Paciente do sexo masculino, 63 anos, extabagista, com histórico de hipertensão arterial
sistêmica de longa data e insuficiência cardíaca com
fração de ejeção reduzida, apresenta-se ao serviço de
emergência com quadro de dispneia progressiva,
ortopneia e episódios de paroxismos noturnos há 3 dias.
Ao exame físico, encontra-se taquipneico, com
estertores crepitantes bibasais, turgência jugular e S3
audível. A pressão arterial está em 160x90 mmHg,
frequência cardíaca de 112 bpm, saturação de O₂ em
88% em ar ambiente. O ecocardiograma mostra
disfunção sistólica grave do ventrículo esquerdo (fração
de ejeção de 28%) e aumento das pressões sistólicas
na artéria pulmonar. À luz da literatura especializada e dos consensos atuais de manejo da insuficiência
cardíaca descompensada, qual é a conduta inicial mais
adequada?