Questões de Concurso Sobre pediatria e neonatologia em medicina

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Q4311072 Medicina
Paciente de 28 anos, sexo masculino, refere episódios recorrentes de diarreia e desconforto abdominal há aproximadamente um ano, acompanhados de distensão abdominal e melhora parcial após as evacuações. Nega sangramento digestivo, perda ponderal, febre ou despertares noturnos para evacuar. É portador de transtorno de ansiedade e doença do refluxo gastroesofágico, fazendo uso contínuo de medicação para controle dos sintomas há cerca de dois anos.

Os exames laboratoriais demonstram: hemoglobina de 14,6 g/dL, proteína C reativa de 0,2 mg/dL, albumina de 4,5 g/dL, ferritina de 132 ng/mL, vitamina B12 de 486 pg/mL e sorologia para doença celíaca negativa. A calprotectina fecal foi de 84 μg/g.

A conduta mais apropriada nesse momento é 
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Q4310439 Medicina
Um lactente de 5 meses, previamente saudável, foi levado pelos responsáveis a uma unidade de saúde após ter mantido contato domiciliar, havia 24 horas, com um familiar que posteriormente recebeu diagnóstico confirmado de sarampo. A criança permaneceu assintomática e apresentava vacinação atualizada para a idade.
A mãe, de 25 anos, informou ter recebido duas doses da vacina tríplice viral contra sarampo, caxumba e rubéola durante a infância e nunca ter apresentado sarampo.

Considerando a idade da criança, o tipo e o tempo decorrido desde a exposição, a conduta mais apropriada para a profilaxia pós-exposição ao sarampo é 
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Q4310434 Medicina
Um adolescente de 14 anos, previamente hígido, foi levado ao ambulatório durante a investigação de contatos domiciliares de tuberculose. Seu pai havia recebido diagnóstico recente de tuberculose pulmonar bacilífera. O adolescente permanecia assintomático, apresentava exame físico sem alterações e radiografia de tórax normal. O registro vacinal documentava administração da vacina Bacilo Calmette-Guérin (BCG) ao nascimento, e havia cicatriz vacinal compatível.
Considerando que o objetivo da investigação é identificar infecção latente por Mycobacterium tuberculosis, assinale a característica imunológica que explica mais adequadamente a maior especificidade dos ensaios de liberação de interferon-gama (Interferon-Gamma Release Assays – IGRAs) em comparação com o teste tuberculínico (Tuberculin Skin Test – TST), realizado com derivado proteico purificado (Purified Protein Derivative – PPD).
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Q4310432 Medicina
Um menino de 8 anos foi encaminhado para investigação imunológica devido à história de abscessos cutâneos recorrentes por Staphylococcus aureus, candidíase oral de repetição e dois episódios de pneumonia bacteriana com formação de pneumatoceles.
Ao exame físico, apresentava eczema crônico e múltiplas cicatrizes compatíveis com infecções cutâneas prévias.
Os exames laboratoriais mostraram: leucócitos: 11.800/mm³ (VR: 4.500–13.500/mm³); eosinófilos: 1.420/mm³ (VR: 0–500/mm³); imunoglobulina E (IgE): 4.860 UI/mL (VR: <100 UI/mL); imunoglobulinas G (IgG), A (IgA) e M (IgM): dentro dos valores de referência. O estudo molecular confirmou variante patogênica dominante-negativa no gene STAT3.

O mecanismo imunológico que melhor explica o padrão de suscetibilidade infecciosa apresentado por esse paciente é a 
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Q4310428 Medicina
Um lactente de 3 meses, do sexo masculino, foi encaminhado para investigação após apresentar candidíase oral persistente, diarreia crônica, baixo ganho ponderal e dois episódios de pneumonia bacteriana desde o segundo mês de vida. A mãe relatou que um irmão havia falecido aos 5 meses de idade em decorrência de infecção respiratória grave de etiologia não esclarecida.
Ao exame físico, observou-se criança emagrecida, sem linfonodos periféricos palpáveis. Não apresentava eczema, petéquias ou outras alterações cutâneas relevantes.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 10,9 g/dL (VR: 9,5–13,5 g/dL); leucócitos: 2.900/mm³ (VR: 5.000– 19.500/mm³); neutrófilos: 1.910/mm³ (VR: 1.000–9.000/mm³); linfócitos: 620/mm³ (VR: 2.500–16.500/mm³); plaquetas: 286.000/mm³ (VR: 150.000–450.000/mm³); imunoglobulina G (IgG): 72 mg/dL (VR: 100–334 mg/dL); imunoglobulina A (IgA): <5 mg/dL (VR: 7–37 mg/dL); imunoglobulina M (IgM): 12 mg/dL (VR: 26–122 mg/dL). A imunofenotipagem por citometria de fluxo evidenciou linfócitos T CD3⁺: 210 células/mm³, acentuadamente reduzidos para a idade, com redução das subpopulações CD4⁺ e CD8⁺.
Considerando o tipo de imunodeficiência apresentada pela criança, a seguinte vacina está contraindicada.
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Q4310426 Medicina
Um menino de 18 meses foi encaminhado a um serviço de Imunologia Pediátrica por apresentar pneumonias bacterianas recorrentes, diarreia persistente e candidíase oral de repetição desde os nove meses de idade. Aos 15 meses, apresentou pneumonia por Pneumocystis jirovecii. Ao exame físico, observaram-se amígdalas de tamanho habitual e linfonodos cervicais palpáveis. Não havia eczema nem alterações esqueléticas.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 10,9 g/dL (VR: 10,5–13,5 g/dL); leucócitos: 7.900/mm³ (VR: 6.000– 17.500/mm³); neutrófilos: 1.100/mm³ (VR: 1.500–8.000/mm³); linfócitos: 5.900/mm³ (VR: 3.000–9.500/mm³); imunoglobulina G (IgG): 138 mg/dL (VR: 450–1.000 mg/dL); imunoglobulina A (IgA): <5 mg/dL (VR: 20–100 mg/dL); imunoglobulina M (IgM): 468 mg/dL (VR: 40–150 mg/dL). A citometria de fluxo evidenciou número normal de linfócitos B CD19⁺ e de linfócitos T CD3⁺.

Considerando a forma clássica ligada ao cromossomo X da síndrome de hiper-imunoglobulina M (hiper-IgM), a alteração fisiopatológica que melhor explica esse quadro clínico corresponde a
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Q4310425 Medicina
Um lactente de 3 meses, do sexo masculino, foi encaminhado ao serviço de Imunologia Pediátrica para investigação de infecções respiratórias bacterianas recorrentes e candidíase oral persistente desde o primeiro mês de vida.
Ao exame físico, apresentou hipertelorismo discreto, micrognatia, implantação baixa das orelhas, filtro nasolabial curto e palato ogival. Observou-se sopro sistólico em borda esternal esquerda.
O ecocardiograma demonstrou tronco arterioso comum.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 11,2 g/dL (VR: 10,5–13,5 g/dL); leucócitos: 6.900/mm³ (VR: 6.000– 17.500/mm³); linfócitos: 1.850/mm³ (VR: 4.000–10.500/mm³); cálcio sérico: 7,2 mg/dL (VR: 8,8–10,8 mg/dL).
A citometria de fluxo evidenciou: linfócitos T CD3⁺: acentuadamente reduzidos; linfócitos B CD19⁺: normais; células NK CD16⁺/CD56⁺: normais.

Considerando a imunopatogenia da síndrome apresentada, é correto afirmar que a redução dos linfócitos T decorre principalmente pelo comprometimento do processo de 
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Q4310421 Medicina
Um lactente de 5 meses foi levado ao pronto-socorro por episódios repetidos de vômitos intensos, letargia e palidez iniciados cerca de duas horas após a introdução de uma nova fórmula infantil. Aproximadamente seis horas após o início dos sintomas, evoluiu com diarreia aquosa, sem urticária, angioedema, sibilância ou outras manifestações respiratórias. Permaneceu afebril durante todos os episódios e apresentou recuperação clínica completa entre as crises. Em nova exposição à mesma fórmula, evoluiu com hipotensão arterial, necessitando expansão volêmica intravenosa.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 11,2 g/dL (valor de referência: 10,5–13,5 g/dL); leucócitos: 18.600/mm³ (valor de referência: 6.000–17.500/mm³); neutrófilos: 82% (valor de referência: 30–60%); eosinófilos: 2% (valor de referência: 1– 6%); plaquetas: 428.000/mm³ (valor de referência: 150.000– 450.000/mm³); proteína C-reativa (PCR): 18 mg/L (valor de referência: <5 mg/L); lactato sérico: 1,6 mmol/L (valor de referência: 0,5–2,2 mmol/L). A dosagem sérica de imunoglobulina E (IgE) específica para proteínas do leite de vaca foi negativa, assim como o teste cutâneo de hipersensibilidade imediata.

Considerando o mecanismo imunopatogênico predominante atualmente reconhecido para essa síndrome, a principal alteração responsável pelo desenvolvimento do quadro clínico foi a
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Q4310419 Medicina
Um menino de 11 anos foi levado pelos responsáveis ao ambulatório de Gastroenterologia Pediátrica por apresentar disfagia progressiva para alimentos sólidos, episódios recorrentes de impactação alimentar e dor retroesternal havia aproximadamente oito meses. Apresentava antecedentes de rinite alérgica e dermatite atópica.
A endoscopia digestiva alta evidenciou anéis esofágicos concêntricos, sulcos longitudinais e exsudatos esbranquiçados. Foram obtidas múltiplas biópsias do esôfago, que demonstraram infiltrado intraepitelial com 52 eosinófilos por campo de grande aumento, além de hiperplasia da camada basal e fibrose da lâmina própria.

Considerando o diagnóstico de esofagite eosinofílica e seus mecanismos imunopatogênicos, assinale a opção que melhor descreve o mecanismo responsável pela quimiotaxia e pelo recrutamento preferencial de eosinófilos para o epitélio esofágico.
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Q4310418 Medicina
Um lactente do sexo masculino, com 4 meses de idade, foi encaminhado ao serviço de Imunologia Pediátrica por apresentar diarreia aquosa intensa desde o primeiro mês de vida, importante dificuldade de ganho ponderoestatural e dermatite eczematosa difusa de início precoce.
Nas últimas semanas, ele desenvolveu hiperglicemia persistente, sendo iniciado tratamento com insulina. Não apresentou infecções bacterianas graves nem infecções oportunistas recorrentes.
Os exames laboratoriais revelaram: hemoglobina: 9,8 g/dL (VR: 10,5–13,5 g/dL); leucócitos: 8.900/mm³ (VR: 6.000–17.500/mm³); eosinófilos: 14% (VR: 1–6%); imunoglobulina E (IgE): 2.180 UI/mL (VR: <15 UI/mL para a idade); imunoglobulinas G, A e M dentro dos valores esperados para a idade; autoanticorpos antidescarboxilase do ácido glutâmico (anti-GAD) positivos.
A endoscopia digestiva alta evidenciou enteropatia inflamatória difusa, e a biópsia duodenal revelou infiltrado linfoplasmocitário da lâmina própria, atrofia vilositária parcial e aumento de linfócitos T intraepiteliais, sem evidência de agentes infecciosos. O sequenciamento genético identificou uma variante patogênica hemizigótica no gene FOXP3.

A alteração imunológica que melhor explica, de forma integrada, as manifestações clínicas, laboratoriais e moleculares desse paciente é
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Q4310413 Medicina
Um menino de 10 anos foi levado pelos pais ao ambulatório de pneumologia pediátrica para reavaliação, por apresentar controle insatisfatório da asma, diagnosticada há cinco anos. Após revisão do diagnóstico de asma, confirmação da técnica inalatória, comprovação objetiva da adesão ao tratamento e correção dos principais fatores modificáveis, ele permanecia sem controle clínico.
Segundo os responsáveis, apesar do uso regular de corticosteroide inalatório em dose alta associado a β2-agonista de longa duração (LABA), apresentava tosse produtiva diária, sibilância recorrente, múltiplas exacerbações, necessidade frequente de corticosteroide sistêmico e duas internações hospitalares no último ano. Relatavam ainda infecções respiratórias recorrentes desde os primeiros anos de vida.
Ao exame físico, apresentava baqueteamento digital, roncos difusos e crepitações persistentes na base do hemitórax direito.
A tomografia computadorizada de alta resolução do tórax demonstrou bronquiectasias predominando no lobo médio e na língula.

De acordo com as recomendações mais recentes da Global Initiative for Asthma (GINA), o diagnóstico diferencial a ser obrigatoriamente investigado, antes de confirmar o diagnóstico de asma grave nessa criança, é 
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Q4310406 Medicina
Um menino de 6 anos de idade, com diagnóstico de asma desde os 2 anos, foi levado ao ambulatório de Pneumologia Pediátrica para reavaliação por persistência de sintomas, apesar de acompanhamento especializado regular. Nos últimos 12 meses, apresentou cinco exacerbações que necessitaram de corticosteroide sistêmico, duas internações hospitalares e uma admissão em unidade de terapia intensiva, sem necessidade de ventilação mecânica.
Utilizava tratamento controlador máximo recomendado para sua faixa etária, composto por budesonida em dose alta associada ao formoterol, além de broncodilatador de alívio quando necessário. Apesar disso, mantinha sintomas diurnos praticamente diários, despertares noturnos duas a três vezes por semana e importante limitação para atividades físicas.
A técnica inalatória foi reavaliada em duas consultas consecutivas e considerada adequada. A adesão ao tratamento foi superior a 90%, confirmada pelos registros de dispensação farmacêutica. A residência era livre de tabagismo, mofo e animais domésticos. Foram excluídas comorbidades e diagnósticos diferenciais relevantes, incluindo fibrose cística, discinesia ciliar primária, imunodeficiência, aspiração pulmonar crônica e outras doenças respiratórias.
Ao exame físico, apresentava bom estado geral, frequência respiratória de 24 irpm, frequência cardíaca de 102 bpm, saturação periférica de oxigênio de 97% em ar ambiente e sibilos expiratórios discretos e difusos.
Os exames laboratoriais mostraram: hemoglobina 12,8 g/dL (VR: 11,5–15,5 g/dL); leucócitos 8.900/mm³ (VR: 5.000–14.500/mm³); eosinófilos 820 células/mm³ (VR: 0–500 células/mm³); imunoglobulina E (IgE) total 640 UI/mL (VR: <60 UI/mL para a idade); óxido nítrico exalado fracionado (FeNO) 48 ppb (VR: <20 ppb); proteína C-reativa 0,2 mg/dL (VR: <0,5 mg/dL). Os testes cutâneos por puntura demonstraram sensibilização para ácaros da poeira domiciliar.

Considerando as recomendações do GINA 2026 para crianças com suspeita de asma grave, a conduta mais apropriada nesse momento é
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Q4310404 Medicina
Um adolescente de 15 anos foi levado ao ambulatório de alergia apresentando episódios recorrentes de tosse seca, sibilância, dispneia e sensação de aperto torácico há aproximadamente dois anos. Os sintomas ocorreram principalmente durante a madrugada, após exercício físico e durante infecções virais das vias aéreas superiores, com melhora espontânea ou após uso eventual de salbutamol inalatório. Entre os episódios, permanecia assintomático. Havia também história de rinite alérgica persistente e mãe asmática.
Ao exame físico, o menino encontrava-se em bom estado geral, afebril, com frequência respiratória de 18 irpm, frequência cardíaca de 76 bpm e saturação periférica de oxigênio de 98% em ar ambiente. A ausculta pulmonar foi normal.
Foram realizados os seguintes exames:
Espirometria basal: volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF₁): 78% do previsto; relação VEF₁/capacidade vital forçada (CVF): 0,70 (VR: >0,80 para a idade). Após broncodilatador: aumento do VEF₁ de 16% e 360 mL em relação ao valor basal. Fração exalada de óxido nítrico (FeNO): 56 ppb.
Escarro induzido com 9% de eosinófilos.
Eosinófilos sanguíneos: 610 células/mm³ (VR: <300 células/mm³).
Imunoglobulina E total (IgE): 420 UI/mL (VR: < 100 UI/mL).

De acordo com as recomendações da Global Initiative for Asthma (GINA) 2026, assinale a afirmativa que interpreta mais corretamente esses achados.
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Q4310403 Medicina
Um menino de 6 anos, previamente hígido, foi levado pelos pais ao pronto-socorro infantil apresentando, há dois dias, lesões avermelhadas nas pernas, associadas a edema discreto dos pés. A mãe refere que duas semanas antes, a criança apresentou quadro de febre baixa, dificuldade para engolir e coriza, com resolução espontânea. Nas últimas 24 horas, o menor passou a apresentar dor abdominal difusa, sem vômitos, diarreia ou sangramento digestivo.
Ao exame físico, encontrava-se em bom estado geral, afebril, hidratado, pressão arterial de 94/58 mmHg (normal para a idade). Observam-se múltiplas lesões purpúricas palpáveis, simétricas, predominando nas regiões glúteas e faces extensoras dos membros inferiores, que não desapareciam à digitopressão. Havia ainda discreto edema em ambos os pés. O abdome era difusamente à palpação, sem defesa ou sinais de irritação peritoneal.
Os exames laboratoriais mostravam: hemoglobina 12,4 g/dL (VR: 11,5–15,5); leucócitos 13.100/mm³ (VR: 4.500–13.500), com 74% de neutrófilos, 20% de linfócitos e 2% de eosinófilos; plaquetas 386.000/mm³ (VR: 150.000–450.000); velocidade de hemossedimentação 38 mm/h (VR <20); proteína C-reativa 3,1 mg/dL (VR <0,5); creatinina 0,44 mg/dL (VR: 0,3–0,7); ureia 22 mg/dL (VR: 10–40); complemento C3 e C4 normais; EAS com proteína 1+, hemoglobina 2+, 35 hemácias/campo, 4 leucócitos/campo e ausência de cilindros hemáticos; relação proteína/creatinina urinária de 0,42 mg/mg (VR <0,20).

Com base no quadro clínico e laboratorial apresentado, o diagnóstico mais provável é 
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Q4310037 Medicina
A respeito das malformações linfáticas, assinale a afirmativa correta.
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Q4309996 Medicina
Paciente do sexo masculino, 8 anos de idade, sofreu queda da própria altura com trauma sobre o cotovelo esquerdo em hiperextensão.
Após exames de imagem, o diagnóstico foi de fratura de Monteggia tipo III, ou seja, o paciente apresenta fratura da
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Q4309981 Medicina
Menina de 7 anos de idade sofreu queda da própria altura. Clinicamente, ela apresentava dor, edema difuso ao nível do cotovelo, e não apresentava sinais ou sintomas de alterações vasculonervosas.
Exame radiográfico evidenciou fratura da extremidade distal do úmero, parcialmente articular com traço sagital medial.
Segundo a classificação de AO/OTA, essa criança sofreu uma fratura do tipo 
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Q4309954 Medicina
Lactente de 14 meses de vida, apresenta tumoração indolor no terço médio da clavícula direita, sem história de trauma, radiografia evidencia dois fragmentos ósseos arredondados e separados. A equipe médica diagnosticou pseudartrose congênita da clavícula.
Em relação a essa afecção, é correto afirmar que
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Q4309932 Medicina
Uma contraindicação do uso do aparelho de Pavlik no tratamento da displasia do desenvolvimento do quadril (DDH), é 
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Q4309758 Medicina
Menina de 4 anos é encaminhada ao ambulatório de Urologia Pediátrica após múltiplos episódios de infecção urinária febril.

História: quatro episódios de pielonefrite nos últimos 18 meses; necessidade de internação em duas ocasiões; febre elevada associada à dor abdominal; boa adesão ao tratamento prescrito.
Antecedentes: sem malformações conhecidas ao nascimento; desenvolvimento neuropsicomotor adequado.
Exame Físico: temperatura: 36,6°C; FC: 96 bpm; PA: 98/60 mmHg.
Exame abdominal: sem massas palpáveis; sem dor à palpação.
Exames Complementares: ultrassonografia: dilatação pielocalicial discreta à direita; espessura cortical preservada.
Cintilografia renal (DMSA): cicatrizes corticais renais à direita; rim direito: 42% da função renal; rim esquerdo: 58% da função renal.
Uretrocistografia Miccional: refluxo vesicoureteral direito grau V; dilatação ureteral importante; refluxo persistente durante toda a micção.
Evolução: apesar de antibioticoprofilaxia adequada, apresentou novos episódios de infecção urinária febril.

A melhor conduta é
Alternativas
Respostas
181: E
182: C
183: E
184: B
185: D
186: C
187: E
188: E
189: A
190: E
191: E
192: D
193: A
194: B
195: B
196: A
197: B
198: B
199: A
200: D