Questões de Concurso
Sobre história geral em história
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(BRAUDEL, Fernand. Escritos sobre a História. São Paulo: Perspectiva. 2005. p. 45.)
Considerando o ‘tempo dos eventos’ no contexto da concepção das temporalidades do historiador francês Fernand Braudel (1902- 1985), assinale a afirmativa correta.
(RÉMOND, René. O século XIX: 1815-1914. São Paulo: Cultrix, 1997. p. 5.)
No contexto das transformações políticas, sociais e ideológicas ocorridas na Europa ao longo do século XIX — marcado pela crise do Antigo Regime, a ascensão do liberalismo e o surgimento de ideologias contestatórias ao capitalismo —assinale a alternativa correta.
(BARRACLOUGH, Geoffrey. Introdução à História Contemporânea. Rio de Janeiro: Zahar, 1983. p. 72.)
Considere as afirmativas a seguir sobre o fim da Guerra Fria e assinale a opção correta.
(MAGNOLI, Demétrio (Org.). História das guerras. São Paulo: Contexto, 2006. p. 433.)
Sobre a Guerra Fria, indique a alternativa correta.
(HOBSBAWM, Eric. Sobre a História. Ensaios. São Paulo: Cia das Letras, 1998. p. 234.)
Assinale a afirmativa correta a respeito da Segunda Guerra Mundial.
(SANT’ANNA, Ivan. 1929. Rio de Janeiro: Objetiva, 2014. p. 11.)
Analise as afirmativas a seguir sobre a crise econômica de 1929 e assinale a correta.
(HOBSBAWM, Eric. Sobre a História. Ensaios. São Paulo: Cia das Letras, 1998. p. 46.)
Com base nos eventos e implicações da Revolução Russa de 1917, marque a afirmativa correta.
(ULIANOV, Vladimir Ilyich. Obras escolhidas. v. 2. Moscou/Lisboa: Progresso/Avante, 1984. p. 227.)
Considerando as causas da Primeira Guerra Mundial, assinale a afirmativa correta.
(PAZZINATO, Alceu Luiz; SENISE, Maria H. Valente. História Moderna e Contemporânea. São Paulo: Ática. p. 16.)
Considerando que a formação dos Estados Nacionais no mundo moderno envolveu uma série de transformações políticas e sociais, assinale a afirmativa correta.
(LENHARO, Alcir. Nazismo. O triunfo da vontade. São Paulo: Ática, 1986. p. 11)
Com base nos fundamentos ideológicos e práticas políticas do nazifascismo, assinale a afirmativa correta.
(BURNS, Edward McNall. História da civilização ocidental: do homem das cavernas até a bomba atômica. Rio de Janeiro: Globo, 1964. p. 98.)
A civilização mesopotâmica foi uma das mais antigas e influentes na Antiguidade oriental. A esse respeito, marque a afirmativa correta.
(LE GOFF, Jacques. Uma longa Idade Média. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. p. 66.)
A formação do Ocidente cristão envolveu a construção de diversas instituições nas cidades e a consolidação da Igreja. Considerando esse contexto, assinale a afirmativa correta.
(HARARI, Yuval Noah. Sapiens – uma breve história da humanidade. Porto Alegre: L&PM, 2016. p. 94.)
Sobre o processo de sedentarização humana, assinale a afirmativa correta.
(FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2001. p. 49.)
Roma legou diversas inovações à civilização ocidental. Nesse sentido, é correto afirmar que
(PINSKY, Carla Bassanezi (Org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2008. p. 13.)
A partir da crítica à narrativa linear tradicional, surgiram novas interpretações sobre o tempo histórico, em especial a partir dos trabalhos da Escola dos Annales. Sobre essas diferentes formas de compreender a produção do saber histórico e as temporalidades, assinale a alternativa correta.
Essa descrição refere-se
“A história chegou tarde a praticamente todos os outros encontros entre o homem e a vida selvagem. Quando Colombo fez a primeira vistoria da costa antilhana, mais de dez mil anos de ocupação humana já a haviam transformado de maneira incomensurável, até para os mais dedicados esforços arqueológicos. [...] Por isso os europeus em seu Novo Mundo encontraram uma natureza mais pura que a dos outros pontos dos trópicos e, assim, uma parte muito maior do processo de degradação ocorreu em uma era de registros escritos.”
(DEAN, Warren. A ferro e fogo: a história da Mata Atlântica Brasileira. São Paulo, Companhia das Letras, 1996, p.23)
A partir das informações do excerto, é correto afirmar que
Documento 1
[...] para certas atividades, como a de caçar, pescar ou pilotar canoa, que já exercia quando livre, o índio mostrou ser um bom escravo. Por isso, houve sempre a escravidão indígena [...] para a agricultura, porém, tiveram os portugueses de recorrer à escravidão africana, pois os negros já viviam na África na condição de escravos e eram muito mais resistentes que os índios.”
(HERMIDA, Antônio José Borges. Compêndio de história do Brasil. Companhia Editora Nacional. 10° Ed. São Paulo,l1963.
Documento 2
No Brasil, durante os períodos imperial e colonial, é possível perceber que houve um grande desprezo pelo trabalho, principalmente o braçal. [...] no que diz respeito à mão de obra, os portugueses, inicialmente, optaram pela escravização dos povos nativos e, em seguida, dos africanos. Durante o primeiro século da colonização, a mão de obra indígena foi largamente utilizada em todos os trabalhos. No entanto, a opção pelos africanos garantiu lucro aos traficantes de escravos e a consequente sustentação da economia brasileira por mais de três séculos.
(MOCELIN, Renato; CAMARGO, Rosiane de. História em debate. São Paulo. Editora do Brasil, 2016, p.133 (Coleção História em Debate V.1)
Considerando as correspondências e as contradições contidas nos dois documentos e que estas permitem subsidiar debates sobre o fazer do historiador e sobre os desafios do trabalho com documentos escritos, deve-se concluir que
“O exercício do ‘fazer história’, de indagar, é marcado, inicialmente, pela constituição de um sujeito. Em seguida, amplia-se para o conhecimento de um “Outro”, às vezes semelhante, muitas vezes diferente. Depois, alarga-se ainda mais em direção a outros povos, com seus usos e costumes específicos. Por fim, parte-se para o mundo, sempre em movimento e transformação. Em meio a inúmeras combinações dessas variáveis – do Eu, do Outro e do Nós –, inseridas em tempos e espaços específicos, indivíduos produzem saberes que os tornam mais aptos para enfrentar situações marcadas pelo conflito ou pela conciliação”
(BRASIL, 2019, p. 397-398).
O trecho da BNCC apresenta uma concepção de diversidade que deve balizar o ensino na ampla área das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. Tomando como base o conceito de diversidade social e cultural no Ensino de História sob a perspectiva histórico-crítica, é correto afirmar que essa concepção da BNCC