Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 140.334 questões

Q3753730 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
Em “Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas” (4º parágrafo), a expressão em destaque é utilizada para:
Alternativas
Q3753729 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
“A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma” (2º parágrafo). A expressão em destaque indica a:
Alternativas
Q3753727 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
No texto, a analogia feita à extensão geográfica (“área equivalente ao tamanho da França”) serve para:
Alternativas
Q3753726 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
O texto apresenta traços característicos do gênero: 
Alternativas
Q3753660 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros” (3º parágrafo).
No texto, o emprego do elemento em destaque tem a função de:
Alternativas
Q3753659 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
No trecho “Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados” (1º parágrafo), a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q3753658 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
No texto, há a apresentação de uma sequência de fatos. A sequência está corretamente representada em:
Alternativas
Q3753657 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
O texto informa que os tremores foram sentidos até em cidades colombianas como Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín. A partir desse dado, infere-se que: 
Alternativas
Q3753626 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
A ideia principal do texto é:
Alternativas
Q3753575 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como descobrir se o vídeo que você está vendo é real ou gerado por IA


Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a confiança nas imagens captadas por câmeras começa a se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o espectador passará a questionar tudo o que vê.

Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas, granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA. Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital, esse é um dos primeiros aspectos a observar.

As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de má qualidade não são necessariamente falsas, mas que vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para disfarçar falhas visuais.

Esses vídeos apresentam inconsistências sutis — texturas de pele excessivamente lisas, padrões irregulares em cabelos ou roupas e movimentos improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a imagem, maiores as chances de perceber esses detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por câmeras antigas ou de segurança podem esconder imperfeições típicas da IA.

Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em comum, tinham a aparência amadora e a baixa resolução.

Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e dez segundos — porque sua produção é cara e mais propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens ajudam a mascarar os indícios de falsificação.

Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista. De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo. Ainda assim, os especialistas acreditam que novas técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é real do que é criado artificialmente.

Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou modificados deixam rastros invisíveis — impressões digitais que podem ser detectadas com ferramentas estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA poderão, em breve, incorporar informações de origem diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da autenticidade.

No passado, imagens e vídeos pareciam provas incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados. O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se, segundo Stamm, de um dos maiores desafios da segurança da informação no século atual — um problema recente, mas que mobiliza um número crescente de pesquisadores e profissionais em busca de soluções conjuntas entre tecnologia, educação e políticas públicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado
Essas falhas podem desaparecer em pouco tempo, "ou" novas técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o real do artificial.

De acordo com a relação estabelecida entre as orações, é
Alternativas
Q3753450 Português
TEXTO 3

Sociedade do espetáculo

Maria Rita Kehl

A frenética busca por “15 minutos de fama” nas plataformas digitais tornou-se uma perigosa armadilha, ainda mais cruel quando envolve crianças e adolescentes 






Fonte: publicado na edição n° 1377 de Carta Capital, em 03 de setembro de 2025.
Em um texto de opinião, o autor utiliza procedimentos/recursos argumentativos para convencer o leitor sobre o tema/assunto tratado. Um dos recursos utilizados é a intertextualidade – diálogo entre textos.
Leia as afirmações a seguir sobre as relações intertextuais estabelecidas e assinale a que NÃO encontra respaldo no texto:
Alternativas
Q3753448 Português
TEXTO 3

Sociedade do espetáculo

Maria Rita Kehl

A frenética busca por “15 minutos de fama” nas plataformas digitais tornou-se uma perigosa armadilha, ainda mais cruel quando envolve crianças e adolescentes 






Fonte: publicado na edição n° 1377 de Carta Capital, em 03 de setembro de 2025.
Leia as proposições extraídas do texto:

I. “Os “15 minutos de fama” que todos deveriam experimentar uma vez na vida, na visão idílica de Andy Warhol, tornaram-se insuficientes para quem vive neste mundo hiperconectado do século XXI” (linhas 8 a 10).

II. “Observem o paradoxo: justamente ali, nas situações em que a vida parece, aos olhos dos outros, mais vibrante e interessante, é onde ela acaba por ser mais aviltada” (linhas 46 e 47).

III. “O vazio que advém da sanha por vivências que não se convertem em experiência talvez ajude a explicar a violência que constantemente ameaça o laço social” (linhas 51 a 53).


Todas as alternativas apresentam termos que substituem os vocábulos destacados, sem prejuízo de sentido, considerando o contexto em que aparecem, EXCETO
Alternativas
Q3753446 Português

TEXTO 1

Entre o potencial transformador e os riscos inadiáveis


Luana Sampaio






Fonte: https://irbcontas.org.br/artigos/entre-o-potencial-transformador-e-os-riscos-inadiaveis/. (Adaptado). Acesso em: 25 ago. 2025. 

Considere as ocorrências de notações tipográficas e seus efeitos de sentido no texto lido e, em seguida, indique a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3753445 Português

TEXTO 1

Entre o potencial transformador e os riscos inadiáveis


Luana Sampaio






Fonte: https://irbcontas.org.br/artigos/entre-o-potencial-transformador-e-os-riscos-inadiaveis/. (Adaptado). Acesso em: 25 ago. 2025. 

No texto lido, a autora utiliza conectivos e operadores discursivos que contribuem para a progressão temática e textual. Analise cada excerto e indique a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3753442 Português

TEXTO 1

Entre o potencial transformador e os riscos inadiáveis


Luana Sampaio






Fonte: https://irbcontas.org.br/artigos/entre-o-potencial-transformador-e-os-riscos-inadiaveis/. (Adaptado). Acesso em: 25 ago. 2025. 

Analise os excertos a seguir. Assinale a alternativa em que NÃO há ocorrência da estratégia discursiva da contra-argumentação. 
Alternativas
Q3753243 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como descobrir se o vídeo que você está vendo é real ou gerado por IA


Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a confiança nas imagens captadas por câmeras começa a se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o espectador passará a questionar tudo o que vê.

Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas, granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA. Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital, esse é um dos primeiros aspectos a observar.

As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de má qualidade não são necessariamente falsas, mas que vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para disfarçar falhas visuais.

Esses vídeos apresentam inconsistências sutis — texturas de pele excessivamente lisas, padrões irregulares em cabelos ou roupas e movimentos improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a imagem, maiores as chances de perceber esses detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por câmeras antigas ou de segurança podem esconder imperfeições típicas da IA.

Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em comum, tinham a aparência amadora e a baixa resolução.

Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e dez segundos — porque sua produção é cara e mais propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens ajudam a mascarar os indícios de falsificação.

Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista. De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo. Ainda assim, os especialistas acreditam que novas técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é real do que é criado artificialmente.

Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou modificados deixam rastros invisíveis — impressões digitais que podem ser detectadas com ferramentas estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA poderão, em breve, incorporar informações de origem diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da autenticidade.

No passado, imagens e vídeos pareciam provas incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados. O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se, segundo Stamm, de um dos maiores desafios da segurança da informação no século atual — um problema recente, mas que mobiliza um número crescente de pesquisadores e profissionais em busca de soluções conjuntas entre tecnologia, educação e políticas públicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado
A crescente sofisticação dos vídeos produzidos por inteligência artificial vem transformando a relação das pessoas com as imagens. O texto apresenta uma reflexão sobre a perda de confiança no que é visto e as estratégias possíveis para reconhecer conteúdos falsos.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3753241 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como descobrir se o vídeo que você está vendo é real ou gerado por IA


Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a confiança nas imagens captadas por câmeras começa a se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o espectador passará a questionar tudo o que vê.

Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas, granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA. Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital, esse é um dos primeiros aspectos a observar.

As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de má qualidade não são necessariamente falsas, mas que vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para disfarçar falhas visuais.

Esses vídeos apresentam inconsistências sutis — texturas de pele excessivamente lisas, padrões irregulares em cabelos ou roupas e movimentos improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a imagem, maiores as chances de perceber esses detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por câmeras antigas ou de segurança podem esconder imperfeições típicas da IA.

Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em comum, tinham a aparência amadora e a baixa resolução.

Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e dez segundos — porque sua produção é cara e mais propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens ajudam a mascarar os indícios de falsificação.

Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista. De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo. Ainda assim, os especialistas acreditam que novas técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é real do que é criado artificialmente.

Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou modificados deixam rastros invisíveis — impressões digitais que podem ser detectadas com ferramentas estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA poderão, em breve, incorporar informações de origem diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da autenticidade.

No passado, imagens e vídeos pareciam provas incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados. O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se, segundo Stamm, de um dos maiores desafios da segurança da informação no século atual — um problema recente, mas que mobiliza um número crescente de pesquisadores e profissionais em busca de soluções conjuntas entre tecnologia, educação e políticas públicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado
Essas falhas podem desaparecer em pouco tempo, "ou" novas técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o real do artificial.

De acordo com a relação estabelecida entre as orações, é correto afirmar que o
Alternativas
Q3753238 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como descobrir se o vídeo que você está vendo é real ou gerado por IA


Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a confiança nas imagens captadas por câmeras começa a se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o espectador passará a questionar tudo o que vê.

Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas, granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA. Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital, esse é um dos primeiros aspectos a observar.

As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de má qualidade não são necessariamente falsas, mas que vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para disfarçar falhas visuais.

Esses vídeos apresentam inconsistências sutis — texturas de pele excessivamente lisas, padrões irregulares em cabelos ou roupas e movimentos improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a imagem, maiores as chances de perceber esses detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por câmeras antigas ou de segurança podem esconder imperfeições típicas da IA.

Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em comum, tinham a aparência amadora e a baixa resolução.

Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e dez segundos — porque sua produção é cara e mais propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens ajudam a mascarar os indícios de falsificação.

Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista. De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo. Ainda assim, os especialistas acreditam que novas técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é real do que é criado artificialmente.

Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou modificados deixam rastros invisíveis — impressões digitais que podem ser detectadas com ferramentas estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA poderão, em breve, incorporar informações de origem diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da autenticidade.

No passado, imagens e vídeos pareciam provas incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados. O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se, segundo Stamm, de um dos maiores desafios da segurança da informação no século atual — um problema recente, mas que mobiliza um número crescente de pesquisadores e profissionais em busca de soluções conjuntas entre tecnologia, educação e políticas públicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado
O texto analisa a crescente dificuldade de distinguir vídeos reais de conteúdos gerados por inteligência artificial, abordando causas, efeitos e possíveis soluções para o problema da desinformação visual.

Com base na tipologia textual predominante, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3753149 Português

[...]

Vi que as árvores são mais competentes em auroras do que os homens.

Vi que as tardes são mais aproveitadas pelas garças do que pelos homens.

Vi que as águas têm mais qualidade para a paz do que os homens.

Vi que as andorinhas sabem mais das chuvas do que os cientistas.

[...]


Fonte: https://www.pensador.com/melhores_poemas_de_manoel_de_barros/

Uma figura de linguagem é um recurso estilístico responsável pelo sentido não literal de palavras e/ou expressões. Nos versos do TEXTO, foi utilizada, predominantemente, a figura de linguagem denominada:

Alternativas
Q3753144 Português
TEXTO II: 
Imagem associada para resolução da questão


Leia as assertivas abaixo, acerca do TEXTO II: 
I. O “trabalho” e “não tinha interesse” são motivos que apresentaram crescimento para evasão escolar em 2022.
II. Por meio da função referencial da linguagem, o texto tem como objetivo informar os leitores sobre os principais motivos de evasão escolar de 2019 a 2023.
III. A preposição em “motivo de abandono” estabelece uma relação de causa.
Assinale a alternativa que avalia CORRETAMENTE as afirmações acima:
Alternativas
Respostas
15021: A
15022: D
15023: C
15024: D
15025: A
15026: D
15027: B
15028: D
15029: A
15030: D
15031: D
15032: C
15033: D
15034: C
15035: A
15036: A
15037: A
15038: D
15039: C
15040: B