Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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COLUNA I 1.Personificação 2.Hipérbole 3.Catacrese 4.Metáfora 5.Metonímia
COLUNA II ( ) “Li Machado de Assis por horas a fio.”
( ) “O vento sussurrava segredos entre as árvores.”
( ) “Seus olhos eram faróis a guiar-me na escuridão.”
( ) “Chorei rios de lágrimas ao ouvir a notícia.”
( ) “O pé da mesa quebrou durante a mudança.”
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
O Professor e os Novos Letramentos Sociais
Em um cenário de transformações digitais aceleradas e de complexificação das interações sociais, o papel do professor transcende a mera transmissão de conteúdo. A escola, e por extensão o educador, é hoje um dos principais palcos onde se desenrolam as novas dinâmicas de letramento social. Não se trata apenas de decodificar palavras ou compreender textos formais, mas de capacitar os estudantes a navegar criticamente por um universo de informações multifacetadas, muitas vezes fragmentadas e contraditórias.
O letramento digital, por exemplo, exige do professor a habilidade de guiar seus alunos na distinção entre fontes confiáveis e fake news, na compreensão dos algoritmos que moldam o consumo de conteúdo e na produção ética e responsável de sua própria voz no ambiente online. Mais do que ferramentas, são competências socioemocionais e cognitivas que precisam ser desenvolvidas, como a resiliência diante da desinformação e a empatia na comunicação virtual.
Além disso, o letramento midiático e o letramento científico ganham contornos de urgência. Em uma sociedade saturada por narrativas diversas, o professor atua como um mediador essencial, auxiliando os jovens a questionar, a investigar e a construir seu próprio conhecimento de forma autônoma. Ele não é apenas um facilitador, mas um provocador de pensamento crítico, um artesão da curiosidade e um incentivador da busca por evidências.
Nesse contexto, a formação continuada do professor torna-se imperativa. É preciso que ele próprio esteja em constante processo de letramento, atualizando-se não só em relação às novas tecnologias, mas também às teorias pedagógicas que abordam essas complexas relações entre sujeito, conhecimento e sociedade. A sala de aula, portanto, transforma-se em um laboratório de experimentação, onde o erro é parte do processo e a colaboração é a chave para a construção coletiva do saber.
Assim, o professor contemporâneo é um agente de transformação social, um guia em meio à profusão de informações e um construtor de pontes entre o conhecimento formal e as experiências vividas. Sua atuação é vital para formar cidadãos capazes de ler o mundo em suas múltiplas linguagens e de intervir nele de maneira consciente e propositiva.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
O Professor e os Novos Letramentos Sociais
Em um cenário de transformações digitais aceleradas e de complexificação das interações sociais, o papel do professor transcende a mera transmissão de conteúdo. A escola, e por extensão o educador, é hoje um dos principais palcos onde se desenrolam as novas dinâmicas de letramento social. Não se trata apenas de decodificar palavras ou compreender textos formais, mas de capacitar os estudantes a navegar criticamente por um universo de informações multifacetadas, muitas vezes fragmentadas e contraditórias.
O letramento digital, por exemplo, exige do professor a habilidade de guiar seus alunos na distinção entre fontes confiáveis e fake news, na compreensão dos algoritmos que moldam o consumo de conteúdo e na produção ética e responsável de sua própria voz no ambiente online. Mais do que ferramentas, são competências socioemocionais e cognitivas que precisam ser desenvolvidas, como a resiliência diante da desinformação e a empatia na comunicação virtual.
Além disso, o letramento midiático e o letramento científico ganham contornos de urgência. Em uma sociedade saturada por narrativas diversas, o professor atua como um mediador essencial, auxiliando os jovens a questionar, a investigar e a construir seu próprio conhecimento de forma autônoma. Ele não é apenas um facilitador, mas um provocador de pensamento crítico, um artesão da curiosidade e um incentivador da busca por evidências.
Nesse contexto, a formação continuada do professor torna-se imperativa. É preciso que ele próprio esteja em constante processo de letramento, atualizando-se não só em relação às novas tecnologias, mas também às teorias pedagógicas que abordam essas complexas relações entre sujeito, conhecimento e sociedade. A sala de aula, portanto, transforma-se em um laboratório de experimentação, onde o erro é parte do processo e a colaboração é a chave para a construção coletiva do saber.
Assim, o professor contemporâneo é um agente de transformação social, um guia em meio à profusão de informações e um construtor de pontes entre o conhecimento formal e as experiências vividas. Sua atuação é vital para formar cidadãos capazes de ler o mundo em suas múltiplas linguagens e de intervir nele de maneira consciente e propositiva.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
O Professor e os Novos Letramentos Sociais
Em um cenário de transformações digitais aceleradas e de complexificação das interações sociais, o papel do professor transcende a mera transmissão de conteúdo. A escola, e por extensão o educador, é hoje um dos principais palcos onde se desenrolam as novas dinâmicas de letramento social. Não se trata apenas de decodificar palavras ou compreender textos formais, mas de capacitar os estudantes a navegar criticamente por um universo de informações multifacetadas, muitas vezes fragmentadas e contraditórias.
O letramento digital, por exemplo, exige do professor a habilidade de guiar seus alunos na distinção entre fontes confiáveis e fake news, na compreensão dos algoritmos que moldam o consumo de conteúdo e na produção ética e responsável de sua própria voz no ambiente online. Mais do que ferramentas, são competências socioemocionais e cognitivas que precisam ser desenvolvidas, como a resiliência diante da desinformação e a empatia na comunicação virtual.
Além disso, o letramento midiático e o letramento científico ganham contornos de urgência. Em uma sociedade saturada por narrativas diversas, o professor atua como um mediador essencial, auxiliando os jovens a questionar, a investigar e a construir seu próprio conhecimento de forma autônoma. Ele não é apenas um facilitador, mas um provocador de pensamento crítico, um artesão da curiosidade e um incentivador da busca por evidências.
Nesse contexto, a formação continuada do professor torna-se imperativa. É preciso que ele próprio esteja em constante processo de letramento, atualizando-se não só em relação às novas tecnologias, mas também às teorias pedagógicas que abordam essas complexas relações entre sujeito, conhecimento e sociedade. A sala de aula, portanto, transforma-se em um laboratório de experimentação, onde o erro é parte do processo e a colaboração é a chave para a construção coletiva do saber.
Assim, o professor contemporâneo é um agente de transformação social, um guia em meio à profusão de informações e um construtor de pontes entre o conhecimento formal e as experiências vividas. Sua atuação é vital para formar cidadãos capazes de ler o mundo em suas múltiplas linguagens e de intervir nele de maneira consciente e propositiva.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
O Professor e os Novos Letramentos Sociais
Em um cenário de transformações digitais aceleradas e de complexificação das interações sociais, o papel do professor transcende a mera transmissão de conteúdo. A escola, e por extensão o educador, é hoje um dos principais palcos onde se desenrolam as novas dinâmicas de letramento social. Não se trata apenas de decodificar palavras ou compreender textos formais, mas de capacitar os estudantes a navegar criticamente por um universo de informações multifacetadas, muitas vezes fragmentadas e contraditórias.
O letramento digital, por exemplo, exige do professor a habilidade de guiar seus alunos na distinção entre fontes confiáveis e fake news, na compreensão dos algoritmos que moldam o consumo de conteúdo e na produção ética e responsável de sua própria voz no ambiente online. Mais do que ferramentas, são competências socioemocionais e cognitivas que precisam ser desenvolvidas, como a resiliência diante da desinformação e a empatia na comunicação virtual.
Além disso, o letramento midiático e o letramento científico ganham contornos de urgência. Em uma sociedade saturada por narrativas diversas, o professor atua como um mediador essencial, auxiliando os jovens a questionar, a investigar e a construir seu próprio conhecimento de forma autônoma. Ele não é apenas um facilitador, mas um provocador de pensamento crítico, um artesão da curiosidade e um incentivador da busca por evidências.
Nesse contexto, a formação continuada do professor torna-se imperativa. É preciso que ele próprio esteja em constante processo de letramento, atualizando-se não só em relação às novas tecnologias, mas também às teorias pedagógicas que abordam essas complexas relações entre sujeito, conhecimento e sociedade. A sala de aula, portanto, transforma-se em um laboratório de experimentação, onde o erro é parte do processo e a colaboração é a chave para a construção coletiva do saber.
Assim, o professor contemporâneo é um agente de transformação social, um guia em meio à profusão de informações e um construtor de pontes entre o conhecimento formal e as experiências vividas. Sua atuação é vital para formar cidadãos capazes de ler o mundo em suas múltiplas linguagens e de intervir nele de maneira consciente e propositiva.
Com base nas regras de concordância verbal e nominal, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
( ) O verbo 'virar' está no plural porque concorda com 'brincadeiras, núcleo do sujeito posposto ao verbo.
( ) O adjetivo 'imaginando' concorda com 'Maria', sujeito da oração, no feminino singular.
( ) Em 'sua irmã, Elisa, e uma amiga', a enumeração de dois elementos do sexo feminino não altera a concordância do verbo 'usar', que permanece no singular por concordar exclusivamente com o sujeito 'a menina'.
( ) Caso o sujeito da oração fosse expresso por 'Maria com sua irmã', o verbo 'acabar' poderia ser flexionado tanto no singular quanto no plural.
Assinale a sequência que preenche corretamente as lacunas a seguir.
Com base no texto, analise as afirmativas a seguir:
I. Maria conclui que todos os objetos possuem luz própria, por isso podem ser vistos no escuro.
II. O texto demonstra que Maria não consegue relacionar a distância da lâmpada com a formação das sombras.
III. As observações feitas por Maria mostram sua curiosidade e sua tentativa de compreender como a luz e a sombra se comportam.
IV. A menina considera inúteis as experiências com luz e sombra, transformando-as apenas em brincadeiras sem significado.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Considerando os mecanismos de coesão e coerência utilizados no trecho, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
(__)A conjunção 'embora' introduz uma oração concessiva, estabelecendo relação de contraste entre o que já era conhecido e o que permanecia inexplicado, contribuindo para a coerência argumentativa do texto, podendo ser substituída por 'mesmo que', mantendo o sentido essencial.
(__)O travessão funciona como recurso coesivo conclusivo, sintetizando a informação anteriormente apresentada sobre o termotécnico 'espaço interestelar', além de aproximar o texto do leitor ao explicitar o significado da expressão.
(__)O uso do pretérito mais-que-perfeito composto do subjuntivo 'já tivessem encontrado', em relação ao imperfeito 'havia', estabelece uma relação de anterioridade entre os fatos, contribuindo para a coesão temporal do período.
(__)A conjunção 'mas' introduz uma relação de adversidade, contrapondo a abundância e a importância do enxofre no Universo à dificuldade de localizar grandes moléculas contendo esse elemento no espaço interestelar.
Assinale a alternativa que apresenta a sequênciacorretados itens acima, de cima para baixo.
Considerando os mecanismos de coesão e coerência utilizados no trecho, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
(__)A conjunção 'embora' introduz uma oração concessiva, estabelecendo relação de contraste entre oque já era conhecido e o que permanecia inexplicado, contribuindo para a coerência argumentativa do texto, podendo ser substituída por 'mesmo que', mantendo o sentido essencial.
(__)O travessão funciona como recurso coesivo conclusivo, sintetizando a informação anteriormente apresentada sobre o termo técnico 'espaço interestelar', além de aproximar o texto do leitor ao explicitar o significado da expressão.
(__)O uso do pretérito mais-que-perfeito composto do subjuntivo 'já tivessem encontrado', em relação ao imperfeito 'havia', estabelece uma relação de anterioridade entre os fatos, contribuindo para a coesão temporal do período.
(__)A conjunção 'mas' introduz uma relação de adversidade, contrapondo a abundância e a importância do enxofre no Universo à dificuldade de localizar grandes moléculas contendo esse elemento no espaço interestelar.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.
Considerando os mecanismos de coesão e coerência utilizados no trecho, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( )A conjunção 'embora' introduz uma oração concessiva, estabelecendo relação de contraste entre o que já era conhecido e o que permanecia inexplicado, contribuindo para a coerência argumentativa do texto, podendo ser substituída por 'mesmo que', mantendo o sentido essencial.
( )O travessão funciona como recurso coesivo conclusivo, sintetizando a informação anteriormente apresentada sobre o termo técnico 'espaço interestelar', além de aproximar o texto do leitor ao explicitar o significado da expressão.
( )O uso do pretérito mais-que-perfeito composto do subjuntivo 'já tivessem encontrado', em relação ao imperfeito 'havia', estabelece uma relação de anterioridade entre os fatos, contribuindo para a coesão temporal do período.
( )A conjunção 'mas' introduz uma relação de adversidade, contrapondo a abundância e a importância do enxofre no Universo à dificuldade de localizar grandes moléculas contendo esse elemento no espaço interestelar.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.
Considerando os mecanismos decoesão e coerência utilizados no trecho, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
(__) A conjunção 'embora' introduz uma oração concessiva, estabelecendo relação de contraste entre o que já era conhecido e o que permanecia inexplicado, contribuindo para a coerência argumentativa do texto, podendo ser substituída por 'mesmo que', mantendo o sentido essencial.
(__) O travessão funciona como recurso coesivo conclusivo, sintetizando a informação anteriormente apresentada sobre o termo técnico 'espaço interestelar, além de aproximar o texto do leitor ao explicitar o significado da expressão.
(__) O uso do pretérito mais-que-perfeito composto do subjuntivo 'já tivessem encontrado, em relação ao imperfeito 'havia', estabelece uma relação de anterioridade entre os fatos, contribuindo para a coesão temporal do período.
(__) A conjunção 'mas' introduz uma relação de adversidade, contrapondo a abundância e a importância do enxofre no Universo à dificuldade de localizar grandes moléculas contendo esse elemento no espaço interestelar.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.
TEXTO I
O fim da política.
Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações
Roberto Motta
O que você quer da política? Uma revolução que conserte todos os erros, coloque os bandidos na cadeia, livre os inocentes, corrija as injustiças e livre o país da corrupção? Não vai acontecer. Ninguém deve depender da política para ser feliz. Muito menos de revoluções. Especialmente de revoluções. Mas é isso que muitos esperam, inclusive pessoas que se acham “conservadoras”. Uma revolução.
Como já explicaram David Horowitz e Thomas Sowell, a disputa entre progressistas e conservadores é assimétrica. Progressistas vivem da política e para a política; conservadores só querem ser deixados em paz. Conservadores se envolvem em causas pontuais para defender direitos, enquanto para o militante progressista, tudo é oportunidade para ocupar espaços. Para estes, como já ensinou Saul Alinsky, “a questão nunca é a questão, a questão é sempre o poder”.
O modelo “democrático” incentiva o populismo irresponsável, o uso pessoal do poder e a degradação constante das finanças e da liberdade. Tudo o que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos; cria-se então um óbvio incentivo para que ele minta, fraude eleições e compre votos, e para que seja irresponsável no exercício do poder. Niall Ferguson explicou isso em “A Grande Degeneração”, Karsten e Beckman em “Além da Democracia” e Hans-Hermann Hoppe em “Democracia, o Deus Que Falhou”.
Até que isso mude, políticos ruins serão substituídos por políticos piores. Exceções são raras. Isso não é acidente, mas a consequência inevitável. Essa não é uma postura derrotista. É uma visão realista. Não estou dizendo que está tudo perdido e que nada vale a pena. Ao contrário: afirmo que a vida é maravilhosa, cheia de possibilidades e que o progresso abriu inúmeras oportunidades de felicidade e realização pessoal – mas isso depende principalmente da ação individual. A política é apenas um instrumento – incompleto, imperfeito e sempre injusto. Não podemos depender dele.
Não dependa da política, dos políticos ou do Estado para nada. Construa sua vida, se desenvolva, cuide de sua família e proteja seus direitos de todas as formas possíveis. Acima de tudo, não transforme a frustração com a política em uma intolerância que vai encher a vida de rancor e ressentimento.
Nosso grande poder não está no voto, como os políticos querem nos fazer acreditar. Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações. Apesar de tudo – apesar dos políticos – é possível prosperar e ser feliz, exercendo de forma consciente as faculdades que nos foram dadas por Deus.
Na política, nossas escolhas serão sempre pela alternativa menos ruim. As escolhas que fazemos em nossas vidas devem ser exatamente o contrário.
Fonte: MOTTA Roberto. O fim da política. https://revistaoeste.com/revista/edicao-319/o-fim-da-politica/
Sobre as ideias presentes no texto I, analise cada afirmação abaixo antes de julgar o que será pedido.
( ) Nota-se, no primeiro parágrafo, a apresentação de uma estratégia de discurso edificada a partir de perguntas retóricas as quais condicionam estrategicamente uma complacência em torno de um pensamento benéfico comum. Na sequência, tal imagem é desconstruída ao se inserir a tese sobre a qual o texto se desenvolverá por meio de argumentos.
( ) Percebe-se que a partir do segundo parágrafo, o autor prescinde do uso do discurso direto por meio da citação de autores e intelectuais que, como ele, desenvolveram o mesmo pensamento crítico sobre a temática abordada.
( ) No segundo parágrafo, ao fazer menção à fala de Saul Alinsky, “a questão nunca é a questão, a questão é sempre o poder”, o autor deixa claro como tanto o pensamento de Conservadores quanto o de progressistas podem se mostrar nocivos ao bem-estar coletivo.
( ) Expõem-se, no terceiro parágrafo, procedimentos tomados por ditos “populistas”, os quais se aproveitam do modelo “democrático” para colocarem em prática ações que visem à sua manutenção no poder, haja vista, como fora observado no parágrafo anterior, que, para estes, “a questão é sempre o poder”.
( ) Mostra-se, no quarto parágrafo, que a substituição de representantes ruins por outros piores é algo inato à política, o que reforça a ideia de que o indivíduo deva buscar sua emancipação nesse contexto, na busca por algo mais profícuo para sua existência.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se afirmar pela ordem que a sequência correta é:
TEXTO I
O fim da política.
Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações
Roberto Motta
O que você quer da política? Uma revolução que conserte todos os erros, coloque os bandidos na cadeia, livre os inocentes, corrija as injustiças e livre o país da corrupção? Não vai acontecer. Ninguém deve depender da política para ser feliz. Muito menos de revoluções. Especialmente de revoluções. Mas é isso que muitos esperam, inclusive pessoas que se acham “conservadoras”. Uma revolução.
Como já explicaram David Horowitz e Thomas Sowell, a disputa entre progressistas e conservadores é assimétrica. Progressistas vivem da política e para a política; conservadores só querem ser deixados em paz. Conservadores se envolvem em causas pontuais para defender direitos, enquanto para o militante progressista, tudo é oportunidade para ocupar espaços. Para estes, como já ensinou Saul Alinsky, “a questão nunca é a questão, a questão é sempre o poder”.
O modelo “democrático” incentiva o populismo irresponsável, o uso pessoal do poder e a degradação constante das finanças e da liberdade. Tudo o que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos; cria-se então um óbvio incentivo para que ele minta, fraude eleições e compre votos, e para que seja irresponsável no exercício do poder. Niall Ferguson explicou isso em “A Grande Degeneração”, Karsten e Beckman em “Além da Democracia” e Hans-Hermann Hoppe em “Democracia, o Deus Que Falhou”.
Até que isso mude, políticos ruins serão substituídos por políticos piores. Exceções são raras. Isso não é acidente, mas a consequência inevitável. Essa não é uma postura derrotista. É uma visão realista. Não estou dizendo que está tudo perdido e que nada vale a pena. Ao contrário: afirmo que a vida é maravilhosa, cheia de possibilidades e que o progresso abriu inúmeras oportunidades de felicidade e realização pessoal – mas isso depende principalmente da ação individual. A política é apenas um instrumento – incompleto, imperfeito e sempre injusto. Não podemos depender dele.
Não dependa da política, dos políticos ou do Estado para nada. Construa sua vida, se desenvolva, cuide de sua família e proteja seus direitos de todas as formas possíveis. Acima de tudo, não transforme a frustração com a política em uma intolerância que vai encher a vida de rancor e ressentimento.
Nosso grande poder não está no voto, como os políticos querem nos fazer acreditar. Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações. Apesar de tudo – apesar dos políticos – é possível prosperar e ser feliz, exercendo de forma consciente as faculdades que nos foram dadas por Deus.
Na política, nossas escolhas serão sempre pela alternativa menos ruim. As escolhas que fazemos em nossas vidas devem ser exatamente o contrário.
Fonte: MOTTA Roberto. O fim da política. https://revistaoeste.com/revista/edicao-319/o-fim-da-politica/
TEXTO I
O fim da política.
Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações
Roberto Motta
O que você quer da política? Uma revolução que conserte todos os erros, coloque os bandidos na cadeia, livre os inocentes, corrija as injustiças e livre o país da corrupção? Não vai acontecer. Ninguém deve depender da política para ser feliz. Muito menos de revoluções. Especialmente de revoluções. Mas é isso que muitos esperam, inclusive pessoas que se acham “conservadoras”. Uma revolução.
Como já explicaram David Horowitz e Thomas Sowell, a disputa entre progressistas e conservadores é assimétrica. Progressistas vivem da política e para a política; conservadores só querem ser deixados em paz. Conservadores se envolvem em causas pontuais para defender direitos, enquanto para o militante progressista, tudo é oportunidade para ocupar espaços. Para estes, como já ensinou Saul Alinsky, “a questão nunca é a questão, a questão é sempre o poder”.
O modelo “democrático” incentiva o populismo irresponsável, o uso pessoal do poder e a degradação constante das finanças e da liberdade. Tudo o que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos; cria-se então um óbvio incentivo para que ele minta, fraude eleições e compre votos, e para que seja irresponsável no exercício do poder. Niall Ferguson explicou isso em “A Grande Degeneração”, Karsten e Beckman em “Além da Democracia” e Hans-Hermann Hoppe em “Democracia, o Deus Que Falhou”.
Até que isso mude, políticos ruins serão substituídos por políticos piores. Exceções são raras. Isso não é acidente, mas a consequência inevitável. Essa não é uma postura derrotista. É uma visão realista. Não estou dizendo que está tudo perdido e que nada vale a pena. Ao contrário: afirmo que a vida é maravilhosa, cheia de possibilidades e que o progresso abriu inúmeras oportunidades de felicidade e realização pessoal – mas isso depende principalmente da ação individual. A política é apenas um instrumento – incompleto, imperfeito e sempre injusto. Não podemos depender dele.
Não dependa da política, dos políticos ou do Estado para nada. Construa sua vida, se desenvolva, cuide de sua família e proteja seus direitos de todas as formas possíveis. Acima de tudo, não transforme a frustração com a política em uma intolerância que vai encher a vida de rancor e ressentimento.
Nosso grande poder não está no voto, como os políticos querem nos fazer acreditar. Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações. Apesar de tudo – apesar dos políticos – é possível prosperar e ser feliz, exercendo de forma consciente as faculdades que nos foram dadas por Deus.
Na política, nossas escolhas serão sempre pela alternativa menos ruim. As escolhas que fazemos em nossas vidas devem ser exatamente o contrário.
Fonte: MOTTA Roberto. O fim da política. https://revistaoeste.com/revista/edicao-319/o-fim-da-politica/