Questões de Concurso Sobre português

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Q3870997 Português

Considere o trecho a seguir:


“Mariana chegou cedo ao trabalho e organizou sua mesa. Enquanto isso, seus colegas ainda chegavam. Às 9h, a reunião começou, mas o projetor não funcionava. Felizmente, conseguiram improvisar com os materiais impressos.”


Sobre o trecho acima, assinale a alternativa CORRETA, quanto à coesão e coerência. 

Alternativas
Q3870996 Português
Analise as frases abaixo e assinale a alternativa em que a justificativa do uso da crase está INCORRETA, considerando a regra da fusão da preposição “a” com o artigo definido “a” ou com pronomes demonstrativos.
Alternativas
Q3870864 Português

Identifique a figura de linguagem presente na frase:


“Estou tão cansado que poderia dormir por um século.”

Alternativas
Q3870863 Português
Para a questão, utilize a frase abaixo.

“Os alunos — que são extremamente dedicados — concluíram a análise científica com precisão e rapidez.”
Tendo em vista as palavras acentuadas na frase e em análise às informações contidas nas assertivas abaixo:
I- “Concluíram” é uma paroxítona;
II- “Análise” só é proparoxítona quando está no singular;
III- “Científica” é paroxítona;
IV- “Análise” e “científica”, ao perderem o acento, trocam de classe gramatical, passando a formas verbais conjugadas.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3870862 Português
Para a questão, utilize a frase abaixo.

“Os alunos — que são extremamente dedicados — concluíram a análise científica com precisão e rapidez.”
O trecho incluído entre os travessões é classificado, CORRETAMENTE, como:
Alternativas
Q3870861 Português
A pergunta a seguir deve utilizar a frase abaixo para ser respondida.

“O gerente sempre se refere à equipe com muito respeito.”
A regência verbal de “referir” confere ao verbo, um complemento, nomeado, CORRETAMENTE, como:
Alternativas
Q3870860 Português
A pergunta a seguir deve utilizar a frase abaixo para ser respondida.

“O gerente sempre se refere à equipe com muito respeito.”
A ocorrência de crase é justificada de forma INCORRETA em qual alternativa abaixo?
Alternativas
Q3870859 Português
Levando em conta que o paralelismo nas construções exige que todos os elementos coordenados tenham a mesma estrutura gramatical, aponte a alternativa que NÃO contém tal recurso linguístico.
Alternativas
Q3870858 Português
Assinale a alternativa em que o processo de formação da palavra destacada está CORRETAMENTE identificado. 
Alternativas
Q3870857 Português
“O comércio ilegal de marfim representa uma grave ameaça aos elefantes, alimentado pela demanda por artigos de luxo e pela atuação de redes criminosas. Além de provocar a queda drástica das populações desses animais, esse mercado clandestino enfraquece esforços de conservação e estimula a violência em diversas regiões africanas.”
Quanto à significância dos termos e expressões presentes no trecho, é INCORRETO o que consta em qual alternativa abaixo?
Alternativas
Q3870856 Português
“O comércio ilegal de marfim representa uma grave ameaça aos elefantes, alimentado pela demanda por artigos de luxo e pela atuação de redes criminosas. Além de provocar a queda drástica das populações desses animais, esse mercado clandestino enfraquece esforços de conservação e estimula a violência em diversas regiões africanas.”
Como tópicos da interpretação textual, assinale a alternativa que apresenta um deles que não ocorre de forma explícita ou implícita no trecho acima.
Alternativas
Q3870570 Português
Read the following excerpt from OCENs (2006, p.116):

"Activity B
A teacher brings an advertisement about Mother's Day, taken from a magazine. She asks students to read it and answer questions such as:

- Do the mothers represented in the advertisement resemble those you know? Why not?
- Which mothers are not represented in the advertisement?
- Which children will give presents to their mothers?
- How do the children get money to buy presents for their mothers?
- Who creates/produces these advertisements?
- Why do the people who produce the advertisements spend time and effort to ensure that the reader knows which product is available on the market?"

BRASIL. Ministério da Educação: Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, 2006, p.116.

Concerning Critical Literacy studies, choose the CORRECT alternative:
Alternativas
Q3870560 Português
TEXTO IV - Base para responder à questão.


Reflexões sobre ensino de gramática na realidade educacional brasileira


O ensino de gramática no contexto educacional brasileiro tem sido primordialmente prescritivo, baseado nas regras da gramática normativa tida como o manual do bem falar (ILARI, 1992). A língua portuguesa é, na prática, muitas vezes considerada homogênea, apesar de o Brasil ser um país marcado por grandes contrastes, aliás, em vários sentidos. A variedade padrão é aquela ensinada na escola, instituição que representa uma força corretiva e unificadora da língua. A despeito do que preconizam os manuais gramaticais, a heterogeneidade linguística está estabelecida no país e é influenciada tanto por fatores diatópicos, geográficos, quanto por fatores diastráticos, sociais. Devido ao acesso limitado à ampla e efetiva escolarização, as diferenças linguísticas tornam-se acentuadas e, sobretudo, cada vez mais distantes da norma culta.

De um lado, há os que defendem o respeito com relação à variedade linguística das classes populares, pois sua linguagem é considerada tão válida para a comunicação quanto a língua padrão. Por outro lado, há os que afirmam a necessidade de as classes populares aprenderem a usar a variedade socialmente privilegiada, visto que a posse dessa linguagem constitui instrumento fundamental e indispensável na luta pela su - peração das desigualdades sociais (POSSENTI, 1992). Mas o que gostaríamos de problematizar inicialmente é o seguinte: diante da variedade linguística do português, como fica a questão do ensino? Qual variedade deve ser ensinada pelo professor de língua portuguesa?

A primeira corrente expressa uma ideia muito simplista da língua, uma vez que restringe seu uso apenas à comunicação, ignorando as demais concepções de linguagem. A língua(gem), além de se prestar ao ato comunicativo, configura a expressão do pensamento, sendo, sobretudo, uma forma de interação humana, política e social. É sob essa ótica que defendemos que as atividades de ensino devem oportunizar aos alunos o domínio de um sistema valorizado, ou seja, da norma padrão, sem que isso signifique depreciação da variante linguística de seu grupo social e regional de origem.


SILVA, Kleber Aparecido da; PILATI, Eloisa; e DIAS, Juliana de Freitas. O ensino de gramática na contemporaneidade: delimitando e atravessando as fronteiras na formação inicial de professores de língua portuguesa. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1984-63982010000400008. Acesso em: 07 jul. 2025.
Em relação à opção metodológica indicada pelos PCNs, a proposta é tomar o conhecimento linguístico do aluno como ponto de partida para definir o que será desenvolvido, considerando o valor da linguagem nos diferentes círculos sociais (PCN - EM, 1998, p. 17). Com base nesse princípio, as tarefas de ensino da língua na sala de aula devem:
Alternativas
Q3870558 Português
TEXTO IV - Base para responder à questão.


Reflexões sobre ensino de gramática na realidade educacional brasileira


O ensino de gramática no contexto educacional brasileiro tem sido primordialmente prescritivo, baseado nas regras da gramática normativa tida como o manual do bem falar (ILARI, 1992). A língua portuguesa é, na prática, muitas vezes considerada homogênea, apesar de o Brasil ser um país marcado por grandes contrastes, aliás, em vários sentidos. A variedade padrão é aquela ensinada na escola, instituição que representa uma força corretiva e unificadora da língua. A despeito do que preconizam os manuais gramaticais, a heterogeneidade linguística está estabelecida no país e é influenciada tanto por fatores diatópicos, geográficos, quanto por fatores diastráticos, sociais. Devido ao acesso limitado à ampla e efetiva escolarização, as diferenças linguísticas tornam-se acentuadas e, sobretudo, cada vez mais distantes da norma culta.

De um lado, há os que defendem o respeito com relação à variedade linguística das classes populares, pois sua linguagem é considerada tão válida para a comunicação quanto a língua padrão. Por outro lado, há os que afirmam a necessidade de as classes populares aprenderem a usar a variedade socialmente privilegiada, visto que a posse dessa linguagem constitui instrumento fundamental e indispensável na luta pela su - peração das desigualdades sociais (POSSENTI, 1992). Mas o que gostaríamos de problematizar inicialmente é o seguinte: diante da variedade linguística do português, como fica a questão do ensino? Qual variedade deve ser ensinada pelo professor de língua portuguesa?

A primeira corrente expressa uma ideia muito simplista da língua, uma vez que restringe seu uso apenas à comunicação, ignorando as demais concepções de linguagem. A língua(gem), além de se prestar ao ato comunicativo, configura a expressão do pensamento, sendo, sobretudo, uma forma de interação humana, política e social. É sob essa ótica que defendemos que as atividades de ensino devem oportunizar aos alunos o domínio de um sistema valorizado, ou seja, da norma padrão, sem que isso signifique depreciação da variante linguística de seu grupo social e regional de origem.


SILVA, Kleber Aparecido da; PILATI, Eloisa; e DIAS, Juliana de Freitas. O ensino de gramática na contemporaneidade: delimitando e atravessando as fronteiras na formação inicial de professores de língua portuguesa. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1984-63982010000400008. Acesso em: 07 jul. 2025.
Considerando a concepção de linguagem apresentada no texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3870557 Português
TEXTO IV - Base para responder à questão.


Reflexões sobre ensino de gramática na realidade educacional brasileira


O ensino de gramática no contexto educacional brasileiro tem sido primordialmente prescritivo, baseado nas regras da gramática normativa tida como o manual do bem falar (ILARI, 1992). A língua portuguesa é, na prática, muitas vezes considerada homogênea, apesar de o Brasil ser um país marcado por grandes contrastes, aliás, em vários sentidos. A variedade padrão é aquela ensinada na escola, instituição que representa uma força corretiva e unificadora da língua. A despeito do que preconizam os manuais gramaticais, a heterogeneidade linguística está estabelecida no país e é influenciada tanto por fatores diatópicos, geográficos, quanto por fatores diastráticos, sociais. Devido ao acesso limitado à ampla e efetiva escolarização, as diferenças linguísticas tornam-se acentuadas e, sobretudo, cada vez mais distantes da norma culta.

De um lado, há os que defendem o respeito com relação à variedade linguística das classes populares, pois sua linguagem é considerada tão válida para a comunicação quanto a língua padrão. Por outro lado, há os que afirmam a necessidade de as classes populares aprenderem a usar a variedade socialmente privilegiada, visto que a posse dessa linguagem constitui instrumento fundamental e indispensável na luta pela su - peração das desigualdades sociais (POSSENTI, 1992). Mas o que gostaríamos de problematizar inicialmente é o seguinte: diante da variedade linguística do português, como fica a questão do ensino? Qual variedade deve ser ensinada pelo professor de língua portuguesa?

A primeira corrente expressa uma ideia muito simplista da língua, uma vez que restringe seu uso apenas à comunicação, ignorando as demais concepções de linguagem. A língua(gem), além de se prestar ao ato comunicativo, configura a expressão do pensamento, sendo, sobretudo, uma forma de interação humana, política e social. É sob essa ótica que defendemos que as atividades de ensino devem oportunizar aos alunos o domínio de um sistema valorizado, ou seja, da norma padrão, sem que isso signifique depreciação da variante linguística de seu grupo social e regional de origem.


SILVA, Kleber Aparecido da; PILATI, Eloisa; e DIAS, Juliana de Freitas. O ensino de gramática na contemporaneidade: delimitando e atravessando as fronteiras na formação inicial de professores de língua portuguesa. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1984-63982010000400008. Acesso em: 07 jul. 2025.
Com base na concepção discursiva de linguagem defendida no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3870556 Português

TEXTO III - Base para responder à questão.



Na última estrofe, o poeta afirma: "Senão, que restará de ti, nadador? / Nada, nadador." Nesse trecho, o valor argumentativo decorre da:
Alternativas
Q3870555 Português

TEXTO III - Base para responder à questão.



No poema, a repetição da frase "Nada, nadador!" ao longo dos versos contribui principalmente para: 
Alternativas
Q3870554 Português

TEXTO III - Base para responder à questão.



No trecho "A água te lambe, a água te abraça / A água te leva, a água te mata", as ações atribuídas à água indicam:
Alternativas
Q3870553 Português

TEXTO III - Base para responder à questão.



Considerando a construção do poema e a repetição do verso "Nada, nadador!", seguida da pergunta "Senão, que restará de ti, nadador? / Nada, nadador.", é possível afirmar que o poema sugere:
Alternativas
Respostas
18781: B
18782: C
18783: B
18784: E
18785: C
18786: A
18787: D
18788: C
18789: A
18790: D
18791: E
18792: B
18793: A
18794: E
18795: B
18796: A
18797: E
18798: D
18799: A
18800: C