Questões de Concurso
Sobre clínica médica humana em medicina
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A etiologia mais provável da oclusão arterial é
Segundo a classificação da infecção do pé diabético, esse paciente apresenta
Ao exame físico, apresentou escoriações em membros superiores e inferiores e discreta icterícia, sem sinais de hepatopatia descompensada.
Os exames laboratoriais demonstraram: bilirrubina total: 2,1 mg/dL (VR: 0,3–1,2 mg/dL); bilirrubina direta: 1,6 mg/dL (VR: < 0,3 mg/dL); fosfatase alcalina: 486 U/L (VR: 35–104 U/L); gamaglutamiltransferase: 312 U/L (VR: 5–36 U/L); alanina aminotransferase (ALT): 58 U/L (VR: < 35 U/L); aspartato aminotransferase (AST): 51 U/L (VR: < 35 U/L); imunoglobulina M (IgM): 410 mg/dL (VR: 40–230 mg/dL). A ultrassonografia abdominal não evidenciou dilatação das vias biliares.
Com base nos achados clínicos e laboratoriais, o autoanticorpo mais caracteristicamente associado à principal hipótese diagnóstica é o
Ao exame físico, apresentava temperatura axilar de 38,2 °C, frequência cardíaca de 94 bpm, pressão arterial de 112/68 mmHg e sinovite discreta envolvendo punhos e articulações metacarpofalangianas e interfalangianas proximais, sem deformidades. Não apresentava lesões cutâneas, nódulos subcutâneos, úlceras orais ou alterações aos exames cardiopulmonar e abdominal.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina 9,6 g/dL (VR: 12,0–16,0 g/dL); leucócitos 3.600/mm³ (VR: 4.000– 10.000/mm³); plaquetas 121.000/mm³ (VR: 150.000– 450.000/mm³); velocidade de hemossedimentação 72 mm/h (VR: <20 mm/h); proteína C-reativa (PCR) 1,0 mg/dL (VR: <0,5 mg/dL); creatinina 0,7 mg/dL (VR: 0,5–1,0 mg/dL); exame de urina tipo I: sem proteinúria e sem hematúria; fator reumatoide 42 UI/mL (VR: <20 UI/mL); anticorpo antinuclear (FAN): reagente 1:320, padrão nuclear pontilhado fino; anticorpo anti-Smith (anti-Sm): positivo; anticorpo anti-Ro (SSA): positivo; anticorpo antipeptídeo citrulinado cíclico (anti-CCP): negativo; fração C3: 61 mg/dL (VR: 90–180 mg/dL); fração C4: 9 mg/dL (VR: 10–40 mg/dL).
O diagnóstico mais provável é
Nesse caso, os níveis de fosfatase alcalina tipicamente se apresentam
Essa preocupação se deu porque a contagem estava abaixo de
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; obesidade grau I; menopausa aos 52 anos.
Tratamentos prévios: treinamento vesical; fisioterapia do assoalho pélvico; oxibutinina; solifenacina; mirabegrona; sem melhora clínica satisfatória.
Exame Físico: PA: 128/76 mmHg; FC: 70 bpm.
Exames: EAS normal; urocultura negativa; ultrassonografia sem alterações; resíduo pós-miccional: 30 mL.
Estudo urodinâmico: hiperatividade detrusora; contrações involuntárias durante enchimento; capacidade vesical reduzida.
A melhor opção terapêutica é
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus tipo 2; dislipidemia.
Medicações: losartana; metformina; sinvastatina; tansulosina há 12 meses.
Exame Físico: PA: 138/82 mmHg; FC: 76 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Toque retal: próstata aumentada; consistência fibroelástica; sem nódulos; volume estimado de 80 g.
Exames: PSA: 3,8 mg/mL; creatinina: 1,4 mg/dL.
Ultrassonografia: volume prostático: 85 g; resíduo pós-miccional: 220 mL.
Urofluxometria: qmáx: 7 mL/s.
A melhor conduta é
Exame físico:
Temperatura: 39,1 °C; FC: 118 bpm; PA: 100/62 mmHg.
Exame abdominal: dor importante à punho-percussão lombar direita.
Exames laboratoriais: leucócitos: 18.500/mm³; PCR: 28 mg/dL; Creatinina: 1,6 mg/dL; EAS: leucocitária intensa e bacteriúria.
Tomografia: pielonefrite aguda direita sem obstrução urinária, abscesso ou coleções.
A melhor conduta inicial é
Ao exame físico observa-se dor suprapúbica intensa e globo vesical palpável e doloroso. Exames laboratoriais não demonstram alterações significativas da função renal.
O paciente está afebril e não apresenta sinais de sepse ou trauma uretral.
A melhor conduta é
O escore IPSS é de 24 pontos. Ao exame físico, o toque retal evidencia próstata aumentada, fibroelástica e sem nódulos suspeitos.
Exames complementares: PSA total 2,8 ng/mL; ultrassonografia com próstata de 70 g; resíduo pós-miccional de 210 ml. O paciente faz uso regular de tansulosina e finasterida há 14 meses, sem melhora clínica significativa.
A melhor conduta é
A conduta clínica mais segura é
Já os pacientes com depleção de volume apresentam perda efetiva de Na+ corporal total com consequente redução no volume intravascular que é mais precisamente descrita como depleção do volume do fluido extracelular.
Sobre o diagnóstico de depleção de volume extracelular (hipovolemia) é correto afirmar que