Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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( ) A elevação persistente do segmento ST em duas derivações contíguas, associada à dor torácica retroesternal e enzimas cardíacas elevadas, configura critério diagnóstico clássico de IAM com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST).
( ) A administração precoce de betabloqueadores está contraindicada nas primeiras 24 horas de um IAMCSST, mesmo na ausência de hipotensão, bradicardia ou sinais de insuficiência cardíaca.
( ) O uso de dupla antiagregação plaquetária (ácido acetilsalicílico e inibidor do receptor P2Y12) é preconizado na fase aguda do IAM, principalmente quando houver indicação de intervenção coronariana percutânea.
( ) A dor torácica atípica, em pacientes diabéticos e idosos, é frequentemente acompanhada de sintomas inespecíficos como sudorese fria, náuseas ou dispneia, o que dificulta o diagnóstico precoce do IAM.
( ) O uso de trombolíticos em até 12 horas do início dos sintomas é reservado exclusivamente para hospitais com serviço de hemodinâmica disponível, conforme diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
A avaliação da dor torácica aguda na Atenção Primária à Saúde é um desafio que exige uma abordagem sistemática para diferenciar causas benignas de condições potencialmente fatais, como a Síndrome Coronariana Aguda (SCA). Considerando a abordagem inicial de um paciente com dor torácica na UBS, analise as afirmativas a seguir.
I.Uma dor descrita como aperto ou pressão retroesternal, com irradiação para membro superior esquerdo ou mandíbula, e associada a sintomas como sudorese, náuseas ou dispneia, aumenta significativamente a probabilidade de se tratar de uma dor de origem isquêmica.
II.Diante da suspeita clínica de SCA em uma Unidade Básica de Saúde, as medidas iniciais e imediatas incluem, se não houver contraindicações, a administração de 150 a 300 mg de ácido acetilsalicílico (AAS) para ser mastigado e a organização do transporte de emergência para um serviço hospitalar.
III.A realização de um único eletrocardiograma (ECG) que se apresente normal, sem alterações isquêmicas, no momento da avaliação inicial do paciente com dor torácica suspeita, é suficiente para excluir com segurança o diagnóstico de Síndrome Coronariana Aguda.
Está correto o que se afirma em:
(1) a coloração da pele – defeitos acianóticos e defeitos cianóticos;
(2) padrões de fluxo sanguíneo no coração, veias e artérias cardíacas.
Sobre as disfunções classificadas conforme (2), é correto afirmar:
Fossum, 2021.
Em relação ao DAP, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Brasileira morta em vulcão: saiba o que é traumatismo por força contundente
A autópsia da brasileira Juliana Marins, que morreu após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, concluiu que a causa da morte foi traumatismo por força contundente, que resultou em danos aos órgãos internos e hemorragia extensa.
As descobertas forenses indicam que o óbito ocorreu em um período muito curto após os ferimentos, ressaltando a natureza súbita do ocorrido. As lesões por abrasão e deslizamento ("luka lecet geser") observadas no corpo são compatíveis com uma queda.
De acordo com o Dr. Ida Bagus Putu Alit, médico legista do Hospital Bali Mandara, a morte de Juliana Marins foi "imediatamente" após o trauma, com uma estimativa de não mais de 20 minutos após a lesão mais grave.
O traumatismo por força contundente é caracterizado por uma lesão causada por forte impacto contra uma superfície ou objeto, sem lesão penetrante na pele, conforme explica Gustavo Tadeu Sanchez, diretor da Sociedade Brasileira do Trauma Ortopédico (SBTO), à CNN.
"O impacto pode gerar lesões relacionadas com a energia do trauma. Então, pode haver fraturas e contusão do pulmão, com possibilidade de hemorragia associada", afirma.
No caso de Juliana, os exames revelaram múltiplas fraturas e lesões disseminadas por quase todo o corpo, incluindo órgãos internos no tórax e no abdômen. A área mais gravemente afetada foi a região do dorso/coluna, que sofreu lesões que comprometeram os órgãos internos relacionados à respiração.
"Ela teve um trauma torácico grave, ou seja, uma contusão de alta energia na caixa torácica. Isso, além de pegar as costelas, que seriam o nosso "para-choque", pode causar a contusão no pulmão", explica Sanchez. "Isso atrapalha a função do pulmão, que é justamente de fazer essa troca gasosa, podendo levar, também, à hemorragia", completa.
A hemorragia também pode diminuir o transporte de oxigênio para os órgãos. "A perda de sangue gera o que chamamos de vasoconstrição, que é o estreitamento dos vasos para otimizar a propagação de oxigênio. Ela também aumenta a velocidade do batimento do coração, assim como a frequência da respiração", explica Sanchez.
No entanto, todas essas medidas tomadas pelo corpo em prol de sua própria sobrevivência geram repercussões no paciente. "Se a hemorragia não for contida, chega um momento em que essas medidas não são suficientes e podem, inclusive, evoluir para morte", afirma. "Isso depende muito da gravidade da lesão e da quantidade que há de perda sanguínea", finaliza.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/brasileira-morta-em-vulcao-saiba-o-que-e-traumatismo-por-forca-contundente/
Baseado no estudo ecográfico exposto da região, qual a principal hipótese diagnóstica para o caso?
Fonte: radiopaedia.org
Qual principal hipótese diagnóstica para o quadro relatado?
Qual das alternativas não pontuaria nesse escore?