Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3678359 Português
Ela

(Machado de Assis.)

Seus olhos que brilham tanto,
Que prendem tão doce encanto,
Que prendem um casto amor
Onde com rara beleza,
Se esmerou a natureza
Com meiguice e com primor.
Suas faces purpurinas
De rubras cores divinas
De mago brilho e condão;
Meigas faces que harmonia
Inspira em doce poesia
Ao meu terno coração!
Sua boca meiga e breve,
Onde um sorriso de leve
Com doçura se desliza,
Ornando purpúrea cor,
Celestes lábios de amor
Que com neve se harmoniza.
Com sua boca mimosa
Solta voz harmoniosa
Que inspira ardente paixão,
Dos lábios de Querubim
Eu quisera ouvir um -sim
P’ra alívio do coração!
Vem, ó anjo de candura,
Fazer a dita, a ventura
De minh’alma, sem vigor;
Donzela, vem dar-lhe alento,
“Dá-lhe um suspiro de amor!” 
Analise as frases apresentadas. Em qual das frases a seguir a concordância verbal está INCORRETA?
Alternativas
Q3678358 Português
Ela

(Machado de Assis.)

Seus olhos que brilham tanto,
Que prendem tão doce encanto,
Que prendem um casto amor
Onde com rara beleza,
Se esmerou a natureza
Com meiguice e com primor.
Suas faces purpurinas
De rubras cores divinas
De mago brilho e condão;
Meigas faces que harmonia
Inspira em doce poesia
Ao meu terno coração!
Sua boca meiga e breve,
Onde um sorriso de leve
Com doçura se desliza,
Ornando purpúrea cor,
Celestes lábios de amor
Que com neve se harmoniza.
Com sua boca mimosa
Solta voz harmoniosa
Que inspira ardente paixão,
Dos lábios de Querubim
Eu quisera ouvir um -sim
P’ra alívio do coração!
Vem, ó anjo de candura,
Fazer a dita, a ventura
De minh’alma, sem vigor;
Donzela, vem dar-lhe alento,
“Dá-lhe um suspiro de amor!” 
Analise a frase: “Os alunos que estudam diariamente alcançam melhores resultados em todas as disciplinas.” Assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação da oração.
Alternativas
Q3678356 Português
Ela

(Machado de Assis.)

Seus olhos que brilham tanto,
Que prendem tão doce encanto,
Que prendem um casto amor
Onde com rara beleza,
Se esmerou a natureza
Com meiguice e com primor.
Suas faces purpurinas
De rubras cores divinas
De mago brilho e condão;
Meigas faces que harmonia
Inspira em doce poesia
Ao meu terno coração!
Sua boca meiga e breve,
Onde um sorriso de leve
Com doçura se desliza,
Ornando purpúrea cor,
Celestes lábios de amor
Que com neve se harmoniza.
Com sua boca mimosa
Solta voz harmoniosa
Que inspira ardente paixão,
Dos lábios de Querubim
Eu quisera ouvir um -sim
P’ra alívio do coração!
Vem, ó anjo de candura,
Fazer a dita, a ventura
De minh’alma, sem vigor;
Donzela, vem dar-lhe alento,
“Dá-lhe um suspiro de amor!” 
O poema evidencia a presença de expressões que aludem ao mundo celeste, como “Celestes lábios de amor” e “Dos lábios de Querubim”. Qual é a função desses elementos dentro da construção poética? 
Alternativas
Q3678355 Português
Ela

(Machado de Assis.)

Seus olhos que brilham tanto,
Que prendem tão doce encanto,
Que prendem um casto amor
Onde com rara beleza,
Se esmerou a natureza
Com meiguice e com primor.
Suas faces purpurinas
De rubras cores divinas
De mago brilho e condão;
Meigas faces que harmonia
Inspira em doce poesia
Ao meu terno coração!
Sua boca meiga e breve,
Onde um sorriso de leve
Com doçura se desliza,
Ornando purpúrea cor,
Celestes lábios de amor
Que com neve se harmoniza.
Com sua boca mimosa
Solta voz harmoniosa
Que inspira ardente paixão,
Dos lábios de Querubim
Eu quisera ouvir um -sim
P’ra alívio do coração!
Vem, ó anjo de candura,
Fazer a dita, a ventura
De minh’alma, sem vigor;
Donzela, vem dar-lhe alento,
“Dá-lhe um suspiro de amor!” 
A temática do poema gira em torno da exaltação da figura feminina. Qual estratégia o poeta utiliza para tornar o amor idealizado e etéreo?
Alternativas
Q3678354 Português
Ela

(Machado de Assis.)

Seus olhos que brilham tanto,
Que prendem tão doce encanto,
Que prendem um casto amor
Onde com rara beleza,
Se esmerou a natureza
Com meiguice e com primor.
Suas faces purpurinas
De rubras cores divinas
De mago brilho e condão;
Meigas faces que harmonia
Inspira em doce poesia
Ao meu terno coração!
Sua boca meiga e breve,
Onde um sorriso de leve
Com doçura se desliza,
Ornando purpúrea cor,
Celestes lábios de amor
Que com neve se harmoniza.
Com sua boca mimosa
Solta voz harmoniosa
Que inspira ardente paixão,
Dos lábios de Querubim
Eu quisera ouvir um -sim
P’ra alívio do coração!
Vem, ó anjo de candura,
Fazer a dita, a ventura
De minh’alma, sem vigor;
Donzela, vem dar-lhe alento,
“Dá-lhe um suspiro de amor!” 
Observa-se no poema o uso frequente de hipérbatos e inversões sintáticas, alterando a ordem usual das palavras. A principal função desse recurso no texto é:
Alternativas
Q3678353 Português
Ela

(Machado de Assis.)

Seus olhos que brilham tanto,
Que prendem tão doce encanto,
Que prendem um casto amor
Onde com rara beleza,
Se esmerou a natureza
Com meiguice e com primor.
Suas faces purpurinas
De rubras cores divinas
De mago brilho e condão;
Meigas faces que harmonia
Inspira em doce poesia
Ao meu terno coração!
Sua boca meiga e breve,
Onde um sorriso de leve
Com doçura se desliza,
Ornando purpúrea cor,
Celestes lábios de amor
Que com neve se harmoniza.
Com sua boca mimosa
Solta voz harmoniosa
Que inspira ardente paixão,
Dos lábios de Querubim
Eu quisera ouvir um -sim
P’ra alívio do coração!
Vem, ó anjo de candura,
Fazer a dita, a ventura
De minh’alma, sem vigor;
Donzela, vem dar-lhe alento,
“Dá-lhe um suspiro de amor!” 
No poema apresentado, observa-se a presença de múltiplos adjetivos qualificativos associados à figura feminina descrita. Assinale a alternativa que descreve corretamente a função desses adjetivos no texto.
Alternativas
Q3678252 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
No trecho da crônica, lê-se: “Quando sinto saudades daquela cidade, abro a janela e deixo o vento do mar entrar.” Nesse contexto, a oração “Quando sinto saudades daquela cidade” expressa uma relação semântica de tempo com a ação principal “abro a janela e deixo o vento do mar entrar”. Essa relação é estabelecida por meio de uma conjunção que indica condição temporal de ocorrência da ação. Assinale a alternativa em que a reescrita preserva a correção sintática, a coerência semântica e o mesmo valor temporal da oração destacada
Alternativas
Q3678250 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
Assinale a alternativa em que o processo de formação de palavras está corretamente identificado de acordo com a morfologia da língua portuguesa.
Alternativas
Q3678249 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
Analise as construções a seguir. Assinale a única correta quanto à regência e ao uso do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3678248 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
“O tempo passou, e o espelho foi esquecido.” Assinale a alternativa cuja reescrita mantém a correção gramatical e o mesmo valor sintático-semântico do trecho original.
Alternativas
Q3678246 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
No fragmento: “O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito...” Assinale a alternativa em que todas as palavras destacadas apresentam processos de formação diferentes entre si.
Alternativas
Q3678245 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
Analise o trecho: “O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas.” Assinale a alternativa em que a reescrita mantém a correção gramatical e a coerência semântica do período.
Alternativas
Q3678244 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
Observe o trecho: “Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes...”. A oração “que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes” exerce a função sintática de:
Alternativas
Q3678243 Português
As três experiências

(Autor desconhecido.)

        Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e as árvores aos amigos, e todos riram muito.   

        Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era ele mesmo.
    
        Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve e disse: “É, parece comigo”.
   
        O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
   
        Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto, agora cansado e marcado pelos anos.
   
        Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando o espelho, em silêncio.
   
        Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância, o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
    
        Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem guarda uma lembrança. 
O espelho, elemento central da crônica, adquire um valor simbólico que ultrapassa sua função literal. Considerando o texto, o espelho pode ser interpretado como:
Alternativas
Q3677513 Português
Assinalar a alternativa em que a frase se encontra no sentido denotativo:
Alternativas
Q3677512 Português
Na frase “Os próprios moradores fizeram doações aos necessitados”, a palavra sublinhada é:
Alternativas
Q3677511 Português
Considerando o emprego do hífen, analisar os itens.

I. Azul-escuro.
II. Bem-humorado.
III. Água-de-colônia.
IV. Auto-ajuda.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3677510 Português
Assinalar a alternativa que apresenta objeto indireto.
Alternativas
Q3677509 Português
Considerando as regras de regência verbal, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3677508 Português
Há ERRO relativo ao acento grave, por falta ou emprego indevido, em:
Alternativas
Respostas
20801: C
20802: B
20803: C
20804: C
20805: B
20806: B
20807: B
20808: B
20809: B
20810: A
20811: D
20812: D
20813: A
20814: B
20815: A
20816: B
20817: C
20818: A
20819: D
20820: D