Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Ano: 2026 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura de Guarabira - PB Provas: CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Agente Fiscal de Tributos | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquiteto e Urbanista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquivista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Assistente Social | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor de Controle Interno | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor Fiscal de Tributos Municipais | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Biomquímico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Educador Físico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Enfermeiro 40h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Engenheiro Civil | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Reumatologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Socorrista 24h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Veterinário | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Nutricionista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontológo Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Procurador Municipal | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Programador | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Psicólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Farmacêutico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fisioterapeuta | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fonoaudiólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Cardiologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Gastroenterologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Mastologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neurologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neuropediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico PSF | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Terapeuta Ocupacional |
Q4404768 Português

Leia o Texto II para responder à questão.

Texto II

Insônia

(Capital Inicial)

Meus olhos podem ver você, mas eles não enxergam

Perdido no relógio, um segundo que não quer passar

O travesseiro acorda e ri enquanto eu conto os dedos

E os cabelos que arranquei de tanto desejar

Dormir como uma pedra

Ter sonhos no chão

Eternamente ao som do mar azul e céu profundo

Morfeu deitou, adormeceu e esqueceu de mim

Metade do planeta no escuro abandona o dia

E eu aqui anoiteci querendo ser assim

Dormir como uma pedra

Ter sonhos no chão

No quarto as paredes em silêncio me observam

Jogado pelos cantos como os livros que eu já li

Será que eu devo levantar e dirigir sem rumo

Será que o sono chega se eu fingir que não estou aqui

Fonte: CAPITAL INICIAL. Insônia. Compositores: Arnaldo Jose Lima Santos, Fernando de Ouro Preto. [S. l.]: Abril Music; Warner, 2022. 1 gravação sonora. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/capital-inicial/insonia.html. Acesso em: 20 abr. 2026

A partir da leitura global do Texto II, é possível afirmar que o eu lírico: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura de Guarabira - PB Provas: CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Agente Fiscal de Tributos | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquiteto e Urbanista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquivista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Assistente Social | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor de Controle Interno | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor Fiscal de Tributos Municipais | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Biomquímico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Educador Físico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Enfermeiro 40h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Engenheiro Civil | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Reumatologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Socorrista 24h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Veterinário | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Nutricionista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontológo Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Procurador Municipal | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Programador | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Psicólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Farmacêutico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fisioterapeuta | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fonoaudiólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Cardiologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Gastroenterologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Mastologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neurologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neuropediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico PSF | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Terapeuta Ocupacional |
Q4404767 Português

Leia o Texto II para responder à questão.

Texto II

Insônia

(Capital Inicial)

Meus olhos podem ver você, mas eles não enxergam

Perdido no relógio, um segundo que não quer passar

O travesseiro acorda e ri enquanto eu conto os dedos

E os cabelos que arranquei de tanto desejar

Dormir como uma pedra

Ter sonhos no chão

Eternamente ao som do mar azul e céu profundo

Morfeu deitou, adormeceu e esqueceu de mim

Metade do planeta no escuro abandona o dia

E eu aqui anoiteci querendo ser assim

Dormir como uma pedra

Ter sonhos no chão

No quarto as paredes em silêncio me observam

Jogado pelos cantos como os livros que eu já li

Será que eu devo levantar e dirigir sem rumo

Será que o sono chega se eu fingir que não estou aqui

Fonte: CAPITAL INICIAL. Insônia. Compositores: Arnaldo Jose Lima Santos, Fernando de Ouro Preto. [S. l.]: Abril Music; Warner, 2022. 1 gravação sonora. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/capital-inicial/insonia.html. Acesso em: 20 abr. 2026

No verso do Texto II “Meus olhos podem ver você, mas eles não enxergam”, o efeito de sentido decorre de: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura de Guarabira - PB Provas: CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Agente Fiscal de Tributos | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquiteto e Urbanista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquivista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Assistente Social | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor de Controle Interno | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor Fiscal de Tributos Municipais | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Biomquímico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Educador Físico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Enfermeiro 40h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Engenheiro Civil | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Reumatologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Socorrista 24h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Veterinário | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Nutricionista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontológo Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Procurador Municipal | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Programador | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Psicólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Farmacêutico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fisioterapeuta | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fonoaudiólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Cardiologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Gastroenterologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Mastologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neurologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neuropediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico PSF | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Terapeuta Ocupacional |
Q4404766 Português

Leia o Texto II para responder à questão.

Texto II

Insônia

(Capital Inicial)

Meus olhos podem ver você, mas eles não enxergam

Perdido no relógio, um segundo que não quer passar

O travesseiro acorda e ri enquanto eu conto os dedos

E os cabelos que arranquei de tanto desejar

Dormir como uma pedra

Ter sonhos no chão

Eternamente ao som do mar azul e céu profundo

Morfeu deitou, adormeceu e esqueceu de mim

Metade do planeta no escuro abandona o dia

E eu aqui anoiteci querendo ser assim

Dormir como uma pedra

Ter sonhos no chão

No quarto as paredes em silêncio me observam

Jogado pelos cantos como os livros que eu já li

Será que eu devo levantar e dirigir sem rumo

Será que o sono chega se eu fingir que não estou aqui

Fonte: CAPITAL INICIAL. Insônia. Compositores: Arnaldo Jose Lima Santos, Fernando de Ouro Preto. [S. l.]: Abril Music; Warner, 2022. 1 gravação sonora. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/capital-inicial/insonia.html. Acesso em: 20 abr. 2026

No trecho “Metade do planeta no escuro abandona o dia / E eu aqui anoiteci querendo ser assim”, o efeito de sentido é construído por meio de: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura de Guarabira - PB Provas: CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Agente Fiscal de Tributos | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquiteto e Urbanista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquivista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Assistente Social | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor de Controle Interno | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor Fiscal de Tributos Municipais | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Biomquímico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Educador Físico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Enfermeiro 40h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Engenheiro Civil | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Reumatologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Socorrista 24h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Veterinário | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Nutricionista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontológo Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Procurador Municipal | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Programador | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Psicólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Farmacêutico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fisioterapeuta | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fonoaudiólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Cardiologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Gastroenterologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Mastologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neurologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neuropediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico PSF | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Terapeuta Ocupacional |
Q4404765 Português

Leia o Texto II para responder à questão.

Texto II

Insônia

(Capital Inicial)

Meus olhos podem ver você, mas eles não enxergam

Perdido no relógio, um segundo que não quer passar

O travesseiro acorda e ri enquanto eu conto os dedos

E os cabelos que arranquei de tanto desejar

Dormir como uma pedra

Ter sonhos no chão

Eternamente ao som do mar azul e céu profundo

Morfeu deitou, adormeceu e esqueceu de mim

Metade do planeta no escuro abandona o dia

E eu aqui anoiteci querendo ser assim

Dormir como uma pedra

Ter sonhos no chão

No quarto as paredes em silêncio me observam

Jogado pelos cantos como os livros que eu já li

Será que eu devo levantar e dirigir sem rumo

Será que o sono chega se eu fingir que não estou aqui

Fonte: CAPITAL INICIAL. Insônia. Compositores: Arnaldo Jose Lima Santos, Fernando de Ouro Preto. [S. l.]: Abril Music; Warner, 2022. 1 gravação sonora. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/capital-inicial/insonia.html. Acesso em: 20 abr. 2026

No verso “O travesseiro acorda e ri enquanto eu conto os dedos”, observa-se o uso de um recurso expressivo que contribui para a construção do estado psicológico do eu lírico. Quanto ao uso de figuras de linguagem e a função da linguagem apresentada, há:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura de Guarabira - PB Provas: CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Agente Fiscal de Tributos | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquiteto e Urbanista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquivista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Assistente Social | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor de Controle Interno | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor Fiscal de Tributos Municipais | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Biomquímico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Educador Físico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Enfermeiro 40h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Engenheiro Civil | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Reumatologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Socorrista 24h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Veterinário | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Nutricionista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontológo Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Procurador Municipal | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Programador | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Psicólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Farmacêutico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fisioterapeuta | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fonoaudiólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Cardiologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Gastroenterologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Mastologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neurologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neuropediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico PSF | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Terapeuta Ocupacional |
Q4404761 Português

Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Especialistas alertam sobre os impactos dos distúrbios do sono na saúde mental

O alerta é reforçado no Dia Mundial do Sono, celebrado nesta sexta-feira, 13 de março

Problemas relacionados ao sono podem ter impactos diretos na saúde mental. Por essa razão, ter uma boa noite de sono é fundamental para o equilíbrio emocional e para o funcionamento adequado do organismo. Dormir mal pode provocar dificuldades de memória, falta de concentração, irritabilidade, desânimo e até tristeza, além de aumentar o risco de ansiedade e depressão. É o que explica o neurologista do Hospital Regional de Juazeiro (HRJ), complexo hospitalar vinculado ao Governo do Estado e administrado pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), Renato Leal. O alerta é reforçado no Dia Mundial do Sono, celebrado em 13 de março, data que chama atenção para a importância de uma boa noite de descanso.

De acordo com o especialista, diversos distúrbios podem comprometer a qualidade do sono. Entre os principais estão a insônia, caracterizada pela dificuldade para iniciar ou manter o sono; a hipersonia, marcada pelo excesso de sono durante o dia; e as parassonias, que incluem comportamentos anormais durante o sono, como sonambulismo, pesadelos e terror noturno. Também fazem parte desse grupo os distúrbios do ritmo circadiano, quando o relógio biológico fica desregulado, a síndrome das pernas inquietas e os distúrbios respiratórios do sono, como a apneia. “Muitas pessoas acreditam que dormir mal é normal ou que basta dormir mais no fim de semana para compensar noites ruins. No entanto, distúrbios do sono são condições médicas que podem e devem ser tratados”, explica o neurologista.

Segundo o psiquiatra do HRJ, Ricardo Nogueira, a saúde mental está diretamente ligada aos distúrbios do sono. O profissional esclarece que ter boas noites de sono, com tempo e qualidade preservados, é considerado um fator de neuroproteção para o cérebro, reduzindo a incidência de transtornos mentais e sintomas psíquicos de uma forma geral. “Os distúrbios do sono podem precipitar sintomas psiquiátricos e favorecer o desenvolvimento de transtornos mentais, mas o inverso também é verdadeiro: os transtornos mentais frequentemente produzem alterações importantes no sono. Trata-se, portanto, de uma relação bidirecional, ou seja, é uma via de mão dupla,” explica o especialista.

Ainda de acordo com o psiquiatra, diversos mecanismos ajudam a explicar como a má qualidade do sono prejudica a saúde mental. “A privação de sono pode causar desregulação emocional, alterações em neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina, e aumento do cortisol, intensificando a resposta ao estresse. Como consequência, há maior irritabilidade, ansiedade, prejuízos de memória e atenção, elevando a vulnerabilidade à depressão e outros transtornos mentais,” conclui.

Os profissionais de saúde orientam que, em caso de problemas relacionados ao sono, é importante buscar ajuda médica e evitar automedicação. 

Fonte: https://www.saude.ba.gov.br/2026/03/16/especialistas-alertam-sobre-os-impactos-dos-disturbios-do-sono-na-saude-mental/. Acesso em: 21 de abr. 2026.

No trecho do Texto I “Os distúrbios do sono podem precipitar sintomas psiquiátricos [...] mas o inverso também é verdadeiro”, o conectivo “mas” desempenha papel fundamental na organização argumentativa do enunciado.
Considerando seu valor semântico-discursivo no contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura de Guarabira - PB Provas: CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Agente Fiscal de Tributos | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquiteto e Urbanista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquivista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Assistente Social | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor de Controle Interno | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor Fiscal de Tributos Municipais | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Biomquímico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Educador Físico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Enfermeiro 40h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Engenheiro Civil | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Reumatologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Socorrista 24h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Veterinário | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Nutricionista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontológo Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Procurador Municipal | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Programador | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Psicólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Farmacêutico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fisioterapeuta | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fonoaudiólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Cardiologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Gastroenterologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Mastologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neurologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neuropediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico PSF | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Terapeuta Ocupacional |
Q4404760 Português

Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Especialistas alertam sobre os impactos dos distúrbios do sono na saúde mental

O alerta é reforçado no Dia Mundial do Sono, celebrado nesta sexta-feira, 13 de março

Problemas relacionados ao sono podem ter impactos diretos na saúde mental. Por essa razão, ter uma boa noite de sono é fundamental para o equilíbrio emocional e para o funcionamento adequado do organismo. Dormir mal pode provocar dificuldades de memória, falta de concentração, irritabilidade, desânimo e até tristeza, além de aumentar o risco de ansiedade e depressão. É o que explica o neurologista do Hospital Regional de Juazeiro (HRJ), complexo hospitalar vinculado ao Governo do Estado e administrado pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), Renato Leal. O alerta é reforçado no Dia Mundial do Sono, celebrado em 13 de março, data que chama atenção para a importância de uma boa noite de descanso.

De acordo com o especialista, diversos distúrbios podem comprometer a qualidade do sono. Entre os principais estão a insônia, caracterizada pela dificuldade para iniciar ou manter o sono; a hipersonia, marcada pelo excesso de sono durante o dia; e as parassonias, que incluem comportamentos anormais durante o sono, como sonambulismo, pesadelos e terror noturno. Também fazem parte desse grupo os distúrbios do ritmo circadiano, quando o relógio biológico fica desregulado, a síndrome das pernas inquietas e os distúrbios respiratórios do sono, como a apneia. “Muitas pessoas acreditam que dormir mal é normal ou que basta dormir mais no fim de semana para compensar noites ruins. No entanto, distúrbios do sono são condições médicas que podem e devem ser tratados”, explica o neurologista.

Segundo o psiquiatra do HRJ, Ricardo Nogueira, a saúde mental está diretamente ligada aos distúrbios do sono. O profissional esclarece que ter boas noites de sono, com tempo e qualidade preservados, é considerado um fator de neuroproteção para o cérebro, reduzindo a incidência de transtornos mentais e sintomas psíquicos de uma forma geral. “Os distúrbios do sono podem precipitar sintomas psiquiátricos e favorecer o desenvolvimento de transtornos mentais, mas o inverso também é verdadeiro: os transtornos mentais frequentemente produzem alterações importantes no sono. Trata-se, portanto, de uma relação bidirecional, ou seja, é uma via de mão dupla,” explica o especialista.

Ainda de acordo com o psiquiatra, diversos mecanismos ajudam a explicar como a má qualidade do sono prejudica a saúde mental. “A privação de sono pode causar desregulação emocional, alterações em neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina, e aumento do cortisol, intensificando a resposta ao estresse. Como consequência, há maior irritabilidade, ansiedade, prejuízos de memória e atenção, elevando a vulnerabilidade à depressão e outros transtornos mentais,” conclui.

Os profissionais de saúde orientam que, em caso de problemas relacionados ao sono, é importante buscar ajuda médica e evitar automedicação. 

Fonte: https://www.saude.ba.gov.br/2026/03/16/especialistas-alertam-sobre-os-impactos-dos-disturbios-do-sono-na-saude-mental/. Acesso em: 21 de abr. 2026.

Quanto ao gênero textual e à função sociocomunicativa, o Texto I pode ser classificado como texto: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CPCON Órgão: Prefeitura de Guarabira - PB Provas: CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Agente Fiscal de Tributos | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquiteto e Urbanista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Arquivista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Assistente Social | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor de Controle Interno | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Auditor Fiscal de Tributos Municipais | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Biomquímico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Educador Físico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Enfermeiro 40h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Engenheiro Civil | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Reumatologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Socorrista 24h | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Veterinário | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Nutricionista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Odontológo Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Procurador Municipal | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Programador | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Psicólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Farmacêutico | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fisioterapeuta | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Fonoaudiólogo | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Cardiologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Gastroenterologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Mastologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neurologista | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Neuropediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico Pediatra | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Médico PSF | CPCON - 2026 - Prefeitura de Guarabira - PB - Terapeuta Ocupacional |
Q4404759 Português

Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Especialistas alertam sobre os impactos dos distúrbios do sono na saúde mental

O alerta é reforçado no Dia Mundial do Sono, celebrado nesta sexta-feira, 13 de março

Problemas relacionados ao sono podem ter impactos diretos na saúde mental. Por essa razão, ter uma boa noite de sono é fundamental para o equilíbrio emocional e para o funcionamento adequado do organismo. Dormir mal pode provocar dificuldades de memória, falta de concentração, irritabilidade, desânimo e até tristeza, além de aumentar o risco de ansiedade e depressão. É o que explica o neurologista do Hospital Regional de Juazeiro (HRJ), complexo hospitalar vinculado ao Governo do Estado e administrado pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), Renato Leal. O alerta é reforçado no Dia Mundial do Sono, celebrado em 13 de março, data que chama atenção para a importância de uma boa noite de descanso.

De acordo com o especialista, diversos distúrbios podem comprometer a qualidade do sono. Entre os principais estão a insônia, caracterizada pela dificuldade para iniciar ou manter o sono; a hipersonia, marcada pelo excesso de sono durante o dia; e as parassonias, que incluem comportamentos anormais durante o sono, como sonambulismo, pesadelos e terror noturno. Também fazem parte desse grupo os distúrbios do ritmo circadiano, quando o relógio biológico fica desregulado, a síndrome das pernas inquietas e os distúrbios respiratórios do sono, como a apneia. “Muitas pessoas acreditam que dormir mal é normal ou que basta dormir mais no fim de semana para compensar noites ruins. No entanto, distúrbios do sono são condições médicas que podem e devem ser tratados”, explica o neurologista.

Segundo o psiquiatra do HRJ, Ricardo Nogueira, a saúde mental está diretamente ligada aos distúrbios do sono. O profissional esclarece que ter boas noites de sono, com tempo e qualidade preservados, é considerado um fator de neuroproteção para o cérebro, reduzindo a incidência de transtornos mentais e sintomas psíquicos de uma forma geral. “Os distúrbios do sono podem precipitar sintomas psiquiátricos e favorecer o desenvolvimento de transtornos mentais, mas o inverso também é verdadeiro: os transtornos mentais frequentemente produzem alterações importantes no sono. Trata-se, portanto, de uma relação bidirecional, ou seja, é uma via de mão dupla,” explica o especialista.

Ainda de acordo com o psiquiatra, diversos mecanismos ajudam a explicar como a má qualidade do sono prejudica a saúde mental. “A privação de sono pode causar desregulação emocional, alterações em neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina, e aumento do cortisol, intensificando a resposta ao estresse. Como consequência, há maior irritabilidade, ansiedade, prejuízos de memória e atenção, elevando a vulnerabilidade à depressão e outros transtornos mentais,” conclui.

Os profissionais de saúde orientam que, em caso de problemas relacionados ao sono, é importante buscar ajuda médica e evitar automedicação. 

Fonte: https://www.saude.ba.gov.br/2026/03/16/especialistas-alertam-sobre-os-impactos-dos-disturbios-do-sono-na-saude-mental/. Acesso em: 21 de abr. 2026.

O Texto I estabelece uma relação entre distúrbios do sono e saúde mental. Assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE essa relação. 
Alternativas
Q4404219 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

Carl Jung, psicólogo: ‘A solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos’

    A psicologia está cada vez mais empenhada em explicar aquilo que nos cerca, dentro da sociedade atual. Diante do comportamento das gerações atuais, temas como ansiedade, depressão, e até mesmo o isolamento, têm sido muito debatidos entre diversos especialistas.
    Um deles foi o psicólogo suíço Carl Jung, personalidade de suma importância para a psicanálise. Ele trouxe à tona diversos ensinamentos a respeito do isolamento emocional, frequente entre o público mais velho, ou para aquelas pessoas que gostam de guardar tudo para si.
    Segundo o especialista, a verdadeira solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos em nossa verdadeira essência, quando estamos com elas. Um grande exemplo da teledramaturgia foi a personagem de Nina/Rita (Débora Falabella).
    Mesmo cercada de pessoas na mansão de Tufão (Murilo Benício), ela vivia isolada emocionalmente, guardando tudo para si e arquitetando sua ardilosa vingança contra Carminha (Adriana Esteves), de forma estratégica em “Avenida Brasil”.
    Por que guardamos silêncio sobre o que sentimos?
    Uma das expressões mais conhecidas de Jung diz respeito em como nos relacionamos, uns com os outros. Muitas vezes, essa relação pode não parecer estar muito saudável: “A solidão não vem da falta de pessoas, mas da incapacidade de nos comunicarmos, ou revelarmos opiniões que os outros não aceitariam”, disse ele.
    Dessa maneira, ainda que tenhamos diversos colegas ao nosso redor, seja no trabalho, seja até mesmo em uma reunião de amigos, vamos nos sentir sozinhos e desamparados, ainda mais se tivermos escondendo o que pensamos ou os nossos sentimentos.
    Atualmente, com o mundo conectado às redes sociais, estamos compartilhando postagens superficiais, já que existe aquele receio “do que os outros vão pensar”. Segundo o psiquiatra, para ser verdadeiro com alguém, é necessário remover os “filtros”, sentindo-se aceito na sociedade.
    Até hoje, algumas expressões famosas do nosso vocabulário, como “extrovertido” e “introvertido”, se tornaram populares a partir dos estudos de Jung. Em seus estudos, ele tentou mergulhar profundamente nos sentimentos e emoções de cada indivíduo, tentando entender o motivo pelo qual temos reações tão diversas.
    O que se passa em nossa mente?
    De acordo com a biografia de Carl Jung, focada na psicologia analítica, o estudioso sempre buscou sair de sua zona de conforto, tentando entender realmente o complexo da mente humana. Após sua formação em Medicina (1900), e partiu rumo à Psiquiatria.
     Jung chegou a transcorrer sobre uma linha de raciocínio que envolvia fenômenos ocultos, escrevendo sobre o tema em sua tese de Doutorado. Essa prática também ficou conhecida como a psicologia do paranormal, que iria além da ciência.
    Além de juntar-se à Associação Psicanalítica Internacional (IPA) em 1911, suas ideias ainda causam grande impacto nos estudos psicológicos da modernidade.

Fonte: MSN. Carl Jung: “A solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos”. Disponível em: https://www.msn.com/ptbr/saude/medicina/carl-jung-psic%C3%B3logo-a-solid%C3%A3o-n%C3%A3o-vem-da-falta-de-pessoas-ao-nosso-redor-mas-da-incapacidade-de-nos-comunicarmos/ar-AA1ZJSNh. Acesso em: 20 abr. 2026. 

Acerca do significado e do processo de formação de palavras dos termos “extrovertido” e “introvertido”, extraído do fragmento “Até hoje, algumas expressões famosas do nosso vocabulário, como “extrovertido” e “introvertido” (9º parágrafo), é CORRETO afirmar que:



I- são termos antônimos na língua portuguesa, ou seja, possuem significados opostos.


II- são dois termos usados para designar o mesmo fenômeno, ou seja, possuem o mesmo significado.


III- o termo “introvertido” significa tendência de dirigir para dentro a sua atenção e as suas emoções.


IV- o termo “extrovertido” significa tendência de dirigir para fora a sua atenção e as suas emoções.


V- ambos são formados a partir do processo de derivação sufixal, ou seja, acréscimo de um sufixo.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q4404218 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

Carl Jung, psicólogo: ‘A solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos’

    A psicologia está cada vez mais empenhada em explicar aquilo que nos cerca, dentro da sociedade atual. Diante do comportamento das gerações atuais, temas como ansiedade, depressão, e até mesmo o isolamento, têm sido muito debatidos entre diversos especialistas.
    Um deles foi o psicólogo suíço Carl Jung, personalidade de suma importância para a psicanálise. Ele trouxe à tona diversos ensinamentos a respeito do isolamento emocional, frequente entre o público mais velho, ou para aquelas pessoas que gostam de guardar tudo para si.
    Segundo o especialista, a verdadeira solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos em nossa verdadeira essência, quando estamos com elas. Um grande exemplo da teledramaturgia foi a personagem de Nina/Rita (Débora Falabella).
    Mesmo cercada de pessoas na mansão de Tufão (Murilo Benício), ela vivia isolada emocionalmente, guardando tudo para si e arquitetando sua ardilosa vingança contra Carminha (Adriana Esteves), de forma estratégica em “Avenida Brasil”.
    Por que guardamos silêncio sobre o que sentimos?
    Uma das expressões mais conhecidas de Jung diz respeito em como nos relacionamos, uns com os outros. Muitas vezes, essa relação pode não parecer estar muito saudável: “A solidão não vem da falta de pessoas, mas da incapacidade de nos comunicarmos, ou revelarmos opiniões que os outros não aceitariam”, disse ele.
    Dessa maneira, ainda que tenhamos diversos colegas ao nosso redor, seja no trabalho, seja até mesmo em uma reunião de amigos, vamos nos sentir sozinhos e desamparados, ainda mais se tivermos escondendo o que pensamos ou os nossos sentimentos.
    Atualmente, com o mundo conectado às redes sociais, estamos compartilhando postagens superficiais, já que existe aquele receio “do que os outros vão pensar”. Segundo o psiquiatra, para ser verdadeiro com alguém, é necessário remover os “filtros”, sentindo-se aceito na sociedade.
    Até hoje, algumas expressões famosas do nosso vocabulário, como “extrovertido” e “introvertido”, se tornaram populares a partir dos estudos de Jung. Em seus estudos, ele tentou mergulhar profundamente nos sentimentos e emoções de cada indivíduo, tentando entender o motivo pelo qual temos reações tão diversas.
    O que se passa em nossa mente?
    De acordo com a biografia de Carl Jung, focada na psicologia analítica, o estudioso sempre buscou sair de sua zona de conforto, tentando entender realmente o complexo da mente humana. Após sua formação em Medicina (1900), e partiu rumo à Psiquiatria.
     Jung chegou a transcorrer sobre uma linha de raciocínio que envolvia fenômenos ocultos, escrevendo sobre o tema em sua tese de Doutorado. Essa prática também ficou conhecida como a psicologia do paranormal, que iria além da ciência.
    Além de juntar-se à Associação Psicanalítica Internacional (IPA) em 1911, suas ideias ainda causam grande impacto nos estudos psicológicos da modernidade.

Fonte: MSN. Carl Jung: “A solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos”. Disponível em: https://www.msn.com/ptbr/saude/medicina/carl-jung-psic%C3%B3logo-a-solid%C3%A3o-n%C3%A3o-vem-da-falta-de-pessoas-ao-nosso-redor-mas-da-incapacidade-de-nos-comunicarmos/ar-AA1ZJSNh. Acesso em: 20 abr. 2026. 
No fragmento: “ela vivia isolada emocionalmente, guardando tudo para si e arquitetando sua ardilosa vingança” (4º parágrafo), 
Alternativas
Q4404217 Português
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Texto I

Carl Jung, psicólogo: ‘A solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos’

    A psicologia está cada vez mais empenhada em explicar aquilo que nos cerca, dentro da sociedade atual. Diante do comportamento das gerações atuais, temas como ansiedade, depressão, e até mesmo o isolamento, têm sido muito debatidos entre diversos especialistas.
    Um deles foi o psicólogo suíço Carl Jung, personalidade de suma importância para a psicanálise. Ele trouxe à tona diversos ensinamentos a respeito do isolamento emocional, frequente entre o público mais velho, ou para aquelas pessoas que gostam de guardar tudo para si.
    Segundo o especialista, a verdadeira solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos em nossa verdadeira essência, quando estamos com elas. Um grande exemplo da teledramaturgia foi a personagem de Nina/Rita (Débora Falabella).
    Mesmo cercada de pessoas na mansão de Tufão (Murilo Benício), ela vivia isolada emocionalmente, guardando tudo para si e arquitetando sua ardilosa vingança contra Carminha (Adriana Esteves), de forma estratégica em “Avenida Brasil”.
    Por que guardamos silêncio sobre o que sentimos?
    Uma das expressões mais conhecidas de Jung diz respeito em como nos relacionamos, uns com os outros. Muitas vezes, essa relação pode não parecer estar muito saudável: “A solidão não vem da falta de pessoas, mas da incapacidade de nos comunicarmos, ou revelarmos opiniões que os outros não aceitariam”, disse ele.
    Dessa maneira, ainda que tenhamos diversos colegas ao nosso redor, seja no trabalho, seja até mesmo em uma reunião de amigos, vamos nos sentir sozinhos e desamparados, ainda mais se tivermos escondendo o que pensamos ou os nossos sentimentos.
    Atualmente, com o mundo conectado às redes sociais, estamos compartilhando postagens superficiais, já que existe aquele receio “do que os outros vão pensar”. Segundo o psiquiatra, para ser verdadeiro com alguém, é necessário remover os “filtros”, sentindo-se aceito na sociedade.
    Até hoje, algumas expressões famosas do nosso vocabulário, como “extrovertido” e “introvertido”, se tornaram populares a partir dos estudos de Jung. Em seus estudos, ele tentou mergulhar profundamente nos sentimentos e emoções de cada indivíduo, tentando entender o motivo pelo qual temos reações tão diversas.
    O que se passa em nossa mente?
    De acordo com a biografia de Carl Jung, focada na psicologia analítica, o estudioso sempre buscou sair de sua zona de conforto, tentando entender realmente o complexo da mente humana. Após sua formação em Medicina (1900), e partiu rumo à Psiquiatria.
     Jung chegou a transcorrer sobre uma linha de raciocínio que envolvia fenômenos ocultos, escrevendo sobre o tema em sua tese de Doutorado. Essa prática também ficou conhecida como a psicologia do paranormal, que iria além da ciência.
    Além de juntar-se à Associação Psicanalítica Internacional (IPA) em 1911, suas ideias ainda causam grande impacto nos estudos psicológicos da modernidade.

Fonte: MSN. Carl Jung: “A solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos”. Disponível em: https://www.msn.com/ptbr/saude/medicina/carl-jung-psic%C3%B3logo-a-solid%C3%A3o-n%C3%A3o-vem-da-falta-de-pessoas-ao-nosso-redor-mas-da-incapacidade-de-nos-comunicarmos/ar-AA1ZJSNh. Acesso em: 20 abr. 2026. 
No fragmento “Um deles foi o psicólogo suíço Carl Jung, personalidade de suma importância para a psicanálise”, (2º parágrafo) a expressão “um deles” retoma:
Alternativas
Q4404216 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

Carl Jung, psicólogo: ‘A solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos’

    A psicologia está cada vez mais empenhada em explicar aquilo que nos cerca, dentro da sociedade atual. Diante do comportamento das gerações atuais, temas como ansiedade, depressão, e até mesmo o isolamento, têm sido muito debatidos entre diversos especialistas.
    Um deles foi o psicólogo suíço Carl Jung, personalidade de suma importância para a psicanálise. Ele trouxe à tona diversos ensinamentos a respeito do isolamento emocional, frequente entre o público mais velho, ou para aquelas pessoas que gostam de guardar tudo para si.
    Segundo o especialista, a verdadeira solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos em nossa verdadeira essência, quando estamos com elas. Um grande exemplo da teledramaturgia foi a personagem de Nina/Rita (Débora Falabella).
    Mesmo cercada de pessoas na mansão de Tufão (Murilo Benício), ela vivia isolada emocionalmente, guardando tudo para si e arquitetando sua ardilosa vingança contra Carminha (Adriana Esteves), de forma estratégica em “Avenida Brasil”.
    Por que guardamos silêncio sobre o que sentimos?
    Uma das expressões mais conhecidas de Jung diz respeito em como nos relacionamos, uns com os outros. Muitas vezes, essa relação pode não parecer estar muito saudável: “A solidão não vem da falta de pessoas, mas da incapacidade de nos comunicarmos, ou revelarmos opiniões que os outros não aceitariam”, disse ele.
    Dessa maneira, ainda que tenhamos diversos colegas ao nosso redor, seja no trabalho, seja até mesmo em uma reunião de amigos, vamos nos sentir sozinhos e desamparados, ainda mais se tivermos escondendo o que pensamos ou os nossos sentimentos.
    Atualmente, com o mundo conectado às redes sociais, estamos compartilhando postagens superficiais, já que existe aquele receio “do que os outros vão pensar”. Segundo o psiquiatra, para ser verdadeiro com alguém, é necessário remover os “filtros”, sentindo-se aceito na sociedade.
    Até hoje, algumas expressões famosas do nosso vocabulário, como “extrovertido” e “introvertido”, se tornaram populares a partir dos estudos de Jung. Em seus estudos, ele tentou mergulhar profundamente nos sentimentos e emoções de cada indivíduo, tentando entender o motivo pelo qual temos reações tão diversas.
    O que se passa em nossa mente?
    De acordo com a biografia de Carl Jung, focada na psicologia analítica, o estudioso sempre buscou sair de sua zona de conforto, tentando entender realmente o complexo da mente humana. Após sua formação em Medicina (1900), e partiu rumo à Psiquiatria.
     Jung chegou a transcorrer sobre uma linha de raciocínio que envolvia fenômenos ocultos, escrevendo sobre o tema em sua tese de Doutorado. Essa prática também ficou conhecida como a psicologia do paranormal, que iria além da ciência.
    Além de juntar-se à Associação Psicanalítica Internacional (IPA) em 1911, suas ideias ainda causam grande impacto nos estudos psicológicos da modernidade.

Fonte: MSN. Carl Jung: “A solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos”. Disponível em: https://www.msn.com/ptbr/saude/medicina/carl-jung-psic%C3%B3logo-a-solid%C3%A3o-n%C3%A3o-vem-da-falta-de-pessoas-ao-nosso-redor-mas-da-incapacidade-de-nos-comunicarmos/ar-AA1ZJSNh. Acesso em: 20 abr. 2026. 
De acordo com as ideias apresentadas no Texto I, no contexto das redes sociais, muitas pessoas compartilham postagens superficiais porque:
Alternativas
Q4404215 Português
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Texto I

Carl Jung, psicólogo: ‘A solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos’

    A psicologia está cada vez mais empenhada em explicar aquilo que nos cerca, dentro da sociedade atual. Diante do comportamento das gerações atuais, temas como ansiedade, depressão, e até mesmo o isolamento, têm sido muito debatidos entre diversos especialistas.
    Um deles foi o psicólogo suíço Carl Jung, personalidade de suma importância para a psicanálise. Ele trouxe à tona diversos ensinamentos a respeito do isolamento emocional, frequente entre o público mais velho, ou para aquelas pessoas que gostam de guardar tudo para si.
    Segundo o especialista, a verdadeira solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos em nossa verdadeira essência, quando estamos com elas. Um grande exemplo da teledramaturgia foi a personagem de Nina/Rita (Débora Falabella).
    Mesmo cercada de pessoas na mansão de Tufão (Murilo Benício), ela vivia isolada emocionalmente, guardando tudo para si e arquitetando sua ardilosa vingança contra Carminha (Adriana Esteves), de forma estratégica em “Avenida Brasil”.
    Por que guardamos silêncio sobre o que sentimos?
    Uma das expressões mais conhecidas de Jung diz respeito em como nos relacionamos, uns com os outros. Muitas vezes, essa relação pode não parecer estar muito saudável: “A solidão não vem da falta de pessoas, mas da incapacidade de nos comunicarmos, ou revelarmos opiniões que os outros não aceitariam”, disse ele.
    Dessa maneira, ainda que tenhamos diversos colegas ao nosso redor, seja no trabalho, seja até mesmo em uma reunião de amigos, vamos nos sentir sozinhos e desamparados, ainda mais se tivermos escondendo o que pensamos ou os nossos sentimentos.
    Atualmente, com o mundo conectado às redes sociais, estamos compartilhando postagens superficiais, já que existe aquele receio “do que os outros vão pensar”. Segundo o psiquiatra, para ser verdadeiro com alguém, é necessário remover os “filtros”, sentindo-se aceito na sociedade.
    Até hoje, algumas expressões famosas do nosso vocabulário, como “extrovertido” e “introvertido”, se tornaram populares a partir dos estudos de Jung. Em seus estudos, ele tentou mergulhar profundamente nos sentimentos e emoções de cada indivíduo, tentando entender o motivo pelo qual temos reações tão diversas.
    O que se passa em nossa mente?
    De acordo com a biografia de Carl Jung, focada na psicologia analítica, o estudioso sempre buscou sair de sua zona de conforto, tentando entender realmente o complexo da mente humana. Após sua formação em Medicina (1900), e partiu rumo à Psiquiatria.
     Jung chegou a transcorrer sobre uma linha de raciocínio que envolvia fenômenos ocultos, escrevendo sobre o tema em sua tese de Doutorado. Essa prática também ficou conhecida como a psicologia do paranormal, que iria além da ciência.
    Além de juntar-se à Associação Psicanalítica Internacional (IPA) em 1911, suas ideias ainda causam grande impacto nos estudos psicológicos da modernidade.

Fonte: MSN. Carl Jung: “A solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos”. Disponível em: https://www.msn.com/ptbr/saude/medicina/carl-jung-psic%C3%B3logo-a-solid%C3%A3o-n%C3%A3o-vem-da-falta-de-pessoas-ao-nosso-redor-mas-da-incapacidade-de-nos-comunicarmos/ar-AA1ZJSNh. Acesso em: 20 abr. 2026. 
No Texto I, a personagem Nina/Rita, da novela Avenida Brasil, é mencionada com o propósito de:
Alternativas
Q4404214 Português
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Texto I

Carl Jung, psicólogo: ‘A solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos’

    A psicologia está cada vez mais empenhada em explicar aquilo que nos cerca, dentro da sociedade atual. Diante do comportamento das gerações atuais, temas como ansiedade, depressão, e até mesmo o isolamento, têm sido muito debatidos entre diversos especialistas.
    Um deles foi o psicólogo suíço Carl Jung, personalidade de suma importância para a psicanálise. Ele trouxe à tona diversos ensinamentos a respeito do isolamento emocional, frequente entre o público mais velho, ou para aquelas pessoas que gostam de guardar tudo para si.
    Segundo o especialista, a verdadeira solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos em nossa verdadeira essência, quando estamos com elas. Um grande exemplo da teledramaturgia foi a personagem de Nina/Rita (Débora Falabella).
    Mesmo cercada de pessoas na mansão de Tufão (Murilo Benício), ela vivia isolada emocionalmente, guardando tudo para si e arquitetando sua ardilosa vingança contra Carminha (Adriana Esteves), de forma estratégica em “Avenida Brasil”.
    Por que guardamos silêncio sobre o que sentimos?
    Uma das expressões mais conhecidas de Jung diz respeito em como nos relacionamos, uns com os outros. Muitas vezes, essa relação pode não parecer estar muito saudável: “A solidão não vem da falta de pessoas, mas da incapacidade de nos comunicarmos, ou revelarmos opiniões que os outros não aceitariam”, disse ele.
    Dessa maneira, ainda que tenhamos diversos colegas ao nosso redor, seja no trabalho, seja até mesmo em uma reunião de amigos, vamos nos sentir sozinhos e desamparados, ainda mais se tivermos escondendo o que pensamos ou os nossos sentimentos.
    Atualmente, com o mundo conectado às redes sociais, estamos compartilhando postagens superficiais, já que existe aquele receio “do que os outros vão pensar”. Segundo o psiquiatra, para ser verdadeiro com alguém, é necessário remover os “filtros”, sentindo-se aceito na sociedade.
    Até hoje, algumas expressões famosas do nosso vocabulário, como “extrovertido” e “introvertido”, se tornaram populares a partir dos estudos de Jung. Em seus estudos, ele tentou mergulhar profundamente nos sentimentos e emoções de cada indivíduo, tentando entender o motivo pelo qual temos reações tão diversas.
    O que se passa em nossa mente?
    De acordo com a biografia de Carl Jung, focada na psicologia analítica, o estudioso sempre buscou sair de sua zona de conforto, tentando entender realmente o complexo da mente humana. Após sua formação em Medicina (1900), e partiu rumo à Psiquiatria.
     Jung chegou a transcorrer sobre uma linha de raciocínio que envolvia fenômenos ocultos, escrevendo sobre o tema em sua tese de Doutorado. Essa prática também ficou conhecida como a psicologia do paranormal, que iria além da ciência.
    Além de juntar-se à Associação Psicanalítica Internacional (IPA) em 1911, suas ideias ainda causam grande impacto nos estudos psicológicos da modernidade.

Fonte: MSN. Carl Jung: “A solidão não vem da falta de pessoas ao nosso redor, mas da incapacidade de nos comunicarmos”. Disponível em: https://www.msn.com/ptbr/saude/medicina/carl-jung-psic%C3%B3logo-a-solid%C3%A3o-n%C3%A3o-vem-da-falta-de-pessoas-ao-nosso-redor-mas-da-incapacidade-de-nos-comunicarmos/ar-AA1ZJSNh. Acesso em: 20 abr. 2026. 
Consoante às ideias apresentadas no Texto I, é CORRETO afirmar que:
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Q4404140 Português
O humano instintivo, racional, tecnológico e organizacional


   As relações humanas constituem a base da vida em sociedade e influenciam diretamente o desenvolvimento das organizações. Em diferentes contextos - familiar, social, educacional e profissional - o ser humano aprende, compartilha conhecimentos, constrói valores e desenvolve competências que refletem na forma como trabalha, lidera, coopera e produz resultados. Nos ambientes organizacionais, especialmente nos ambientes de trabalho, essas relações tornam-se elementos estratégicos para a produtividade, a inovação, a sustentabilidade e a competitividade.
     Ao longo da história, a humanidade foi transformada por grandes marcos evolutivos, como as revoluções cognitiva, agrícola, industrial e tecnológica. Cada uma delas modificou profundamente a forma como о homem percebe, processa e utiliza о conhecimento. Entretanto, embora o ser humano contemporâneo domine tecnologias avançadas, inteligência artificial, automação e sistemas complexos de gestão, seu DNA continua carregando características instintivas relacionadas à sobrevivência, adaptação, proteção e necessidade de pertencimento. Dessa forma, o homem moderno integra instinto, razão, tecnologia e capacidade organizacional para responder aos desafios de um mundo em constante transformação.
   Nesse contexto, destacam-se quatro dimensões complementares do comportamento humano. O humano instintivo reage rapidamente aos estímulos e busca a autopreservação. O humano racional fundamenta suas decisões na lógica, na análise crítica e no planejamento. O humano tecnológico potencializa suas capacidades por meio da inovação, da transformação digital e do uso estratégico da informação. Já o humano organizacional compreende que pessoas, processos, tecnologias, liderança e gestão são elementos interdependentes, capazes de gerar resultados sustentáveis quando atuam de forma integrada. (...)
   O ser humano é, essencialmente, um ser social, integrado e em permanente evolução. Da mesma forma, organizações de alto desempenho não são construídas apenas por tecnologias ou processos eficientes, mas pela capacidade de desenvolver pessoas que conciliem inteligência instintiva, racionalidade, domínio tecnológico e visão organizacional. É nessa integração entre conhecimento, comportamento, inovação e gestão que resideo verdadeiro diferencial competitivo das organizações do século XXI.


GARCIA, Jhean Carlos. O humano instintivo, racional,
tecnológico e organizacional: uma abordagem sistêmicа
da evolução humana e das organizações. Entre Rios
Jornal. Disponível em
<https://www.entreriosjornal.com/2026/07/o-humanoinstintivo-racional.html>.
O texto "O humano instintivo, racional, tecnológico e organizacional" apresenta essas quatro dimensões do ser humano, que, de acordo com o autor, são:
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Q4404015 Português
A língua “secreta” dos mineiros da cidade de
Carlos Drummond

Criada no início do século 20 pelos trabalhadores das minas de ferro de Itabira, a Guinlagem do Camaco continua viva. O futuro, no entanto, é incerto com fim próximo da exploração do minério na região.

Uma cidade, um poeta. O nome de Itabira é quase indissociável de Carlos Drummond de Andrade. O escritor, nascido em 1902, na cidade de 113 mil habitantes na Região Central de Minas Gerais, revolucionou a língua portuguesa ao virar de cabeça para baixo os formalismos da poesia vigente até então. Mas o que pouca gente sabe é que naquele mesmo local surgiu uma outra revolução linguística: a Guinlagem do Camaco.

O surgimento dessa linguagem ‘secreta’ está diretamente ligado ao contexto da exploração do minério na região.

Foi dentro das minas itabiranas, no começo do século 20, que os trabalhadores encontraram uma forma de se comunicar sem serem entendidos pelos patrões, em grande parte ingleses. Era também uma maneira de dar um troco nos donos das minas, que falavam no idioma materno quando não queriam ser compreendidos pelos empregados.

À primeira vista, as regras são simples. O princípio do Camaco é inverter os fonemas das sílabas das palavras, embaralhando os sons e tornando as frases praticamente incompreensíveis para quem está de fora. “Sovê lafa guinlagem”, por exemplo, é “Você fala linguagem?”. “Guinlagem do Camaco” é “Linguagem do Macaco”. Assim, famosa introdução do poema E agora, José, de Drummond, viraria “E aroga, Sujé?”.

Mas nem tudo é lógica. Algumas palavras mais curtas se transformam em vocábulos que fogem a essa regra. “Não” vira “ônis”. “Qualquer”, “ualquiquelque”.

Essa é a magia da linguagem para o músico Rafael Formiga, um falante do Camaco. “As palavras criam um sentido dentro de um fonema pela inversão. E nos lugares onde você vai falar, mesmo com alguma diferença, todo mundo se entende. Tem uns detalhes muito ricos de linguagem e ao mesmo tempo quem vê de fora não entende e fica meio perdido, porque é normal que a gente procure regra”, diz ele.

“Isso demonstra uma capacidade de construção e de resistência incrível”, explica o historiador e museólogo Paulo Assuero, também falante do Camaco. “Eram recém-libertos, em grande parte analfabetos. E tinham que dar soluções de como dizer as coisas que eles queriam sem que os ingleses entendessem. Virou uma provocação, expandiu”, complementa o professor, também residente em Itabira.

Das minas de ferro, o Camaco tomou as ruas. Virou a língua que os filhos falavam para conversar entre si, sem que os pais entendessem – ou a que os jovens usavam para fazer piada com forasteiros.

[...]

A linguagem da resistência

Na casa de Mauro de Alvarenga, o Camaco já é uma tradição. “Meus pais falavam quando não queriam ser entendidos por mim e pelos meus irmãos – até que nós aprendemos. Mas eles tinham aprendido com meu avô, que era ferreiro e fazia peças para as locomotivas de mineração. Ele trouxe o Camaco para dentro de casa e foi passando de geração para geração”, conta.

Nas mãos do cineasta Breno Alvarenga, filho de Mauro, a história da linguagem secreta da cidade de Drummond acabou virando tema do documentário Camaco (2022), premiado no Festival de Gramado nas categorias “Melhor Curta Júri da Crítica” e “Melhor Montagem”. O filme reconstrói o caráter de resistência da linguagem entre os trabalhadores da mineração.

“O Camaco nasce de um contexto muito politizado, de muita resistência. Funcionava também como forma de organizar greves, pedir aumentos, sem que fossem boicotados desde o começo”, explica Breno.

“Foi uma subcultura de sujeitos mais subalternizados, marginalizados e que por isso demorou muito a ser valorizado, porque a elite não via uma riqueza naquilo.

Os pobres se comunicavam, mas os poderosos não entendiam. Isso é muito raro, porque geralmente a linguagem aparta as pessoas e são geralmente os mais ricos que conseguem acessar novas linguagens, não os mais pobres. Ela começa dessa inversão”, ressalta o diretor de cinema itabirano.

De acordo com o linguista e pesquisador Geuderson Marchiori, que pesquisou o tema na sua dissertação de mestrado pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), o Camaco pode ser considerado uma linguagem secreta ou até mesmo um jargão técnico.

No entanto, segundo ele, que rastreou falantes até a década de 1920, há uma função similar à de um quilombo. “A linguagem possibilita a convergência dessas populações minorizadas, que utilizam o Camaco como um território de luta e resistência. Embora o senso comum aponte o quilombo como um local de negros escravizados em fuga, o quilombo é um local de reorganização, de segurança, onde essas populações puderam se libertar da exploração e se reorganizar para resistir”, complementa. [...]

CORRÊA, Fábio. A língua “secreta” dos mineiros da cidade de Carlos Drummond. DW Brasil. 2 jun. 2026. Disponível em: https://www. dw.com/pt-br/a-l%C3%ADngua-secreta-dos-mineiros-da-cidade-decarlos-drummond/a-77344661. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Analise as afirmativas a seguir.
I. No excerto “‘O Camaco nasce de um contexto muito politizado, de muita resistência. Funcionava também como forma de organizar greves, pedir aumentos, sem que fossem boicotados desde o começo’, explica Breno”, o termo “boicotados” pode ser substituído por “sabotados” sem perda de sentido.
II. Em “Das minas de ferro, o Camaco tomou as ruas. Virou a língua que os filhos falavam para conversar entre si, sem que os pais entendessem – ou a que os jovens usavam para fazer piada com forasteiros.”, o termo “forasteiros” pode ser substituído por “nativos” sem alteração de sentido.
III. No trecho “O escritor, nascido em 1902, na cidade de 113 mil habitantes na Região Central de Minas Gerais, revolucionou a língua portuguesa ao virar de cabeça para baixo os formalismos da poesia vigente até então.”, o vocábulo “formalismos” é sinônimo de “academicismos”.
IV. Em “A linguagem possibilita a convergência dessas populações minorizadas, que utilizam o Camaco como um território de luta e resistência.”, o termo “minorizadas” pode ser considerado antônimo de “predominantes”.
V. No período “O nome de Itabira é quase indissociável de Carlos Drummond de Andrade.”, a expressão “indissociável de” pode ser substituída por “intrínseco a”.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q4404014 Português
A língua “secreta” dos mineiros da cidade de
Carlos Drummond

Criada no início do século 20 pelos trabalhadores das minas de ferro de Itabira, a Guinlagem do Camaco continua viva. O futuro, no entanto, é incerto com fim próximo da exploração do minério na região.

Uma cidade, um poeta. O nome de Itabira é quase indissociável de Carlos Drummond de Andrade. O escritor, nascido em 1902, na cidade de 113 mil habitantes na Região Central de Minas Gerais, revolucionou a língua portuguesa ao virar de cabeça para baixo os formalismos da poesia vigente até então. Mas o que pouca gente sabe é que naquele mesmo local surgiu uma outra revolução linguística: a Guinlagem do Camaco.

O surgimento dessa linguagem ‘secreta’ está diretamente ligado ao contexto da exploração do minério na região.

Foi dentro das minas itabiranas, no começo do século 20, que os trabalhadores encontraram uma forma de se comunicar sem serem entendidos pelos patrões, em grande parte ingleses. Era também uma maneira de dar um troco nos donos das minas, que falavam no idioma materno quando não queriam ser compreendidos pelos empregados.

À primeira vista, as regras são simples. O princípio do Camaco é inverter os fonemas das sílabas das palavras, embaralhando os sons e tornando as frases praticamente incompreensíveis para quem está de fora. “Sovê lafa guinlagem”, por exemplo, é “Você fala linguagem?”. “Guinlagem do Camaco” é “Linguagem do Macaco”. Assim, famosa introdução do poema E agora, José, de Drummond, viraria “E aroga, Sujé?”.

Mas nem tudo é lógica. Algumas palavras mais curtas se transformam em vocábulos que fogem a essa regra. “Não” vira “ônis”. “Qualquer”, “ualquiquelque”.

Essa é a magia da linguagem para o músico Rafael Formiga, um falante do Camaco. “As palavras criam um sentido dentro de um fonema pela inversão. E nos lugares onde você vai falar, mesmo com alguma diferença, todo mundo se entende. Tem uns detalhes muito ricos de linguagem e ao mesmo tempo quem vê de fora não entende e fica meio perdido, porque é normal que a gente procure regra”, diz ele.

“Isso demonstra uma capacidade de construção e de resistência incrível”, explica o historiador e museólogo Paulo Assuero, também falante do Camaco. “Eram recém-libertos, em grande parte analfabetos. E tinham que dar soluções de como dizer as coisas que eles queriam sem que os ingleses entendessem. Virou uma provocação, expandiu”, complementa o professor, também residente em Itabira.

Das minas de ferro, o Camaco tomou as ruas. Virou a língua que os filhos falavam para conversar entre si, sem que os pais entendessem – ou a que os jovens usavam para fazer piada com forasteiros.

[...]

A linguagem da resistência

Na casa de Mauro de Alvarenga, o Camaco já é uma tradição. “Meus pais falavam quando não queriam ser entendidos por mim e pelos meus irmãos – até que nós aprendemos. Mas eles tinham aprendido com meu avô, que era ferreiro e fazia peças para as locomotivas de mineração. Ele trouxe o Camaco para dentro de casa e foi passando de geração para geração”, conta.

Nas mãos do cineasta Breno Alvarenga, filho de Mauro, a história da linguagem secreta da cidade de Drummond acabou virando tema do documentário Camaco (2022), premiado no Festival de Gramado nas categorias “Melhor Curta Júri da Crítica” e “Melhor Montagem”. O filme reconstrói o caráter de resistência da linguagem entre os trabalhadores da mineração.

“O Camaco nasce de um contexto muito politizado, de muita resistência. Funcionava também como forma de organizar greves, pedir aumentos, sem que fossem boicotados desde o começo”, explica Breno.

“Foi uma subcultura de sujeitos mais subalternizados, marginalizados e que por isso demorou muito a ser valorizado, porque a elite não via uma riqueza naquilo.

Os pobres se comunicavam, mas os poderosos não entendiam. Isso é muito raro, porque geralmente a linguagem aparta as pessoas e são geralmente os mais ricos que conseguem acessar novas linguagens, não os mais pobres. Ela começa dessa inversão”, ressalta o diretor de cinema itabirano.

De acordo com o linguista e pesquisador Geuderson Marchiori, que pesquisou o tema na sua dissertação de mestrado pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), o Camaco pode ser considerado uma linguagem secreta ou até mesmo um jargão técnico.

No entanto, segundo ele, que rastreou falantes até a década de 1920, há uma função similar à de um quilombo. “A linguagem possibilita a convergência dessas populações minorizadas, que utilizam o Camaco como um território de luta e resistência. Embora o senso comum aponte o quilombo como um local de negros escravizados em fuga, o quilombo é um local de reorganização, de segurança, onde essas populações puderam se libertar da exploração e se reorganizar para resistir”, complementa. [...]

CORRÊA, Fábio. A língua “secreta” dos mineiros da cidade de Carlos Drummond. DW Brasil. 2 jun. 2026. Disponível em: https://www. dw.com/pt-br/a-l%C3%ADngua-secreta-dos-mineiros-da-cidade-decarlos-drummond/a-77344661. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Assinale a alternativa em que a relação semântica estabelecida pelo elemento coesivo está correta.  
Alternativas
Q4404013 Português
A língua “secreta” dos mineiros da cidade de
Carlos Drummond

Criada no início do século 20 pelos trabalhadores das minas de ferro de Itabira, a Guinlagem do Camaco continua viva. O futuro, no entanto, é incerto com fim próximo da exploração do minério na região.

Uma cidade, um poeta. O nome de Itabira é quase indissociável de Carlos Drummond de Andrade. O escritor, nascido em 1902, na cidade de 113 mil habitantes na Região Central de Minas Gerais, revolucionou a língua portuguesa ao virar de cabeça para baixo os formalismos da poesia vigente até então. Mas o que pouca gente sabe é que naquele mesmo local surgiu uma outra revolução linguística: a Guinlagem do Camaco.

O surgimento dessa linguagem ‘secreta’ está diretamente ligado ao contexto da exploração do minério na região.

Foi dentro das minas itabiranas, no começo do século 20, que os trabalhadores encontraram uma forma de se comunicar sem serem entendidos pelos patrões, em grande parte ingleses. Era também uma maneira de dar um troco nos donos das minas, que falavam no idioma materno quando não queriam ser compreendidos pelos empregados.

À primeira vista, as regras são simples. O princípio do Camaco é inverter os fonemas das sílabas das palavras, embaralhando os sons e tornando as frases praticamente incompreensíveis para quem está de fora. “Sovê lafa guinlagem”, por exemplo, é “Você fala linguagem?”. “Guinlagem do Camaco” é “Linguagem do Macaco”. Assim, famosa introdução do poema E agora, José, de Drummond, viraria “E aroga, Sujé?”.

Mas nem tudo é lógica. Algumas palavras mais curtas se transformam em vocábulos que fogem a essa regra. “Não” vira “ônis”. “Qualquer”, “ualquiquelque”.

Essa é a magia da linguagem para o músico Rafael Formiga, um falante do Camaco. “As palavras criam um sentido dentro de um fonema pela inversão. E nos lugares onde você vai falar, mesmo com alguma diferença, todo mundo se entende. Tem uns detalhes muito ricos de linguagem e ao mesmo tempo quem vê de fora não entende e fica meio perdido, porque é normal que a gente procure regra”, diz ele.

“Isso demonstra uma capacidade de construção e de resistência incrível”, explica o historiador e museólogo Paulo Assuero, também falante do Camaco. “Eram recém-libertos, em grande parte analfabetos. E tinham que dar soluções de como dizer as coisas que eles queriam sem que os ingleses entendessem. Virou uma provocação, expandiu”, complementa o professor, também residente em Itabira.

Das minas de ferro, o Camaco tomou as ruas. Virou a língua que os filhos falavam para conversar entre si, sem que os pais entendessem – ou a que os jovens usavam para fazer piada com forasteiros.

[...]

A linguagem da resistência

Na casa de Mauro de Alvarenga, o Camaco já é uma tradição. “Meus pais falavam quando não queriam ser entendidos por mim e pelos meus irmãos – até que nós aprendemos. Mas eles tinham aprendido com meu avô, que era ferreiro e fazia peças para as locomotivas de mineração. Ele trouxe o Camaco para dentro de casa e foi passando de geração para geração”, conta.

Nas mãos do cineasta Breno Alvarenga, filho de Mauro, a história da linguagem secreta da cidade de Drummond acabou virando tema do documentário Camaco (2022), premiado no Festival de Gramado nas categorias “Melhor Curta Júri da Crítica” e “Melhor Montagem”. O filme reconstrói o caráter de resistência da linguagem entre os trabalhadores da mineração.

“O Camaco nasce de um contexto muito politizado, de muita resistência. Funcionava também como forma de organizar greves, pedir aumentos, sem que fossem boicotados desde o começo”, explica Breno.

“Foi uma subcultura de sujeitos mais subalternizados, marginalizados e que por isso demorou muito a ser valorizado, porque a elite não via uma riqueza naquilo.

Os pobres se comunicavam, mas os poderosos não entendiam. Isso é muito raro, porque geralmente a linguagem aparta as pessoas e são geralmente os mais ricos que conseguem acessar novas linguagens, não os mais pobres. Ela começa dessa inversão”, ressalta o diretor de cinema itabirano.

De acordo com o linguista e pesquisador Geuderson Marchiori, que pesquisou o tema na sua dissertação de mestrado pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), o Camaco pode ser considerado uma linguagem secreta ou até mesmo um jargão técnico.

No entanto, segundo ele, que rastreou falantes até a década de 1920, há uma função similar à de um quilombo. “A linguagem possibilita a convergência dessas populações minorizadas, que utilizam o Camaco como um território de luta e resistência. Embora o senso comum aponte o quilombo como um local de negros escravizados em fuga, o quilombo é um local de reorganização, de segurança, onde essas populações puderam se libertar da exploração e se reorganizar para resistir”, complementa. [...]

CORRÊA, Fábio. A língua “secreta” dos mineiros da cidade de Carlos Drummond. DW Brasil. 2 jun. 2026. Disponível em: https://www. dw.com/pt-br/a-l%C3%ADngua-secreta-dos-mineiros-da-cidade-decarlos-drummond/a-77344661. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Com relação ao uso predominante de linguagem denotativa e conotativa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4404012 Português
A língua “secreta” dos mineiros da cidade de
Carlos Drummond

Criada no início do século 20 pelos trabalhadores das minas de ferro de Itabira, a Guinlagem do Camaco continua viva. O futuro, no entanto, é incerto com fim próximo da exploração do minério na região.

Uma cidade, um poeta. O nome de Itabira é quase indissociável de Carlos Drummond de Andrade. O escritor, nascido em 1902, na cidade de 113 mil habitantes na Região Central de Minas Gerais, revolucionou a língua portuguesa ao virar de cabeça para baixo os formalismos da poesia vigente até então. Mas o que pouca gente sabe é que naquele mesmo local surgiu uma outra revolução linguística: a Guinlagem do Camaco.

O surgimento dessa linguagem ‘secreta’ está diretamente ligado ao contexto da exploração do minério na região.

Foi dentro das minas itabiranas, no começo do século 20, que os trabalhadores encontraram uma forma de se comunicar sem serem entendidos pelos patrões, em grande parte ingleses. Era também uma maneira de dar um troco nos donos das minas, que falavam no idioma materno quando não queriam ser compreendidos pelos empregados.

À primeira vista, as regras são simples. O princípio do Camaco é inverter os fonemas das sílabas das palavras, embaralhando os sons e tornando as frases praticamente incompreensíveis para quem está de fora. “Sovê lafa guinlagem”, por exemplo, é “Você fala linguagem?”. “Guinlagem do Camaco” é “Linguagem do Macaco”. Assim, famosa introdução do poema E agora, José, de Drummond, viraria “E aroga, Sujé?”.

Mas nem tudo é lógica. Algumas palavras mais curtas se transformam em vocábulos que fogem a essa regra. “Não” vira “ônis”. “Qualquer”, “ualquiquelque”.

Essa é a magia da linguagem para o músico Rafael Formiga, um falante do Camaco. “As palavras criam um sentido dentro de um fonema pela inversão. E nos lugares onde você vai falar, mesmo com alguma diferença, todo mundo se entende. Tem uns detalhes muito ricos de linguagem e ao mesmo tempo quem vê de fora não entende e fica meio perdido, porque é normal que a gente procure regra”, diz ele.

“Isso demonstra uma capacidade de construção e de resistência incrível”, explica o historiador e museólogo Paulo Assuero, também falante do Camaco. “Eram recém-libertos, em grande parte analfabetos. E tinham que dar soluções de como dizer as coisas que eles queriam sem que os ingleses entendessem. Virou uma provocação, expandiu”, complementa o professor, também residente em Itabira.

Das minas de ferro, o Camaco tomou as ruas. Virou a língua que os filhos falavam para conversar entre si, sem que os pais entendessem – ou a que os jovens usavam para fazer piada com forasteiros.

[...]

A linguagem da resistência

Na casa de Mauro de Alvarenga, o Camaco já é uma tradição. “Meus pais falavam quando não queriam ser entendidos por mim e pelos meus irmãos – até que nós aprendemos. Mas eles tinham aprendido com meu avô, que era ferreiro e fazia peças para as locomotivas de mineração. Ele trouxe o Camaco para dentro de casa e foi passando de geração para geração”, conta.

Nas mãos do cineasta Breno Alvarenga, filho de Mauro, a história da linguagem secreta da cidade de Drummond acabou virando tema do documentário Camaco (2022), premiado no Festival de Gramado nas categorias “Melhor Curta Júri da Crítica” e “Melhor Montagem”. O filme reconstrói o caráter de resistência da linguagem entre os trabalhadores da mineração.

“O Camaco nasce de um contexto muito politizado, de muita resistência. Funcionava também como forma de organizar greves, pedir aumentos, sem que fossem boicotados desde o começo”, explica Breno.

“Foi uma subcultura de sujeitos mais subalternizados, marginalizados e que por isso demorou muito a ser valorizado, porque a elite não via uma riqueza naquilo.

Os pobres se comunicavam, mas os poderosos não entendiam. Isso é muito raro, porque geralmente a linguagem aparta as pessoas e são geralmente os mais ricos que conseguem acessar novas linguagens, não os mais pobres. Ela começa dessa inversão”, ressalta o diretor de cinema itabirano.

De acordo com o linguista e pesquisador Geuderson Marchiori, que pesquisou o tema na sua dissertação de mestrado pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), o Camaco pode ser considerado uma linguagem secreta ou até mesmo um jargão técnico.

No entanto, segundo ele, que rastreou falantes até a década de 1920, há uma função similar à de um quilombo. “A linguagem possibilita a convergência dessas populações minorizadas, que utilizam o Camaco como um território de luta e resistência. Embora o senso comum aponte o quilombo como um local de negros escravizados em fuga, o quilombo é um local de reorganização, de segurança, onde essas populações puderam se libertar da exploração e se reorganizar para resistir”, complementa. [...]

CORRÊA, Fábio. A língua “secreta” dos mineiros da cidade de Carlos Drummond. DW Brasil. 2 jun. 2026. Disponível em: https://www. dw.com/pt-br/a-l%C3%ADngua-secreta-dos-mineiros-da-cidade-decarlos-drummond/a-77344661. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Leia o seguinte trecho do texto:
“[...] os trabalhadores encontraram uma forma de se comunicar sem serem entendidos pelos patrões.”

De acordo com o texto, a Guinlagem do Camaco é caracterizada como uma variação linguística 
Alternativas
Q4404011 Português
A língua “secreta” dos mineiros da cidade de
Carlos Drummond

Criada no início do século 20 pelos trabalhadores das minas de ferro de Itabira, a Guinlagem do Camaco continua viva. O futuro, no entanto, é incerto com fim próximo da exploração do minério na região.

Uma cidade, um poeta. O nome de Itabira é quase indissociável de Carlos Drummond de Andrade. O escritor, nascido em 1902, na cidade de 113 mil habitantes na Região Central de Minas Gerais, revolucionou a língua portuguesa ao virar de cabeça para baixo os formalismos da poesia vigente até então. Mas o que pouca gente sabe é que naquele mesmo local surgiu uma outra revolução linguística: a Guinlagem do Camaco.

O surgimento dessa linguagem ‘secreta’ está diretamente ligado ao contexto da exploração do minério na região.

Foi dentro das minas itabiranas, no começo do século 20, que os trabalhadores encontraram uma forma de se comunicar sem serem entendidos pelos patrões, em grande parte ingleses. Era também uma maneira de dar um troco nos donos das minas, que falavam no idioma materno quando não queriam ser compreendidos pelos empregados.

À primeira vista, as regras são simples. O princípio do Camaco é inverter os fonemas das sílabas das palavras, embaralhando os sons e tornando as frases praticamente incompreensíveis para quem está de fora. “Sovê lafa guinlagem”, por exemplo, é “Você fala linguagem?”. “Guinlagem do Camaco” é “Linguagem do Macaco”. Assim, famosa introdução do poema E agora, José, de Drummond, viraria “E aroga, Sujé?”.

Mas nem tudo é lógica. Algumas palavras mais curtas se transformam em vocábulos que fogem a essa regra. “Não” vira “ônis”. “Qualquer”, “ualquiquelque”.

Essa é a magia da linguagem para o músico Rafael Formiga, um falante do Camaco. “As palavras criam um sentido dentro de um fonema pela inversão. E nos lugares onde você vai falar, mesmo com alguma diferença, todo mundo se entende. Tem uns detalhes muito ricos de linguagem e ao mesmo tempo quem vê de fora não entende e fica meio perdido, porque é normal que a gente procure regra”, diz ele.

“Isso demonstra uma capacidade de construção e de resistência incrível”, explica o historiador e museólogo Paulo Assuero, também falante do Camaco. “Eram recém-libertos, em grande parte analfabetos. E tinham que dar soluções de como dizer as coisas que eles queriam sem que os ingleses entendessem. Virou uma provocação, expandiu”, complementa o professor, também residente em Itabira.

Das minas de ferro, o Camaco tomou as ruas. Virou a língua que os filhos falavam para conversar entre si, sem que os pais entendessem – ou a que os jovens usavam para fazer piada com forasteiros.

[...]

A linguagem da resistência

Na casa de Mauro de Alvarenga, o Camaco já é uma tradição. “Meus pais falavam quando não queriam ser entendidos por mim e pelos meus irmãos – até que nós aprendemos. Mas eles tinham aprendido com meu avô, que era ferreiro e fazia peças para as locomotivas de mineração. Ele trouxe o Camaco para dentro de casa e foi passando de geração para geração”, conta.

Nas mãos do cineasta Breno Alvarenga, filho de Mauro, a história da linguagem secreta da cidade de Drummond acabou virando tema do documentário Camaco (2022), premiado no Festival de Gramado nas categorias “Melhor Curta Júri da Crítica” e “Melhor Montagem”. O filme reconstrói o caráter de resistência da linguagem entre os trabalhadores da mineração.

“O Camaco nasce de um contexto muito politizado, de muita resistência. Funcionava também como forma de organizar greves, pedir aumentos, sem que fossem boicotados desde o começo”, explica Breno.

“Foi uma subcultura de sujeitos mais subalternizados, marginalizados e que por isso demorou muito a ser valorizado, porque a elite não via uma riqueza naquilo.

Os pobres se comunicavam, mas os poderosos não entendiam. Isso é muito raro, porque geralmente a linguagem aparta as pessoas e são geralmente os mais ricos que conseguem acessar novas linguagens, não os mais pobres. Ela começa dessa inversão”, ressalta o diretor de cinema itabirano.

De acordo com o linguista e pesquisador Geuderson Marchiori, que pesquisou o tema na sua dissertação de mestrado pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), o Camaco pode ser considerado uma linguagem secreta ou até mesmo um jargão técnico.

No entanto, segundo ele, que rastreou falantes até a década de 1920, há uma função similar à de um quilombo. “A linguagem possibilita a convergência dessas populações minorizadas, que utilizam o Camaco como um território de luta e resistência. Embora o senso comum aponte o quilombo como um local de negros escravizados em fuga, o quilombo é um local de reorganização, de segurança, onde essas populações puderam se libertar da exploração e se reorganizar para resistir”, complementa. [...]

CORRÊA, Fábio. A língua “secreta” dos mineiros da cidade de Carlos Drummond. DW Brasil. 2 jun. 2026. Disponível em: https://www. dw.com/pt-br/a-l%C3%ADngua-secreta-dos-mineiros-da-cidade-decarlos-drummond/a-77344661. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
São objetivos dos trabalhos do cineasta e dos pesquisadores do Camaco citados no texto, exceto:
Alternativas
Q4404010 Português
A língua “secreta” dos mineiros da cidade de
Carlos Drummond

Criada no início do século 20 pelos trabalhadores das minas de ferro de Itabira, a Guinlagem do Camaco continua viva. O futuro, no entanto, é incerto com fim próximo da exploração do minério na região.

Uma cidade, um poeta. O nome de Itabira é quase indissociável de Carlos Drummond de Andrade. O escritor, nascido em 1902, na cidade de 113 mil habitantes na Região Central de Minas Gerais, revolucionou a língua portuguesa ao virar de cabeça para baixo os formalismos da poesia vigente até então. Mas o que pouca gente sabe é que naquele mesmo local surgiu uma outra revolução linguística: a Guinlagem do Camaco.

O surgimento dessa linguagem ‘secreta’ está diretamente ligado ao contexto da exploração do minério na região.

Foi dentro das minas itabiranas, no começo do século 20, que os trabalhadores encontraram uma forma de se comunicar sem serem entendidos pelos patrões, em grande parte ingleses. Era também uma maneira de dar um troco nos donos das minas, que falavam no idioma materno quando não queriam ser compreendidos pelos empregados.

À primeira vista, as regras são simples. O princípio do Camaco é inverter os fonemas das sílabas das palavras, embaralhando os sons e tornando as frases praticamente incompreensíveis para quem está de fora. “Sovê lafa guinlagem”, por exemplo, é “Você fala linguagem?”. “Guinlagem do Camaco” é “Linguagem do Macaco”. Assim, famosa introdução do poema E agora, José, de Drummond, viraria “E aroga, Sujé?”.

Mas nem tudo é lógica. Algumas palavras mais curtas se transformam em vocábulos que fogem a essa regra. “Não” vira “ônis”. “Qualquer”, “ualquiquelque”.

Essa é a magia da linguagem para o músico Rafael Formiga, um falante do Camaco. “As palavras criam um sentido dentro de um fonema pela inversão. E nos lugares onde você vai falar, mesmo com alguma diferença, todo mundo se entende. Tem uns detalhes muito ricos de linguagem e ao mesmo tempo quem vê de fora não entende e fica meio perdido, porque é normal que a gente procure regra”, diz ele.

“Isso demonstra uma capacidade de construção e de resistência incrível”, explica o historiador e museólogo Paulo Assuero, também falante do Camaco. “Eram recém-libertos, em grande parte analfabetos. E tinham que dar soluções de como dizer as coisas que eles queriam sem que os ingleses entendessem. Virou uma provocação, expandiu”, complementa o professor, também residente em Itabira.

Das minas de ferro, o Camaco tomou as ruas. Virou a língua que os filhos falavam para conversar entre si, sem que os pais entendessem – ou a que os jovens usavam para fazer piada com forasteiros.

[...]

A linguagem da resistência

Na casa de Mauro de Alvarenga, o Camaco já é uma tradição. “Meus pais falavam quando não queriam ser entendidos por mim e pelos meus irmãos – até que nós aprendemos. Mas eles tinham aprendido com meu avô, que era ferreiro e fazia peças para as locomotivas de mineração. Ele trouxe o Camaco para dentro de casa e foi passando de geração para geração”, conta.

Nas mãos do cineasta Breno Alvarenga, filho de Mauro, a história da linguagem secreta da cidade de Drummond acabou virando tema do documentário Camaco (2022), premiado no Festival de Gramado nas categorias “Melhor Curta Júri da Crítica” e “Melhor Montagem”. O filme reconstrói o caráter de resistência da linguagem entre os trabalhadores da mineração.

“O Camaco nasce de um contexto muito politizado, de muita resistência. Funcionava também como forma de organizar greves, pedir aumentos, sem que fossem boicotados desde o começo”, explica Breno.

“Foi uma subcultura de sujeitos mais subalternizados, marginalizados e que por isso demorou muito a ser valorizado, porque a elite não via uma riqueza naquilo.

Os pobres se comunicavam, mas os poderosos não entendiam. Isso é muito raro, porque geralmente a linguagem aparta as pessoas e são geralmente os mais ricos que conseguem acessar novas linguagens, não os mais pobres. Ela começa dessa inversão”, ressalta o diretor de cinema itabirano.

De acordo com o linguista e pesquisador Geuderson Marchiori, que pesquisou o tema na sua dissertação de mestrado pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), o Camaco pode ser considerado uma linguagem secreta ou até mesmo um jargão técnico.

No entanto, segundo ele, que rastreou falantes até a década de 1920, há uma função similar à de um quilombo. “A linguagem possibilita a convergência dessas populações minorizadas, que utilizam o Camaco como um território de luta e resistência. Embora o senso comum aponte o quilombo como um local de negros escravizados em fuga, o quilombo é um local de reorganização, de segurança, onde essas populações puderam se libertar da exploração e se reorganizar para resistir”, complementa. [...]

CORRÊA, Fábio. A língua “secreta” dos mineiros da cidade de Carlos Drummond. DW Brasil. 2 jun. 2026. Disponível em: https://www. dw.com/pt-br/a-l%C3%ADngua-secreta-dos-mineiros-da-cidade-decarlos-drummond/a-77344661. Acesso em: 11 jun. 2026. [Fragmento]
Considerando o contexto histórico e social da Guinlagem do Camaco, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Respostas
561: E
562: C
563: D
564: D
565: E
566: B
567: C
568: C
569: A
570: A
571: B
572: C
573: D
574: B
575: A
576: D
577: C
578: B
579: B
580: C