Questões de Concurso
Sobre políticas educacionais em pedagogia
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I. Apenas serão considerados aptos a ingressarem na segunda etapa da Educação básica os educandos que obtiverem notas, relatórios e avaliação da aprendizagem com aproveitamento satisfatório.
II. A transição entre essas duas etapas da Educação Básica requer muita atenção, para que haja equilíbrio entre as mudanças introduzidas, garantindo integração e continuidade dos processos de aprendizagens das crianças.
III. Conversas e troca de materiais entre os professores das escolas de Educação Infantil e de Ensino Fundamental – Anos Iniciais não são importantes para a inserção das crianças nessa nova etapa da vida escolar.
IV. Torna-se necessário estabelecer estratégias de acolhimento e adaptação tanto para as crianças quanto para os docentes, de modo que a nova etapa se construa com base no que a criança sabe e é capaz de fazer, em uma perspectiva de continuidade de seu percurso educativo.
Quais estão corretas?
Coluna 1
1. Competências gerais.
2. Competências específicas.
3. Habilidades.
Coluna 2
( ) Estão relacionadas aos objetos de conhecimento que os alunos devem desenvolver da Educação Infantil ao Ensino Médio.
( ) Devem ser desenvolvidas ao longo de todas as etapas da Educação Básica e atuam como um guia socioemocional para a aprendizagem.
( ) São divididas por área do conhecimento e pelos componentes curriculares.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) Notificar ao Conselho Tutelar do Município a relação dos alunos que apresentem quantidade de faltas acima de 40% (quarenta por cento) do percentual permitido em lei.
( ) Promover medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência, especialmente a intimidação sistemática (bullying), no âmbito das escolas.
( ) Organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, integrando-os às políticas e planos educacionais da União e dos Estados.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. As IES (instituições de ensino superior) brasileiras têm poucos recursos e instrumentos para desenvolver planos consistentes e próprios de inserção internacional. Elas são dependentes, na maior parte dos casos, dos programas de apoio mantidos pelas agências de fomento (Capes, CNPq, etc.).
II. Existem, no Brasil, programas destinados a apoiar estudantes de países latino-americanos e da África em cursos de graduação (Programa de Estudantes – Convênio de Graduação – PEC/G) e de mestrado e doutorado em IES do país (Programa de Estudantes – Convênio de Pós-Graduação – PEC/PG).
III. Tem crescido a participação de grupos educacionais estrangeiros no mercado do ensino superior brasileiro. Nos últimos anos, instituições de educação superior internacionais e grupos de investidores estrangeiros começaram a assumir diretamente, ou em parceria com grupos brasileiros, o controle de IES particulares com fins lucrativos no país.
IV. Um dos programas criados para a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional foi o Ciência sem Fronteiras.
Estão corretas as afirmativas:
I. Em um sistema de ensino superior amplamente dominado, em termos quantitativos, por instituições privadas, a pós-graduação tem se concentrado desde o seu início fundamentalmente em universidades públicas.
II. Criou-se, no interior da pós-graduação, um sistema nacional de avaliação dos programas, realizado pelos pares, que se transformou em um dos mecanismos responsáveis pelo seu êxito.
III. O desenvolvimento da pós-graduação permitiu uma profunda renovação no ensino superior brasileiro, na medida em que propiciou a institucionalização da atividade de pesquisa nas universidades brasileiras, uma vez que as instituições que existiam até meados da década de 1960 desenvolviam fundamentalmente atividades de ensino.
IV. A pós-graduação foi institucionalizada por meio da Reforma Universitária de 1968, que modernizou o sistema de ensino superior no Brasil, criando um padrão de instituições públicas integradas, e reduzindo o papel do setor privado na área.
São verdadeiras as informações:
I. Recursos federais que envolvem o orçamento do MEC, repassado às universidades federais e outros programas como Fies, Prouni, entre outros.
II. Recursos estaduais e municipais que financiam as respectivas Instituições de Ensino Superior.
III. Recursos oriundos das agências de fomento como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), além das fundações estaduais de amparo à pesquisa.
IV. Recursos privados, oriundos das famílias e/ou alunos (mensalidades) e das empresas.
São verdadeiras as seguintes informações:
I. Universidades, que têm como função o ensino, a pesquisa e a extensão e que devem ter um terço dos professores com título de mestre ou doutor e um terço trabalhando em regime de dedicação exclusiva.
II. Centros universitários, que se caracterizam pela oferta qualificada do ensino, não precisando manter atividades de pesquisa e extensão e gozando de autonomia para criar cursos ou vagas.
III. IES não universitárias, que compreendem as faculdades e os centros e institutos tecnológicos, voltados basicamente para as atividades de ensino, não gozando de autonomia e que dependem do Conselho Nacional de Educação (CNE) para aprovação de novos cursos e vagas.
Estão corretas as informações:
I. A contribuição das ações extensionistas para a produção do conhecimento e a formação de estudantes, professores e técnicos administrativos e sua efetividade para a transformação da Universidade e da sociedade, deve ser considerada no processo de avaliação institucional e da educação superior nacional como um todo.
II. A avaliação da extensão universitária deve considerar aspectos referentes à política de gestão, infraestrutura, relação universidade – sociedade, plano acadêmico e produção acadêmica.
III. No processo de avaliação, a Extensão Universitária deve ser entendida como processo formativo, prospectivo e qualitativo, a ser mensurado por critérios objetivos (relatório, trabalho escrito, publicação ou comunicação) e subjetivos (compromisso, dedicação).
IV. A avaliação da Extensão Universitária deve se basear apenas em critérios objetivos, mensuráveis, como recursos aplicados, bolsas concedidas e público atendido.
São verdadeiras:
I. O ponto fundamental da avaliação é atestar a capacidade de aprendizado e o nível de absorção de conteúdo por parte dos estudantes.
II. A avaliação pode ser considerada um processo complexo, que envolve todas as etapas e fatores envolvidos no contexto educacional.
III. Na educação superior, uma das ferramentas de avaliação externa é o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), aplicado aos estudantes ingressantes e concluintes de cursos selecionados.
IV. A avaliação, por sua natureza, só pode ser aplicada após a finalização de um determinado processo.
São falsas: