Questões de Concurso
Sobre clínica médica humana em medicina
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Paciente de 48 anos no pós-operatório de neurocirurgia apresenta hiponatremia com sódio sérico de 120 mEq/L, letargia, pressão arterial normal, e osmolaridade urinária de 500 mOsm/kg. Exames laboratoriais adicionais mostram função renal preservada e ausência de edema.
Qual é a característica mais provável associada a este quadro?
Paciente de 55 anos apresenta fadiga progressiva, dor abdominal em quadrante superior esquerdo e plenitude pósprandial. No exame físico, esplenomegalia maciça (palpável a 10 cm abaixo do rebordo costal esquerdo) e ausência de linfadenopatia periférica. Exames laboratoriais: Hb 10 g/dL (ref: 12-16), leucocitose (WBC 25.000/mm³, ref: 4.000- 11.000), trombocitose (PLT 550.000/mm³, ref: 150.000-450.000), e LDH 480 U/L (ref: <250). Pesquisa de mutação JAK2 é positiva. TC de abdome confirma esplenomegalia maciça sem linfonodomegalias.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Homem de 50 anos, com doença renal crônica estágio 4 e hipertensão arterial sistêmica descompensada, é admitido por fraqueza muscular, náuseas e dispneia progressiva. Gasometria arterial:

Qual é o diagnóstico ácido-base mais provável?
Paciente de 55 anos, natural de Caruaru, interior de Pernambuco, diagnosticado com cirrose compensada devido a hepatite viral crônica, apresenta elastografia hepática >20 kPa, plaquetas de 85.000/mm³, função hepática preservada (MELD 10) e varizes esofágicas de fino calibre na endoscopia.
Qual a melhor conduta, de acordo com as diretrizes mais recentes da AASLD (American Association for the Study of Liver Diseases)?
Um homem de 56 anos, residente em Olinda, com histórico de hipertensão arterial e tabagismo, chega à emergência cardiológica apresentando dor torácica intensa há cerca de 30 minutos, associada à sudorese fria e náuseas. No eletrocardiograma (ECG), observa-se supradesnivelamento do segmento ST em derivações V2-V4.
Qual seria a conduta inicial mais apropriada neste caso?
Um homem de 45 anos, obeso e tabagista, residente em Recife, apresenta histórico de dor torácica progressiva aos esforços nas últimas semanas. Ele chega à UPA da Imbiribeira com relato de dor em repouso que durou cerca de 20 minutos e foi aliviada com nitrato sublingual. No momento da avaliação, o ECG é normal, e a troponina está negativa.
Qual é o provável diagnóstico?
A conduta ambulatorial mais adequada é
A conduta mais adequada consiste em
Refere distensão e gases abdominais frequentes, especialmente após as refeições, sintomas presentes há mais de seis meses. Nas últimas três semanas, passou a apresentar episódios de diarreia intermitente, com fezes pastosas e presença de muco, sem sangue ou febre. Nega uso recente de antibióticos ou sangramento digestivo. Ao exame, encontra-se pálida, com leve dor à palpação do quadrante inferior esquerdo.
Diante do quadro descrito, a próxima etapa mais apropriada na investigação diagnóstica consiste em
Ao exame físico: pressão arterial de 130 x 80 mmHg, IMC de 27 kg/m². Exames laboratoriais: colesterol total 240 mg/dL, HDL 48 mg/dL, LDL 160 mg/dL, triglicerídeos 160 mg/dL, glicemia e função hepática normais. Ultrassonografia abdominal revelou esteatose hepática leve.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025, a conduta mais apropriada para esse paciente é
Exame físico sem alterações relevantes. Colesterol total: 255 mg/dL; HDL: 50 mg/dL; LDL: 166 mg/dL; triglicerídeos: 140 mg/dL. Índice de massa corporal: 26 kg/m². Pressão arterial: 124/78 mmHg.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025, a conduta mais adequada para essa paciente é
Ao exame físico, apresenta-se ictérica (1+/4+), com aranhas vasculares em tórax anterior, macicez e abolição do murmúrio vesicular na base do hemitórax direito até o terço inferior, abdome globoso com circulação colateral e ascite volumosa, edema com cacifo 2+/4+ em membros inferiores até joelhos. Radiografia de tórax evidencia derrame pleural à direita ocupando aproximadamente 40% do hemitórax. Toracocentese realizada obteve 1200 mL de líquido citrino, não purulento.
Exames do líquido pleural: aspecto translúcido amarelo-citrino, pH 7,48, densidade 1,010, proteína total 2,1 g/dL, glicose 95 mg/dL, LDH 85 UI/L, colesterol 38 mg/dL, triglicerídeos 45 mg/dL, contagem de células 180 células/mm³ (linfócitos 65%, neutrófilos 20%, células mesoteliais 15%), ausência de hemácias. Exames séricos simultâneos: proteína total 5,8 g/dL, albumina 2,3 g/dL, LDH 180 UI/L (valor de referência até 200 UI/L), bilirrubina total 3,2 mg/dL (direta 2,1 mg/dL), AST 98 UI/L, ALT 76 UI/L, INR 1,8.
O diagnóstico mais provável, pela descrição do caso e pela análise do líquido pleural, é
Ao exame físico, apresenta-se lúcida e orientada, eupneica em ar ambiente, ausculta pulmonar com estertores crepitantes em base direita, ptose palpebral bilateral acentuada, oftalmoparesia com limitação da abdução ocular bilateral, voz anasalada, fraqueza muscular proximal grau 4 em membros superiores e grau 4+ em membros inferiores. Frequência respiratória de 18 irpm, saturação de oxigênio de 96% em ar ambiente, capacidade vital forçada de 2,8 litros (85% do predito). Gasometria arterial: pH 7,42, PaCO2 38 mmHg, PaO2 88 mmHg, HCO3 24 mEq/L, SatO2 96%. Radiografia de tórax evidenciou infiltrado em lobo inferior direito.
A conduta terapêutica mais apropriada para o caso é