Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4403775 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Assinale a alternativa em que há emprego de linguagem figurada.  
Alternativas
Q4403774 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Assinale a alternativa em que o termo em destaque pode ser substituído pelo termo entre parêntesis sem alteração de sentido.  
Alternativas
Q4403773 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Leia o trecho a seguir.
“Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.”
As conjunções em destaque no trecho estabelecem, respectivamente, relações de
Alternativas
Q4403772 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, uma passagem com marcas de subjetividade e uma passagem com informação baseada em dados e pesquisas.
Alternativas
Q4403771 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Releia o trecho a seguir.
“O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor.”

Nesse trecho, o uso do sinal de pontuação travessão tem como função
Alternativas
Q4403770 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Com relação aos argumentos utilizados para defender o ponto de vista dos autores, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q4403769 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Qual é a ideia central defendida pelo texto?
Alternativas
Q4403722 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, uma passagem com marcas de subjetividade e uma passagem com informação baseada em dados e pesquisas.
Alternativas
Q4403720 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Com relação aos argumentos utilizados para defender o ponto de vista dos autores, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q4403719 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Qual é a ideia central defendida pelo texto?
Alternativas
Q4403623 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Leia o trecho a seguir.
“Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.”

As conjunções em destaque no trecho estabelecem, respectivamente, relações de
Alternativas
Q4403622 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, uma passagem com marcas de subjetividade e uma passagem com informação baseada em dados e pesquisas.
Alternativas
Q4403620 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Com relação aos argumentos utilizados para defender o ponto de vista dos autores, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q4403619 Português
Musculação realmente pode ajudar a viver mais?

Fazer entre 90 minutos e duas horas de musculação por semana pode reduzir significativamente o risco de morte precoce, de acordo com uma nova pesquisa.

Dados reunidos a partir de estudos de longa duração sugerem que a prática regular de treino de força no longo prazo pode reduzir de forma significativa a probabilidade de morte por doenças cardíacas e derrames. Os benefícios também incluíram a redução do risco de morte por doenças neurológicas.

Especialistas afirmaram que isso constitui mais uma evidência de que o treino de força pode ajudar a prevenir ou adiar problemas de saúde e pode aliviar a pressão sobre serviços de saúde sobrecarregados.

Kate Hogarth tem apenas 28 anos, mas já pensa em como se manter saudável para desfrutar de seu futuro. Ela gosta de treinar com pesos e do aumento da autoestima que isso lhe proporciona no presente — mas também reconhece os benefícios de longo prazo para a saúde.

“Quero ser independente mais tarde na vida. Existem muitos estudos que mostram todos os benefícios do treino de força, para a saúde cardiovascular, músculos, ossos e saúde mental”, diz ela. “Quero poder viajar pelo mundo quando tiver 70, 80 e 90 anos e quero poder pegar meus netos no colo e brincar com eles, e ter esse nível de independência é muito importante.”

O sistema britânico de saúde (NHS, na sigla em inglês) afirma que a atividade aeróbica regular pode reduzir o risco de doenças cardíacas, derrames e diabetes tipo 2, além de reduzir o estresse e aumentar a autoestima.

Mas o que tem sido menos claro é o papel que a musculação pode desempenhar na redução do risco de morte. Isso está começando a mudar.

Pesquisadores que publicaram um artigo no British Journal of Sports Medicine analisaram dados de três estudos envolvendo 147.374 homens e mulheres com mais de 30 anos. Eles constataram que aqueles que praticavam musculação consistentemente entre 90 minutos e duas horas por semana reduziram o risco de morte prematura por qualquer causa em 13%.

O risco de morte por doença cardiovascular — como ataque cardíaco ou derrame, por exemplo — foi 19% menor. Para morte causada por doença neurológica — como demência, por exemplo — a redução foi ainda maior, de 27%.

Os pesquisadores concluíram que os “menores riscos” foram observados entre aqueles que realizavam níveis elevados tanto de exercício aeróbico quanto de treino de força.

Entre essas pessoas mais ativas, que faziam muitas horas de exercícios aeróbicos por semana, o risco de morte precoce por qualquer causa caiu em até 58%. [...]

HUGHES, Dominic; HITCHEN, Lesley; GOVAN, James. Musculação realmente pode ajudar a viver mais? BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ clypj6jl5xpo. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Qual é a ideia central defendida pelo texto? 
Alternativas
Q4403364 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Nazinha

No meio da noite comum do jornal um colega de redação perguntou-me:

– Quinze anos – é menina ou senhorita?

Estava redigindo uma nota social e me propunha esse problema simples.

– Senhorita.

Ele ficou meio em dúvida e eu argumentei:

– Põe senhorita. Mocinha de quinze anos fica toda contente quando o jornal chama de senhorita...

Mas ele explicou:

– Essa, coitada, não vai ficar contente. É um falecimento...

E pôs “senhorita”. E continuou a noite comum de jornal. Nem sei explicar por que pensei nisso no meu caminho de sempre, depois do trabalho, na rua vazia, de madrugada. Menina ou senhorita? Senti de repente uma pena gratuita daquela mocinha que morrera. Nem me dera ao trabalho de perguntar seu nome. Entretanto ali estava comovido... Oh!, Senhor, o Diabo carregue as meninas e senhoritas, e que elas morram aos quinze anos, se julgarem conveniente! Pensei vagamente assim, mas a lembrança daquele diálogo perdido na rotina do serviço de redação insistia em me comover. Senti simpatia pelo meu companheiro de trabalho por causa de sua expressão:

– Essa, coitada...

Bom sujeito, o Viana. E fiquei imaginando que no dia seguinte poderia ler no jornal o nome da mocinha e de seus pais. E que talvez um dia por acaso, eu conhecesse esses pais. Ele seria um senhor de uns quarenta e cinco anos, moreno, bigodes mal cuidados, a cara magra, os cabelos grisalhos. Ela seria uma senhora de quarenta e um anos, ou apenas trinta e oito anos, vagamente loura, os olhos parados, a cara triste, talvez um pouco gorda, de luto, muito religiosa, meio espírita depois da morte da filha. E então eu lhes contaria que me lembrava bem dessa morte, e contaria a conversa da redação – mentindo talvez um pouco, inventando uma conversa mais comovida, para ser delicado. E eles chamariam a outra irmã, uma garota de seis ou sete anos, os olhos claros, e lhe diriam que fosse lá dentro buscar os retratos de Iná – poderia ser Iná, talvez com o apelido de Nazinha, o nome da filha morta. E viriam dois retratos: um aos treze anos, na janela da casa, rindo, outro aos nove anos, com a irmãzinha ao colo, muito séria. E então a mãe diria que só tinham aqueles dois retratos – que pena! – e que gostava mais daquele dos nove anos:

– Não é, Alfredo? Está mais com o jeitinho dela...

O Sr. Alfredo concordaria mudamente e eu me sentiria ali inútil, sem saber o que dizer, e iria embora. E talvez, depois que eu saísse, a mulher dissesse ao marido:

– Parece ser boa pessoa...

(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas, 2001)

Na passagem “E fiquei imaginando que no dia seguinte poderia ler no jornal o nome da mocinha e de seus pais. E que talvez um dia por acaso, eu conhecesse esses pais.” (11º parágrafo), o trecho destacado admite, de acordo com a norma-padrão e com o sentido original, a reescrita:
Alternativas
Q4403362 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Nazinha

No meio da noite comum do jornal um colega de redação perguntou-me:

– Quinze anos – é menina ou senhorita?

Estava redigindo uma nota social e me propunha esse problema simples.

– Senhorita.

Ele ficou meio em dúvida e eu argumentei:

– Põe senhorita. Mocinha de quinze anos fica toda contente quando o jornal chama de senhorita...

Mas ele explicou:

– Essa, coitada, não vai ficar contente. É um falecimento...

E pôs “senhorita”. E continuou a noite comum de jornal. Nem sei explicar por que pensei nisso no meu caminho de sempre, depois do trabalho, na rua vazia, de madrugada. Menina ou senhorita? Senti de repente uma pena gratuita daquela mocinha que morrera. Nem me dera ao trabalho de perguntar seu nome. Entretanto ali estava comovido... Oh!, Senhor, o Diabo carregue as meninas e senhoritas, e que elas morram aos quinze anos, se julgarem conveniente! Pensei vagamente assim, mas a lembrança daquele diálogo perdido na rotina do serviço de redação insistia em me comover. Senti simpatia pelo meu companheiro de trabalho por causa de sua expressão:

– Essa, coitada...

Bom sujeito, o Viana. E fiquei imaginando que no dia seguinte poderia ler no jornal o nome da mocinha e de seus pais. E que talvez um dia por acaso, eu conhecesse esses pais. Ele seria um senhor de uns quarenta e cinco anos, moreno, bigodes mal cuidados, a cara magra, os cabelos grisalhos. Ela seria uma senhora de quarenta e um anos, ou apenas trinta e oito anos, vagamente loura, os olhos parados, a cara triste, talvez um pouco gorda, de luto, muito religiosa, meio espírita depois da morte da filha. E então eu lhes contaria que me lembrava bem dessa morte, e contaria a conversa da redação – mentindo talvez um pouco, inventando uma conversa mais comovida, para ser delicado. E eles chamariam a outra irmã, uma garota de seis ou sete anos, os olhos claros, e lhe diriam que fosse lá dentro buscar os retratos de Iná – poderia ser Iná, talvez com o apelido de Nazinha, o nome da filha morta. E viriam dois retratos: um aos treze anos, na janela da casa, rindo, outro aos nove anos, com a irmãzinha ao colo, muito séria. E então a mãe diria que só tinham aqueles dois retratos – que pena! – e que gostava mais daquele dos nove anos:

– Não é, Alfredo? Está mais com o jeitinho dela...

O Sr. Alfredo concordaria mudamente e eu me sentiria ali inútil, sem saber o que dizer, e iria embora. E talvez, depois que eu saísse, a mulher dissesse ao marido:

– Parece ser boa pessoa...

(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas, 2001)

Assinale a alternativa em que a reescrita de passagem do texto atende à norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q4403359 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Nazinha

No meio da noite comum do jornal um colega de redação perguntou-me:

– Quinze anos – é menina ou senhorita?

Estava redigindo uma nota social e me propunha esse problema simples.

– Senhorita.

Ele ficou meio em dúvida e eu argumentei:

– Põe senhorita. Mocinha de quinze anos fica toda contente quando o jornal chama de senhorita...

Mas ele explicou:

– Essa, coitada, não vai ficar contente. É um falecimento...

E pôs “senhorita”. E continuou a noite comum de jornal. Nem sei explicar por que pensei nisso no meu caminho de sempre, depois do trabalho, na rua vazia, de madrugada. Menina ou senhorita? Senti de repente uma pena gratuita daquela mocinha que morrera. Nem me dera ao trabalho de perguntar seu nome. Entretanto ali estava comovido... Oh!, Senhor, o Diabo carregue as meninas e senhoritas, e que elas morram aos quinze anos, se julgarem conveniente! Pensei vagamente assim, mas a lembrança daquele diálogo perdido na rotina do serviço de redação insistia em me comover. Senti simpatia pelo meu companheiro de trabalho por causa de sua expressão:

– Essa, coitada...

Bom sujeito, o Viana. E fiquei imaginando que no dia seguinte poderia ler no jornal o nome da mocinha e de seus pais. E que talvez um dia por acaso, eu conhecesse esses pais. Ele seria um senhor de uns quarenta e cinco anos, moreno, bigodes mal cuidados, a cara magra, os cabelos grisalhos. Ela seria uma senhora de quarenta e um anos, ou apenas trinta e oito anos, vagamente loura, os olhos parados, a cara triste, talvez um pouco gorda, de luto, muito religiosa, meio espírita depois da morte da filha. E então eu lhes contaria que me lembrava bem dessa morte, e contaria a conversa da redação – mentindo talvez um pouco, inventando uma conversa mais comovida, para ser delicado. E eles chamariam a outra irmã, uma garota de seis ou sete anos, os olhos claros, e lhe diriam que fosse lá dentro buscar os retratos de Iná – poderia ser Iná, talvez com o apelido de Nazinha, o nome da filha morta. E viriam dois retratos: um aos treze anos, na janela da casa, rindo, outro aos nove anos, com a irmãzinha ao colo, muito séria. E então a mãe diria que só tinham aqueles dois retratos – que pena! – e que gostava mais daquele dos nove anos:

– Não é, Alfredo? Está mais com o jeitinho dela...

O Sr. Alfredo concordaria mudamente e eu me sentiria ali inútil, sem saber o que dizer, e iria embora. E talvez, depois que eu saísse, a mulher dissesse ao marido:

– Parece ser boa pessoa...

(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas, 2001)

Na passagem “Senti de repente uma pena gratuita daquela mocinha que morrera. Nem me dera ao trabalho de perguntar seu nome. Entretanto ali estava comovido...” (9º parágrafo), as expressões destacadas podem ser substituídas, em conformidade com a norma-padrão e com o sentido original, respectivamente, por:
Alternativas
Q4403358 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Nazinha

No meio da noite comum do jornal um colega de redação perguntou-me:

– Quinze anos – é menina ou senhorita?

Estava redigindo uma nota social e me propunha esse problema simples.

– Senhorita.

Ele ficou meio em dúvida e eu argumentei:

– Põe senhorita. Mocinha de quinze anos fica toda contente quando o jornal chama de senhorita...

Mas ele explicou:

– Essa, coitada, não vai ficar contente. É um falecimento...

E pôs “senhorita”. E continuou a noite comum de jornal. Nem sei explicar por que pensei nisso no meu caminho de sempre, depois do trabalho, na rua vazia, de madrugada. Menina ou senhorita? Senti de repente uma pena gratuita daquela mocinha que morrera. Nem me dera ao trabalho de perguntar seu nome. Entretanto ali estava comovido... Oh!, Senhor, o Diabo carregue as meninas e senhoritas, e que elas morram aos quinze anos, se julgarem conveniente! Pensei vagamente assim, mas a lembrança daquele diálogo perdido na rotina do serviço de redação insistia em me comover. Senti simpatia pelo meu companheiro de trabalho por causa de sua expressão:

– Essa, coitada...

Bom sujeito, o Viana. E fiquei imaginando que no dia seguinte poderia ler no jornal o nome da mocinha e de seus pais. E que talvez um dia por acaso, eu conhecesse esses pais. Ele seria um senhor de uns quarenta e cinco anos, moreno, bigodes mal cuidados, a cara magra, os cabelos grisalhos. Ela seria uma senhora de quarenta e um anos, ou apenas trinta e oito anos, vagamente loura, os olhos parados, a cara triste, talvez um pouco gorda, de luto, muito religiosa, meio espírita depois da morte da filha. E então eu lhes contaria que me lembrava bem dessa morte, e contaria a conversa da redação – mentindo talvez um pouco, inventando uma conversa mais comovida, para ser delicado. E eles chamariam a outra irmã, uma garota de seis ou sete anos, os olhos claros, e lhe diriam que fosse lá dentro buscar os retratos de Iná – poderia ser Iná, talvez com o apelido de Nazinha, o nome da filha morta. E viriam dois retratos: um aos treze anos, na janela da casa, rindo, outro aos nove anos, com a irmãzinha ao colo, muito séria. E então a mãe diria que só tinham aqueles dois retratos – que pena! – e que gostava mais daquele dos nove anos:

– Não é, Alfredo? Está mais com o jeitinho dela...

O Sr. Alfredo concordaria mudamente e eu me sentiria ali inútil, sem saber o que dizer, e iria embora. E talvez, depois que eu saísse, a mulher dissesse ao marido:

– Parece ser boa pessoa...

(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas, 2001)

As passagens “Estava redigindo uma nota social e me propunha esse problema simples.” (3º parágrafo) e “Oh!, Senhor, o Diabo carregue as meninas e senhoritas, e que elas morram aos quinze anos, se julgarem conveniente!” (9º parágrafo) permitem entender, correta e respectivamente, que o narrador
Alternativas
Q4403357 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Nazinha

No meio da noite comum do jornal um colega de redação perguntou-me:

– Quinze anos – é menina ou senhorita?

Estava redigindo uma nota social e me propunha esse problema simples.

– Senhorita.

Ele ficou meio em dúvida e eu argumentei:

– Põe senhorita. Mocinha de quinze anos fica toda contente quando o jornal chama de senhorita...

Mas ele explicou:

– Essa, coitada, não vai ficar contente. É um falecimento...

E pôs “senhorita”. E continuou a noite comum de jornal. Nem sei explicar por que pensei nisso no meu caminho de sempre, depois do trabalho, na rua vazia, de madrugada. Menina ou senhorita? Senti de repente uma pena gratuita daquela mocinha que morrera. Nem me dera ao trabalho de perguntar seu nome. Entretanto ali estava comovido... Oh!, Senhor, o Diabo carregue as meninas e senhoritas, e que elas morram aos quinze anos, se julgarem conveniente! Pensei vagamente assim, mas a lembrança daquele diálogo perdido na rotina do serviço de redação insistia em me comover. Senti simpatia pelo meu companheiro de trabalho por causa de sua expressão:

– Essa, coitada...

Bom sujeito, o Viana. E fiquei imaginando que no dia seguinte poderia ler no jornal o nome da mocinha e de seus pais. E que talvez um dia por acaso, eu conhecesse esses pais. Ele seria um senhor de uns quarenta e cinco anos, moreno, bigodes mal cuidados, a cara magra, os cabelos grisalhos. Ela seria uma senhora de quarenta e um anos, ou apenas trinta e oito anos, vagamente loura, os olhos parados, a cara triste, talvez um pouco gorda, de luto, muito religiosa, meio espírita depois da morte da filha. E então eu lhes contaria que me lembrava bem dessa morte, e contaria a conversa da redação – mentindo talvez um pouco, inventando uma conversa mais comovida, para ser delicado. E eles chamariam a outra irmã, uma garota de seis ou sete anos, os olhos claros, e lhe diriam que fosse lá dentro buscar os retratos de Iná – poderia ser Iná, talvez com o apelido de Nazinha, o nome da filha morta. E viriam dois retratos: um aos treze anos, na janela da casa, rindo, outro aos nove anos, com a irmãzinha ao colo, muito séria. E então a mãe diria que só tinham aqueles dois retratos – que pena! – e que gostava mais daquele dos nove anos:

– Não é, Alfredo? Está mais com o jeitinho dela...

O Sr. Alfredo concordaria mudamente e eu me sentiria ali inútil, sem saber o que dizer, e iria embora. E talvez, depois que eu saísse, a mulher dissesse ao marido:

– Parece ser boa pessoa...

(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas, 2001)

 O narrador deixa claro que o falecimento da mocinha
Alternativas
Q4403355 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.


            (Cartunista Alexandre Beck. Em: https://www.instagram.com.

                                                         Acesso em: 20.08.2026)

Em relação ao que veem na TV, o menino e o adulto demonstram, respectivamente:
Alternativas
Respostas
601: D
602: C
603: A
604: C
605: D
606: A
607: E
608: C
609: A
610: E
611: A
612: C
613: A
614: E
615: A
616: B
617: C
618: E
619: B
620: A