Questões de Concurso
Sobre neurologia em medicina
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Ao exame, apresenta nistagmo espontâneo e permanece muito sintomático, mesmo em repouso. Não há paresia, alteração da fala ou déficit sensitivo evidente. Por se tratar de síndrome vestibular aguda com nistagmo, médico treinado realiza o exame HINTS, obtendo:
teste do impulso cefálico: normal bilateralmente;
nistagmo: horizontal, mudando de direção conforme o olhar;
teste de desalinhamento vertical (skew): ausente.
A conduta diagnóstica mais apropriada é
Com base na evolução clínica apresentada, assinale a alternativa que relaciona corretamente a função cognitiva predominantemente comprometida e o instrumento mais adequado para avaliar a repercussão funcional inicial desse comprometimento.
Considerando os fatores potencialmente modificáveis associados ao desenvolvimento de demência, quais deveriam receber maior atenção nessa paciente?
( ) A causa mais frequente é a paralisia de Bell, uma paralisia central aguda, unilateral e idiopática.
( ) Uma paralisia que dura mais de duas semanas é sinal de bom prognóstico e é provavelmente periférica.
( ) Não há perda auditiva na paralisia de Bell.
Assinale a alternativa que corretamente denomina esse rompimento.
De acordo com a classificação das crises epilépticas, qual é o tipo de crise descrito?
Assinale a alternativa que indica o tratamento correto.
Em relação à profilaxia secundária com anti-trombóticos, a escolha no início do tratamento deverá ser a seguinte:
Qual dos seguintes fármacos está geralmente associado à piora das crises nesse tipo de epilepsia?
A principal hipótese diagnostica é
Em relação a esse caso, é correto afirmar:
Paciente, com lesão medular completa nível C5 AIS A há 5 anos, chega ao pronto-socorro com piora expressiva de dor em choque em membros inferiores há 3 dias.
Refere fadiga e mal-estar associados, pois não consegue dormir. Mantém uso contínuo de gabapentina 600 mg de 8/8 horas. Hábito intestinal regular com manobras, ausência de lesões por pressão. Refere muitas perdas urinárias involuntárias há 3 dias apesar de manter cateterismo vesical intermitente 5 vezes ao dia, além de piora dos automatismos em membros inferiores.
Ao exame físico, BEG, t: 36,8 ºC, PA: 160 x 100 mmHg, nível neurológico T5, espasticidade G2 Ashworth em membros inferiores.
A principal hipótese diagnóstica e conduta para esse caso são:
Uma mulher de 44 anos, vítima de queda de escada, dá entrada na emergência conduzida por familiares. Na admissão, apresenta cefaleia intensa, náuseas e vômitos, além de ferimento extenso em região frontotemporal direita. Encontra-se hemodinamicamente estável, com Escala de Coma de Glasgow de 10 (AO:3; RV:3; RM:4), pupila direita com 5,0 mm e hiporreativa à luz e pupila esquerda com 3,0 mm e fotorreagente. Após a abordagem inicial do trauma, é realizada tomografia computadorizada de crânio, demonstrada na imagem, que evidencia coleção extra-axial hiperdensa, biconvexa, frontotemporal direita, com espessura máxima de 18,0 mm e desvio da linha média de 7,0 mm.
A tomografia está demonstrada a seguir:

(Disponível em: https://radiopaedia.org/)
Considerando os achados clínicos e tomográficos, a conduta neurocirúrgica mais adequada no momento é:
Homem de 36 anos procura atendimento na atenção primária com quadro de diarreia e cólicas abdominais intensas. Relata que, dois dias antes do início dos sintomas, participou de um piquenique em que consumiu carne de frango malcozida. Ele é diagnosticado com gastroenterite e liberado para o domicílio com orientações de hidratação oral, com melhora em 48 horas. Dez dias depois, o paciente evolui com ataxia e perda de sensibilidade cutânea, seguidas de paralisia ascendente.
Nesse contexto, é correto afirmar que o marcador que, se presente, tem maior probabilidade de revelar o diagnóstico dessa apresentação clínica é o anticorpo