Questões de Concurso Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina

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Q3817197 Medicina
Homem, 58 anos, portador de prótese valvar aórtica mecânica implantada há 14 meses, apresenta febre persistente há 10 dias, fadiga e perda de peso. O exame físico indica PA: 118/70 mmHg e FC: 102 bpm. Apresenta sopros cardíacos múltiplos, inclusive novo sopro regurgitativo, esplenomegalia discreta e lesões de Janeway nas extremidades. Exames de laboratório indicam leucocitose discreta e VHS elevado. Ao ecocardiograma transesofágico, apresentada vegetação de 1,3 cm aderida à prótese valvar. Hemoculturas positivas para Staphylococcus epidermidis em múltiplas amostras. Qual é a conduta inicial mais apropriada, considerado o caso apresentado? 
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Q3816978 Medicina
A Doença de Kawasaki é uma vasculite sistêmica aguda que afeta predominantemente crianças menores de 5 anos de idade, sendo a principal causa de cardiopatia adquirida na infância em países desenvolvidos. Em casos não tratados, pode evoluir com formação de aneurismas coronarianos, sendo responsável por até 5% das síndromes coronarianas agudas em adultos. Considerando as diretrizes atuais de manejo clínico, assinale a alternativa que indica o tratamento de primeira linha recomendado para a fase aguda da doença.
Alternativas
Q3812830 Medicina
Os distúrbios hidroeletrolíticos podem causar alterações no eletrocardiograma (ECG), e algumas delas exigem intervenção imediata devido ao risco de arritmias graves. Quais alterações são características da hipercalemia?
Alternativas
Q3812316 Medicina
Homem, 67 anos, com história de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida por miocardiopatia isquêmica, procura emergência por dispneia progressiva e edema de membros inferiores. Ao exame físico, pressão arterial de 90 x 58 mmHg, pele fria, turgência jugular e estertores pulmonares bibasais. Caso essa paciente seja monitorada com cateter de Swan Ganz, o perfil hemodinâmico encontrado será: 
Alternativas
Q3812315 Medicina
Homem de 72 anos, previamente hígido e ativo, relata fadiga progressiva e tonturas aos esforços. Ao exame físico, normotenso, presença de sopro sistólico ejetivo em foco aórtico irradiando para carótidas, pulsos parvus e tardus. Ecocardiogama com fração de ejeção ventricular esquerda em 60%, área valvar aórtica 0,7 cm² e gradiente médio na via de saída do ventrículo esquerdo de 48 mmHg. A conduta que deve ser adotada é: 
Alternativas
Q3812314 Medicina
Paciente de 79 anos, hipertenso, diabético tipo 2, com histórico de acidente isquêmico transitório há 3 anos. Portador de marcapasso bicameral. O dispositivo registra episódios de fibrilação atrial subclínica de 12 minutos, detectados durante telemetria remota. O paciente permanece assintomático, nega palpitações, dor torácica ou dispneia. Eletrocardiograma basal em ritmo sinusal. Função renal normal e sem história de sangramento prévio. De acordo com a diretriz de manejo de anticoagulação em pacientes com fibrilação atrial, assinale a alternativa que indica a conduta ideal:
Alternativas
Q3812313 Medicina
Homem, 38 anos, assintomático, com diagnóstico conhecido de valva aórtica bicúspide e dilatação de aorta ascendente que media 49 mm em ecocardiograma de 2 anos atrás. Vai à consulta com ecocardiograma recente, no qual evidencia gradiente médio na via de saída do ventrículo esquerdo de 18 mmHg, câmaras cardíacas de tamanho normal, fração de ejeção estimada pelo método Teicholz em 60%, sem insuficiência aórtica significativa e diâmetro de aorta ascendente de 52 mm. Não há história familiar de dissecção aórtica. A conduta mais adequada é:
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Q3812312 Medicina
Mulher de 64 anos, hipertensa e diabética, submetida à angioplastia eletiva com implante de stent farmacológico em artéria descendente anterior por angina estável. Evolui hemodinamicamente estável, sem dor torácica, sem sangramento e com hemoglobina mantida em 11 mg/dl. Eletrocardiograma sem alterações dinâmicas e troponinas sem variação significativa. Plaquetas 230.000/mm³ e função renal normal. Em uso de AAS e Ticagrelor desde o procedimento. De acordo com diretrizes internacionais mais recentes, a conduta em relação à terapia antitrombótica deve ser:
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Q3812224 Medicina
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, 66 anos de idade, com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial há vários anos e antecedente de infarto agudo do miocárdio há 4 meses.
De acordo com último guideline brasileiro de dislipidemia, publicado em 2025, qual deve ser a meta de LDL-c para esse paciente?
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Q3812223 Medicina
O que é commotio cordis? 
Alternativas
Q3812222 Medicina
No caso de um paciente que chega à sala de emergência com quadro de dor torácica, pode-se ter como resultado do exame e conclusão diagnóstica 
Alternativas
Q3812221 Medicina
Em um paciente com fibrilação atrial, a condição em que se pode optar pelo uso de anticoagulantes diretos (DOACs), como primeira opção, em relação aos antagonistas da vitamina K (warfarina), é
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Q3812220 Medicina
A fibrilação atrial na qual o médico e o paciente chegaram à decisão de não tentar o reestabelecimento do ritmo sinusal, independentemente do seu tempo de instalação, é denominada de
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Q3812219 Medicina
O que é um ruido débil, que ocorre no final da diástole e que pode ser ouvido em crianças e idosos, não necessariamente patológico, causado pela desaceleração abrupta do fluxo sanguíneo mobilizado pela contração atrial?
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Q3808953 Medicina
Lactente, 11 meses, apresenta ao exame físico sopro sistólico em borda esternal esquerda alta. Pais referem crises de cianose ao choro que melhoram em posição de cócoras. Assinale a alternativa que indica o achado mais provável no ecocardiograma:
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Q3800912 Medicina
A dor torácica de origem isquêmica deve ser imediatamente investigada com eletrocardiograma (ECG) e dosagem de troponinas cardíacas. Um ECG normal na apresentação inicial de um paciente com dor torácica sugestiva e ausência de elevação de troponinas exclui infarto agudo do miocárdio (IAM), permitindo a alta hospitalar segura do paciente após observação limitada.
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Q3800910 Medicina
No manejo da hipertensão arterial resistente, definida como pressão arterial não controlada apesar do uso de três classes de anti-hipertensivos em doses máximas tolerated, incluindo um diurético, a investigação de causas secundárias deve ser abrangente, mas a aldosteronismo primário é a causa mais comum, e sua suspeita justifica a dosagem de aldosterona e renina plasmáticas, mesmo sem a presença de hipocalemia.
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Q3800904 Medicina
A hipercalemia grave, definida por níveis séricos de potássio acima de 6,5 mEq/L ou alterações eletrocardiográficas como ondas T apiculadas, alargamento do QRS ou bradicardia, deve ser prontamente tratada com a administração de gluconato de cálcio intravenoso para estabilização da membrana cardíaca, sem aguardar a confirmação laboratorial para iniciar essa intervenção.
Alternativas
Q3800901 Medicina
A profilaxia da trombose venosa profunda (TVP) e tromboembolismo pulmonar (TEP) em pacientes hospitalizados é uma medida de segurança do paciente primordial. Em pacientes clinicamente instáveis, com alto risco de sangramento e contraindicação ao uso de anticoagulantes, a principal estratégia é a mobilização precoce, não havendo alternativas farmacológicas seguras nesse cenário. 
Alternativas
Q3800888 Medicina
Situação hipotética: Um paciente de 65 anos, hipertenso e diabético tipo 2 controlado, apresenta dispneia progressiva há três meses, ortopneia e edema de membros inferiores bilaterais. O ecocardiograma revela fração de ejeção ventricular esquerda (FEVE) de 55%, hipertrofia concêntrica e disfunção diastólica grau III. Assertiva: Neste caso, a insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP) é a hipótese diagnóstica mais provável, e o tratamento deve priorizar diuréticos de alça e inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) de forma a otimizar a pré-carga e evitar a sobrecarga de volume, concomitante ao manejo rigoroso da pressão arterial.
Alternativas
Respostas
2581: B
2582: A
2583: A
2584: D
2585: B
2586: C
2587: D
2588: C
2589: C
2590: A
2591: C
2592: D
2593: C
2594: D
2595: B
2596: E
2597: C
2598: C
2599: E
2600: C