Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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O texto a seguir é referência para a questão
O trabalho como princípio educativo
Compreender a relação indissociável entre trabalho, ciência, tecnologia e cultura significa compreender o trabalho como princípio educativo, o que não significa “aprender fazendo”, nem é sinônimo de formar para o exercício do trabalho. Considerar o trabalho como princípio educativo equivale dizer que o ser humano é produtor de sua realidade e, por isso, se apropria dela e pode transformá-la. Equivale dizer, ainda, que nós somos sujeitos de nossa história e de nossa realidade. Em síntese, o trabalho é a primeira mediação entre o homem e a realidade material e social.
O trabalho também se constitui como prática econômica, obviamente porque nós garantimos nossa existência, produzindo riquezas e satisfazendo necessidades. Na sociedade moderna a relação econômica vai se tornando fundamento da profissionalização. Mas, sob a perspectiva da integração entre trabalho, ciência e cultura, a profissionalização se opõe à simples a formação para o mercado de trabalho. Antes, ela incorpora valores éticos-políticos e conteúdos históricos e científicos que caracterizam a práxis humana.
Portanto, formar profissionalmente não é preparar exclusivamente para o exercício do trabalho, mas é proporcionar a compreensão das dinâmicas socioprodutivas das sociedades modernas, com as suas conquistas e os seus revezes, e também habilitar as pessoas para o exercício autônomo e crítico de profissões, sem nunca se esgotar a elas.
Disponível em: https://www.gov.br. Adaptado.
O texto a seguir é referência para a questão
Em 10 de dezembro de 1987, Londrina foi palco de um evento que entraria para a história policial brasileira: o assalto com o maior número de reféns já registrados no país. Sete homens armados invadiram a agência do Banestado, exigindo uma montanha de 30 milhões de cruzados e, no processo, mantiveram mais de 300 pessoas reféns.
Essa é a história que o diretor José Eduardo Belmonte decidiu contar em Assalto à Brasileira, filme que adapta um dos capítulos policiais mais bizarros do país. O longa não perde tempo com introduções prolixas; rapidamente somos jogados no olho do furacão, acompanhando Paulo (Murilo Benício), um jornalista recém-demitido que vai à agência buscar sua rescisão, e Moreno (Christian Malheiros), o líder do assalto. Os motivos dos criminosos são contextualizados pela crise econômica da época, mas o filme prefere a ação imediata a longas explicações.
Benício é o grande destaque do longa. Ele entrega uma atuação fantástica, um equilíbrio entre a tensão, a comédia e a malandragem do personagem em cada cena, seja no desespero inicial ou nas negociações com a polícia. Contudo, o foco não recai apenas sobre o ator. Quase todo o elenco entrega performances memoráveis. Muitos dos reféns roubam a cena com reações cômicas diante do absurdo, e a química entre os assaltantes é um acerto cirúrgico; suas interações fazem o público se divertir, como se tivessem reunido “Os Trapalhões” para executar um grande assalto. […]
Outro ponto técnico que merece destaque é a direção de arte e a fotografia. Trabalhando com um espaço limitado – o banco assaltado em questão –, a equipe constrói uma ambientação incrivelmente fiel à década de 80, desde a redação da Folha de Londrina até a multidão histérica do lado de fora. […]
Disponível em: https://www.omelete.com.br/.
O texto a seguir é referência para a questão
Em 10 de dezembro de 1987, Londrina foi palco de um evento que entraria para a história policial brasileira: o assalto com o maior número de reféns já registrados no país. Sete homens armados invadiram a agência do Banestado, exigindo uma montanha de 30 milhões de cruzados e, no processo, mantiveram mais de 300 pessoas reféns.
Essa é a história que o diretor José Eduardo Belmonte decidiu contar em Assalto à Brasileira, filme que adapta um dos capítulos policiais mais bizarros do país. O longa não perde tempo com introduções prolixas; rapidamente somos jogados no olho do furacão, acompanhando Paulo (Murilo Benício), um jornalista recém-demitido que vai à agência buscar sua rescisão, e Moreno (Christian Malheiros), o líder do assalto. Os motivos dos criminosos são contextualizados pela crise econômica da época, mas o filme prefere a ação imediata a longas explicações.
Benício é o grande destaque do longa. Ele entrega uma atuação fantástica, um equilíbrio entre a tensão, a comédia e a malandragem do personagem em cada cena, seja no desespero inicial ou nas negociações com a polícia. Contudo, o foco não recai apenas sobre o ator. Quase todo o elenco entrega performances memoráveis. Muitos dos reféns roubam a cena com reações cômicas diante do absurdo, e a química entre os assaltantes é um acerto cirúrgico; suas interações fazem o público se divertir, como se tivessem reunido “Os Trapalhões” para executar um grande assalto. […]
Outro ponto técnico que merece destaque é a direção de arte e a fotografia. Trabalhando com um espaço limitado – o banco assaltado em questão –, a equipe constrói uma ambientação incrivelmente fiel à década de 80, desde a redação da Folha de Londrina até a multidão histérica do lado de fora. […]
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Júlia caminhava pela sala quando ouviu um barulho vindo da cozinha: — CRASH!
Ela correu até lá e encontrou uma panela caída no chão. — Nossa! Que susto! — exclamou. O gato, sentado ao lado da panela, apenas observava a cena.
Considerando os recursos linguísticos empregados no trecho, assinale V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.
( ) “CRASH!” funciona como onomatopeia, pois procura representar linguisticamente um som produzido na situação narrada.
( ) “Nossa!” funciona como interjeição e, no contexto, contribui para expressar a reação de surpresa e susto de Júlia.
( ) Onomatopeias e interjeições desempenham necessariamente a mesma função: ambas representam sons produzidos por objetos ou animais.
( ) Se a expressão “Nossa!” fosse retirada do trecho, nenhuma informação relacionada à reação emocional de Júlia seria afetada, pois interjeições não contribuem para a construção do sentido.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Leia a situação apresentada no quadrinho a seguir.

Considerando a relação entre a linguagem verbal e os elementos da situação apresentada, o humor do quadrinho é construído principalmente porque:
“em outros dias, o vaso aparecia em um ponto mais protegido do sol forte”,
considerando o sentido da palavra destacada no contexto, assinale a alternativa em que aparece um antônimo adequado de “protegido”.
I. No início da narrativa, o banco da praça fazia parte do caminho habitual de Antônio, mas não despertava especialmente sua atenção.
II. Antônio começou a cuidar da planta porque recebeu pessoalmente de quem a deixou no banco a responsabilidade de regá-la diariamente.
III. O fato de Antônio encontrar a terra ainda úmida em certa manhã permite concluir que outra pessoa também havia realizado um cuidado com a planta.
IV. O segundo bilhete apresenta uma frase cujo sentido pode ser relacionado tanto ao florescimento da planta quanto à experiência de cuidado compartilhado construída ao longo da narrativa.
Está correto o que se afirma em:
“Uma casa com cachorro é um lar feliz.”
Assinale a alternativa que apresenta uma interpretação adequada do sentido da frase.
Texto CG1A1
A corrida pela exploração dos chamados minerais críticos à transição energética acentua os conflitos socioambientais existentes no setor mineral brasileiro. Esses elementos naturais são necessários para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono e a produção de componentes utilizados na fabricação de baterias, veículos elétricos, painéis solares, turbinas eólicas, entre outros itens. Além disso, eles também são aplicados majoritariamente em atividades não relacionadas com a transição energética.
No total, 101 mil pessoas em 15 estados foram impactadas pela extração de minerais da transição, que desencadeou 380 confrontos no país entre 2020 e 2023. A Amazônia Legal, composta por nove estados brasileiros, foi a região com mais disputas, concentrando 46,3% das ocorrências.
Um dos autores das pesquisas, o geógrafo Luiz Jardim Wanderley, da Universidade Federal Fluminense (UFF), esclarece que são consideradas conflitos as reações dos atingidos pelos impactos socioambientais e pelas situações de violência, que incluem trabalho em condições análogas à escravidão, estupros, acidentes, ameaças, tentativas de assassinato e mortes.
Os conflitos identificados nesse levantamento podem se sobrepor. O tipo mais prevalente abarca disputas pelo uso da terra, que abrangeram 59,2% das ocorrências, seguidas de embates relativos a acesso à água (39,4%), problemas de saúde (16,4%) e questões trabalhistas (12,4%), explica Wanderley. Entre os minerais utilizados na produção de componentes necessários à transição energética, o cobre e a bauxita foram os que provocaram mais danos, com 25,3% das ocorrências cada um deles. Ao mesmo tempo, esses elementos apresentaram valorização no mercado entre 2020 e 2023. “Os dados sugerem que há uma correlação entre a intensidade da extração do mineral, seu valor de venda e a incidência de conflitos”, diz.
Texto CG1A1
A corrida pela exploração dos chamados minerais críticos à transição energética acentua os conflitos socioambientais existentes no setor mineral brasileiro. Esses elementos naturais são necessários para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono e a produção de componentes utilizados na fabricação de baterias, veículos elétricos, painéis solares, turbinas eólicas, entre outros itens. Além disso, eles também são aplicados majoritariamente em atividades não relacionadas com a transição energética.
No total, 101 mil pessoas em 15 estados foram impactadas pela extração de minerais da transição, que desencadeou 380 confrontos no país entre 2020 e 2023. A Amazônia Legal, composta por nove estados brasileiros, foi a região com mais disputas, concentrando 46,3% das ocorrências.
Um dos autores das pesquisas, o geógrafo Luiz Jardim Wanderley, da Universidade Federal Fluminense (UFF), esclarece que são consideradas conflitos as reações dos atingidos pelos impactos socioambientais e pelas situações de violência, que incluem trabalho em condições análogas à escravidão, estupros, acidentes, ameaças, tentativas de assassinato e mortes.
Os conflitos identificados nesse levantamento podem se sobrepor. O tipo mais prevalente abarca disputas pelo uso da terra, que abrangeram 59,2% das ocorrências, seguidas de embates relativos a acesso à água (39,4%), problemas de saúde (16,4%) e questões trabalhistas (12,4%), explica Wanderley. Entre os minerais utilizados na produção de componentes necessários à transição energética, o cobre e a bauxita foram os que provocaram mais danos, com 25,3% das ocorrências cada um deles. Ao mesmo tempo, esses elementos apresentaram valorização no mercado entre 2020 e 2023. “Os dados sugerem que há uma correlação entre a intensidade da extração do mineral, seu valor de venda e a incidência de conflitos”, diz.
Texto CG1A1
A corrida pela exploração dos chamados minerais críticos à transição energética acentua os conflitos socioambientais existentes no setor mineral brasileiro. Esses elementos naturais são necessários para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono e a produção de componentes utilizados na fabricação de baterias, veículos elétricos, painéis solares, turbinas eólicas, entre outros itens. Além disso, eles também são aplicados majoritariamente em atividades não relacionadas com a transição energética.
No total, 101 mil pessoas em 15 estados foram impactadas pela extração de minerais da transição, que desencadeou 380 confrontos no país entre 2020 e 2023. A Amazônia Legal, composta por nove estados brasileiros, foi a região com mais disputas, concentrando 46,3% das ocorrências.
Um dos autores das pesquisas, o geógrafo Luiz Jardim Wanderley, da Universidade Federal Fluminense (UFF), esclarece que são consideradas conflitos as reações dos atingidos pelos impactos socioambientais e pelas situações de violência, que incluem trabalho em condições análogas à escravidão, estupros, acidentes, ameaças, tentativas de assassinato e mortes.
Os conflitos identificados nesse levantamento podem se sobrepor. O tipo mais prevalente abarca disputas pelo uso da terra, que abrangeram 59,2% das ocorrências, seguidas de embates relativos a acesso à água (39,4%), problemas de saúde (16,4%) e questões trabalhistas (12,4%), explica Wanderley. Entre os minerais utilizados na produção de componentes necessários à transição energética, o cobre e a bauxita foram os que provocaram mais danos, com 25,3% das ocorrências cada um deles. Ao mesmo tempo, esses elementos apresentaram valorização no mercado entre 2020 e 2023. “Os dados sugerem que há uma correlação entre a intensidade da extração do mineral, seu valor de venda e a incidência de conflitos”, diz.
I- Rebater o suporte da internet como um possível norte para orientar a escolha do líder.
II- Mostrar a relevância da liderança, sem negar a necessidade de monitorar quem tem muitos seguidores.
III- Questionar a pressão por uma liderança, dado o perigo latente de provocar polarização.
IV- Ressaltar, apoiado em pesquisa, que não é novidade a influência de um indivíduo sobre os outros.
V- Problematizar o desconhecimento dos indivíduos sobre os diferentes tipos de liderança.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- O conflito entre os poderes e a desconfiança em relação às instituições.
II- O adiamento e também o isolamento das decisões.
III- O autoritarismo do poder judiciário.
IV- O improviso na resolução dos problemas.
V- Ainterferência de empresários nas reformas políticas.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Dados os fragmentos abaixo, retirados do segundo parágrafo, analise o sentido que se depreende da combinação das orações.
I- “Janeiro é mês de recesso, transição administrativa e expectativas difusas. // Mas também é quando problemas acumulados transbordam”.
II- “O novo ano [...]. Herda a mais grave crise institucional desde o golpe militar de 1964 — uma crise que não eclodiu de repente, // mas que vem se avolumando ao longo deste século, alimentada por tensões sucessivas entre os poderes [...] e por um modelo de governança que há muito dá sinais de esgotamento”.
O sentido viabilizado pelo uso do MAS TAMBÉM, em (I), e do MAS, em (II) é de:
I- Ao referir-se ao “barulhar” do trem, a autora alude não só ao ruído que emerge do atrito com a linha férrea, mas a toda agitação resultante da mistura de ações realizadas naquele recinto.
II- O 1º parágrafo é descritivo-narrativo, e mostra a difícil realidade vivida por muitos trabalhadores durante o percurso de casa para o trabalho no trem: superlotação, violência, pobreza, alvoroço e diferentes práticas sociais e culturais das.
III- O 1º parágrafo denuncia a vida precária do personagem central da narrativa, Ardoca, representada na tensão vivida por ele – o ruído do trem e tudo que o cerca cotidianamente –, situação que justifica o ato de desistir da vida, descrito no 2º parágrafo
IV- A descrição, no 3º parágrafo, da atitude do personagem que finge socorrer Ardoca, tem como propósito mostrar o perigo das amizades e a indiferença ao sofrimento do próximo como uma atitude generalizada no subúrbio.
V- O texto inicia e finaliza fazendo alusão ao barulho e a recorrência a termos da mesma esfera semântica, como: gritos, vozes, brados, entre outros, além de promover a unidade temática, consolida uma simbologia expressa na narrativa – a ideia de continuidade, repetição, rotina, e a perda de sentido existencial do personagem Ardoca.
É CORRETO o que se afirma em:
Leia o Texto III para responder à questão.
Texto III - Dona Anésia

Fonte: http://www.willtirando.com.br/anesia-324/ .Acesso em: 21 abr. 2026.
Leia o Texto III para responder à questão.
Texto III - Dona Anésia

Fonte: http://www.willtirando.com.br/anesia-324/ .Acesso em: 21 abr. 2026.
Leia o Texto III para responder à questão.
Texto III - Dona Anésia

Fonte: http://www.willtirando.com.br/anesia-324/ .Acesso em: 21 abr. 2026.