Questões de Concurso
Sobre gastroenterologia em medicina
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Considerando as recomendações da diretriz conjunta da American Gastroenterological Association (AGA) / Canadian Association of Gastroenterology (CAG), assinale a conduta farmacológica mais adequada.
Considerando as evidências científicas atuais, assinale a classe de medicamentos antidiabéticos de primeira escolha.
Com base nas evidências científicas de ensaios clínicos randomizados multicêntricos de alta qualidade (como o estudo ESCAPE trial) e nos consensos internacionais contemporâneos, assinale a decisão terapêutica mais adequada para a abordagem da dor nesse paciente.
Diante da avaliação no 3º dia de internação baseada nos critérios preditivos de resposta (Índice de Oxford / Travis), assinale a conduta correta.
Mulher de 66 anos de idade apresenta perda involuntária de fezes líquidas e urgência duas a três vezes por semana há seis meses, principalmente após refeições. Nega sangramento, emagrecimento ou alteração recente do hábito intestinal. A colonoscopia de rastreamento realizada há um ano foi normal. O exame proctológico não demonstra massa, prolapso retal ou impactação fecal, e o tônus anal está discretamente reduzido. Ainda não realizou tratamento dirigido.
Qual deve ser a primeira etapa terapêutica?
Homem de 74 anos de idade, institucionalizado, com constipação crônica, apresenta distensão abdominal, dor em cólica e parada da eliminação de fezes e flatos há 24 horas. A tomografia demonstra vólvulo de sigmoide, sem pneumoperitônio, pneumatoses ou líquido livre. Encontra-se hemodinamicamente estável e sem sinais de peritonite. A retossigmoidoscopia confirma mucosa viável e permite destorção e descompressão completas. Após o procedimento, permanece estável e o preparo pré-operatório pode ser realizado.
Qual estratégia oferece o tratamento definitivo mais apropriado e reduz o elevado risco de recorrência?
Paciente de 26 anos de idade, com retocolite ulcerativa extensa diagnosticada há quatro anos, é internada por piora do quadro há cinco dias. Apresenta mais de oito evacuações sanguinolentas por dia, temperatura de 38,9 °C e frequência cardíaca de 118 bpm. Ao exame, encontra-se hemodinamicamente estável, com abdome discretamente distendido, mas sem sinais de irritação peritoneal.
A radiografia de abdome não evidencia dilatação colônica significativa nem pneumoperitônio. Os exames laboratoriais mostram proteína C-reativa de 68 mg/L e albumina sérica reduzida. A investigação para Clostridioides difficile é negativa, e não foram identificadas evidências de outra infecção ativa. Apesar de corticoterapia intravenosa em dose adequada durante 72 horas, a paciente mantém mais de oito evacuações sanguinolentas por dia, sem melhora clínica ou laboratorial significativa.
Diante de um quadro de colite aguda grave por retocolite ulcerativa, refratária à corticoterapia intravenosa após 72 horas e sem sinais de perfuração, megacólon tóxico, hemorragia incontrolável ou outra indicação de cirurgia imediata, qual é a conduta mais adequada?
Mulher de 59 anos de idade apresenta hematoquezia, tenesmo e redução do calibre das fezes há quatro meses. A colonoscopia identifica lesão ulceroinfiltrativa cuja margem inferior está localizada a 7 cm da borda anal. A biópsia confirma adenocarcinoma moderadamente diferenciado. A ressonância magnética da pelve demonstra tumor de reto médio com extensão de 8 mm além da muscular própria, linfonodos mesorretais suspeitos e fáscia mesorretal ameaçada. O estadiamento sistêmico não identifica metástases. A pesquisa de proteínas do sistema de reparo de DNA demonstra expressão preservada. A paciente possui bom estado funcional e não apresenta contraindicações à quimioterapia ou à radioterapia.
Qual é a estratégia terapêutica mais apropriada?
Mulher de 49 anos de idade apresenta constipação há quatro anos, com uma a duas evacuações semanais, esforço prolongado, sensação de obstrução anorretal, evacuação incompleta e necessidade frequente de digitação perineal. Não refere sangramento, emagrecimento ou dor abdominal recorrente. Já utilizou fibras, polietilenoglicol e bisacodil, com melhora da consistência fecal, porém sem facilitar a eliminação. Hemograma, glicemia, cálcio, eletrólitos e TSH estão normais. Colonoscopia realizada há seis meses não mostrou alterações. Durante o toque retal com esforço evacuatório simulado, observa-se elevação paradoxal do tônus anal e descida perineal reduzida. A manometria anorretal de alta resolução demonstra pressão propulsiva retal adequada, aumento paradoxal da pressão anal durante o esforço e reflexo inibitório retoanal preservado. A paciente não consegue eliminar o balão preenchido com 50 mL de água dentro de dois minutos.
Com base nos sintomas e na concordância entre os testes fisiológicos anorretais, identifique o diagnóstico e a abordagem terapêutica inicial mais apropriados.
Homem de 61 anos de idade apresenta hematoquezia recorrente, prolapso anal irredutível, prurido e dificuldade de higiene há oito meses. Nos últimos quatro meses, evoluiu com redução involuntária do peso corporal de 84 kg para 78 kg, correspondendo à perda de aproximadamente 7,1% do peso habitual, associada a fadiga progressiva. Ao exame proctológico, observam-se volumosos componentes hemorroidários externos e prolapso circunferencial de coxins hemorroidários internos, permanentemente exteriorizados e não redutíveis. O toque retal não identifica massas, e a anuscopia confirma doença hemorroidária interna avançada, sem evidências de fissura ou lesão neoplásica distal. Os exames laboratoriais demonstram hemoglobina de 9,8 g/dL, volume corpuscular médio de 72 fL e ferritina de 8 ng/mL. O paciente nunca realizou colonoscopia nem participou de programa de rastreamento do câncer colorretal.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação da doença hemorroidária, a investigação complementar e o tratamento mais apropriado para esse paciente.
Em relação ao diagnóstico, assinale a alternativa correta.
Qual é a modalidade endoscópica inicial apropriada para o controle do sangramento nesse caso?
Qual é o tratamento apropriado nesse caso?
Considerando a abordagem escalonada da disfunção intestinal neurogênica, qual é a próxima conduta apropriada nesse caso?
Exames mostram lipase: 1.840 U/L, ALT: 412 U/L, AST: 286 U/L, fosfatase alcalina: 218 U/L e bilirrubina total: 2,1 mg/dL. Após seis horas de tratamento clínico, a bilirrubina cai para 1,4 mg/dL. Ultrassonografia evidencia múltiplos pequenos cálculos na vesícula, sem sinais de colecistite, e colédoco medindo 7 mm, sem cálculo diretamente visualizado.
Após analgesia e reposição volêmica inicial, a estratégia mais apropriada para avaliar a possibilidade de cálculo residual na via biliar é