Questões de Concurso
Sobre geriatria em medicina
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No exame:
paciente consciente, porém, fatigada; dor à mobilização; força muscular global diminuída; sem delírio. Avaliação funcional indica dependência para atividades básicas. Escala numérica de dor: 8/10 em repouso, piorando com mobilização.
Diante do exposto a conduta CORRETA é:
Medicações atuais, segundo a filha:
• Metformina 850 mg 2x/dia • Glibenclamida 5 mg 2x/dia • Enalapril 20 mg 2x/dia • Furosemida 40 mg/dia • Hidroclorotiazida 25 mg/dia • Alprazolam 0,5 mg à noite • Quetiapina 50 mg à noite para “insônia” • Diclofenaco 50 mg 2x/dia para artrose • Omeprazol 40 mg/dia • Suplemento vitamínico não especificado
Exame físico:
PA 92/58 mmHg • FC 68 bpm • FR 18 • SatO₂ 96% Paciente sonolenta, mas despertável, sem sinais focais neurológicos. Pele seca. Marcha insegura. Exames laboratoriais: Sódio 134 mEq/L Potássio 3,3 mEq/L Glicemia 58 mg/dL
A filha relata que a paciente passou a dormir muito e que caiu duas vezes no último mês, sem lesões significativas.
A alternativa CORRETA é:
Ao exame:
Postura flexora marcada, instabilidade postural grave. Presença de movimentos coreiformes bilateralmente durante a avaliação. Rigidez aumentada no período em que os movimentos anormais diminuem. Marcha com passos curtos e festinação. Exame cognitivo sugere prejuízo atencional e visuoespacial leve.
A alternativa CORRETA é:
Exame físico:
marcha estável, força preservada, sem rigidez ou tremores. Sinais vitais normais. Exame cognitivo (MEEM): 27/30 pontos. Testes de função executiva: leve lentificação, porém sem prejuízo funcional.
Exames laboratoriais: TSH, cálcio, vitamina B12, hemograma e eletrólitos normais.
A família relata que a paciente permanece plenamente independente, mas apenas "leva mais tempo" para completar tarefas mentais mais complexas. Não há episódios de desorientação, delírios, quedas ou alteração comportamental.
A alternativa CORRETA é:
Antecedentes: hipertensão, osteoartrite, insônia crônica e insuficiência cardíaca leve. Medicações atuais:
• Losartana 50 mg/dia • Furosemida 40 mg/dia • Omeprazol 20 mg/dia • Paracetamol 1 g de 6/6h (4 g/dia) • Diclofenaco 50 mg 2x/dia • Diazepam 10 mg à noite
Exame físico:
PA 103/63 mmHg • FC 65 bpm • FR 16 • SatO₂ 97%
Paciente hipoativo, desorientado e com marcha instável.
Exames laboratoriais (enxutos): Função renal:
Creatinina: 1,7 mg/dL (basal: 1,1 mg/dL) Ureia: 60 mg/dL Eletrólitos: Sódio: 138 mEq/L Potássio: 4,2 mEq/L
Função hepática:
TGO: 30 U/L TGP: 26 U/L Bilirrubina total: 0,8 mg/Dl
Hemograma:
Hb: 13,4 g/dL Leucócitos: 7.800/mm³ Plaquetas: 235.000/mm³
A alternativa CORRETA é:
A causa provável de demência reversível neste caso é:
Durante visita domiciliar, a equipe identifica lesão por pressão em região sacral, com as seguintes características:
• Perda total da espessura da pele, com exposição de tecido subcutâneo
• Presença de esfacelo em cerca de 60% do leito
• Exsudato moderado, seropurulento
• Bordas irregulares, maceradas
• Odor discreto
• Dor intensa à manipulação
• Pele perilesional hiperemiada
• Ausência de sinais sistêmicos de infecção
Considerando o caso acima, qual é a conduta terapêutica mais adequada pela equipe de saúde no domicílio?
Um médico de família realiza avaliação domiciliar de uma paciente idosa de 78 anos, que mora sozinha. Durante a consulta, ele observa se a paciente consegue realizar tarefas básicas como banho, vestir-se, usar o banheiro e alimentar-se sozinha, e também verifica capacidade de gerenciar tarefas mais complexas, como preparar refeições, fazer compras, administrar medicamentos e lidar com questões financeiras. Essa avaliação tem o objetivo de identificar níveis de independência e necessidade de suporte para manter autonomia e qualidade de vida.
Qual ferramenta ele pode usar de forma mais adequada para avaliar as atividades básicas da vida diária, e qual avalia as atividades instrumentais mais complexas?