Questões de Concurso Sobre português

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Q3910724 Português
Assinale a alternativa correta quanto a letras e fonemas. 
Alternativas
Q3910723 Português
De acordo com a norma padrão da língua, a crase está correta em: 
Alternativas
Q3910721 Português
Analise as frases abaixo, e indique a que aplica perífrase verbal: 
Alternativas
Q3910719 Português

De acordo com o texto apresentado, responda à questão:


Machado de Assis

Crônica: O Verbo

Publicação: Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro)


Há um verbo que, pela frequência com que é usado, devia ser melhor compreendido.


Falo do verbo esperar.


Espera-se o bonde, espera-se o emprego, espera-se a felicidade.


E, enquanto se espera, vive-se.


O curioso é que quase nunca se examina o objeto da espera; espera-se porque se aprendeu a esperar, como se aprende a respirar.


Talvez por isso, quando o esperado chega, já não é o que se queria.

Assinale a alternativa correta sobre os elementos dêiticos no texto: 
Alternativas
Q3910718 Português

De acordo com o texto apresentado, responda à questão:


Machado de Assis

Crônica: O Verbo

Publicação: Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro)


Há um verbo que, pela frequência com que é usado, devia ser melhor compreendido.


Falo do verbo esperar.


Espera-se o bonde, espera-se o emprego, espera-se a felicidade.


E, enquanto se espera, vive-se.


O curioso é que quase nunca se examina o objeto da espera; espera-se porque se aprendeu a esperar, como se aprende a respirar.


Talvez por isso, quando o esperado chega, já não é o que se queria.

Julgue os itens com V ou F.



I ( ) A repetição do verbo “esperar” é um recurso estilístico intencional.


II ( ) A enumeração (“espera-se o bonde…”) tem efeito de banalização da espera.


III ( ) O texto apresenta progressão temática expectativa criada ao longo do texto.


IV. ( ) A última frase rompe com a expectativa criada ao longo do texto.


V ( ) O tom predominante da crônica é lírico e emotivo.



A sequência correta é: 

Alternativas
Q3910717 Português

De acordo com o texto apresentado, responda à questão:


Machado de Assis

Crônica: O Verbo

Publicação: Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro)


Há um verbo que, pela frequência com que é usado, devia ser melhor compreendido.


Falo do verbo esperar.


Espera-se o bonde, espera-se o emprego, espera-se a felicidade.


E, enquanto se espera, vive-se.


O curioso é que quase nunca se examina o objeto da espera; espera-se porque se aprendeu a esperar, como se aprende a respirar.


Talvez por isso, quando o esperado chega, já não é o que se queria.

O valor semântico de “quando” no trecho final do texto contribui para: 
Alternativas
Q3910716 Português

De acordo com o texto apresentado, responda à questão:


Machado de Assis

Crônica: O Verbo

Publicação: Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro)


Há um verbo que, pela frequência com que é usado, devia ser melhor compreendido.


Falo do verbo esperar.


Espera-se o bonde, espera-se o emprego, espera-se a felicidade.


E, enquanto se espera, vive-se.


O curioso é que quase nunca se examina o objeto da espera; espera-se porque se aprendeu a esperar, como se aprende a respirar.


Talvez por isso, quando o esperado chega, já não é o que se queria.

Em “O curioso é que quase nunca se examina o objeto da espera”, o “que” classifica-se como: 
Alternativas
Q3910662 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que cabecear a bola em esportes como futebol pode ser tão perigoso


Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número de evidências científicas indicando que a repetição desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer, mal de Parkinson e doença do neurônio motor.

Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há quase um século. Em 1928, o patologista Harrison Martland descreveu uma condição observada em lutadores profissionais, chamada punch drunk, caracterizada por confusão mental e dificuldade de locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em alguns casos, o quadro evoluía para uma demência, mais tarde denominada demência pugilística. Inicialmente, acreditava-se que esse problema se restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou nas últimas décadas.

Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa associação. Jogadores de futebol e de futebol americano que desenvolveram demência precoce tiveram, após a morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica (ETC), condição degenerativa ligada a impactos repetidos no crânio. A ETC apresenta características específicas, como depósitos anormais de proteína no cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas profissionais e ex-atletas.

Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram que esportistas profissionais têm risco significativamente maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo com a posição em campo, sendo mais elevado entre aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.

Pesquisas também indicam que o cabeceio não está relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes, produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela transmissão de informações, sobretudo em regiões frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.

As lesões microscópicas resultantes não causam sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas desenvolverão doenças, o que sugere a influência de fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o risco acumulado permanece relevante.

Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição do número de cabeceios, especialmente durante os treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.

Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é uma das principais formas de proteção. A prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica de atletas no longo prazo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
Tecnologias para reduzir impactos na cabeça estão em desenvolvimento, "e, no futebol, a diminuição do número de cabeceios tem sido apontada como estratégia eficaz". 

A oração destacada é classificada como: 
Alternativas
Q3910661 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que cabecear a bola em esportes como futebol pode ser tão perigoso


Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número de evidências científicas indicando que a repetição desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer, mal de Parkinson e doença do neurônio motor.

Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há quase um século. Em 1928, o patologista Harrison Martland descreveu uma condição observada em lutadores profissionais, chamada punch drunk, caracterizada por confusão mental e dificuldade de locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em alguns casos, o quadro evoluía para uma demência, mais tarde denominada demência pugilística. Inicialmente, acreditava-se que esse problema se restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou nas últimas décadas.

Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa associação. Jogadores de futebol e de futebol americano que desenvolveram demência precoce tiveram, após a morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica (ETC), condição degenerativa ligada a impactos repetidos no crânio. A ETC apresenta características específicas, como depósitos anormais de proteína no cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas profissionais e ex-atletas.

Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram que esportistas profissionais têm risco significativamente maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo com a posição em campo, sendo mais elevado entre aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.

Pesquisas também indicam que o cabeceio não está relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes, produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela transmissão de informações, sobretudo em regiões frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.

As lesões microscópicas resultantes não causam sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas desenvolverão doenças, o que sugere a influência de fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o risco acumulado permanece relevante.

Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição do número de cabeceios, especialmente durante os treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.

Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é uma das principais formas de proteção. A prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica de atletas no longo prazo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
"Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na cabeça nos esportes de contato", reduzir sua frequência é uma das principais formas de proteção.

A oração destacada é classificada como:
Alternativas
Q3910656 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que cabecear a bola em esportes como futebol pode ser tão perigoso


Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número de evidências científicas indicando que a repetição desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer, mal de Parkinson e doença do neurônio motor.

Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há quase um século. Em 1928, o patologista Harrison Martland descreveu uma condição observada em lutadores profissionais, chamada punch drunk, caracterizada por confusão mental e dificuldade de locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em alguns casos, o quadro evoluía para uma demência, mais tarde denominada demência pugilística. Inicialmente, acreditava-se que esse problema se restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou nas últimas décadas.

Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa associação. Jogadores de futebol e de futebol americano que desenvolveram demência precoce tiveram, após a morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica (ETC), condição degenerativa ligada a impactos repetidos no crânio. A ETC apresenta características específicas, como depósitos anormais de proteína no cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas profissionais e ex-atletas.

Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram que esportistas profissionais têm risco significativamente maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo com a posição em campo, sendo mais elevado entre aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.

Pesquisas também indicam que o cabeceio não está relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes, produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela transmissão de informações, sobretudo em regiões frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.

As lesões microscópicas resultantes não causam sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas desenvolverão doenças, o que sugere a influência de fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o risco acumulado permanece relevante.

Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição do número de cabeceios, especialmente durante os treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.

Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é uma das principais formas de proteção. A prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica de atletas no longo prazo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
A ETC apresenta características específicas, como depósitos anormais de proteína no cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas profissionais e "ex-atletas".

O vocábulo destacado é constituído pelo processo de formação de palavras denominado:
Alternativas
Q3910524 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


Amigo de verdade


    A madrugada ia alta na redação da revista quando o meu colega Jairo, sentado à minha frente, interrompeu a crítica de teatro de que estava se incumbindo, levantou os olhos e me propôs uma grave questão:

   - Sabe qual é o maior problema do artista brasileiro?

   Preparei-me para ouvir mais uma de suas sábias reflexões sobre as vicissitudes do gênero humano, mais uma de suas tiradas que costumava proferir a horas mortas, como súmulas conclusivas. Não me decepcionei:

   - É não ter um amigo que diga a ele: fulano, não faça isso...

  Todos os que estimam o valor inalienável da franqueza incondicional concordarão com ele. Mas, acrescento eu, que a recomendação não precisa se limitar ao caso do artista brasileiro.


(Adaptado de: WERNECK, Humberto. Esse inferno vai acabar. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2011, p. 159)
A supressão da vírgula altera o sentido da frase: 
Alternativas
Q3910523 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


Amigo de verdade


    A madrugada ia alta na redação da revista quando o meu colega Jairo, sentado à minha frente, interrompeu a crítica de teatro de que estava se incumbindo, levantou os olhos e me propôs uma grave questão:

   - Sabe qual é o maior problema do artista brasileiro?

   Preparei-me para ouvir mais uma de suas sábias reflexões sobre as vicissitudes do gênero humano, mais uma de suas tiradas que costumava proferir a horas mortas, como súmulas conclusivas. Não me decepcionei:

   - É não ter um amigo que diga a ele: fulano, não faça isso...

  Todos os que estimam o valor inalienável da franqueza incondicional concordarão com ele. Mas, acrescento eu, que a recomendação não precisa se limitar ao caso do artista brasileiro.


(Adaptado de: WERNECK, Humberto. Esse inferno vai acabar. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2011, p. 159)
A frase interrompeu a crítica de teatro de que estava se incumbindo permanecerá gramaticalmente correta caso se substitua o elemento nela sublinhado por
Alternativas
Q3910522 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


Amigo de verdade


    A madrugada ia alta na redação da revista quando o meu colega Jairo, sentado à minha frente, interrompeu a crítica de teatro de que estava se incumbindo, levantou os olhos e me propôs uma grave questão:

   - Sabe qual é o maior problema do artista brasileiro?

   Preparei-me para ouvir mais uma de suas sábias reflexões sobre as vicissitudes do gênero humano, mais uma de suas tiradas que costumava proferir a horas mortas, como súmulas conclusivas. Não me decepcionei:

   - É não ter um amigo que diga a ele: fulano, não faça isso...

  Todos os que estimam o valor inalienável da franqueza incondicional concordarão com ele. Mas, acrescento eu, que a recomendação não precisa se limitar ao caso do artista brasileiro.


(Adaptado de: WERNECK, Humberto. Esse inferno vai acabar. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2011, p. 159)
No contexto, a expressão súmulas conclusivas
Alternativas
Q3910521 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


Amigo de verdade


    A madrugada ia alta na redação da revista quando o meu colega Jairo, sentado à minha frente, interrompeu a crítica de teatro de que estava se incumbindo, levantou os olhos e me propôs uma grave questão:

   - Sabe qual é o maior problema do artista brasileiro?

   Preparei-me para ouvir mais uma de suas sábias reflexões sobre as vicissitudes do gênero humano, mais uma de suas tiradas que costumava proferir a horas mortas, como súmulas conclusivas. Não me decepcionei:

   - É não ter um amigo que diga a ele: fulano, não faça isso...

  Todos os que estimam o valor inalienável da franqueza incondicional concordarão com ele. Mas, acrescento eu, que a recomendação não precisa se limitar ao caso do artista brasileiro.


(Adaptado de: WERNECK, Humberto. Esse inferno vai acabar. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2011, p. 159)
Da leitura do texto deduz-se que seu autor
Alternativas
Q3910520 Português
Atenção: Para responder às questão, baseie-se no texto a seguir.


O mar, a terra, o homem


     O mar não é apenas adversário do homem que o desconhece, mas é também inimigo de suas próprias crias. Comо uma tigresa selvagem que abalada na selva esmaga os próprios filhotes, assim também o mar atira contra os rochedos até mesmo as baleias mais poderosas. Nem misericórdia, nem força nenhuma senão a do próprio mar governa.

   Considere a sutileza do mar, como as suas criaturas mais temidas deslizam sob as águas, invisíveis na maior parte, traiçoeiramente ocultas sob os matizes mais encantadores do azul. Considere também o brilho e a beleza diabólica de suas hordas sem piedade, como a forma delicadamente adornada de muitas espécies de tubarão. Considere, uma vez mais, também о canibalismo universal do mar, cujas criaturas se devoram umas às outras, continuando a guerra eterna desde o início do mundo.

   Considere tudo isso; e então se volte para esta terra tão verde, suave e dócil; ambos considere, o mar e a terra; e você não acha que existe uma analogia estranha com algo dentro de você? Pois, tal como o oceano aterrador cerca a terra verdejante, tambéт há na alma do homem um terreno insular, cheio de paz e alegria, mas rodeado por todos os horrores da metade desconhecida da vida, aquela sobre a qual não temos nenhum controle. Que você não se afaste dessa ilha, pois poderá não mais voltar.


(Adaptado de: MELVILLE, Herman. Moby Dick. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 299)
Transpondo-se para a voz passiva a frase o mar atira contra os rochedos até mesmo as baleias mais poderosas, a forma verbal resultante deverá ser
Alternativas
Q3910519 Português
Atenção: Para responder às questão, baseie-se no texto a seguir.


O mar, a terra, o homem


     O mar não é apenas adversário do homem que o desconhece, mas é também inimigo de suas próprias crias. Comо uma tigresa selvagem que abalada na selva esmaga os próprios filhotes, assim também o mar atira contra os rochedos até mesmo as baleias mais poderosas. Nem misericórdia, nem força nenhuma senão a do próprio mar governa.

   Considere a sutileza do mar, como as suas criaturas mais temidas deslizam sob as águas, invisíveis na maior parte, traiçoeiramente ocultas sob os matizes mais encantadores do azul. Considere também o brilho e a beleza diabólica de suas hordas sem piedade, como a forma delicadamente adornada de muitas espécies de tubarão. Considere, uma vez mais, também о canibalismo universal do mar, cujas criaturas se devoram umas às outras, continuando a guerra eterna desde o início do mundo.

   Considere tudo isso; e então se volte para esta terra tão verde, suave e dócil; ambos considere, o mar e a terra; e você não acha que existe uma analogia estranha com algo dentro de você? Pois, tal como o oceano aterrador cerca a terra verdejante, tambéт há na alma do homem um terreno insular, cheio de paz e alegria, mas rodeado por todos os horrores da metade desconhecida da vida, aquela sobre a qual não temos nenhum controle. Que você não se afaste dessa ilha, pois poderá não mais voltar.


(Adaptado de: MELVILLE, Herman. Moby Dick. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 299)
Justifica-se plenamente o emprego no plural das formas verbais na frase:
Alternativas
Q3910518 Português
Atenção: Para responder às questão, baseie-se no texto a seguir.


O mar, a terra, o homem


     O mar não é apenas adversário do homem que o desconhece, mas é também inimigo de suas próprias crias. Comо uma tigresa selvagem que abalada na selva esmaga os próprios filhotes, assim também o mar atira contra os rochedos até mesmo as baleias mais poderosas. Nem misericórdia, nem força nenhuma senão a do próprio mar governa.

   Considere a sutileza do mar, como as suas criaturas mais temidas deslizam sob as águas, invisíveis na maior parte, traiçoeiramente ocultas sob os matizes mais encantadores do azul. Considere também o brilho e a beleza diabólica de suas hordas sem piedade, como a forma delicadamente adornada de muitas espécies de tubarão. Considere, uma vez mais, também о canibalismo universal do mar, cujas criaturas se devoram umas às outras, continuando a guerra eterna desde o início do mundo.

   Considere tudo isso; e então se volte para esta terra tão verde, suave e dócil; ambos considere, o mar e a terra; e você não acha que existe uma analogia estranha com algo dentro de você? Pois, tal como o oceano aterrador cerca a terra verdejante, tambéт há na alma do homem um terreno insular, cheio de paz e alegria, mas rodeado por todos os horrores da metade desconhecida da vida, aquela sobre a qual não temos nenhum controle. Que você não se afaste dessa ilha, pois poderá não mais voltar.


(Adaptado de: MELVILLE, Herman. Moby Dick. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 299)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q3910517 Português
Atenção: Para responder às questão, baseie-se no texto a seguir.


O mar, a terra, o homem


     O mar não é apenas adversário do homem que o desconhece, mas é também inimigo de suas próprias crias. Comо uma tigresa selvagem que abalada na selva esmaga os próprios filhotes, assim também o mar atira contra os rochedos até mesmo as baleias mais poderosas. Nem misericórdia, nem força nenhuma senão a do próprio mar governa.

   Considere a sutileza do mar, como as suas criaturas mais temidas deslizam sob as águas, invisíveis na maior parte, traiçoeiramente ocultas sob os matizes mais encantadores do azul. Considere também o brilho e a beleza diabólica de suas hordas sem piedade, como a forma delicadamente adornada de muitas espécies de tubarão. Considere, uma vez mais, também о canibalismo universal do mar, cujas criaturas se devoram umas às outras, continuando a guerra eterna desde o início do mundo.

   Considere tudo isso; e então se volte para esta terra tão verde, suave e dócil; ambos considere, o mar e a terra; e você não acha que existe uma analogia estranha com algo dentro de você? Pois, tal como o oceano aterrador cerca a terra verdejante, tambéт há na alma do homem um terreno insular, cheio de paz e alegria, mas rodeado por todos os horrores da metade desconhecida da vida, aquela sobre a qual não temos nenhum controle. Que você não se afaste dessa ilha, pois poderá não mais voltar.


(Adaptado de: MELVILLE, Herman. Moby Dick. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 299)
Nos dois primeiros parágrafos desenvolve-se uma figuração segundo a qual o mar
Alternativas
Respostas
18801: B
18802: C
18803: C
18804: B
18805: B
18806: D
18807: A
18808: E
18809: D
18810: B
18811: D
18812: A
18813: C
18814: D
18815: B
18816: B
18817: D
18818: A
18819: B
18820: E