Questões de Concurso
Sobre endocrinologia em medicina
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A seguir, relacione os achados ultrassonográficos com suas respectivas condições clínicas:
1. Glândula tireoidiana hipoecoica e heterogênea, com aumento difuso e hipervascularização ao Doppler colorido, associada a presença de pequenos nódulos hipoecoicos dispersos no parênquima.
2. Presença de nódulo tireoidiano sólido hipoecoico, com microcalcificações, margens irregulares, ausência de halo periférico e vascularização predominantemente central ao Doppler colorido.
3. Identificação de lesão ovalada, bem delimitada, hipoecoica, adjacente à tireoide, com fluxo vascular interno intenso ao Doppler, em paciente com hipercalcemia e PTH elevado.
4. Hepatomegalia com padrão ecogênico difusamente aumentado, sem alterações no fluxo portal, associada a índice de resistência hepático normal e presença de distribuição homogênea da ecogenicidade hepática.
A. Tireoidite de Hashimoto
B. Nódulo maligno de tireoide
C. Adenoma de paratireoide
D. Esteatose hepática
Assinale a alternativa correta:
Diante desse quadro compatível com diabetes insipidus pós-operatório, qual conduta inicial é mais apropriada?
Qual é o mecanismo mais provável para a hipocalemia apresentada?
Qual o passo inicial CORRETO no manejo da cetoacidose diabética?
Qual a conduta mais adequada?
Qual é a melhor conduta inicial?
Qual é o diagnóstico mais provável?
Achado incidental: massa adrenal direita de 3,5 cm, homogênea, densidade < 10 UH. Exames hormonais para as adrenais são normais.
A melhor conduta para o caso é
Durante internação, foi documentada tríade de Whipple: glicemia < 50 mg/dL, sintomas neuroglicopênicos durante hipoglicemia e alívio imediato após glicose endovenosa. Nos exames, a dosagem de insulina sérica está inapropriadamente elevada no momento da hipoglicemia.
Para essa paciente, a conduta mais adequada é
Os exames laboratoriais mostram níveis elevados de calcitonina e CEA. Punção aspirativa confirma carcinoma medular de tireoide.
Para esse caso, a conduta cirúrgica a ser realizada é
Assinale a opção que apresenta corretamente o mecanismo de ação do fármaco melhor indicado, nesse caso.
Nos últimos dois meses, apresentou dois episódios de sangramento vaginal de pequena monta. Ao exame físico, bom estado geral, escore Z 0 (zero) para altura e +2 para peso, com critérios de Tanner M3 e P2. Palpa-se massa abdominal no quadrante inferior direito.
Nesse caso, com base na principal hipótese diagnóstica, devem ser observadas as seguintes variações nos valores da dosagem hormonal:
Ao exame físico: pressão arterial de 130 x 80 mmHg, IMC de 27 kg/m². Exames laboratoriais: colesterol total 240 mg/dL, HDL 48 mg/dL, LDL 160 mg/dL, triglicerídeos 160 mg/dL, glicemia e função hepática normais. Ultrassonografia abdominal revelou esteatose hepática leve.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025, a conduta mais apropriada para esse paciente é
Ao exame físico, apresenta palidez cutaneomucosa, linfonodomegalia cervical e hepatoesplenomegalia. A investigação confirmou tuberculose disseminada e foi iniciado esquema RIPE. No quinto dia de tratamento, evoluiu com icterícia, náuseas intensas e vômitos, sendo suspensa a medicação tuberculostática.
Exames laboratoriais revelaram AST 420 U/L, ALT 380 U/L, bilirrubina total 4,2 mg/dL, albumina 2,1 g/dL, hemoglobina 8,5 g/dL e linfócitos totais 800/mm³. Durante a internação, apresentou hipotensão ortostática persistente, hiperpigmentação cutânea difusa e astenia intensa.
Novos exames mostraram sódio 128 mEq/L, potássio 5,8 mEq/L, glicemia 62 mg/dL e cortisol sérico às 8h de 3,2 mcg/dL. Após 4 semanas de jejum prolongado devido à intolerância alimentar e vômitos persistentes, a paciente desenvolveu quadro agudo de desorientação temporoespacial, nistagmo horizontal bilateral e ataxia de marcha com base alargada, sendo incapaz de realizar marcha em tandem.
A conduta terapêutica mais apropriada pela descrição do caso é
Refere fadiga muscular ocasional e câimbras noturnas, sem uso de diuréticos de alça. Ao exame físico, pressão arterial de 162 x 98 mmHg, sem estigmas de Cushing.
Os exames laboratoriais mostram:
• Potássio sérico: 3,2 mEq/L (VN: 3,5–5,0); Sódio sérico: 144 mEq/L; Creatinina: 0,9 mg/dL; TFG estimada: > 90 mL/min/1,73m²; Glicemia e perfil lipídico normais.
• Eletrocardiograma: sinais de hipertrofia ventricular esquerda.
Considerando o quadro descrito, a conduta diagnóstica mais apropriada é
A estratégia preventiva mais eficaz, para retardar a progressão dessa complicação, é