, ela verificou que a simples disponibilização de recursos como quadro, giz, tablets, datashow e lousas digitais não tem garantido qualidade no processo de ensinoaprendizagem. Considerando esse cenário, qual deve ser a postura pedagógica mais adequada da técnica para articular as Tecnologias de Comunicação e Informação (TICs) ao processo de ensino-aprendizagem?
Alternativas
Q4066071 Pedagogia
As tecnologias assistivas têm ampliado as possibilidades de autonomia, comunicação e participação de estudantes com diferentes tipos de deficiência. Considerando as necessidades educacionais de alunos com deficiência física (DF) e deficiência visual (DV), analise as alternativas a seguir e identifique aquela que representa, de forma correta, o papel e o uso pedagógico da Tecnologia Assistiva no contexto inclusivo.
Alternativas
Respostas
541: A
542: B
543: B
544: D
545: C
546: B
547: B
548: C
549: B
550: B
551: E
552: B
553: A
554: C
555: B
556: B
557: B
558: E
559: B
560: B