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Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 129.329 questões

Q4193402 Português
Texto para a questão


    Um aplicativo (app) que usa inteligência artificial (IA) para criar avatares de pessoas já falecidas tem gerado polêmica na internet. Chamado de 2Wai, o app permite recriar alguém virtualmente para interações ao vivo. Por enquanto, está disponível apenas nos Estados Unidos. [...]  

    Um vídeo que demonstra a tecnologia viralizou no X. Nele, uma mulher grávida aparece conversando com a própria mãe, que já morreu. A história avança e mostra a avó contando uma história para o bebê e, em seguida, a criança já crescida usando o app para interagir com ela. [...]  

    O 2Wai é um aplicativo para criar "HoloAvatars", como a empresa chama os avatares, que não se limitam a pessoas já falecidas. A startup afirma que é possível gerar um "HoloAvatar" de "personagens", como um personal trainer, escritor, agente de viagem ou até astrólogo. 

    Quando é de alguém que já faleceu, ele só pode ser criado se houver um vídeo gravado antes da morte — com a pessoa falando e se movimentando. A partir dessas imagens, a IA amplia o repertório do "gêmeo digital", que, segundo o 2Wai, consegue falar como a pessoa real, reconhecer o usuário e lembrar informações passadas. [...]

    Especialista alerta para o risco de dependência e para a "ilusão de realidade" ao usar IAs, especialmente durante o processo de luto. "A mesma tecnologia que oferece companhia pode gerar confusão entre o real e o simulado, criar dependência afetiva e, em alguns casos, amplificar a angústia", analisa Mariana Malvezzi, psicóloga e psicanalista da faculdade ESPM. "Essa ilusão da IA pode minar a autonomia emocional, afastar o enlutado de rituais do luto e dificultar o movimento de simbolização, que é reconhecer a morte e, aos poucos, ressignificá-la", completa a especialista.

    Um em cada quatro brasileiros se imagina usando inteligência artificial para conversar com familiares já falecidos, aponta uma pesquisa da ESPM realizada neste mês para o Dia de Finados. O levantamento ouviu 267 participantes que perderam entes queridos nos últimos dois anos.

    O uso de IA para "reviver" pessoas falecidas tem se tornado cada vez mais comum. [...] Em outro caso polêmico, o jornalista Jim Acosta, ex-âncora da CNN norte-americana, "entrevistou" um avatar criado por IA de Joaquin Oliver, jovem de 17 anos morto no massacre em uma escola de Parkland, na Flórida, em 2018. O vídeo, publicado no YouTube, mostra Acosta ao lado da versão digital de Joaquin, recriada pelos pais a partir de uma foto antiga, com voz e movimentos gerados por IA.


Disponível em: https://tinyurl.com/esap4k4u. Acesso em: 9 maio 2026. 
Analise as asserções de acordo com o texto e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de asserções verdadeiras e falsas.

I. Em “ele só pode ser criado se houver um vídeo gravado antes da morte”, a palavra em negrito demarca uma condição para a criação do avatar.
II. Em “O uso de IA para ‘reviver’ pessoas falecidas tem se tornado cada vez mais comum”, a expressão em negrito indica uma ação cujo início remonta ao presente, ou seja, à atualidade do aplicativo desenvolvido.
III. No trecho “Essa ilusão da IA pode minar a autonomia emocional [...] e dificultar o movimento de simbolização, que é reconhecer a morte e, aos poucos, ressignificá-la", a expressão em negrito enfatiza a temporalidade gradativa com a qual o luto deve ser encarado.
IV. Nos trechos “O 2Wai é um aplicativo para criar ‘HoloAvatars’, como a empresa chama os avatares” e “A startup afirma que é possível gerar um ‘HoloAvatar’ de ‘personagens’, como um personal trainer, escritor, agente de viagem ou até astrólogo”, o termo em negrito é usado com o mesmo sentido. 
Alternativas
Q4193401 Português
Texto para a questão


    Um aplicativo (app) que usa inteligência artificial (IA) para criar avatares de pessoas já falecidas tem gerado polêmica na internet. Chamado de 2Wai, o app permite recriar alguém virtualmente para interações ao vivo. Por enquanto, está disponível apenas nos Estados Unidos. [...]  

    Um vídeo que demonstra a tecnologia viralizou no X. Nele, uma mulher grávida aparece conversando com a própria mãe, que já morreu. A história avança e mostra a avó contando uma história para o bebê e, em seguida, a criança já crescida usando o app para interagir com ela. [...]  

    O 2Wai é um aplicativo para criar "HoloAvatars", como a empresa chama os avatares, que não se limitam a pessoas já falecidas. A startup afirma que é possível gerar um "HoloAvatar" de "personagens", como um personal trainer, escritor, agente de viagem ou até astrólogo. 

    Quando é de alguém que já faleceu, ele só pode ser criado se houver um vídeo gravado antes da morte — com a pessoa falando e se movimentando. A partir dessas imagens, a IA amplia o repertório do "gêmeo digital", que, segundo o 2Wai, consegue falar como a pessoa real, reconhecer o usuário e lembrar informações passadas. [...]

    Especialista alerta para o risco de dependência e para a "ilusão de realidade" ao usar IAs, especialmente durante o processo de luto. "A mesma tecnologia que oferece companhia pode gerar confusão entre o real e o simulado, criar dependência afetiva e, em alguns casos, amplificar a angústia", analisa Mariana Malvezzi, psicóloga e psicanalista da faculdade ESPM. "Essa ilusão da IA pode minar a autonomia emocional, afastar o enlutado de rituais do luto e dificultar o movimento de simbolização, que é reconhecer a morte e, aos poucos, ressignificá-la", completa a especialista.

    Um em cada quatro brasileiros se imagina usando inteligência artificial para conversar com familiares já falecidos, aponta uma pesquisa da ESPM realizada neste mês para o Dia de Finados. O levantamento ouviu 267 participantes que perderam entes queridos nos últimos dois anos.

    O uso de IA para "reviver" pessoas falecidas tem se tornado cada vez mais comum. [...] Em outro caso polêmico, o jornalista Jim Acosta, ex-âncora da CNN norte-americana, "entrevistou" um avatar criado por IA de Joaquin Oliver, jovem de 17 anos morto no massacre em uma escola de Parkland, na Flórida, em 2018. O vídeo, publicado no YouTube, mostra Acosta ao lado da versão digital de Joaquin, recriada pelos pais a partir de uma foto antiga, com voz e movimentos gerados por IA.


Disponível em: https://tinyurl.com/esap4k4u. Acesso em: 9 maio 2026. 
Assinale a alternativa que corresponde à correta identificação do gênero discursivo, considerando a estrutura, a temática e o estilo do texto. 
Alternativas
Q4193400 Português
Texto para a questão


    Quase todo dia por volta das nove horas da noite a dona de casa Maria de Lourdes Antunes realiza uma espécie de ritual pré-novelístico. Momentos antes de começar o mais nobre dos folhetins televisivos da Rede Globo, Maria de Lourdes para o que estiver fazendo para ir ao quintal. Chega bem perto da cerca de madeira que marca os limites de sua acanhada propriedade, fica na ponta dos pés, estica a cabeça e busca no horizonte o sinal de que algum grande navio se aproxima. Se as luzes dos imensos cargueiros que levam as commodities brasileiras mundo afora estiverem à vista, é certeza de que não poderá se esbaldar de rir com a atuação do ator Marcelo Serrado na pele do mordomo Crô. “Não sei por que, mas quando os navios estão estacionando aqui na frente de casa a TV vira um chuvisco só, não dá pra ver nada, e eu perco o Crô, é embaçado”, conta ela.  

    Para Maria de Lourdes, navio estacionado na porta de casa está longe de ser uma figura de linguagem. É que para ela e outras quase 6 mil pessoas que moram numa favela encravada no meio do Porto de Santos, trata-se do que ocorre quando um imenso graneleiro atraca em um píer, distante menos de 50 metros de suas janelas. Obrigados a lidar com as particularidades de se viver dentro do maior terminal marítimo da América Latina, os moradores da favela Sítio Conceiçãozinha se acostumaram com uma série de exóticos eventos que só ocorrem por lá. Ter o sinal da televisão afetado pelos poderosos sistemas de navegação dos mais de 5,7 mil navios que atracam todos os anos no Porto de Santos é apenas um dos mais simples deles. 

    Vista do alto, mais especificamente pelas lentes do satélite que abastece o sistema de mapas do Google, é fácil entender porque a favela do Sítio Conceiçãozinha é uma aberração típica da mal ajambrada infraestrutura brasileira. Nascida como uma vila de pescadores e sitiantes na virada do século passado, a área começou a ser ocupada por migrantes ainda na década de 60. Nos anos 70, o Porto de Santos foi se expandindo para o outro lado da margem, no Guarujá – onde está a favela – sem que houvesse qualquer preocupação com aquela população. Terminais de carga foram construídos, píeres fincados a poucos metros de distância das casas, e empresas foram se estabelecendo. Logo, mais pessoas vieram e o que era uma vila bucólica transformou-se, a partir dos anos 80, num aglomerado de barracos, palafitas e vielas estreitas. 

    Muitos desses migrantes aproveitam o ambiente tão atípico para ganhar dinheiro. Com navios do mundo todo atracados a poucos metros da margem, um intenso e curioso comércio entre os moradores e os marinheiros floresceu. Por meio de baldinhos presos a cordas que descem do deque dos navios, uma gama variada de produtos é oferecida aos visitantes: galinhas – vivas – a US$ 5, bananas por latas de Coca-Cola e maconha e cocaína para navegantes em busca de diversão. Até cachorros, dizem alguns moradores, foram vendidos para coreanos, saudosos de uma suposta comida caseira. “A gente achava que era pra eles criarem, mas depois disseram que eles fizeram um churrasco com o coitado”, diz Elisabete Santos, que anda desconfiada do carinho repentino que alguns vizinhos desenvolveram pelos cães da rua.


Disponível em: https://tinyurl.com/5n755s2y. Acesso em: 9 maio 2026. 
No trecho “Até cachorros, dizem alguns moradores, foram vendidos para coreanos, saudosos de uma suposta comida caseira”, o termo em negrito não funciona para 
Alternativas
Q4193399 Português
Texto para a questão


    Quase todo dia por volta das nove horas da noite a dona de casa Maria de Lourdes Antunes realiza uma espécie de ritual pré-novelístico. Momentos antes de começar o mais nobre dos folhetins televisivos da Rede Globo, Maria de Lourdes para o que estiver fazendo para ir ao quintal. Chega bem perto da cerca de madeira que marca os limites de sua acanhada propriedade, fica na ponta dos pés, estica a cabeça e busca no horizonte o sinal de que algum grande navio se aproxima. Se as luzes dos imensos cargueiros que levam as commodities brasileiras mundo afora estiverem à vista, é certeza de que não poderá se esbaldar de rir com a atuação do ator Marcelo Serrado na pele do mordomo Crô. “Não sei por que, mas quando os navios estão estacionando aqui na frente de casa a TV vira um chuvisco só, não dá pra ver nada, e eu perco o Crô, é embaçado”, conta ela.  

    Para Maria de Lourdes, navio estacionado na porta de casa está longe de ser uma figura de linguagem. É que para ela e outras quase 6 mil pessoas que moram numa favela encravada no meio do Porto de Santos, trata-se do que ocorre quando um imenso graneleiro atraca em um píer, distante menos de 50 metros de suas janelas. Obrigados a lidar com as particularidades de se viver dentro do maior terminal marítimo da América Latina, os moradores da favela Sítio Conceiçãozinha se acostumaram com uma série de exóticos eventos que só ocorrem por lá. Ter o sinal da televisão afetado pelos poderosos sistemas de navegação dos mais de 5,7 mil navios que atracam todos os anos no Porto de Santos é apenas um dos mais simples deles. 

    Vista do alto, mais especificamente pelas lentes do satélite que abastece o sistema de mapas do Google, é fácil entender porque a favela do Sítio Conceiçãozinha é uma aberração típica da mal ajambrada infraestrutura brasileira. Nascida como uma vila de pescadores e sitiantes na virada do século passado, a área começou a ser ocupada por migrantes ainda na década de 60. Nos anos 70, o Porto de Santos foi se expandindo para o outro lado da margem, no Guarujá – onde está a favela – sem que houvesse qualquer preocupação com aquela população. Terminais de carga foram construídos, píeres fincados a poucos metros de distância das casas, e empresas foram se estabelecendo. Logo, mais pessoas vieram e o que era uma vila bucólica transformou-se, a partir dos anos 80, num aglomerado de barracos, palafitas e vielas estreitas. 

    Muitos desses migrantes aproveitam o ambiente tão atípico para ganhar dinheiro. Com navios do mundo todo atracados a poucos metros da margem, um intenso e curioso comércio entre os moradores e os marinheiros floresceu. Por meio de baldinhos presos a cordas que descem do deque dos navios, uma gama variada de produtos é oferecida aos visitantes: galinhas – vivas – a US$ 5, bananas por latas de Coca-Cola e maconha e cocaína para navegantes em busca de diversão. Até cachorros, dizem alguns moradores, foram vendidos para coreanos, saudosos de uma suposta comida caseira. “A gente achava que era pra eles criarem, mas depois disseram que eles fizeram um churrasco com o coitado”, diz Elisabete Santos, que anda desconfiada do carinho repentino que alguns vizinhos desenvolveram pelos cães da rua.


Disponível em: https://tinyurl.com/5n755s2y. Acesso em: 9 maio 2026. 
No trecho “Logo, mais pessoas vieram e o que era uma vila bucólica transformou-se, a partir dos anos 80, num aglomerado de barracos, palafitas e vielas estreitas”, o termo em negrito remete 
Alternativas
Q4193397 Português
Texto para a questão


    A área da nutrição tem um clichê tão frequente que virou piada. Ovo faz mal? Respostas a perguntas como essa vão sempre variar, dando a impressão de que alimentos específicos são ora benéficos, ora maléficos. Isso porque estudos que avaliam o efeito de alimentos isolados na saúde não têm reflexo na realidade. Não os comemos isoladamente, mas combinados em refeições. Por isso, a epidemiologia nutricional se dedica à análise de padrões alimentares.  

    A ciência tem mostrado que o padrão alimentar baseado em ultraprocessados está associado a um maior risco de desenvolvimento de doenças crônicas. Diabetes e hipertensão são exemplos. Trata-se de um conhecimento estabelecido e que influencia políticas públicas, como na recente lei que proíbe a venda de ultraprocessados nas escolas da cidade do Rio de Janeiro. 

    Em sua coluna nesta Folha, Bruno Gualano questiona o impacto negativo dos ultraprocessados na saúde ("Alimentos ultraprocessados do bem?" , 1º/7). Para isso, volta ao clichê da análise de alimentos isolados. O texto defende que ultraprocessados não são todos igualmente nocivos, citando um estudo que associa subgrupos desses alimentos a uma menor incidência de diabetes. Segundo ele, existiriam, então, ultraprocessados aptos a compor uma alimentação saudável.

    Especialista em fisiologia do exercício, Gualano se rende à prática do "nutricionismo" (nutrição + reducionismo). É a ideia de restringir a componentes menores – nutrientes ou alimentos isolados – o pensamento sobre a alimentação. Os mecanismos que associam ultraprocessados ao desenvolvimento de doenças vão além da mera composição nutricional.

    Formulações industriais com pouco ou nenhum alimento de verdade, ultraprocessados são marcados pela destruição da matriz alimentar de seus ingredientes (em geral, commodities). Resultam em uma mistura de fragmentos – como o amido do milho e o óleo da soja – sem cor, sabor ou textura, o que exige a inclusão de aditivos cosméticos: os corantes, edulcorantes e emulsificantes, dos quais a ciência vem revelando efeitos nocivos a longo prazo.  

    Excessos de açúcar e gordura conferem uma alta densidade energética, levando ao sobrepeso e à obesidade. Um ajuste fino entre esses ingredientes afeta os mecanismos cerebrais de recompensa, levando à adicção alimentar.

    Importa, ainda, o que está ausente nesses alimentos, como os fitoquímicos de vegetais, atuantes na prevenção de doenças. Ou mesmo a textura: ultraprocessados são sempre macios, o que é deletério principalmente para crianças cujo bom desenvolvimento depende da diversidade de consistências. Quem come ultraprocessados, aliás, acaba não comendo mais nada: eles substituem nossas refeições tradicionais. 

    Alimentação também envolve economia, política, ecologia. Gualano aponta que "ultraprocessados do bem" são caros e que os que chegam à mesa dos brasileiros são "o que resta de pior". Para além do preço, esses alimentos fomentam um sistema alimentar insustentável, incentivando grandes monoculturas, impactando a saúde ambiental e degradando culturas alimentares. Em um país rico e biodiverso como o Brasil, de onde brota comida de verdade, não faz sentido identificar opções menos piores de alimentos que têm, sem dúvidas, nos adoecido.


Disponível em: https://tinyurl.com/yejvkzwu. Acesso em: 10 mar. 2026. 

   
De acordo com o texto, qual trecho não se constitui como um argumento para a defesa de uma alimentação sem ultraprocessados? 
Alternativas
Q4193396 Português
Texto para a questão


    A área da nutrição tem um clichê tão frequente que virou piada. Ovo faz mal? Respostas a perguntas como essa vão sempre variar, dando a impressão de que alimentos específicos são ora benéficos, ora maléficos. Isso porque estudos que avaliam o efeito de alimentos isolados na saúde não têm reflexo na realidade. Não os comemos isoladamente, mas combinados em refeições. Por isso, a epidemiologia nutricional se dedica à análise de padrões alimentares.  

    A ciência tem mostrado que o padrão alimentar baseado em ultraprocessados está associado a um maior risco de desenvolvimento de doenças crônicas. Diabetes e hipertensão são exemplos. Trata-se de um conhecimento estabelecido e que influencia políticas públicas, como na recente lei que proíbe a venda de ultraprocessados nas escolas da cidade do Rio de Janeiro. 

    Em sua coluna nesta Folha, Bruno Gualano questiona o impacto negativo dos ultraprocessados na saúde ("Alimentos ultraprocessados do bem?" , 1º/7). Para isso, volta ao clichê da análise de alimentos isolados. O texto defende que ultraprocessados não são todos igualmente nocivos, citando um estudo que associa subgrupos desses alimentos a uma menor incidência de diabetes. Segundo ele, existiriam, então, ultraprocessados aptos a compor uma alimentação saudável.

    Especialista em fisiologia do exercício, Gualano se rende à prática do "nutricionismo" (nutrição + reducionismo). É a ideia de restringir a componentes menores – nutrientes ou alimentos isolados – o pensamento sobre a alimentação. Os mecanismos que associam ultraprocessados ao desenvolvimento de doenças vão além da mera composição nutricional.

    Formulações industriais com pouco ou nenhum alimento de verdade, ultraprocessados são marcados pela destruição da matriz alimentar de seus ingredientes (em geral, commodities). Resultam em uma mistura de fragmentos – como o amido do milho e o óleo da soja – sem cor, sabor ou textura, o que exige a inclusão de aditivos cosméticos: os corantes, edulcorantes e emulsificantes, dos quais a ciência vem revelando efeitos nocivos a longo prazo.  

    Excessos de açúcar e gordura conferem uma alta densidade energética, levando ao sobrepeso e à obesidade. Um ajuste fino entre esses ingredientes afeta os mecanismos cerebrais de recompensa, levando à adicção alimentar.

    Importa, ainda, o que está ausente nesses alimentos, como os fitoquímicos de vegetais, atuantes na prevenção de doenças. Ou mesmo a textura: ultraprocessados são sempre macios, o que é deletério principalmente para crianças cujo bom desenvolvimento depende da diversidade de consistências. Quem come ultraprocessados, aliás, acaba não comendo mais nada: eles substituem nossas refeições tradicionais. 

    Alimentação também envolve economia, política, ecologia. Gualano aponta que "ultraprocessados do bem" são caros e que os que chegam à mesa dos brasileiros são "o que resta de pior". Para além do preço, esses alimentos fomentam um sistema alimentar insustentável, incentivando grandes monoculturas, impactando a saúde ambiental e degradando culturas alimentares. Em um país rico e biodiverso como o Brasil, de onde brota comida de verdade, não faz sentido identificar opções menos piores de alimentos que têm, sem dúvidas, nos adoecido.


Disponível em: https://tinyurl.com/yejvkzwu. Acesso em: 10 mar. 2026. 

   
No texto, a citação de outro colunista – Bruno Gualano – evidencia a escolha de um viés argumentativo que se baseia 
Alternativas
Q4193006 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que cada vez mais brasileiros deixam Portugal e recomeçam na Espanha


O brasileiro Paulo Geronimo espera ser beneficiado pelo processo extraordinário de regularização iniciado na Espanha em abril, voltado a imigrantes que já vivem no país. Após sete anos em Portugal, ele se mudou com a família para a Espanha em 2025.

Apesar de ter regularizado sua situação em Portugal, Paulo afirma que passou a perceber maior hostilidade contra brasileiros, além de considerar os salários espanhóis mais atrativos. Com experiência como motorista de caminhão, conseguiu promessa de contrato de trabalho e desenvolve um aplicativo voltado ao setor de transporte.

A Espanha adota um discurso mais favorável à imigração e políticas voltadas à integração dos estrangeiros, diferentemente de Portugal, que abriga a maior comunidade brasileira da Europa. Somado ao crescimento econômico espanhol, esse cenário ajuda a explicar o aumento do interesse de brasileiros pela mudança.

Nos últimos meses, cresceram os grupos virtuais com orientações sobre migração para a Espanha, especialmente em regiões de fronteira. O movimento envolve tanto imigrantes irregulares quanto pessoas já regularizadas.

Uma professora universitária aposentada decidiu deixar o norte de Portugal e mudar-se com a família para a Espanha, relatando aumento da hostilidade contra imigrantes e sobrecarga dos serviços públicos portugueses. Seu marido aguardava havia dois anos a renovação do visto de residência.

Dados oficiais indicam crescimento acelerado da comunidade brasileira na Espanha nos últimos anos, com milhares de novos registros apenas no último trimestre analisado.

Embora a regularização extraordinária beneficie apenas pessoas que já estavam na Espanha até o final de 2025, o interesse pela mudança também decorre do endurecimento das regras migratórias portuguesas e da busca por melhores condições de vida.

Portugal aprovou mudanças legais que restringem mecanismos de regularização, dificultam o reagrupamento familiar e ampliam o tempo necessário para solicitação de cidadania portuguesa. Especialistas observam que o país abandonou um dos modelos migratórios mais flexíveis da Europa.

Além disso, cresceram os registros de discriminação e hostilidade contra imigrantes. Pesquisas apontam aumento da percepção negativa sobre brasileiros, enquanto casos de preconceito ganharam maior visibilidade.

Analistas relacionam as diferenças entre Portugal e Espanha às orientações políticas dos governos atuais. Enquanto a Espanha mantém discurso mais favorável à imigração, Portugal passou a adotar postura mais restritiva.

Outro fator importante é o impacto proporcional da imigração. Embora a Espanha tenha recebido mais imigrantes em números absolutos, o crescimento populacional relativo foi mais intenso em Portugal, pressionando serviços públicos.

Na Espanha, o governo apresenta a imigração como solução para problemas estruturais, como envelhecimento populacional e falta de mão de obra. Especialistas destacam que parte do crescimento econômico espanhol recente está associada à imigração, além de os salários serem superiores aos portugueses.

A regularização extraordinária integra um conjunto de medidas voltadas à integração dos imigrantes, incluindo facilitação do reconhecimento de diplomas e ampliação do acesso à saúde pública.

Especialistas observam que a Espanha possui um mercado informal capaz de absorver trabalhadores estrangeiros, contribuindo para o elevado número de imigrantes irregulares. O novo processo permite acelerar o acesso à residência e ao trabalho formal.

O governo argumenta que a medida atende a uma necessidade social e econômica, enquanto críticos afirmam que ela pode incentivar novas entradas irregulares. Pesquisas sobre regularizações anteriores, porém, indicam aumento do emprego formal e da arrecadação sem crescimento significativo da imigração irregular.

Estudiosos destacam que os fluxos migratórios resultam de fatores diversos, como crises econômicas, violência, oportunidades de trabalho e políticas migratórias internacionais.

Embora exista debate sobre imigração na Espanha, o tema ainda provoca menos polarização do que em Portugal. Pesquisas mostram que a questão não figura entre as principais preocupações da população espanhola.

Especialistas concluem que, apesar das mudanças políticas e das oscilações entre maior abertura ou restrição, a Europa continuará necessitando de trabalhadores estrangeiros para sustentar sua economia. Ainda assim, recomendam que a migração ocorra preferencialmente por vias legais, reduzindo riscos e vulnerabilidades.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp7k85l1po.adaptado.
Enquanto a Espanha mantém discurso mais favorável à imigração, Portugal passou a adotar postura mais restritiva.

Assinale a alternativa em que a palavra apresentada pode substituir "restritiva", no contexto da frase, por um antônimo adequado.
Alternativas
Q4192997 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que cada vez mais brasileiros deixam Portugal e recomeçam na Espanha


O brasileiro Paulo Geronimo espera ser beneficiado pelo processo extraordinário de regularização iniciado na Espanha em abril, voltado a imigrantes que já vivem no país. Após sete anos em Portugal, ele se mudou com a família para a Espanha em 2025.

Apesar de ter regularizado sua situação em Portugal, Paulo afirma que passou a perceber maior hostilidade contra brasileiros, além de considerar os salários espanhóis mais atrativos. Com experiência como motorista de caminhão, conseguiu promessa de contrato de trabalho e desenvolve um aplicativo voltado ao setor de transporte.

A Espanha adota um discurso mais favorável à imigração e políticas voltadas à integração dos estrangeiros, diferentemente de Portugal, que abriga a maior comunidade brasileira da Europa. Somado ao crescimento econômico espanhol, esse cenário ajuda a explicar o aumento do interesse de brasileiros pela mudança.

Nos últimos meses, cresceram os grupos virtuais com orientações sobre migração para a Espanha, especialmente em regiões de fronteira. O movimento envolve tanto imigrantes irregulares quanto pessoas já regularizadas.

Uma professora universitária aposentada decidiu deixar o norte de Portugal e mudar-se com a família para a Espanha, relatando aumento da hostilidade contra imigrantes e sobrecarga dos serviços públicos portugueses. Seu marido aguardava havia dois anos a renovação do visto de residência.

Dados oficiais indicam crescimento acelerado da comunidade brasileira na Espanha nos últimos anos, com milhares de novos registros apenas no último trimestre analisado.

Embora a regularização extraordinária beneficie apenas pessoas que já estavam na Espanha até o final de 2025, o interesse pela mudança também decorre do endurecimento das regras migratórias portuguesas e da busca por melhores condições de vida.

Portugal aprovou mudanças legais que restringem mecanismos de regularização, dificultam o reagrupamento familiar e ampliam o tempo necessário para solicitação de cidadania portuguesa. Especialistas observam que o país abandonou um dos modelos migratórios mais flexíveis da Europa.

Além disso, cresceram os registros de discriminação e hostilidade contra imigrantes. Pesquisas apontam aumento da percepção negativa sobre brasileiros, enquanto casos de preconceito ganharam maior visibilidade.

Analistas relacionam as diferenças entre Portugal e Espanha às orientações políticas dos governos atuais. Enquanto a Espanha mantém discurso mais favorável à imigração, Portugal passou a adotar postura mais restritiva.

Outro fator importante é o impacto proporcional da imigração. Embora a Espanha tenha recebido mais imigrantes em números absolutos, o crescimento populacional relativo foi mais intenso em Portugal, pressionando serviços públicos.

Na Espanha, o governo apresenta a imigração como solução para problemas estruturais, como envelhecimento populacional e falta de mão de obra. Especialistas destacam que parte do crescimento econômico espanhol recente está associada à imigração, além de os salários serem superiores aos portugueses.

A regularização extraordinária integra um conjunto de medidas voltadas à integração dos imigrantes, incluindo facilitação do reconhecimento de diplomas e ampliação do acesso à saúde pública.

Especialistas observam que a Espanha possui um mercado informal capaz de absorver trabalhadores estrangeiros, contribuindo para o elevado número de imigrantes irregulares. O novo processo permite acelerar o acesso à residência e ao trabalho formal.

O governo argumenta que a medida atende a uma necessidade social e econômica, enquanto críticos afirmam que ela pode incentivar novas entradas irregulares. Pesquisas sobre regularizações anteriores, porém, indicam aumento do emprego formal e da arrecadação sem crescimento significativo da imigração irregular.

Estudiosos destacam que os fluxos migratórios resultam de fatores diversos, como crises econômicas, violência, oportunidades de trabalho e políticas migratórias internacionais.

Embora exista debate sobre imigração na Espanha, o tema ainda provoca menos polarização do que em Portugal. Pesquisas mostram que a questão não figura entre as principais preocupações da população espanhola.

Especialistas concluem que, apesar das mudanças políticas e das oscilações entre maior abertura ou restrição, a Europa continuará necessitando de trabalhadores estrangeiros para sustentar sua economia. Ainda assim, recomendam que a migração ocorra preferencialmente por vias legais, reduzindo riscos e vulnerabilidades.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp7k85l1po.adaptado.
As transformações nos fluxos migratórios contemporâneos envolvem fatores econômicos, sociais e políticos que influenciam a escolha dos países de destino e as condições de permanência dos imigrantes em diferentes contextos.

De acordo com o texto apresentado sobre a migração de brasileiros para a Espanha, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4192849 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Por que é melhor comer com inteligência do que contar calorias?


A sabedoria popular indica que a solução para manter o peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e quantas nós gastamos.


Este cálculo faz sentido: a energia que entra em comparação com a que sai. Parece simples, não é mesmo?


Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade importante: nem todas as calorias da nossa alimentação são iguais.


Na verdade, existe uma complexa interação biológica ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o consumimos e pela sua interação com a agitada comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.


"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão", afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's College de Londres.


"Estamos realmente começando a ver como a nossa reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em relação ao mesmo alimento."


Quando comemos


O que comemos certamente ainda é importante. Uma alimentação rica em legumes e verduras frescas será melhor do que se for dominada por x-búrguers.


Mas esta consideração está longe de ser a única.


O horário da refeição, por exemplo, também influencia a qualidade da digestão e quais nutrientes serão absorvidos pelo nosso corpo.


Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com excesso de peso perderam mais peso ao consumir a maior parte das suas calorias no horário do café da manhã, em comparação com aquelas que comiam mais à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.


Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer com que você, ao todo, coma menos calorias.


Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e eles sofreram redução da gordura corporal, em comparação com um grupo controle, mesmo tendo acesso à mesma quantidade de comida.


Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.


E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais baixo com mais facilidade do que aquelas que comem após as 15 horas.


Também podemos reavaliar o horário dos nossos lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e doenças cardiovasculares.


Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa saúde.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento

"Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e metabolizamos os alimentos."


O pronome demonstrativo 'isso' desempenha papel essencial na coesão textual. Assinale a alternativa correta que indica a que elemento do texto esse termo refere.

Alternativas
Q4192745 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que cada vez mais brasileiros deixam Portugal e recomeçam na Espanha


O brasileiro Paulo Geronimo espera ser beneficiado pelo processo extraordinário de regularização iniciado na Espanha em abril, voltado a imigrantes que já vivem no país. Após sete anos em Portugal, ele se mudou com a família para a Espanha em 2025.

Apesar de ter regularizado sua situação em Portugal, Paulo afirma que passou a perceber maior hostilidade contra brasileiros, além de considerar os salários espanhóis mais atrativos. Com experiência como motorista de caminhão, conseguiu promessa de contrato de trabalho e desenvolve um aplicativo voltado ao setor de transporte.

A Espanha adota um discurso mais favorável à imigração e políticas voltadas à integração dos estrangeiros, diferentemente de Portugal, que abriga a maior comunidade brasileira da Europa. Somado ao crescimento econômico espanhol, esse cenário ajuda a explicar o aumento do interesse de brasileiros pela mudança.

Nos últimos meses, cresceram os grupos virtuais com orientações sobre migração para a Espanha, especialmente em regiões de fronteira. O movimento envolve tanto imigrantes irregulares quanto pessoas já regularizadas.

Uma professora universitária aposentada decidiu deixar o norte de Portugal e mudar-se com a família para a Espanha, relatando aumento da hostilidade contra imigrantes e sobrecarga dos serviços públicos portugueses. Seu marido aguardava havia dois anos a renovação do visto de residência.

Dados oficiais indicam crescimento acelerado da comunidade brasileira na Espanha nos últimos anos, com milhares de novos registros apenas no último trimestre analisado.

Embora a regularização extraordinária beneficie apenas pessoas que já estavam na Espanha até o final de 2025, o interesse pela mudança também decorre do endurecimento das regras migratórias portuguesas e da busca por melhores condições de vida.

Portugal aprovou mudanças legais que restringem mecanismos de regularização, dificultam o reagrupamento familiar e ampliam o tempo necessário para solicitação de cidadania portuguesa. Especialistas observam que o país abandonou um dos modelos migratórios mais flexíveis da Europa.

Além disso, cresceram os registros de discriminação e hostilidade contra imigrantes. Pesquisas apontam aumento da percepção negativa sobre brasileiros, enquanto casos de preconceito ganharam maior visibilidade.

Analistas relacionam as diferenças entre Portugal e Espanha às orientações políticas dos governos atuais. Enquanto a Espanha mantém discurso mais favorável à imigração, Portugal passou a adotar postura mais restritiva.

Outro fator importante é o impacto proporcional da imigração. Embora a Espanha tenha recebido mais imigrantes em números absolutos, o crescimento populacional relativo foi mais intenso em Portugal, pressionando serviços públicos.

Na Espanha, o governo apresenta a imigração como solução para problemas estruturais, como envelhecimento populacional e falta de mão de obra. Especialistas destacam que parte do crescimento econômico espanhol recente está associada à imigração, além de os salários serem superiores aos portugueses.

A regularização extraordinária integra um conjunto de medidas voltadas à integração dos imigrantes, incluindo facilitação do reconhecimento de diplomas e ampliação do acesso à saúde pública.

Especialistas observam que a Espanha possui um mercado informal capaz de absorver trabalhadores estrangeiros, contribuindo para o elevado número de imigrantes irregulares. O novo processo permite acelerar o acesso à residência e ao trabalho formal.

O governo argumenta que a medida atende a uma necessidade social e econômica, enquanto críticos afirmam que ela pode incentivar novas entradas irregulares. Pesquisas sobre regularizações anteriores, porém, indicam aumento do emprego formal e da arrecadação sem crescimento significativo da imigração irregular.

Estudiosos destacam que os fluxos migratórios resultam de fatores diversos, como crises econômicas, violência, oportunidades de trabalho e políticas migratórias internacionais.

Embora exista debate sobre imigração na Espanha, o tema ainda provoca menos polarização do que em Portugal. Pesquisas mostram que a questão não figura entre as principais preocupações da população espanhola.

Especialistas concluem que, apesar das mudanças políticas e das oscilações entre maior abertura ou restrição, a Europa continuará necessitando de trabalhadores estrangeiros para sustentar sua economia. Ainda assim, recomendam que a migração ocorra preferencialmente por vias legais, reduzindo riscos e vulnerabilidades.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp7k85l1po.adaptado.
Os textos jornalísticos organizam informações, opiniões e análises de diferentes formas, considerando a finalidade comunicativa, a seleção dos fatos e a maneira como os acontecimentos são apresentados ao leitor.

De acordo com o texto apresentado sobre a migração de brasileiros para a Espanha, assinale a alternativa correta quanto à tipologia e ao gênero textual.
Alternativas
Q4192736 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que cada vez mais brasileiros deixam Portugal e recomeçam na Espanha


O brasileiro Paulo Geronimo espera ser beneficiado pelo processo extraordinário de regularização iniciado na Espanha em abril, voltado a imigrantes que já vivem no país. Após sete anos em Portugal, ele se mudou com a família para a Espanha em 2025.

Apesar de ter regularizado sua situação em Portugal, Paulo afirma que passou a perceber maior hostilidade contra brasileiros, além de considerar os salários espanhóis mais atrativos. Com experiência como motorista de caminhão, conseguiu promessa de contrato de trabalho e desenvolve um aplicativo voltado ao setor de transporte.

A Espanha adota um discurso mais favorável à imigração e políticas voltadas à integração dos estrangeiros, diferentemente de Portugal, que abriga a maior comunidade brasileira da Europa. Somado ao crescimento econômico espanhol, esse cenário ajuda a explicar o aumento do interesse de brasileiros pela mudança.

Nos últimos meses, cresceram os grupos virtuais com orientações sobre migração para a Espanha, especialmente em regiões de fronteira. O movimento envolve tanto imigrantes irregulares quanto pessoas já regularizadas.

Uma professora universitária aposentada decidiu deixar o norte de Portugal e mudar-se com a família para a Espanha, relatando aumento da hostilidade contra imigrantes e sobrecarga dos serviços públicos portugueses. Seu marido aguardava havia dois anos a renovação do visto de residência.

Dados oficiais indicam crescimento acelerado da comunidade brasileira na Espanha nos últimos anos, com milhares de novos registros apenas no último trimestre analisado.

Embora a regularização extraordinária beneficie apenas pessoas que já estavam na Espanha até o final de 2025, o interesse pela mudança também decorre do endurecimento das regras migratórias portuguesas e da busca por melhores condições de vida.

Portugal aprovou mudanças legais que restringem mecanismos de regularização, dificultam o reagrupamento familiar e ampliam o tempo necessário para solicitação de cidadania portuguesa. Especialistas observam que o país abandonou um dos modelos migratórios mais flexíveis da Europa.

Além disso, cresceram os registros de discriminação e hostilidade contra imigrantes. Pesquisas apontam aumento da percepção negativa sobre brasileiros, enquanto casos de preconceito ganharam maior visibilidade.

Analistas relacionam as diferenças entre Portugal e Espanha às orientações políticas dos governos atuais. Enquanto a Espanha mantém discurso mais favorável à imigração, Portugal passou a adotar postura mais restritiva.

Outro fator importante é o impacto proporcional da imigração. Embora a Espanha tenha recebido mais imigrantes em números absolutos, o crescimento populacional relativo foi mais intenso em Portugal, pressionando serviços públicos.

Na Espanha, o governo apresenta a imigração como solução para problemas estruturais, como envelhecimento populacional e falta de mão de obra. Especialistas destacam que parte do crescimento econômico espanhol recente está associada à imigração, além de os salários serem superiores aos portugueses.

A regularização extraordinária integra um conjunto de medidas voltadas à integração dos imigrantes, incluindo facilitação do reconhecimento de diplomas e ampliação do acesso à saúde pública.

Especialistas observam que a Espanha possui um mercado informal capaz de absorver trabalhadores estrangeiros, contribuindo para o elevado número de imigrantes irregulares. O novo processo permite acelerar o acesso à residência e ao trabalho formal.

O governo argumenta que a medida atende a uma necessidade social e econômica, enquanto críticos afirmam que ela pode incentivar novas entradas irregulares. Pesquisas sobre regularizações anteriores, porém, indicam aumento do emprego formal e da arrecadação sem crescimento significativo da imigração irregular.

Estudiosos destacam que os fluxos migratórios resultam de fatores diversos, como crises econômicas, violência, oportunidades de trabalho e políticas migratórias internacionais.

Embora exista debate sobre imigração na Espanha, o tema ainda provoca menos polarização do que em Portugal. Pesquisas mostram que a questão não figura entre as principais preocupações da população espanhola.

Especialistas concluem que, apesar das mudanças políticas e das oscilações entre maior abertura ou restrição, a Europa continuará necessitando de trabalhadores estrangeiros para sustentar sua economia. Ainda assim, recomendam que a migração ocorra preferencialmente por vias legais, reduzindo riscos e vulnerabilidades.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp7k85l1po.adaptado.
Os mecanismos de textualidade contribuem para a organização das informações no texto, estabelecendo relações de sentido entre ideias, referências e estratégias discursivas utilizadas na construção da unidade textual.

Analise as proposições a seguir acerca das marcas de textualidade presentes no texto.

I.A intertextualidade manifesta-se pela reprodução explícita de trechos retirados de documentos legais sobre imigração europeia.
II.A coesão textual é construída por retomadas referenciais e conectores que articulam informações ao longo dos parágrafos.
III.A coerência do texto decorre da predominância de posicionamentos convergentes sobre imigração no desenvolvimento temático apresentado.
IV.O texto mantém coerência ao relacionar fatores econômicos, políticos e sociais na explicação dos fluxos migratórios discutidos.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4190996 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão


O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta


Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.

A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.

Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.

Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.

Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.

Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.

Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada. 

Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.

Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.

Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.

Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.

A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.

Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.

Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.

Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.
O texto apresenta uma reflexão sobre as reações humanas diante de opiniões divergentes, relacionando aspectos do funcionamento cerebral, processos cognitivos e comportamentos observados em situações de discordância.
De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4190213 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Maria às vezes fica pensando...


— A luz que entra pela janela ilumina todo o quarto. Quando acendo a luz à noite, tudo fica claro. Meu pai sempre acende o abajur para ler. Minha avó sempre chega perto da janela para enfiar a linha na agulha. Será que as coisas têm luz? Mas, se fosse assim, eu veria tudo no escuro. Quanto mais perto da lâmpada estão as coisas, mais elas ficam iluminadas. Se eu coloco minha mão, que é pequena, perto da lâmpada, minha mão não deixa a luz passar. Mas, se coloco minha mão cada vez mais longe da lâmpada, ela quase não faz sombra... A luz vai de um lugar a outro, mas não passa através de certos objetos. Ela ilumina mais ou menos, dependendo de onde está.


E assim Maria acabou imaginando umas experiências que viraram brincadeiras. E eram brincadeiras com sombra e luz, que a menina usou para brincar com sua irma, Elisa, e uma amiga.



https://chc.org brfartigo/luz-e-sombra/

"Quanto mais perto da lâmpada estão as coisas, mais elas ficam iluminadas."



Os verbos do trecho foram empregados no tempo presente indicando que:

Alternativas
Q4189099 Português

Na frase:


A prevenção é fundamental para promover a saúde da população.


A palavra; prevenção, pode ser substituída, sem alterar o sentido da frase, por:

Alternativas
Q4189098 Português

Leia o texto.


O agente comunitário de saúde realiza visitas domiciliares, orienta as famílias sobre prevenção de doenças e acompanha a situação de saúde da comunidade. De acordo com o texto, uma das atribuições do agente comunitário de saúde é: 

Alternativas
Q4189056 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os países onde as pessoas mais odeiam receber áudios do WhatsApp

Em agosto de 2013, o aplicativo de mensagens WhatsApp (que, hoje, é de propriedade da empresa Meta) fez um anúncio ao público.

Eles apresentaram, com relativamente pouco alarde, as mensagens de voz, uma função que permite enviar um fragmento de áudio para familiares e amigos.

"Sabemos que nada substitui o som da voz de um amigo ou familiar", declarou entusiasmadamente a empresa, naquele comunicado.

Treze anos se passaram e receber um áudio de 10 minutos de um amigo, contando sobre uma complexa disputa familiar ou um drama no trabalho, é uma experiência que algumas pessoas adoram e outras detestam.

Em lugares como a Índia, o México, Hong Kong e os Emirados Árabes Unidos, as mensagens de voz quase se igualam em popularidade às mensagens de texto, como a forma preferida de comunicação eletrônica.

Mas países como o Reino Unido não parecem ter absorvido totalmente a febre das mensagens de voz.

O instituto YouGov divulgou em abril uma pesquisa envolvendo mais de 2,3 mil adultos britânicos.

Ela revelou que as mensagens de voz se popularizaram ligeiramente no último ano, mas apenas 15% dos entrevistados se comunicam por áudio com regularidade (ou seja, várias vezes por semana).

Tanto entre homens quanto mulheres, de todas as faixas etárias, incluindo a geração Z (os nascidos entre 1996 e 2012), as mensagens de voz foram o método de comunicação menos popular entre os britânicos entrevistados.

Anteriormente, o YouGov já havia concluído que o Reino Unido é o país mais reticente em relação às mensagens de voz em um grupo de 17 nações, em sua maioria países ricos.

Dentre os entrevistados, os que preferem enviar mensagens de texto para os seus contatos totalizaram 83%, enquanto apenas 4% se declararam partidários das mensagens de voz.

A pesquisa do YouGov não incluiu o Brasil. Mas, em junho de 2024, o CEO (diretor-executivo) da Meta, Mark Zuckerberg, declarou que "os brasileiros enviam mais figurinhas, participam mais de enquetes e enviam quatro vezes mais mensagens de voz no WhatsApp do que qualquer outro país", segundo o portal G1.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg5p8m5pjyjo
“Treze anos se passaram e receber um áudio de 10 minutos de um amigo, contando sobre uma complexa disputa familiar ou um drama no trabalho, é uma experiência que algumas pessoas adoram e outras detestam.” Considerando o significado das palavras no contexto, analise as assertivas a seguir:

I. Os vocábulos 'adoram' e 'detestam' são antônimos, pois expressam sentimentos opostos em relação à mesma experiência, estabelecendo uma oposição semântica que reforça a ideia de divisão de opiniões sobre o tema.
Il. O verbo 'passar' pode ser substituído, sem alteração do sentido essencial, pelo verbo 'transcorrer, sem alteração significativa de sentido.
III. O vocábulo 'complexa' pode ser substituído, sem alteração de sentido, pelo sinônimo 'intricada', uma vez que ambos compartilham o traço semântico de algo difícil de resolver ou compreender, aplicável ao contexto de disputa familiar descrito no trecho.
IV. As palavras 'disputa' e 'acordo' constituem par de antônimos, pois enquanto 'disputa' remete a conflito e divergência, 'acordo' remete a consenso e convergência, sendo possível substituir disputa por acordo no trecho sem prejuízo gramatical, mas com inversão completa de sentido.

Analise a afirmativa que apresenta as proposições corretas.
Alternativas
Q4188940 Português

Estudantes que têm direito ao certificado de conclusão do ensino médio pelo Enem não conseguem emitir documento. 


Em 2025, a prova voltou a valer como certificado de conclusão da educação básica para quem não terminou a escola.


Estudantes que fizeram o Enem estão com problema de atendimento. Na vida universitária, o ano começa para valer em fevereiro. E é por isso que o Diogo Augusto de Souza Dias está ansioso. Ele é um dos 81 mil estudantes que prestaram o Enem para colocar em dia a vida escolar. Em 2025, a prova voltou a valer como certificado de conclusão da educação básica para quem não terminou a escola, como o Diogo. Mas o Inep, órgão do Ministério da Educação responsável pelo Enem, ainda não emitiu o documento que ele precisa para se matricular na faculdade de Psicologia. O medo é de perder a vaga.


Os estudantes estão angustiados porque na quinta-feira (29) sai o resultado do Sisu, o sistema do Ministério da Educação que usa as notas do Enem para selecionar alunos para instituições públicas de ensino superior. Muitas faculdades e universidades particulares já divulgaram o resultado do vestibular. As matrículas normalmente são em fevereiro, e um dos documentos exigidos é justamente o certificado do ensino médio − o diploma escolar.


Nesta terça-feira (27) de manhã, o Inep disse que lançaria um aplicativo digital para que os estudantes pudessem solicitar de forma online o certificado.


Mais tarde, o presidente do órgão, Manuel Palacios, corrigiu a informação:


"Na sexta-feira, nós vamos publicar na página do participante do Enem, para todos aqueles que solicitaram e que têm condições de se certificarem no ensino médio, uma declaração de que alcançaram a pontuação necessária e atenderam aos critérios necessários à certificação de conclusão do ensino médio. Ela poderá ser entregue para o processo de pré-matrícula e, oportunamente, em março, o documento oficial será entregue. Isso já está plenamente pacificado com as instituições participantes do Sisu".


https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/01/27/estudantes-quetem-direito-ao-certificado-de-conclusao-do-ensino-medio-pelo-enem-na o-conseguem-emitir-documento.ghtml 

"Estudantes que têm direito ao certificado de conclusão do ensino médio pelo Enem não conseguem emitir documento."


Considerando o texto-base, analise as afirmativas a seguir:


I.O Enem já havia tido essa função antes e que, por algum tempo, não a teve, até ser retomada em 2025.

II.O Enem funciona como instrumento oficial de certificação para adultos/adolescentes que não concluíram o ensino médio, substituindo a necessidade de outro diploma de conclusão do ensino médio.

III.O Inep está tomando medidas paliativas para minimizar prejuízos aos estudantes, mesmo que o documento oficial não esteja pronto.

IV.A demora na emissão dos certificados do Enem levará a maioria dos estudantes a perderem vagas em universidades, mesmo que tenham obtido a pontuação necessária.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4188810 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO

"O uso das tecnologias digitais em sala de aula não deve ser visto como um fim em si mesmo, mas como uma ferramenta para potencializar a aprendizagem. O grande desafio da educação atual não é apenas garantir o acesso aos equipamentos, mas sim ensinar o estudante a utilizar essas ferramentas de forma crítica, ética e criativa. O papel do professor, nesse contexto, deixa de ser o de único detentor do saber para se tornar um guia no processo de construção do conhecimento."

A partir da leitura do texto, pode-se concluir que a nova postura do professor deve ser a de: 
Alternativas
Q4188809 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO

"O uso das tecnologias digitais em sala de aula não deve ser visto como um fim em si mesmo, mas como uma ferramenta para potencializar a aprendizagem. O grande desafio da educação atual não é apenas garantir o acesso aos equipamentos, mas sim ensinar o estudante a utilizar essas ferramentas de forma crítica, ética e criativa. O papel do professor, nesse contexto, deixa de ser o de único detentor do saber para se tornar um guia no processo de construção do conhecimento."

De acordo com o texto, o principal desafio da educação contemporânea em relação às tecnologias é: 
Alternativas
Q4188806 Português
Imagine uma placa em um hospital com a imagem de uma pessoa com o dedo sobre os lábios e, logo abaixo, a palavra "SILÊNCIO". Sobre esse recurso de comunicação, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
881: C
882: C
883: B
884: A
885: B
886: D
887: A
888: A
889: A
890: A
891: C
892: B
893: D
894: B
895: C
896: D
897: B
898: D
899: C
900: B