Questões de Concurso Sobre clínica médica humana em medicina

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Q3926785 Medicina
Paciente do sexo feminino, 32 anos, previamente hígida, procura atendimento em pronto-socorro referindo febre alta diária há 3 semanas, com pico vespertino chegando a 39,5 oC, seguido de defervescência espontânea e sudorese profusa. Associa artralgia intensa em punhos, joelhos e tornozelos bilateralmente, além de odinofagia e rash cutâneo evanescente que surge concomitante aos picos febris, predominando em tronco e membros. Nega perda ponderal significativa, sintomas respiratórios persistentes, uso de medicações recentes ou viagens. Antecedentes pessoais e familiares sem particularidades.
Ao exame físico: temperatura axilar 39,2 oC, frequência cardíaca 110 bpm, pressão arterial 110/70 mmHg. Regular estado geral, corada, hidratada. Orofaringe hiperemiada sem exsudato. Presença de exantema maculopapular eritematoso, evanescente, em tronco e face interna de coxas, não pruriginoso. Ausculta cardiopulmonar sem alterações. Abdômen: fígado palpável a 2 cm do rebordo costal direito, baço palpável a 1 cm do rebordo costal esquerdo, indolores. Exame articular: edema e dor à mobilização de punhos, joelhos e tornozelos bilateralmente, sem deformidades. Exames laboratoriais: hemoglobina 10,2 g/dL, VCM 82 fL, leucócitos 18.500/mm³ (neutrófilos 88%, linfócitos 8%), plaquetas 520.000/mm³, velocidade de hemossedimentação 95 mm/1ª hora, proteína C reativa 145 mg/L (VR: < 5 mg/L), ferritina 8.200 ng/mL (VR: 15-150), fração glicosilada da ferritina 12% (VR: >20%), transaminases (TGO 85 U/L, TGP 92 U/L), bilirrubinas normais, função renal normal. Fator reumatoide negativo, FAN negativo, anti-CCP negativo. Hemoculturas (3 amostras): negativas. Sorologias para HIV, hepatites B e C, Epstein-Barr, citomegalovírus: negativas. Radiografia de tórax: sem alterações. Ecocardiograma transtorácico: derrame pericárdico laminar.

Considerando o quadro clínico e os achados laboratoriais e de imagem, a hipótese diagnóstica mais provável e os principais diagnósticos diferenciais a serem considerados são
Alternativas
Q3926781 Medicina
Homem de 54 anos é levado ao pronto-socorro após episódio de hematêmese volumosa há cerca de 30 minutos. Relata história de etilismo crônico e diagnóstico prévio de hepatite C, sem acompanhamento médico regular. Nas últimas semanas notou aumento do volume abdominal e edema em membros inferiores.
Ao exame físico: paciente pálido, sudoreico, consciente, orientado, pressão arterial 94/60 mmHg, frequência cardíaca 112 bpm, saturação de O₂ 97% em ar ambiente. Apresenta circulação colateral abdominal, telangiectasias em tronco e discreta ascite. Toque retal revela melena. Hemoglobina: 8,1 g/dL; plaquetas: 78.000/mm³; INR: 1,6; ureia: 68 mg/dL; creatinina: 1,1 mg/dL.

Considerando o quadro clínico e as recomendações atuais, a conduta inicial mais apropriada no manejo da hemorragia digestiva com suspeita de origem varicosa é 
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Q3926780 Medicina
Homem de 67 anos procura o pronto atendimento devido a dois episódios de evacuação de fezes enegrecidas nas últimas 24 horas. Relata discreta náusea e sensação de fraqueza, sem dor abdominal ou hematêmese. Tem histórico de hipertensão arterial e osteoartrose, em uso de losartana e anti-inflamatório não esteroide de forma intermitente. Nega história prévia de anemia.
Ao exame físico: paciente em bom estado geral, consciente, hidratado, pressão arterial 122/76 mmHg, frequência cardíaca 98 bpm, sem sinais de hipotensão ortostática. Abdome flácido, indolor, sem visceromegalias. Toque retal revela fezes escurecidas e pastosas. Hemoglobina atual: 8,5 g/dL (prévia há 3 meses: 13,2 g/dL), ureia 58 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, tempo de protrombina normal.

Considerando o quadro clínico e o manejo inicial apropriado da hemorragia digestiva em paciente hemodinamicamente estável, a conduta mais adequada é
Alternativas
Q3926779 Medicina
Homem de 58 anos, previamente hipertenso e dislipidêmico, é encaminhado para avaliação cardiológica após diagnóstico recente de fibrilação atrial persistente detectada em exame de rotina. Relata episódios prévios de palpitações leves, mas atualmente encontra-se assintomático, negando dispneia, tontura ou dor torácica. Usa losartana 50 mg/dia e atorvastatina 20 mg/dia. Nega tabagismo, etilismo, diabetes ou cardiopatia estrutural prévia.
Ao exame físico: frequência cardíaca 92 bpm, pressão arterial 126/78 mmHg, ritmo irregular, sem sopros.
Ecocardiograma transtorácico: átrio esquerdo 38 mm, fração de ejeção 62%, sem valvopatias significativas. Função tireoidiana, renal e eletrolítica normais. ECG confirma fibrilação atrial com resposta ventricular média de 90 bpm.
Considerando o quadro clínico e os achados complementares, a conduta inicial mais apropriada no manejo da fibrilação atrial, entre controle de ritmo e controle de frequência, é 
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Q3926778 Medicina
Mulher de 63 anos comparece à consulta de cardiologia para avaliação de palpitações intermitentes. Relata episódios recorrentes de palpitações irregulares nos últimos dois anos, com duração variável entre 30 minutos e 4 horas, ocorrendo mensalmente.
Durante alguns episódios, realizou eletrocardiograma que documentou fibrilação atrial. Possui smartwatch que registrou múltiplos episódios de frequência cardíaca irregular acima de 120 bpm, durando entre 45 minutos e 5 horas, totalizando aproximadamente 6% do tempo monitorado no último mês.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana 50 mg/dia, obesidade grau I (IMC 32 kg/m²). Nega diabetes, dislipidemia, insuficiência cardíaca, tabagismo, doença vascular ou eventos tromboembólicos prévios. Não apresenta sangramentos prévios nem contraindicações à anticoagulação.
Exame físico: frequência cardíaca 76 bpm, ritmo regular; pressão arterial 128/82 mmHg. Exames complementares: eletrocardiograma atual em ritmo sinusal; ecocardiograma transtorácico com átrio esquerdo 32 mL/m² (VR até 34), fração de ejeção 62%, sem valvopatias significativas. Calculados os escores: CHA₂DS₂-VASc = 1 ponto (hipertensão) e HAS-BLED = 1 ponto (hipertensão controlada).

Considerando os achados clínicos e os escores de risco apresentados, a conduta mais apropriada em relação à anticoagulação oral é 
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Q3926774 Medicina
Paciente de 52 anos, sexo masculino, procura consulta ambulatorial para avaliação de rotina. Nega comorbidades prévias e uso de medicações. Refere pai hipertenso e avô paterno com história de infarto agudo do miocárdio aos 58 anos. Nega tabagismo, consome bebidas alcoólicas socialmente.
Ao exame físico: peso 88 kg, altura 1,75 m, IMC 28,7 kg/m2 . Aferição da pressão arterial no consultório, após repouso de 5 minutos, com esfigmomanômetro automático de braço validado, em três medidas com intervalo de 1 minuto: 148/94 mmHg, 146/92 mmHg e 144/90 mmHg. Frequência cardíaca 76 bpm. Ausculta cardiopulmonar sem alterações. Pulsos periféricos palpáveis e simétricos. Exames laboratoriais: glicemia de jejum 102 mg/dL, hemoglobina glicada 5,6%, creatinina 1,0 mg/dL, clearance de creatinina estimado 85 mL/min/1,73m2, potássio 4,2 mEq/L, colesterol total 210 mg/dL, LDL 140 mg/dL, HDL 42 mg/dL, triglicerídeos 160 mg/dL, ácido úrico 6,8 mg/dL. Eletrocardiograma: ritmo sinusal, sem alterações.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, a conduta apropriada para confirmação diagnóstica e avaliação complementar inclui
Alternativas
Q3926768 Medicina
Homem de 55 anos, hipertenso recém-diagnosticado, comparece à primeira consulta de seguimento após confirmação de pressão arterial média de 148 x 94 mmHg em duas visitas distintas. É ex-tabagista, com circunferência abdominal aumentada, e refere dieta rica em sódio.
Durante a consulta, o médico discute os exames laboratoriais necessários para a avaliação inicial do quadro.
De acordo com as diretrizes Brasileira de Hipertensão Arterial (2025), Europeia (ESC 2024) e Americana (AHA/ACC 2025), a avaliação inicial completa do paciente hipertenso é
Alternativas
Q3926767 Medicina
Homem de 58 anos, diabético tipo 2 há 10 anos, dislipidêmico e ex-tabagista, comparece para reavaliação de pressão arterial. Relata boa adesão às medidas não farmacológicas, com redução de sal na dieta, perda ponderal de 3 kg e prática regular de atividade física. Apresenta as seguintes médias de pressão arterial em consultório: 135 x 85 mmHg em duas consultas distintas, com intervalo de 3 meses entre elas. Exames recentes mostram TFG estimada de 70 mL/min/1,73m², microalbuminúria positiva e LDL de 115 mg/dL.

De acordo com as diretrizes Brasileira de Hipertensão Arterial (2025), Europeia (ESC 2024) e Americana (AHA/ACC 2025), a conduta mais apropriada neste momento é
Alternativas
Q3926763 Medicina
Paciente masculino, 72 anos, comparece à consulta com queixa de fraqueza, cansaço progressivo e dispneia leve aos esforços há vários meses. Nega sangramentos evidentes, mas relata perda de peso não intencional nos últimos seis meses. O hemograma revela anemia microcítica e hipocrômica (hemoglobina 8,0 g/dL; VCM 70 fL; HCM 20 pg).
Valores de Referência Laboratorial:

• ferritina sérica: 20 a 250 ng/mL;
• ferro sérico: 60 a 170 microg/dL;
• capacidade total de ligação do ferro (tibc): 250 a 450 microg/dL;
• índice de saturação de transferrina (ist): 20 a 50%;
• contagem de reticulócitos: 0,5 a 2,0%.

O residente de clínica médica, ciente dos principais exames solicitados, fez a seguinte interpretação correta para o quadro descrito:
Alternativas
Q3926759 Medicina
Paciente masculino, 45 anos, é trazido à emergência por familiares com rebaixamento do nível de consciência, dor abdominal intensa, náuseas e vômitos persistentes. Ele estava participando de uma festa na noite anterior e ingeriu uma quantidade não especificada de bebida alcoólica artesanal. Ao exame, apresenta-se torporoso, taquipneico e com relato de dificuldade visual (“visão turva”). Os resultados dos exames laboratoriais iniciais são:

• Gasometria Arterial: pH 6,95; pCO2 15 mmHg; Bicarbonato (HCO3) 5 mEq/L.
• Bioquímica Sérica: Sódio 140 mEq/L; Potássio 4,0 mEq/L; Cloro 100 mEq/L; Glicemia 110 mg/dL; Ureia 40 mg/dL; Creatinina 1,0 mg/dL.
• Osmolalidade Sérica Calculada: 295 mOsm/kg. Diante do quadro clínico, assinale a afirmativa correta em relação ao diagnóstico provável e à conduta terapêutica de urgência a ser instituída.
Alternativas
Q3926758 Medicina
Paciente masculino, 70 anos, com história de insuficiência cardíaca e diabetes, é admitido na emergência com quadro de tosse, febre há quatro dias e dispneia progressiva. Uma radiografia de tórax confirma a presença de derrame pleural à esquerda, sendo realizada toracocentese. Os resultados bioquímicos e citológicos do líquido pleural e do soro são:

• Soro: Proteína Total 6,0 g/dL; Desidrogenase Lática (LDH) 200 U/L.
• Líquido Pleural: Proteína Total 3,5 g/dL; Desidrogenase Lática (LDH) 150 U/L; Glicose 40 mg/dL; Contagem de Leucócitos 10.000 por milímetro cúbico (com predominância de neutrófilos); pH 7,20.

Diante da análise do caso, a correta classificação do derrame, segundo os critérios de Light, e a principal hipótese diagnóstica que justifica os achados são
Alternativas
Q3926757 Medicina
Paciente masculino, 55 anos, diabético e hipertenso, comparece à emergência referindo dor torácica intensa, em aperto, com irradiação para o membro superior esquerdo, iniciada há 40 minutos. Ao exame físico, apresenta-se pálido, sudoreico e com pressão arterial de 100 por 60 mmHg. O eletrocardiograma (ECG) inicial revela supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm em derivações V2 a V4. O tempo estimado até a chegada ao laboratório de hemodinâmica é de 15 minutos.

Diante deste quadro clínico, a conduta terapêutica imediata mais apropriada é
Alternativas
Q3926755 Medicina
Paciente de 68 anos, com câncer de pulmão avançado e metástases ósseas, utiliza morfina oral de liberação controlada há 6 meses para dor crônica, com dose atual de 200 mg/dia. Nas últimas duas semanas, a dor (EVA 9/10) se intensificou, mas o paciente a descreve agora como "queimante" e "espalhada" para além da área das metástases. Além disso, ele relata hipersensibilidade ao toque na pele (alodínia). O aumento da dose de resgate de morfina não alivia, e em alguns momentos, parece piorar o quadro. O paciente está hemodinamicamente estável e a investigação por imagem não detectou nova progressão da doença que justifique a nova dor.
Diante deste quadro clínico, a conduta terapêutica mais apropriada seria
Alternativas
Q3926598 Medicina
Mulher de 38 anos, com diagnóstico prévio de hipotireoidismo em uso de levotiroxina, com exames recentes (TSH e T4 livre) dentro da normalidade, procura atendimento ambulatorial por fadiga intensa, perda de 4 kg nos últimos 2 meses e náuseas recorrentes.

Ao exame físico, destaca-se hiperpigmentação difusa da pele, mais evidente em áreas expostas ao Sol. Nega febre, tosse ou sudorese noturna.

Os exames laboratoriais revelam: 
sódio sérico de 128 mEq/L;
potássio de 6,1 mEq/L;
cortisol plasmático matinal de 2 µg/dL (valor de referência: 5–25 µg/dL);
hemoglobina de 13,2 g/dL;
leucócitos totais normais com eosinofilia leve (800/µL);
proteína C-reativa dentro da normalidade.

Com base nesses achados, a fisiopatologia mais provável da condição apresentada é
Alternativas
Q3926590 Medicina
Uma mulher de 30 anos procura o pronto-socorro devido a episódios recorrentes de cólicas abdominais, intensificados nos últimos dias, acompanhados de fadiga persistente. Refere ainda episódios ocasionais de dormência em mãos e pés, além de dificuldade de concentração. Recentemente, tratou infecção de vias aéreas com antibióticos e analgésicos. Nega febre, vômitos, diarreia, icterícia, mialgia ou alteração do hábito intestinal. Não faz uso de álcool nem tabaco, e segue dieta restritiva para controle de peso.

Ao exame, apresenta-se ansiosa, porém orientada. O abdome é discretamente doloroso à palpação profunda, sem sinais de irritação peritoneal. O exame neurológico mostra redução da sensibilidade dolorosa em distribuição tipo “bota e luva”. Exames laboratoriais revelam hiponatremia leve, albumina normal e ausência de proteinúria. Apesar de negar queixas urinárias irritativas, a paciente relata episódios frequentes de escurecimento da coloração da urina.

O exame complementar mais adequado para confirmar a hipótese diagnóstica inicial é realizar
Alternativas
Q3926582 Medicina
A nefropatia por IgA é uma das formas mais comuns de glomerulonefrite no mundo. Pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas apresenta maior incidência entre a segunda e a terceira décadas de vida. O achado característico é a demonstração, na imunofluorescência da biópsia renal, de depósitos de IgA na região mesangial. 

Em relação ao tema, avalie as afirmativas a seguir.

I. A hematúria microscópica é característica da doença, sendo tipicamente dismórfica à sedimentoscopia.
II. Episódios de hematúria macroscópica podem ocorrer em associação com infecções de vias aéreas superiores.
III. A síndrome nefrótica constitui uma apresentação frequente da doença.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3884416 Medicina
Paciente de 46 anos, masculino, vem à unidade básica de saúde para consulta de retorno. Nega queixas, além de uma dor leve em peso na região lombar que aparece esporadicamente associada aos dias que fica até de madrugada trabalhando, dura até o dia seguinte apenas. Tem histórico familiar de mãe diabética e hipertensa, com infarto do miocárdio prévio e início de doença de Alzheimer. Pai era diabético e faleceu de câncer metastático para pulmão e fígado (primário desconhecido). Tem hipertensão arterial em uso de enalapril 20mg com bom controle. Sedentário, mas diz que é muito ativo, pois trabalha de pé em carrinho de lanches (hambúrgueres e cachorros quentes). Almoça e janta frequentemente seus próprios lanches. Casado. Nega tabagismo ou uso de drogas. Consome cerca de 3 a 6 latas de cerveja nos finais de semana e um pouco mais nos dias de jogo de seu time de futebol. Pesando 98kg com 1,65m de altura (IMC 36). Exames mostrando glicemia de jejum de 114mg/dL, hemoglobina glicada (HbA1c) de 5.5%, função renal normal, sem alterações e demais exames. Diz estar preocupado com a saúde e com a falta de recursos para realizar exames particulares, caso indicados.
Dentre as alternativas abaixo, assinale a que se configura proposta menos adequada para o paciente em questão.
Alternativas
Q3884412 Medicina
Paciente do sexo feminino, 22 anos, procura pronto atendimento por mal-estar, peso no corpo e dores na mão direita e dedos, em piora nos últimos 3 dias. Nega cefaleia, coriza, tosse ou falta de ar. Nega doenças prévias, considera ter boa saúde, faz uso apenas de etinilestradiol/drospirenona como contracepção, pois tem relações sexuais monogâmicas com seu namorado há 10 meses e esquece de usar preservativos consistentemente. Sabe que não está grávida, pois acaba de menstruar há 7 dias (ciclos regulares). Trabalha como professora de ensino fundamental. Nega uso de drogas ilícitas, tabagismo ou alcoolismo. Nega trauma ou esforço na mão afetada. Pressão arterial 110/72 mmHg, frequência cardíaca 114 bpm, frequência respiratória de 14 ipm, temperatura38.2 graus. Hemograma mostrando hemoglobina de 12,2, hematócrito 38%, leucócitos 13200 (90%de neutrófilos), plaquetas 260000, velocidade de hemossedimentação 48%, glicemia de 94,potássio 4,0, sódio 140, creatinina 0,82 e ureia de 40. Sorologias pendentes.
Diante do quadro atual, é correto afirmar:
Alternativas
Q3884410 Medicina
Paciente mulher de 62 anos vem ao consultório apresentando dispneia e tosse, com piora intensa no último mês. Nega doenças prévias além de quadro de ansiedade tratado por 6 meses, logo após morte do marido há 4 anos por infarto agudo do miocárdio (obeso e tabagista). Parou defumar durante esse tratamento (fumava cerca de 1 maço por dia desde os 19 anos). Aponta que foi nesta época que notou início de cansaço, pois começou a ter que fazer atividades de limpeza em casa devido à diminuição de renda familiar, mas não era como o cansaço de agora. Diz ter tentado iniciar caminhadas e exercícios nos equipamentos da pracinha perto de sua casa, pois notou flacidez na pele de seus braços. Orgulha-se de que sempre foi muito magra e tem se esforçado para cuidar ainda mais da alimentação, pois tem escutado muitas reportagens sobre saúde que orientam perda de peso para diminuir risco cardiovascular, mas apresenta dificuldades para praticar exercícios, uma vez que tem falta de ar. Nega alergias e asma na infância. Teve 2quadros de pneumonia nos últimos 2 anos, tratados ambulatorialmente, além de alguns quadros “gripais fortes”.
Sobre o caso apresentado, é correto afirmar:
Alternativas
Q3884408 Medicina
O Sr. Alberto, 72 anos, apresenta dor em queimação intensa na região lombar direita, há quatro meses, após episódio de herpes zoster. Apesar do uso de analgésicos, mantém dor persistente, com prejuízo do sono e das atividades diárias.
Com relação ao manejo e à prevenção nesse caso, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
1541: A
1542: C
1543: A
1544: B
1545: D
1546: A
1547: E
1548: E
1549: A
1550: C
1551: D
1552: C
1553: C
1554: B
1555: B
1556: B
1557: C
1558: B
1559: A
1560: A