Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 128.242 questões

Q3507110 Português
Qual das palavras abaixo é o antônimo de FELIZ
Alternativas
Q3507105 Português

Texto I


O Gato no Telhado


Era uma tarde ensolarada. João estava sentado no quintal quando ouviu um miado. Olhou para cima e viu um gato no telhado da casa.

— Oi, gatinho! — disse João.

O gato parecia assustado e não sabia como descer. João chamou seu pai, que trouxe uma escada e ajudou o gato a descer com cuidado.

Depois, João deu água e comida para o gato, que ficou feliz e ronronou.

No texto I, o que João fez depois de ajudar o gato? 
Alternativas
Q3507104 Português

Texto I


O Gato no Telhado


Era uma tarde ensolarada. João estava sentado no quintal quando ouviu um miado. Olhou para cima e viu um gato no telhado da casa.

— Oi, gatinho! — disse João.

O gato parecia assustado e não sabia como descer. João chamou seu pai, que trouxe uma escada e ajudou o gato a descer com cuidado.

Depois, João deu água e comida para o gato, que ficou feliz e ronronou.

No texto I, quem ajudou o gato a descer? 
Alternativas
Q3507103 Português

Texto I


O Gato no Telhado


Era uma tarde ensolarada. João estava sentado no quintal quando ouviu um miado. Olhou para cima e viu um gato no telhado da casa.

— Oi, gatinho! — disse João.

O gato parecia assustado e não sabia como descer. João chamou seu pai, que trouxe uma escada e ajudou o gato a descer com cuidado.

Depois, João deu água e comida para o gato, que ficou feliz e ronronou.

De acordo com o texto I, onde o gato estava?
Alternativas
Q3507102 Português

Texto I


O Gato no Telhado


Era uma tarde ensolarada. João estava sentado no quintal quando ouviu um miado. Olhou para cima e viu um gato no telhado da casa.

— Oi, gatinho! — disse João.

O gato parecia assustado e não sabia como descer. João chamou seu pai, que trouxe uma escada e ajudou o gato a descer com cuidado.

Depois, João deu água e comida para o gato, que ficou feliz e ronronou.

O que João ouviu enquanto estava no quintal?
Alternativas
Q3507035 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

Considere estes dois periodos:
Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. (3° parágrafo)
Analisando-se a relação de sentido estabelecida entre esses dois períodos, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3507025 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós


        Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligéncia artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem quea IA reflete, como o de Narciso em seu lago.


        Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.


        Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.


        Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", pregaa autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"


(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em: 
Alternativas
Q3507024 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós


        Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligéncia artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem quea IA reflete, como o de Narciso em seu lago.


        Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.


        Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.


        Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", pregaa autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"


(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)

Há no texto tanto o uso de conceitos como o de linguagem figurada, tal como ocorre, respectivamente, nas expressões 
Alternativas
Q3507023 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós


        Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligéncia artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem quea IA reflete, como o de Narciso em seu lago.


        Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.


        Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.


        Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", pregaa autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"


(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)

A afirmação A seta sempre apontou para o futuro (4° parágrafo) esta considerando o fato de que 
Alternativas
Q3507022 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós


        Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligéncia artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem quea IA reflete, como o de Narciso em seu lago.


        Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.


        Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.


        Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", pregaa autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"


(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)

A consideração ética central da filósofa americana Shannon Vallor quanto ao uso progressivo da Inteligência Artificial vem expressa neste segmento do texto: 
Alternativas
Q3506861 Português

Corpus Christi: feriado ou ponto facultativo




Muitos brasileiros usam a data de Corpus Christi, celebrada na quinta-feira, como um dia para viajar ou descansar.


O que poucos sabem é que não se trata de um feriado nacional, mas sim, de ponto facultativo. Ou seja, na maioria das cidades, os empregadores não têm obrigação de liberar os funcionários. Cada empresa decide se vai ou não paralisar os serviços por um dia.


A regra é outra em cidades que aprovaram leis, tornando Corpus Christi um feriado municipal. Para a alegria de quem se programa todo ano para tirar o dia de folga, muitos municípios optaram por isso. No Distrito Federal, por outro lado, esta comemoração é ponto facultativo.


Corpus Christi significa, em latim, corpo de Cristo. É uma data móvel celebrada pela Igreja Católica sessenta dias após o domingo de Páscoa ou na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade. Na tradição católica, esta quinta-feira é considerada o dia no qual Jesus Cristo instituiu o sacramento da eucaristia.


De acordo com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no Corpus Christi se celebra a presença real de Jesus Cristo no pão e no vinho.


A festa foi instituída pelo papa Urbano 4º, no dia oito de setembro de 1264 − ele publicou uma bula papal sobre o tema, instituindo a data e concedendo indulgências às pessoas que fossem à missa neste dia.


Segundo biógrafos, o papa medieval incumbiu o filósofo e teólogo italiano São Tomás de Aquino de redigir um rito para a celebração da data. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce371zx2gzqo.adaptado.

O texto apresenta informações religiosas, históricas e administrativas sobre a celebração de Corpus Christi no Brasil e no contexto da Igreja Católica.


De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3506823 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


GRIPE AVIÁRIA


O Instituto Butantan desenvolveu a primeira vacina brasileira contra a gripe aviária em seres humanos e está aguardando a autorização da Anvisa para começar os testes em voluntários. Esses testes, chamados de ensaios clínicos, serão realizados pelo Plátano Centro de Pesquisas Clínicas e vão envolver 700 pessoas nos estados de Pernambuco, Minas Gerais e São Paulo, com idades a partir de 18 anos.


O objetivo é verificar se a vacina é segura e se realmente estimula a proteção do organismo contra o vírus. Os voluntários receberão duas doses — da vacina ou de um placebo (substância sem efeito) — com 21 dias de intervalo entre elas. Depois disso, serão acompanhados por sete meses, com exames e visitas médicas regulares.


Antes de participar, todos passarão por uma triagem com exames no Real Hospital Português. Já a análise da resposta do sistema imunológico à vacina será feita na Fiocruz, em Pernambuco.


Essa vacina é chamada de "monovalente" porque é direcionada especificamente à cepa H5N8 do vírus da gripe aviária. A ideia é que ela ajude o Brasil a se preparar para possíveis surtos no futuro e contribua para a prevenção de novas pandemias.


Fonte: https://agenciagov.ebc.com.br/ (texto adaptado)

Qual é o principal objetivo dos testes clínicos mencionados no texto "GRIPE AVIÁRIA"? 
Alternativas
Q3506820 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 SATÉLITE

 O Brasil e a China estão avançando em sua cooperação espacial, com foco no desenvolvimento do satélite CBERS-5, projetado para melhorar o monitoramento terrestre no Brasil. Em 29 de abril de 2025, representantes dos dois países se reuniram no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para discutir o andamento e as próximas etapas do projeto.


O CBERS-5 será a evolução da série de satélites CBERS, operando em órbita geoestacionária para monitoramento contínuo do território brasileiro. Sua missão será o acompanhamento de fenômenos climáticos extremos e a coleta de dados sobre desmatamento e preservação ambiental.


O lançamento do satélite está previsto para 2030 e contará com tecnologias avançadas, ampliando a capacidade de observação e auxiliando na previsão de desastres naturais e gestão de recursos hídricos. A ministra Luciana Santos destacou o projeto como um marco na cooperação entre os dois países, com foco em inovações sustentáveis que beneficiem o meio ambiente e a sociedade.


A cooperação é parte de um esforço maior para estreitar os laços entre o Brasil e a China em alta tecnologia e inovação, alinhando-se aos princípios de desenvolvimento sustentável.


Fonte: https://agenciagov.ebc.com.br/ (texto adaptado) 


Qual é o principal objetivo do satélite CBERS-5, de acordo com o texto "SATÉLITE"?
Alternativas
Q3506792 Português
Assinale a alternativa em que as palavras destacadas são sinônimas.
Alternativas
Q3506789 Português

Texto I


"A Felicidade"



A felicidade está onde menos se espera.

Às vezes, achamos que ela está nas grandes conquistas, no dinheiro, na fama ou no sucesso. Mas, frequentemente, ela se esconde nos pequenos gestos: no sorriso de um amigo, no abraço sincero, na paz de um momento simples.

Ser feliz talvez não seja ter tudo, mas saber apreciar o pouco que se tem.

A felicidade, por fim, não é um lugar aonde se chega, mas um jeito de caminhar.


(Autor: Fernando Pessoa - adaptado) 

De acordo com o texto I "A Felicidade", o que o autor quer dizer com “saber apreciar o pouco que se tem”? 
Alternativas
Q3506788 Português

Texto I


"A Felicidade"



A felicidade está onde menos se espera.

Às vezes, achamos que ela está nas grandes conquistas, no dinheiro, na fama ou no sucesso. Mas, frequentemente, ela se esconde nos pequenos gestos: no sorriso de um amigo, no abraço sincero, na paz de um momento simples.

Ser feliz talvez não seja ter tudo, mas saber apreciar o pouco que se tem.

A felicidade, por fim, não é um lugar aonde se chega, mas um jeito de caminhar.


(Autor: Fernando Pessoa - adaptado) 

De acordo com o texto I "A Felicidade", no trecho “no sorriso de um amigo, no abraço sincero, na paz de um momento simples”, o autor busca:
Alternativas
Q3506787 Português

Texto I


"A Felicidade"



A felicidade está onde menos se espera.

Às vezes, achamos que ela está nas grandes conquistas, no dinheiro, na fama ou no sucesso. Mas, frequentemente, ela se esconde nos pequenos gestos: no sorriso de um amigo, no abraço sincero, na paz de um momento simples.

Ser feliz talvez não seja ter tudo, mas saber apreciar o pouco que se tem.

A felicidade, por fim, não é um lugar aonde se chega, mas um jeito de caminhar.


(Autor: Fernando Pessoa - adaptado) 

Qual é a principal ideia defendida no texto I? 
Alternativas
Q3506733 Português
 O Dilema da Abelha


Participei de uma aula de culinária. Tudo ia bem até que uma abelha apareceu voando pela sala. Um alerta gerou uma discussão: mata ou não mata? Uma moça ergueu o pano, a outra pediu calma. A chef, incrédula, dizia que abelhas não entram ali. E a abelha, alheia, seguia seu voo.


O conflito crescia. Surgiram opiniões: matar, capturar, esperar. Cada voz, uma visão. Onze pessoas, onze reações. Pensei: se isso acontece com uma abelha, imagine com temas sérios. Vozes se exaltavam. A moça insistia nos golpes, a abelha escapava com agilidade.


Finalmente, uma rajada de vento a empurrou para fora. A chef concluiu: "Saiu por onde entrou!" E eu me perguntava: isso é realmente importante?

,
Meu amigo brincou: culinária ou apicultura? Respondi: para mim, foi uma aula sobre relações humanas.

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2022/07/23/o-dilema-da-abelha/
No texto "O Dilema da Abelha", o autor narra uma situação cotidiana de forma aparentemente simples, mas promove uma reflexão mais ampla. Considerando as estratégias discursivas e os efeitos de sentido, assinale a alternativa que expressa a interpretação crítica e implícita proposta pelo texto:
Alternativas
Q3506656 Português

 O oceano está ficando mais escuro?


Segundo uma pesquisa, as causas do escurecimento dos oceanos vão desde mudanças na dinâmica dos florescimentos de algas até variações na temperatura da superfície do mar.


O escurecimento é visto com frequência em regiões costeiras, onde águas ricas em nutrientes sobem à superfície e o aumento das chuvas arrasta os sedimentos e resíduos agrícolas para o mar, alimentando florescimentos de plâncton.


Episódios de chuvas intensas têm se tornado mais comuns e mais fortes em muitos locais do mundo, impulsionados pelas mudanças climáticas.


Já no oceano aberto, o escurecimento está relacionado ao aumento da temperatura da superfície do mar, o que leva ao aumento de plâncton, que bloqueia a luz.


O estudo identificou que mais de 9% do oceano — uma área similar ao tamanho da África — teve uma redução na luz de mais de cinquenta metros. Em 2,6% foi registrada uma redução de mais de cem metros.


A pesquisa também aponta que as alterações mais significativas na profundidade da zona fótica foram vistas no topo da Corrente do Golfo, assim como nas regiões Ártica e Antártida, áreas do planeta que passam por mudanças evidentes devido à mudança climática.


O escurecimento também foi generalizado em regiões costeiras e mares fechados, incluindo o Mar Báltico.


Contudo, nem todas as partes do oceano estão escurecendo, aponta o estudo. Cerca de 10% dele ficou mais claro durante o mesmo período.


De acordo com os autores da pesquisa, esse cenário misto reflete a complexidade dos sistemas oceânicos e os diversos fatores que influenciam a claridade da água.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0qg3jkk952o.adaptado. 

O texto explora os efeitos do escurecimento dos oceanos, discutindo causas ambientais e impactos sobre a profundidade da zona fótica, com base em dados de uma pesquisa científica recente.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3506652 Português

 O oceano está ficando mais escuro?


Segundo uma pesquisa, as causas do escurecimento dos oceanos vão desde mudanças na dinâmica dos florescimentos de algas até variações na temperatura da superfície do mar.


O escurecimento é visto com frequência em regiões costeiras, onde águas ricas em nutrientes sobem à superfície e o aumento das chuvas arrasta os sedimentos e resíduos agrícolas para o mar, alimentando florescimentos de plâncton.


Episódios de chuvas intensas têm se tornado mais comuns e mais fortes em muitos locais do mundo, impulsionados pelas mudanças climáticas.


Já no oceano aberto, o escurecimento está relacionado ao aumento da temperatura da superfície do mar, o que leva ao aumento de plâncton, que bloqueia a luz.


O estudo identificou que mais de 9% do oceano — uma área similar ao tamanho da África — teve uma redução na luz de mais de cinquenta metros. Em 2,6% foi registrada uma redução de mais de cem metros.


A pesquisa também aponta que as alterações mais significativas na profundidade da zona fótica foram vistas no topo da Corrente do Golfo, assim como nas regiões Ártica e Antártida, áreas do planeta que passam por mudanças evidentes devido à mudança climática.


O escurecimento também foi generalizado em regiões costeiras e mares fechados, incluindo o Mar Báltico.


Contudo, nem todas as partes do oceano estão escurecendo, aponta o estudo. Cerca de 10% dele ficou mais claro durante o mesmo período.


De acordo com os autores da pesquisa, esse cenário misto reflete a complexidade dos sistemas oceânicos e os diversos fatores que influenciam a claridade da água.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0qg3jkk952o.adaptado. 

O texto analisa como fatores climáticos e ambientais interagem de forma complexa, afetando a claridade das águas oceânicas de maneiras diversas conforme a região observada.


De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
14501: C
14502: D
14503: C
14504: A
14505: B
14506: E
14507: D
14508: D
14509: B
14510: C
14511: D
14512: B
14513: C
14514: C
14515: B
14516: D
14517: E
14518: A
14519: A
14520: D