Questões de Concurso Sobre clínica médica humana em medicina

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Q3998174 Medicina
Uma mulher de 45 anos procurou a UBS, previamente hígida, com quadro de febre alta há 3 dias, cefaléia intensa, dor retro orbitária e mialgia. No quarto dia de febre referiu dor abdominal e sensação de vertigem ao se levantar. Ao exame físico com PA 90/60 mm/hg, pulso 112 bpm e extremidades frias. Qual o diagnóstico mais provável e conduta a serem tomadas?
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Q3981482 Medicina
Um paciente de 55 anos, diabético e hipertenso, procura atendimento médico por dor intensa na perna direita há 7 dias, acompanhada de febre e edema progressivo. A ultrassonografia com Doppler colorido revela um aumento da espessura dos tecidos moles, coleção líquida heterogênea com debris internos e hiperemia intensa ao Doppler power. Diante desse achado, qual é a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta recomendada? 
Alternativas
Q3981412 Medicina
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU foi acionado para atendimento do Sr. A.M.P, 64 anos, hipertenso e diabético que apresenta dor torácica intensa há 3 horas, associada a sudorese e náuseas. No atendimento pré-hospitalar, foi realizado um eletrocardiograma (ECG) que evidenciou supradesnivelamento do segmento ST em DII, DIII e aVF. Diante desse cenário clínico e com base nas diretrizes de manejo da Síndrome Coronariana Aguda, assinale a alternativa CORRETA sobre a melhor conduta terapêutica inicial para esse paciente:
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Q3981402 Medicina
Durante uma consulta em unidade básica de saúde, um paciente masculino de 32 anos relata dor ao urinar e secreção uretral esbranquiçada há cerca de cinco dias. Ele nega febre e outros sintomas sistêmicos, mas relata ter mantido relações sexuais desprotegidas com novas parceiras no último mês. O exame clínico revela ausência de úlceras genitais e linfonodomegalia inguinal. Diante desse quadro, e considerando as diretrizes do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) do Ministério da Saúde, qual das alternativas apresenta a conduta mais adequada?
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Q3981401 Medicina
Um paciente de 45 anos, residente de área rural e com histórico de saneamento básico precário, apresenta quadro de dor abdominal difusa, diarreia intermitente, perda de peso e anemia ferropriva há três meses. O exame parasitológico de fezes revela a presença de ovos de helmintos com coloração escura e formato alongado. Após o início do tratamento antiparasitário, o paciente evolui com piora clínica, apresentando febre alta, distensão abdominal e sinais de sepse. Com base nos mecanismos fisiopatológicos das parasitoses intestinais, qual alternativa melhor explica essa evolução clínica? 
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Q3981400 Medicina
Um paciente de 68 anos, tabagista há 40 anos, apresenta dispneia progressiva, episódios de sibilância e tosse produtiva crônica, sem resposta satisfatória ao uso de broncodilatadores de curta ação. Durante a internação, ele apresenta piora do quadro respiratório com hipoxemia e hipercapnia. A radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação pulmonar e ausência de consolidação, enquanto a gasometria arterial demonstra pH 7,32, PaCO₂ de 58 mmHg e PaO₂ de 62 mmHg em ar ambiente.
Com base nesse cenário clínico e nas diretrizes atuais, analise as afirmações a seguir:
I. O diagnóstico mais provável é DPOC exacerbada, e a presença de hipercapnia sugere falência ventilatória, podendo haver necessidade de suporte ventilatório.
II. A reversibilidade completa dos sintomas com broncodilatadores inalatórios de curta ação confirma o diagnóstico de asma brônquica, descartando DPOC.
III. A embolia pulmonar deve ser descartada, pois é uma complicação frequente em pacientes com DPOC exacerbada e pode agravar a insuficiência respiratória.
IV. A antibioticoterapia empírica deve ser iniciada imediatamente, pois a pneumonia bacteriana é a principal causa de exacerbação da DPOC em pacientes tabagistas.
A alternativa correta é:
Alternativas
Q3980474 Medicina
Mulher de 48 anos, previamente hígida, refere fadiga intensa, perda de resistência para atividades rotineiras, equimoses recorrentes nos membros e sensação de plenitude abdominal progressiva nos últimos quatro meses. Ao exame físico, apresenta esplenomegalia palpável a 6 cm do rebordo costal esquerdo, sem linfonodos aumentados. Exames laboratoriais: hemoglobina 9,1 g/dL, plaquetas 65.000/mm3, leucócitos 2.900/mm3; lactato desidrogenase elevado; esfregaço periférico com dacriócitos (células em lágrima). Não há febre, icterícia ou história de sangramento digestivo. Função hepática preservada.

Qual diagnóstico deve ser fortemente considerado?
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Q3980463 Medicina
Um homem de 59 anos, com cirrose avançada por hepatite C previamente tratada, é trazido ao pronto-atendimento devido a desorientação progressiva, sonolência intensa e lentificação mental nas últimas 24 horas. Ao exame, encontrase hipoativo porém responsivo, com flapping evidente, hálito hepático, frequência cardíaca de 98 bpm e pressão arterial de 112/68 mmHg. Há ascite moderada, sem febre, sangramento ou sinais de peritonite. Exames mostram sódio 132 mEq/L, potássio 3,4 mEq/L e creatinina 1,1 mg/dL. Nenhum foco infeccioso é identificado.

Qual é a primeira medida terapêutica? 
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Q3980462 Medicina
Sobre achados característicos em doenças inflamatórias intestinais (DII), assinale a alternativa INCORRETA.
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Q3980461 Medicina
Paciente de 40 anos chega ao pronto atendimento com taquipneia, náuseas, dor abdominal leve e hálito cetônico há 24 horas. O exame mostra desidratação moderada, FC 112 bpm, PA 108/72 mmHg e respiração profunda. Gasometria arterial revela pH 7,17, bicarbonato 11 mmol/L e ânion gap elevado. A glicemia é 356 mg/dL, e a cetonemia está marcadamente aumentada. O potássio sérico é 3,1 mEq/L.

Qual o passo inicial CORRETO no manejo da cetoacidose diabética?
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Q3980453 Medicina
Homem de 61 anos apresenta dor intensa e incapacitante no hálux direito, iniciada abruptamente durante a noite, acompanhada de rubor, calor local, edema significativo e dificuldade até para apoiar o pé no chão. Exames mostram ácido úrico sérico de 9,6 mg/dL.

Qual é o diagnóstico mais provável desse episódio monoarticular agudo clássico?
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Q3980450 Medicina
Mulher de 34 anos chega à emergência, com dispneia moderada. FR 24 irpm, saturação 94%, fala frases longas, sem uso importante de musculatura acessória. Após três doses de salbutamol, mantém PFE de 65% do previsto.

Qual é a próxima conduta?
Alternativas
Q3980449 Medicina
Homem de 83 anos, frágil, com doença pulmonar obstrutiva crônica e insuficiência cardíaca leve, apresenta febre, tosse produtiva e queda funcional nas últimas 48 horas. Chega hemodinamicamente estável, com frequência respiratória de 26 incursões por minuto, pressão arterial 110/70 mmHg, saturação de 92% em ar ambiente e ureia 56 mg/dL. A radiografia mostra infiltrado basal direito. O escore CURB-65 calculado é 2, sem necessidade inicial de suporte avançado.

Qual é a conduta mais adequada? 
Alternativas
Q3980447 Medicina
Homem de 71 anos, tabagista de 52 anos-maço, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica em estágio avançado, chega ao serviço de emergência relatando piora progressiva da falta de ar nas últimas 48 horas, tosse mais intensa e aumento do escarro, que passou de transparente para amarelo-esverdeado. Refere pior tolerância ao esforço e sensação de aperto torácico, sem febre. No exame físico, apresenta frequência respiratória de 28 incursões por minuto, uso de musculatura acessória, sibilância difusa e saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente. A gasometria arterial mostra pH 7,36, pressão parcial de gás carbônico arterial (PaCO₂) de 46 mmHg e pressão parcial de oxigênio arterial (PaO₂) de 58 mmHg. A radiografia de tórax não revela infiltrado evidente. O paciente utiliza brometo de tiotrópio, um broncodilatador anticolinérgico de longa duração (LAMA), e formoterol, um beta-agonista de longa duração (LABA), porém de forma irregular, e nunca realizou reabilitação pulmonar.

Com base nesse quadro, qual é o próximo passo mais adequado no manejo inicial? 
Alternativas
Q3980446 Medicina
Mulher de 76 anos, hipertensa e com insuficiência cardíaca, apresenta dispneia e derrame pleural bilateral. Após uso de diurético, toracocentese mostra proteína pleural 3,2 g/dL e desidrogenase lática 210 U/L, atendendo critérios de exsudato. Glicose normal, pH 7,45. Clínica sugere congestão.

Qual interpretação é CORRETA?
Alternativas
Q3980445 Medicina
Mulher de 58 anos, com diabetes tipo 2, obesidade grau I e hipertensão bem controlada, procura atendimento por episódios recorrentes de palpitações, cansaço e intolerância ao esforço há três semanas. Ao exame, apresenta frequência cardíaca irregular de 108 bpm, pressão arterial 132/82 mmHg e ausência de sinais clínicos de congestão. O eletrocardiograma confirma fibrilação atrial, e o ecocardiograma revela átrio esquerdo discretamente aumentado com fração de ejeção preservada. A paciente está hemodinamicamente estável, sem dor torácica e nunca utilizou anticoagulação. Qual é a abordagem inicial mais apropriada?
Alternativas
Q3980442 Medicina
Mulher de 36 anos, emagrecida, com histórico de fadiga progressiva, tonturas ao levantar-se, desejos salinos e hiperpigmentação de mucosas, chega com vômitos e dor abdominal leve. Pressão 88/54 mmHg, sódio 128 mEq/L, potássio 5,8 mEq/L, glicemia 62 mg/dL, cortisol matinal 2,3 µg/dL, ACTH 126 pg/mL.

Qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3980438 Medicina
Idoso de 73 anos, hipertenso e em uso irregular de anlodipino, losartana e hidroclorotiazida, desenvolve dor torácica súbita, opressiva e intensa ao subir uma escada em seu prédio, acompanhada de náuseas, palidez marcada, sudorese fria e sensação de desmaio. Na emergência, encontra-se taquicárdico, ansioso e mal perfundido. O eletrocardiograma mostra supradesnivelamento de 2 mm em V2–V4, além de bloqueio incompleto do ramo direito.

Qual é a conduta diagnóstica CORRETA e imediata?
Alternativas
Q3980437 Medicina
Mulher de 61 anos, hipertensa controlada, realiza angiotomografia com contraste iodado e, ao final do exame, evolui rapidamente com broncoespasmo, rubor difuso, tontura, vômitos e colapso circulatório (PA 60/38 mmHg). Apresenta pulso filiforme e uso evidente de musculatura acessória.

Assinale a alternativa que indica a conduta inicial mais apropriada.
Alternativas
Q3980436 Medicina
Mulher de 63 anos, internada após sepse urinária tratada, evolui com oligúria persistente, mal-estar progressivo e creatinina 3,5 mg/dL (prévia 0,9). Ureia 128 mg/dL, sódio urinário 71 mEq/L, fração de excreção de sódio 3,1%, osmolaridade urinária 265 mOsm/kg. O sumário de urina revela cilindros granulosos castanhos, mas também exibe cilindros eritrocitários múltiplos.

Com base nos achados típicos de necrose tubular aguda, é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Respostas
1501: B
1502: B
1503: B
1504: A
1505: C
1506: A
1507: C
1508: A
1509: D
1510: A
1511: B
1512: B
1513: B
1514: C
1515: E
1516: C
1517: E
1518: B
1519: D
1520: D