Questões de Concurso
Sobre dietoterapia em nutrição
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Fonte: Nutrição moderna de Shils na saúde e na doença. 11. ed.-Barueri, SP: Manole, 2016.
Diante disso, as contraindicações referentes à alimentação enteral se relacionam com:
I.A presença e o grau de desnutrição.
II.A capacidade do paciente de consumir nutrição adequada por via oral.
III.A integridade e capacidade funcional do trato gastrointestinal.
É CORRETO o que se afirma em:
A anemia é o resultado de uma insuficiência de hemoglobina na circulação, provocando diminuição da habilidade de transporte de_____para os tecidos.
Fonte: Biodisponibilidade de nutrientes / Silvia M. Franciscato Cozzolino [organizadora]. 5. ed. rev. e atual. -- Barueri, SP: Manole, 2016.
Assinale alternativa que preenche corretamente a lacuna acima.
I o estímulo a hortas comunitárias.
II as oficinas culinárias que valorizem os alimentos processados.
III a promoção de atividades de educação alimentar e nutricional.
IV a instituição de grupos de apoio para o controle do peso.
Dos itens acima mencionados, está(ão) correto(s):
I Recomenda-se a administração parenteral de glicose, lipídios e aminoácidos essenciais e não-essenciais.
II Alta ingestão de carboidrato e gordura para poupar proteína é importante para a recuperação do paciente.
III A dieta do paciente com IRA deve ser de baixo teor calórico e alto teor de proteína
IV Deve-se realizar a restrição de sódio, a depender do nível de excreção urinária.
Dos itens acima estão corretos
Fonte: https://diabetes.org.br/wp-content/uploads/2021/05/manual-de-contagem-de-carbo.pdf
Nesse contexto, são alimentos que não precisam ser contados em uma dieta baseada na técnica de Contagem de Carboidratos:
I.Azeite.
II.Café.
III.Creme de leite.
É CORRETO o que se afirma em:
I -Nutrir o paciente cirúrgico representa um grande desafio, que inclui lidar com inúmeras afecções cirúrgicas.
II -O uso adequado e combinado de terapia nutricional (TN) oral, enteral, parenteral e imunonutrição pré-operatória podem contribuir para modificar o estado nutricional, modular a resposta imunológica e inflamatória, minimizar complicações pós-operatórias e diminuir o tempo de internação.
III -A avaliação do estado nutricional (AN) de pacientes cirúrgicos é fundamental para identificar o risco relacionado à morbidade e à mortalidade após a cirurgia, sendo realizada estritamente por métodos objetivos, como por exemplo: antropometria.
IV -Albumina sérica: menos de 5mg/dL (sem evidência de disfunção hepática e renal) é uma das situações de risco nutricional em cirurgia.
V -Para pacientes em risco nutricional grave, é recomendado de 14 a 21dias de terapia nutricional pré-operatória para melhora da condição nutricional.
No entanto, há um erro conceitual em uma asserção, assinale-a:
I -A dietoterapia na esofagite objetiva especificamente o controle da doença e a redução de seus sintomas.
II -A dietoterapia na esofagite requer mudanças no estilo de vida, sendo um tratamento compendioso.
III-A conduta dietoterápica deve ser traçada a partir de avaliação e estabelecimento de um diagnóstico específico e individualizado, que considere aspectos funcionais, como os dados clínicos, bioquímicos, antropométricos e alimentares.
IV -A dieta para tratamento da esofagite consiste numa oferta calórica voltada para a perda de peso.
V -Dietas hipolipídicas, com menos de 20% do valor calórico total (VCT), são inadequadas para pacientes com o processo inflamatório ativo.
(1)Marasmo.
(2)Kwashiorkor.
(3)Kwashiorkor marasmático.
( ) A característica predominante é o edema mole, o cacifo, indolor, geralmente nos pés e nas pernas, mas estendendo-se ao períneo, extremidades superiores e face, nos casos graves.
( ) As principais características são edema, com ou sem lesões cutâneas, e definhamento muscular e gordura subcutânea diminuída.
( ) Frequentemente, os pacientes têm 60% ou menos do peso esperado para a sua altura, e as crianças têm acentuado retardamento do crescimento longitudinal.