Questões de Concurso Sobre educação dos surdos em libras

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Q4295157 Libras
Considere o texto a seguir para responder a questão.

Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos

    Uma constante preocupação entre professores e outros profissionais envolvidos na educação de surdos diz respeito ao ensino de conceitos abstratos, em geral, relacionados às chamadas ciências naturais, tais como a biologia, a física e a química.
    As origens da chamada escola alemã de educação de surdos remontam às ideias do médico suíço Johann Conrad Amman, que viveu entre 1669 e 1724. Amman acreditava na superioridade da fala na expressão tanto de emoções quanto de ideias e conceitos, defendia que somente por meio dela seria possível desenvolver faculdades mentais complexas. Consequentemente, ele sustentava que outras formas de comunicação, entre elas, os sinais, as imagens e os gestos, eram imperfeitas e inferiores. Sendo assim, em sua visão, as pessoas surdas estariam impossibilitadas de desenvolver pensamento abstrato, logo, estariam presas a uma vida de sensações e sentimentos. Como defendia que tal fato não poderia ser “consertado” com a língua de sinais, Amman sustentava que o ensino da fala a crianças surdas deveria ser o objetivo principal de sua educação, pois isso lhes permitiria a comunicação com a maioria ouvinte e, mais do que isso, as elevaria à condição humana.
  Samuel Heinicke, um educador prussiano, é responsável pela institucionalização do discurso e dos métodos oralistas de educação de surdos na Alemanha. Heinicke acreditava que a origem do pensamento está na língua falada. Logo, para ele, o pensamento não pode ocorrer sem fala. Sua visão colocava os surdos na condição de sujeitos que não conseguem pensar abstrata ou conceptualmente, mas tão- -somente em termos concretos. Ademais, ele não acreditava que a escrita seria uma boa substituta para a língua falada, pois defendia que qualquer experiência visual estaria presa ao concreto e que somente a percepção auditiva da voz oferece meios para o desenvolvimento de pensamento abstrato. Decorre aí que, assim como Amman, o referido educador era totalmente contrário ao uso da língua de sinais na educação de surdos.
     Contemporaneamente à escola alemã, a escola francesa, iniciada pelo abade l’Epée, propunha uma visão diferente, já que reconhecia o valor da língua de sinais na educação dos surdos. Por essa razão, o método de l’Epée também é referido como manualismo. l’Epée acreditava que os gestos eram a verdadeira linguagem natural e universal da humanidade. Apesar disso, ele os via como incapazes de, por si só, representar toda a riqueza da língua francesa. Sendo assim, a partir dos “gestos” usados por seus discípulos surdos, criou um sistema de representação manual para essa língua, que designou como “sinais metódicos”. Por meio desses sinais, podiam-se representar não apenas aspectos da língua francesa que não têm correspondentes na língua de sinais, mas também, conceitos abstratos e complexos, por meio da sua decomposição em conceitos elementares e concretos, expressos cada um por um sinal metódico diferente.
    Visões como a de Amman e Heinicke começaram a ser desconstruídas no âmbito da linguística a partir do trabalho pioneiro de William Stokoe (1960), que demonstrou que a língua de sinais americana (American Sign Language – ASL), e, por extensão, as diversas línguas de sinais do mundo são línguas naturais, pois apresentam os mesmos princípios organizacionais que as línguas faladas. Com isso, caem por terra todas as afirmações que embasaram a imposição do método oral puro na educação de surdos, entre elas, a de que as línguas de sinais são incapazes de expressar conceitos abstratos.

(André Nogueira Xavier, Revista Porto das Letras, “Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos”. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/ portodasletras/article/view/11437/18307. Adaptado)
Segundo o texto, a escola francesa, iniciada pelo abade L’Epée, diferenciava-se da escola alemã, principalmente, porque defendia
Alternativas
Q4295155 Libras
Considere o texto a seguir para responder a questão.

Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos

    Uma constante preocupação entre professores e outros profissionais envolvidos na educação de surdos diz respeito ao ensino de conceitos abstratos, em geral, relacionados às chamadas ciências naturais, tais como a biologia, a física e a química.
    As origens da chamada escola alemã de educação de surdos remontam às ideias do médico suíço Johann Conrad Amman, que viveu entre 1669 e 1724. Amman acreditava na superioridade da fala na expressão tanto de emoções quanto de ideias e conceitos, defendia que somente por meio dela seria possível desenvolver faculdades mentais complexas. Consequentemente, ele sustentava que outras formas de comunicação, entre elas, os sinais, as imagens e os gestos, eram imperfeitas e inferiores. Sendo assim, em sua visão, as pessoas surdas estariam impossibilitadas de desenvolver pensamento abstrato, logo, estariam presas a uma vida de sensações e sentimentos. Como defendia que tal fato não poderia ser “consertado” com a língua de sinais, Amman sustentava que o ensino da fala a crianças surdas deveria ser o objetivo principal de sua educação, pois isso lhes permitiria a comunicação com a maioria ouvinte e, mais do que isso, as elevaria à condição humana.
  Samuel Heinicke, um educador prussiano, é responsável pela institucionalização do discurso e dos métodos oralistas de educação de surdos na Alemanha. Heinicke acreditava que a origem do pensamento está na língua falada. Logo, para ele, o pensamento não pode ocorrer sem fala. Sua visão colocava os surdos na condição de sujeitos que não conseguem pensar abstrata ou conceptualmente, mas tão- -somente em termos concretos. Ademais, ele não acreditava que a escrita seria uma boa substituta para a língua falada, pois defendia que qualquer experiência visual estaria presa ao concreto e que somente a percepção auditiva da voz oferece meios para o desenvolvimento de pensamento abstrato. Decorre aí que, assim como Amman, o referido educador era totalmente contrário ao uso da língua de sinais na educação de surdos.
     Contemporaneamente à escola alemã, a escola francesa, iniciada pelo abade l’Epée, propunha uma visão diferente, já que reconhecia o valor da língua de sinais na educação dos surdos. Por essa razão, o método de l’Epée também é referido como manualismo. l’Epée acreditava que os gestos eram a verdadeira linguagem natural e universal da humanidade. Apesar disso, ele os via como incapazes de, por si só, representar toda a riqueza da língua francesa. Sendo assim, a partir dos “gestos” usados por seus discípulos surdos, criou um sistema de representação manual para essa língua, que designou como “sinais metódicos”. Por meio desses sinais, podiam-se representar não apenas aspectos da língua francesa que não têm correspondentes na língua de sinais, mas também, conceitos abstratos e complexos, por meio da sua decomposição em conceitos elementares e concretos, expressos cada um por um sinal metódico diferente.
    Visões como a de Amman e Heinicke começaram a ser desconstruídas no âmbito da linguística a partir do trabalho pioneiro de William Stokoe (1960), que demonstrou que a língua de sinais americana (American Sign Language – ASL), e, por extensão, as diversas línguas de sinais do mundo são línguas naturais, pois apresentam os mesmos princípios organizacionais que as línguas faladas. Com isso, caem por terra todas as afirmações que embasaram a imposição do método oral puro na educação de surdos, entre elas, a de que as línguas de sinais são incapazes de expressar conceitos abstratos.

(André Nogueira Xavier, Revista Porto das Letras, “Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos”. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/ portodasletras/article/view/11437/18307. Adaptado)
De acordo com o artigo, as ideias do médico suíço Johann Conrad Amman e do educador prussiano Samuel Heinicke são
Alternativas
Q4295154 Libras
Considere o texto a seguir para responder a questão.

Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos

    Uma constante preocupação entre professores e outros profissionais envolvidos na educação de surdos diz respeito ao ensino de conceitos abstratos, em geral, relacionados às chamadas ciências naturais, tais como a biologia, a física e a química.
    As origens da chamada escola alemã de educação de surdos remontam às ideias do médico suíço Johann Conrad Amman, que viveu entre 1669 e 1724. Amman acreditava na superioridade da fala na expressão tanto de emoções quanto de ideias e conceitos, defendia que somente por meio dela seria possível desenvolver faculdades mentais complexas. Consequentemente, ele sustentava que outras formas de comunicação, entre elas, os sinais, as imagens e os gestos, eram imperfeitas e inferiores. Sendo assim, em sua visão, as pessoas surdas estariam impossibilitadas de desenvolver pensamento abstrato, logo, estariam presas a uma vida de sensações e sentimentos. Como defendia que tal fato não poderia ser “consertado” com a língua de sinais, Amman sustentava que o ensino da fala a crianças surdas deveria ser o objetivo principal de sua educação, pois isso lhes permitiria a comunicação com a maioria ouvinte e, mais do que isso, as elevaria à condição humana.
  Samuel Heinicke, um educador prussiano, é responsável pela institucionalização do discurso e dos métodos oralistas de educação de surdos na Alemanha. Heinicke acreditava que a origem do pensamento está na língua falada. Logo, para ele, o pensamento não pode ocorrer sem fala. Sua visão colocava os surdos na condição de sujeitos que não conseguem pensar abstrata ou conceptualmente, mas tão- -somente em termos concretos. Ademais, ele não acreditava que a escrita seria uma boa substituta para a língua falada, pois defendia que qualquer experiência visual estaria presa ao concreto e que somente a percepção auditiva da voz oferece meios para o desenvolvimento de pensamento abstrato. Decorre aí que, assim como Amman, o referido educador era totalmente contrário ao uso da língua de sinais na educação de surdos.
     Contemporaneamente à escola alemã, a escola francesa, iniciada pelo abade l’Epée, propunha uma visão diferente, já que reconhecia o valor da língua de sinais na educação dos surdos. Por essa razão, o método de l’Epée também é referido como manualismo. l’Epée acreditava que os gestos eram a verdadeira linguagem natural e universal da humanidade. Apesar disso, ele os via como incapazes de, por si só, representar toda a riqueza da língua francesa. Sendo assim, a partir dos “gestos” usados por seus discípulos surdos, criou um sistema de representação manual para essa língua, que designou como “sinais metódicos”. Por meio desses sinais, podiam-se representar não apenas aspectos da língua francesa que não têm correspondentes na língua de sinais, mas também, conceitos abstratos e complexos, por meio da sua decomposição em conceitos elementares e concretos, expressos cada um por um sinal metódico diferente.
    Visões como a de Amman e Heinicke começaram a ser desconstruídas no âmbito da linguística a partir do trabalho pioneiro de William Stokoe (1960), que demonstrou que a língua de sinais americana (American Sign Language – ASL), e, por extensão, as diversas línguas de sinais do mundo são línguas naturais, pois apresentam os mesmos princípios organizacionais que as línguas faladas. Com isso, caem por terra todas as afirmações que embasaram a imposição do método oral puro na educação de surdos, entre elas, a de que as línguas de sinais são incapazes de expressar conceitos abstratos.

(André Nogueira Xavier, Revista Porto das Letras, “Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos”. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/ portodasletras/article/view/11437/18307. Adaptado)
Segundo o texto, para o médico suíço Johann Conrad Amman, o objetivo central da educação voltada para surdos deveria envolver o
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Q4293646 Libras
De acordo com a Lei nº 10.436/2002 e o Decreto nº 5.626/2005, uma escola recebe um estudante surdo usuário de Libras e passa a discutir quais medidas devem ser adotadas para favorecer sua participação e aprendizagem. Nesse contexto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4293499 Libras
Em determinada concepção educacional, os sujeitos surdos são representados como deficientes ou patológicos, classificados conforme o grau de surdez e submetidos a práticas educacionais de caráter clínico-terapêutico e de reabilitação. Além disso, a língua de sinais é considerada prejudicial. Essa concepção corresponde ao
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Q4293497 Libras
Em um programa de formação em Libras, os conceitos de povo surdo e comunidade surda serão empregados na organização de ações linguísticas e culturais. Assinale a alternativa que estabelece corretamente a distinção entre esses conceitos. 
Alternativas
Q4293494 Libras
A trajetória do tradutor-intérprete de Libras no Brasil passou de práticas informais de auxílio à consolidação de uma atividade profissional. Sobre o período inicial dessa trajetória, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4293486 Libras
As concepções acerca da surdez e das possibilidades educacionais das pessoas surdas sofreram alterações ao longo da história. Analise as assertivas:

I. No Egito e na Pérsia, os surdos eram considerados criaturas privilegiadas e recebiam proteção e adoração, embora não fossem educados.
II. Aristóteles relacionava a ausência da fala à inexistência de linguagem e pensamento, considerando absurda a intenção de ensinar o surdo a falar.
III. Girolamo Cardano reconhecia a capacidade de raciocínio dos surdos, defendia a escrita como meio de aprendizagem e utilizava língua de sinais.
IV. Durante a Idade Média, o casamento entre duas pessoas surdas era permitido independentemente de autorização papal.

Estão corretas apenas as assertivas:
Alternativas
Q4289869 Libras
No livro A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com surdez (Alvez et al., 2010), os autores apresentam que, conforme Damázio (2007), o AEE envolve três momentos didático-pedagógicos: AEE em Libras, AEE de Libras e AEE de Língua Portuguesa.

Assinale a alternativa que descreve corretamente, conforme o autor, a função do AEE em Libras.
Alternativas
Q4280086 Libras
A adaptação linguística no ensino de alunos surdos considera a Língua Brasileira de Sinais como primeira língua e a língua portuguesa em sua modalidade escrita como segunda língua. A respeito dessas estratégias, analise as afirmativas a seguir:

I. Na proposta de educação bilíngue, a Libras é a primeira língua do aluno surdo, e o português escrito é ensinado como segunda língua.

II. A adaptação linguística consiste em simplificar o conteúdo, reduzindo as exigências curriculares dirigidas ao aluno surdo.

III. O ensino do português ao aluno surdo deve priorizar a oralização, substituindo o uso da Libras na sala de aula.


Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4280082 Libras
A comunidade surda constitui-se em torno de experiências visuais compartilhadas, de uma língua própria e de manifestações culturais específicas. Acerca da cultura e da identidade surda, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__) A cultura surda expressa-se pela experiência visual, pela Língua Brasileira de Sinais e por produções artísticas e literárias próprias.

(__) A perspectiva socioantropológica compreende a surdez como deficiência a ser corrigida, priorizando a reabilitação da audição.

(__) A identidade surda constrói-se, em grande medida, na convivência com pares surdos e no uso da língua de sinais.

(__) O reconhecimento da Libras como língua contribui para a valorização da identidade e da cultura da comunidade surda.


Após a análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4278897 Libras
Martins e Nascimento (2015) analisam mudanças no perfil de estudantes que ingressam na formação universitária de tradutores e intérpretes de Libras e língua portuguesa. Considerando as conclusões dos autores, analise as assertivas abaixo:
I. Parte dos novos ingressantes pode chegar ao curso sem experiência prévia com a Libras ou vínculo estreito com comunidades surdas.
II. Os currículos precisam articular ensino sistemático de Libras e intercâmbio efetivo entre universidade e comunidades surdas.
III. A ampliação das políticas públicas de inclusão contribui para expandir espaços de atuação e a demanda por profissionais.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4278894 Libras
Considerando a análise de Santos e Lacerda (2015) sobre a atuação do intérprete educacional em uma sala de aula bilíngue inclusiva, analise as assertivas abaixo:
I. As escolhas didáticas do professor influenciam as possibilidades linguísticas e semióticas mobilizadas pelo intérprete.
II. O acesso prévio ao planejamento e a recursos como imagens e vídeos pode favorecer a preparação e a interpretação.
III. Reconhecer o intérprete como coautor dos discursos em circulação não lhe confere autorização para comentar, explicar ou alterar indevidamente o conteúdo do professor.
IV. A parceria entre professor e intérprete elimina a distinção entre ensinar e interpretar, tornando o intérprete o responsável principal pelo currículo.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q4278298 Libras
Uma escola que atende estudantes com surdez está reorganizando o Atendimento Educacional Especializado e precisa contemplar, em seu planejamento, os três momentos didático-pedagógicos previstos para esse atendimento. Segundo as orientações do documento Atendimento Educacional Especializado: Pessoa com Surdez, assinale a alternativa que caracterize, corretamente, esses três momentos. 
Alternativas
Q4277867 Libras
Um dos pioneiros da educação de pessoas surdas foi o padre espanhol Pedro Ponce de León. Posteriormente, seus métodos foram sistematizados por Juan Pablo Bonet, que publicou um manual reunindo diferentes estratégias para o ensino de estudantes com deficiência auditiva. Com base nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4276348 Libras
A trajetória histórica das pessoas surdas foi marcada por diferentes concepções sobre a surdez, refletindo os valores e as crenças predominantes em cada época. Compreender esse percurso possibilita reconhecer as transformações ocorridas ao longo do tempo e entender as pessoas surdas como sujeitos de identidade, cultura e participação na sociedade.
Fonte: STROBEL (2008) apud ALMEIDA, Flávio Aparecido de; PEREIRA, Walmir Fernandes (org.). Deficiência intelectual: análises históricas, clínicas e pedagógicas. Guarujá, SP: Científica Digital, 2024.

Sobre a história das pessoas surdas, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

(__)No passado, as pessoas surdas eram desumanizadas, pois a fala era considerada a manifestação do pensamento, por esse motivo, eram frequentemente consideradas desprovidas de racionalidade.
(__)Durante parte da Idade Média, interpretações religiosas contribuíram para a exclusão social das pessoas com deficiência, uma vez que aquelas que não correspondiam ao ideal de perfeição física eram frequentemente marginalizadas. 
(__)Alguns monges que viviam em comunidadesreligiosas submetidas a regras eperíodosdesilêncioutilizavam sinais manuais para se comunicar semrecorrer à fala. Posteriormente, esses recursos gestuais influenciaram práticas empregadas nos primeiros processos sistematizados de educação de pessoas surdas.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Q4259964 Libras
Com base nas contribuições da literatura sobre identidade e cultura surda, é correto afirmar que a
Alternativas
Q4259963 Libras

No Brasil, a primeira instituição voltada à educação de pessoas surdas foi o Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES).


Essa escola

Alternativas
Q4259962 Libras

Considerando o contexto histórico da educação de sur dos, especialmente a partir do Congresso em Milão, em 1880, a filosofia educacional começou a mudar na Europa e, consequentemente, em todo o mundo, havendo divergências entre diferentes abordagens educacionais.


Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4259957 Libras

Uma família de uma criança com surdez opta por uma proposta de educação bilíngue no momento de seu ingresso na escolarização.


Considerando os princípios dessa abordagem educacional para estudantes surdos, assinale a alternativa que apresenta corretamente como a organização do ensino deverá ocorrer.

Alternativas
Respostas
121: E
122: C
123: B
124: A
125: A
126: B
127: D
128: D
129: E
130: E
131: D
132: D
133: C
134: A
135: C
136: E
137: C
138: A
139: D
140: C